Informe Mensal Brasil – Abril 2021

Volume de Fusões e Aquisições registra aumento de 26% até abril de 2021

Em abril, 112 transações foram registradas no país e foi mobilizado um capital de BRL 18,8bi

No decorrer de 2021, foram registradas 509 transações por um total de BRL 166bi

Houve um aumento de 122% de empresas norte-americanas adquirindo empresas brasileiras

Aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet registraram um aumento de 125% em 2021


O mercado transacional brasileiro registrou um total de 509 transações com um total de BRL 166bi até abril, segundo relatório mensal do TTR.

Esses números representam um aumento de 26% no número de transações em relação ao mesmo período de 2020, bem como um aumento de 286% no valor total.

Em abril, 112 fusões e aquisições foram registradas, entre anunciadas e concluídas, por um valor total de BRL 18,8bi.

O setor de Tecnologia tem sido o mais ativo do ano, com um total de 218 transações, seguido pelo de Financeiro e Seguros, com 88.

Âmbito Cross-Border 

Até abril de 2021, as empresas brasileiras escolheram os Estados Unidos como seu principal destino de investimento, com 9 transações. Já a Holanda se destaca por ter movimentado um total de BRL 2,7bi.

Os Estados Unidos e a Argentina, com 60 e 10 transações, respectivamente, são os países que mais investiram no Brasil.  Os Estados Unidos se destacam pelo total movimentado de BRL 45,6bi.

No entanto, as empresas americanas que adquirem empresas brasileiras aumentaram 122% em abril em comparação com o mesmo período em 2020, enquanto que as aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet tiveram um aumento de 125% em comparação com abril de 2020.

Quanto aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve um aumento de 33% até abril de 2021.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Em Private Equity, foram contabilizadas 34 transações por um total de BRL 25bi até abril, representando uma diminuição de 8% no número de transações, em comparação com o mesmo período de 2020.

No mercado de Venture Capital, foram realizadas 171 transações com um total de BRL 13bi, o que resulta um aumento de 58% no número de transações, em relação ao ano anterior.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registradas 39 transações por um total de BRL 27bi até abril, representando uma diminuição de 39% no número de transações e um aumento de 154% no capital mobilizado, em relação ao mesmo período de 2020.

Transação do mês 

A transação destacada pelo TTR em abril de 2021, foi a conclusão da venda conjunta pela Petrobras e Wobben Windpower nas sociedades Eólica Mangue Seco 3 e Eólica Mangue Seco 4 para a V2i Transmissão de Energia.

A transação, que totalizou aproximadamente BRL 183m, contou com a assessoria legal do escritório Tauil & Chequer Advogados Associado a Mayer Brown.

League Tables 

O relatório publica os rankings de asssessoria financeira e jurídica para M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercado de Capital, relatando a atividade dos escritórios líderes por número e valores de transações em 2021.

Informe Mensal Portugal – Abril 2021

Fusões e Aquisições em Portugal registam redução de 20% até abril de 2021

Até abril foram registadas 108 transações e foi mobilizado um capital de EUR 2,9bi

O setor imobiliário é o mais ativo do ano, com 22 transações

Aquisições estrangeiras nos setores da Tecnologia e Internet aumentam 17% no ano

Em 2021 houve um aumento de 42% no número de transações de Venture Capital em comparação com o mesmo período de 2020


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O mercado transacional português registou entre janeiro e abril um total de 108 transações e movimentou EUR 2,9bi, de acordo com o relatório mensal da TTR  em colaboração com o Datasite.

Estes números representam uma diminuição de 20% no número de transações em comparação ao mesmo período de 2020, bem como uma diminuição de 52% do capital mobilizado.

Em abril, foram registadas 13 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, com um total de EUR 406m.

Em termos setoriais, o setor Imobiliário tem sido o mais ativo do ano, com um total de 22 transações, seguido pelo setor de Tecnologia, com 16 transações.

Âmbito Cross-Border 

Em relação ao mercado Cross-Border, até abril de 2021 as empresas portuguesas escolheram Espanha como principal destino de investimento, com 4 transações. Em termos de valor, os Estados Unidos destacam-se com valor total de EUR 164m em transações.

Por outro lado, Espanha e França, com 12 e 11 transações, respectivamente, são os países que mais realizaram investimentos em Portugal. Os Estados Unidos sobressaem, com EUR 640m, em termos de valor.

No entanto, as empresas norte-americanas que adquirem empresas portuguesas aumentaram 14% em abril em comparação com mesmo período de 2020. Enquanto as aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet aumentaram 17% em comparação a abril de 2020.

Quanto aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas portuguesas, registaram uma diminuição de 20% até abril de 2021.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até abril, foram contabilizadas 6 transações de Private Equity por um valor total de EUR 200m. Houve uma diminuição de 40% no número de transações e de 75% do valor total em comparação com o mesmo período do ano anterior.

No mercado de Venture Capital, foram realizadas 27 operações no valor total de EUR 773m, representando um aumento de 42% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 34 transações no valor de EUR 584m no ano até abril, representando um aumento de 9% no número de transações e uma diminuição de 10% no total valor das transações, numa base anual.

Transação do mês 

Em abril de 2021, a TTR selecionou como uma transação em destaque a aquisição de 100% da Oni por Gigas.

A operação, que registou um valor total de EUR 39,50m, foi assessorada pela parte jurídica da RRP Advogados e da PwC Tax & Legal Spain. Do lado financeiro, a transação foi aconselhada pela EY Spain (Ernst & Young), que também realizou uma Due Diligence.

League Tables 

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica de abril de 2021 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade das empresas líderes é reportada pelo número de transações e pelo valor total.

Informe Mensual México – Abril 2021

Mercado transaccional mexicano registra aumento del 5% hasta abril de 2021

En abril se han registrado 24 transacciones en el país por USD 5.549,66m

A lo largo de 2021 se han registrado 99 transacciones por USD 6.691m

Empresas estadounidenses adquiriendo empresas mexicanas han aumentado un 68% en el año

Adquisiciones extranjeras en los sectores de tecnología y Internet han registrado un alza del 166% en 2021 


El mercado de M&A en México ha contabilizado en abril de 2021 un total de 24 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 5.549,66m, de acuerdo con el informe mensual de Transactional Track Record.

Por su parte, en los cuatro primeros meses del año se han producido un total de 99 transacciones, de las cuales 44 registran un importe conjunto de USD 6.691m, lo que implica un aumento del 5,32% en el número de operaciones y un alza del 144,91% en el importe de estas, con respecto al mismo período de 2020. 

En términos sectoriales, Tecnología, ha sido el más activo del año, con 31 transacciones y un crecimiento del 72% con respecto a abril de 2020, seguido por el sector Financiero y de Seguros, con un total de 27 transacciones y un crecimiento del 59% en relación al mismo periodo de 2020. 

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado cross-border, a lo largo de 2021 las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en Estados Unidos, Chile y España, con 8, 6 y 4 operaciones respectivamente. Por importe destaca España, con USD 123,96m. 

Por otro lado, Estados Unidos, es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en México, con 32 operaciones, seguido de España con 6 transacciones. Por importe, se destaca Estados Unidos, con USD 853,95m.

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Por su parte, las empresas estadounidenses que adquieren empresas mexicanas han aumentado en un 68,42% hasta el mes de abril, con respecto al mismo periodo de 2020, mientras que las adquisiciones extranjeras en los sectores de tecnología y Internet han registrado un aumento del 166,67% con respecto a abril de 2020. 

En cuanto los fondos extranjeros de Private Equity y Venture Capital invirtiendo en empresas mexicanas han registrado un aumento del 500% hasta abril de 2021.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

Hasta abril de 2021 se han contabilizado un total de 20 operaciones de Private Equity por USD 76m, lo cual supone un aumento del 20% en el número de operaciones y un descenso del 39,88% en el importe de éstas, con respecto al mismo periodo del año anterior.

Por su parte, en el segmento de Venture Capital se han contabilizado hasta abril un total de 49 operaciones con un importe agregado de USD 891m, lo que implica un aumento del 58,06% en el número de operaciones y un aumento del 175,52% en el importe de las mismas en términos interanuales.

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta el mes de abril se han registrado 16 operaciones, por un valor de USD 4.843m, lo cual representa una disminución del 30,43% en el número de operaciones, y un aumento del 462,40% en el importe de estas, con respecto a abril de 2020.

Transacción del mes 

Para abril de 2021, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la relacionada la adquisición del 40% de Ibox Energy por parte de Cox Energy América, valorada por USD 113,10m. 

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

Dealmaker Q&A

Content available in English and Spanish (scroll down)

TTR DealMaker Q&A with Estudio Muñiz Partner Mauricio Olaya

Mauricio OlayaEstudio Muñiz

Principal partner and director of the Corporate Law and M&A practice at ​​Muñiz, Olaya, Meléndez, Castro, Ono & Herrera Abogados, one of the most important law firms in Peru. Considered a leading lawyer in his specialty by Chambers & Partners, The Legal 500, Leaders League, Who’s Who, IFLR 1000, LACCA, among other prestigious legal guides. Member of the board of recognized companies in Peru. Monthly contributor at El Comercio, the main media outlet in the country, on issues of mergers and acquisitions and author of the blog “Directors al Día” at Semana Económica, the most relevant Peruvian publication on economic and financial matters.


TTR: Estudio Muñiz advised the largest number of transactions in Peru in 2021, What factors will drive consolidation of the M&A market in the medium and long term in the country and Latin America?

M.O.: The region as a whole, which includes our country, is in the midst of a very particular situation. In addition to the uncertainty caused by the pandemic, social mobilizations and electoral processes (paradoxically when there should have been more physical distancing)  that in many cases have been questioning the basic rules of the game of the market economy and incorporating less predictability on the ecosystem of future business. 

This reality incorporates an element of “motivation” for the sale of companies whose controllers have a higher level of aversion to risk, reduces the price of assets, creating opportunity on the buyer’s side and brings medium or long-term investors to the table, with enough backs to overcome the storm and accumulated experience that allows them to bet with some security for a better future. 

That said, it is likely that the most relevant drivers will be processes of opportunity, consolidation and those that involve companies linked to new trends in the consumption and commercialization of goods. 

TTR: What would be another the three sectors that could offer the greatest opportunities in Peru for international investors in 2021 and why? 

M.O.: Undoubtedly, the sectors that will maintain dynamism will be those that involve extractive industries (with special emphasis on those products demanded by countries that maintain high levels of post-pandemic growth), those linked to logistics in all its expressions, technology and those that offer opportunities derived from the crisis (good purchase prices) and require consolidation processes for a necessary strengthening (especially, for example, the financial sector). 

TTR: What role will foreign tech companies play in mergers and acquisitions in Peru in 2021?   

M.O.: If we refer to technology companies acquiring new technology or markets, this will undoubtedly remain very active and successful startups that have achieved a certain scale or positioning will undoubtedly be the object of interest to other technology companies. The world has turned towards technology from all its angles and especially those derived from the new consumer trends accelerated by the pandemic. 

TTR: Regarding Real Estate sector, what was the situation in 2020 and what are the prospects for 2021 in Peru?

M.O.: The real estate sector has been one of the most affected during the pandemic. From the essential, as a consequence of the paralysis of the execution of the current project and new projects due to mobilization restrictions, to the contraction of liquidity in households as a result of the loss of jobs, salary cuts and other derivatives of the health crisis that generated the greatest economic crisis in Republican history in Peru and most of the countries in the region. 

However, the real estate sector, from my point of view, faces a much more optimistic scenario as of the second half of 2021. 

People during the crisis have highly valued the sense of real estate as a place of refuge in the most adverse moments. Plus, home office trends will mobilize people. It will also happen that families who usually lived together in one single home will likely seek physical independence for a life that combines home and work. Likewise, great opportunities will be opened for the development of projects outside the big cities, multiplying the offers of new developments since the pandemic has generated a certain level of concern about crowded spaces. 

Added to this is the government’s response to the popular claim about hospital infrastructure. The real estate sector most linked to office rental is probably the most affected as a result of the change in the model towards remote work. 

TTR: What will be the main challenges of Estudio Muñiz in its M&A advisory work in Perú in 2021?

M.O.: Probably until the middle of the year and eventually the third quarter, it will continue to be difficult to achieve the closing of transactions with the same level of speed that occurred before the pandemic. Due to the slowness with which the vaccination process advances in Peru, the reserve will still be kept to hold face-to-face meetings and this will continue to affect above all the “last mile” of the closing of transactions since it is not the same to define the final issues of a deal locked in a meeting room, with intermediate rooms, in-ear coordination with the client, etc., than to do it through a screen. 

Additionally, in the specific case of Peru, the entry into force of the rule of prior control of mergers and acquisitions will have an impact as a consequence of the very existence of the rule as well as the learning curve that the advisers and the government authority will have to experience.  


Spanish version


Mauricio OlayaEstudio Muñiz

Socio principal y director del área de Derecho Corporativo y de M&A de Muñiz, Olaya, Meléndez, Castro, Ono & Herrera Abogados, una de las firmas legales más importantes del Perú. 
Considerado como abogado líder en su especialidad por Chambers & Partners, The Legal 500, Leaders League, Who’s Who, IFLR 1000, LACCA, entre otras prestigiosas guías legales.
Director de diversas y reconocidas empresas en Perú.  Columnista mensual del diario El Comercio, el principal medio del país, en temas de fusiones y adquisiciones y autor del blog “Directores al Día” de la revista Semana Económica, la publicación peruana más relevante en asuntos económicos y financieros.


TTR: Estudio Muñiz ha asesorado el mayor número de transacciones en Perú en 2021, ¿Cuáles serán los drivers más relevantes para la consolidación del mercado M&A en el mediano y largo plazo para el país y América Latina?

M.O.: La región en su conjunto lo que incluye a nuestro país se encuentran en medio de una situación muy particular. A la incertidumbre originada por la pandemia, se han sumado paradójicamente (cuando más distanciamiento físico debía existir) movilizaciones sociales y procesos electorales que en muchos casos vienen cuestionando las reglas de juego básicas de la economía de mercado e incorporando una menor previsibilidad sobre el ecosistema de los negocios a futuro. 

Esta realidad incorpora un elemento de “motivación” para la venta de empresas cuyos controladores tengan un mayor nivel de aversión al riesgo, reduce el precio de los activos originando oportunidad del lado de los compradores y trae a la mesa a inversionistas de mediano o largo plazo con espaldas suficientes para sortear la tormenta y experiencia acumulada que les permita apostar con cierta seguridad por un futuro mejor.  

Dicho esto es probable que uno de los drivers más relevantes lo constituyan procesos de oportunidad, de consolidación y los que involucren a empresas que acompañen las nuevas tendencias de consumo y comercialización de bienes. 

TTR: ¿Cuáles serían los tres sectores que podrían ofrecer las mayores oportunidades en Perú a los inversores internacionales en 2021 y por qué?

M.O.: Sin duda los sectores que mantendrán dinamismo serán aquellos que involucren industrias extractivas de exportación (con especial incidencia en aquellos productos demandados por países que mantienen altos niveles de crecimiento post pandemia), los conectados a la logística en todas sus expresiones, el sector tecnológico, los más diversos que ofrezcan oportunidades derivadas de la crisis (buenos precios de compra) y aquellos que exijan procesos de consolidación para un necesario fortalecimiento (en especial por ejemplo el sector financiero).

TTR: ¿Qué papel espera que desempeñen las empresas extranjeras de tecnología en las fusiones y adquisiciones en Perú en 2021? 

M.O.: Sî nos referimos a empresas de tecnología adquiriendo nueva tecnología o mercados sin duda que eso se mantendrá muy activo y los emprendimientos exitosos que hayan logrado cierta escala o posicionamiento serán sin duda objeto de interés de otras empresas tecnológicas. El mundo ha girado hacia la tecnología desde todos sus ángulos y en especial aquel derivado a las nuevas tendencias de consumo aceleradas por la pandemia. 

TTR: En cuanto al sector inmobiliario, ¿cuál fue la situación en 2020 y cuáles son las perspectivas para 2021 en Perú?

M.O.: El sector inmobiliario ha sido uno de los más afectados durante la pandemia. Desde lo esencial, como consecuencia de la paralización de la ejecución de proyecto en curso y nuevos proyectos por efecto de las restricciones de movilización,  hasta por la contracción de liquidez en los hogares como consecuencia de la pérdida de empleos, recorte de salarios y otros que derivaron de la crisis sanitaria que generó la mayor crisis económica de la historia republicana en Perú y la mayoría de países de la región.

No obstante el sector inmobiliario desde mi perspectiva personal enfrenta un escenario bastante más optimista  a partir del segundo semestre del 2021.

Las personas durante la crisis han valorado mucho el sentido de la propiedad inmobiliaria como lugar de refugio en los momentos más adversos. Adicionalmente las tendencias de home office movilizarán a las personas, ocurrirá también que familias congregadas probablemente pasen a desconcentrarse buscando la independencia física para una vida que combine casa y trabajo. Asimismo se abrirán grandes oportunidades para el desarrollo de proyectos fuera de las grandes ciudades multiplicándose las ofertas de nuevas  urbanizaciones ya que la pandemia ha generado cierto nivel de preocupación por los espacios hacinados.

A ello se sumará la respuesta de del gobierno al reclamo popular con relación a infraestructura hospitalaria, educativa, vial y de otros servicios esenciales.

El sector inmobiliario más vinculado al arriendo de oficinas probablemente sea el más afectado como consecuencia del cambio de modelo hacia el trabajo no presencial.

TTR¿Cuáles serán los principales desafíos en términos de transacciones de M&A en Perú durante 2021 para Estudio Muñiz?

M.O.: Probablemente hasta mediados de año y eventualmente el tercer trimestre siga siendo complicado lograr el cierre de transacciones con el mismo nivel de velocidad que ocurría antes de la pandemia. Debido a la lentitud con la que avanza el proceso de vacunación en Perú todavía se mantendrá la reserva para sostener reuniones presenciales y esto continuará afectando sobretodo la “última milla” del cierre de las transacciones ya que no es lo mismo definir  los  issues finales de un deal encerrados en una sala de reuniones, con cuartos intermedios, coordinaciones al oído con el cliente, etc que hacerlo a través de una pantalla.

Adicionalmente en el caso específico de Perú, la entrada en vigencia de la norma de control previo de fusiones y adquisiciones tendrá un impacto como consecuencia de la propia existencia de la norma como de la curva de aprendizaje que tendrán que experimentar los asesores y la autoridad gubernamental. 

Informe Mensual España – Abril 2021

El mercado M&A español registra un aumento del 4% en abril

En abril se han registrado 153 deals y un capital movilizado de EUR 8.2242m

El sector Inmobiliario es el más activo del año, con 151 transacciones

En el año se registran un aumento del 54% en transacciones de Private Equity y un alza del 18% en transacciones de Venture Capital 


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El mercado transaccional español ha registrado hasta el mes de abril un total de 738 transacciones con un importe agregado de EUR 40.706m, según el informe mensual de TTR en colaboración con Datasite (www.datasite.com).

Estas cifras suponen un aumento del 3,80% en el número de transacciones con respecto al mismo periodo de 2020, así como un aumento del 190,17% en el capital movilizado.

Por su parte, en el mes de abril se han registrado 153 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 8.242,40m. En términos sectoriales, el sector Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 151 transacciones, seguido por el de Tecnología, con 145.

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, hasta abril de 2021 las empresas españolas han elegido como principal destino de inversión a Estados Unidos, con 23 transacciones. Por importe, destaca Francia con EUR 5.371,91m.

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Por otro lado, Estados Unidos y Reino Unido, con 46 y 42 transacciones, respectivamente, son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 10.917,39m.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

Hasta abril se ha contabilizado un total de 71 transacciones de Private Equity por EUR 3.961m, lo cual supone un aumento del 54,35% en el número de transacciones y del 33,70% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo del año anterior. 

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 176 transacciones con un importe agregado de EUR 2.226m, lo que implica un aumento del 18,12% en el número de transacciones y un aumento del 484,11% en el importe de las mismas, en términos interanuales. 

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta abril se han registrado 210 transacciones por un valor de EUR 3.251m, lo cual representa una disminución del 3,67% en el número de transacciones, y un aumento del 13,36% en el importe de éstas, en términos interanuales.

Transacción del mes

En abril de 2021, TTR ha seleccionado como transacción destacada la adquisición del 60% de la red de emplazamientos en Polonia de Play por parte de Cellnex Telecom

La operación, que ha registrado un importe de aproximadamente EUR 800m, ha estado asesorada por la parte legal por Clifford Chance; Herbert Smith Freehills; PwC Tax & Legal y Bredin Prat. Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por AZ Capital y por PwC España, que además también ha llevado a cabo una Due Diligence.

Ranking de asesores financieros y jurídicos