Relatório mensal sobre o mercado transacional brasileiro – agosto 2026

Fusões e Aquisições movimentam BRL 210,7bi em 2026

  • Estados Unidos é o país que mais investiu no Brasil, com 87 aquisições
  • Capital mobilizado registra crescimento de 11% no período

O cenário transacional brasileiro foi objeto de análise no relatório mensal do TTR Data, que revelou 834 transações movimentando um total de BRL 210,7bi em 2026.

Esses números representam uma queda de 31% no número de transações em relação ao mesmo período de 2025, no entanto o houve um aumento no capital mobilizado em 11%. Do total das transações, 43% possuem os valores revelados e 77% das operações já estão concluídas.

Em agosto, 57 fusões e aquisições foram registradas, entre anunciadas e concluídas, e um valor total de BRL 12,6bi. 

O setor de Internet, Sofware & IT Services é o mais ativo com 140 transações, seguido pelo setor de Real Estate, com 131 transações.

Operações do mercado transacional de agosto de 2025 a agosto de 2026
Fonte: TTR Data.

Âmbito Cross-Border

Empresas brasileiras voltaram-se principalmente para os Estados Unidos e Colômbia, realizando 11 e sete transações, respectivamente.

Por outro lado, os Estados Unidos lideram os investimentos no Brasil, com 87 operações.

Empresas norte-americanas que adquirem negócios brasileiros registraram uma diminuição de 23%.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve um aumento de % em 2026.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

No segmento de Private Equity, houve 56 transações totalizando BRL 34,5bi, com uma queda de 13% no volume de operações. 

Em Venture Capital, 134 rodadas de investimento movimentaram BRL 8,0bi, representando uma queda de 46% no volume de operações. 

O segmento de Asset Acquisitions registrou 205 transações e BRL 37,9bi, refletindo uma diminuição de 8% no volume de transações. 

Transação do mês

A transação destacada pelo TTR Data em agosto de 2026 foi a conclusão da venda da CPC pela Motiva para ASUR. O valor da transação é de BRL 5,1bi.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei brasileira dos escritórios Pinheiro Neto Advogados e BMA Advogados. O Banco Itaú BBA, Lazard, e J.P. Morgan realizaram a assessoria financeira.

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até agosto de 2026 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações e em valor lidera em 2026 o BTG Pactual com 31 operações e um total de BRL 54,3bi. 

No que se refere ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e valor lidera o escritório Mattos Filho, com 65 operações e contabilizando um total de BRL 64,0bi.

Relatório mensal sobre o mercado transacional português – agosto 2026

Fusões e Aquisições movimentam EUR 5,3bi em 2026

  • Número de transações regista queda de 27% em comparação a 2025
  • Real Estate foi o setor mais ativo em 2026, com 53 transações
  • Venture Capital regista crescimento em 1% no capital mobilizado

o mercado transacional português viu a concretização de 327 operações, totalizando EUR 5,3bi. Destas, 32% revelaram seus valores, conforme aponta o mais recente relatório do TTR Data.

Estes números representam uma queda de 27% no número de transações em comparação com o mesmo período de 2025, tal como uma diminuição de 58% no capital mobilizado.

Em termos setoriais, o setor de Real Estate foram os mais ativo em 2026, com 53 transações, cada.

Em agosto, 18 fusões e aquisições foram registadas, entre anunciadas e concluídas, e um valor total de EUR 412,9m.

Operações do mercado transacional de agosto de 2025 a agosto de 2026
Fonte: TTR Data.

Âmbito Cross-Border

No âmbito Cross-Border, quanto à número de transações, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal no período, contabilizando 25 transações.

As empresas portuguesas escolheram a Espanha e o Brasil como principal destino de investimento, com 34 e oito transações, respectivamente.

As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet caíram em 22% em comparação ao mesmo período de 2025.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até agosto de 2026, foram contabilizadas 48 transações de Private Equity, representando uma queda de 29% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2025.

Em Venture Capital, foram realizadas 60 rodadas de investimentos e um total de EUR 560m, representando um crescimento de 1% no total investido.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 77 transações com um valor de EUR 2,3bi, representando uma queda de 22% no capital mobilizado.

Transação do mês

A transação destacada pelo TTR Data em agosto de 2026, foi a conclusão da aquisição de 75% da HPA Health Group pela CUF. O valor da transação é de EUR 135m.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei portuguesa dos escritórios Cuatrecasas Portugal; e CS’Associados. A Deloitte realizou a due diligence.

Ranking de consultores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até agosto de 2026 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações lidera o CCA Law Firm com 17 operações. Em valor lidera ao longo de 2026 o escritório Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados contabilizando EUR 1,1bi. No que se refere ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lidera o Houlihan Lokey com duas operações. Em valor lidera ao longo de 2026 o BTG Pactual contabilizando EUR 698,66m.

Informe mensual sobre el mercado transaccional español – agosto 2026

El mercado de M&A en España disminuye un 17% hasta agosto de 2026, según informe de TTR Data

  • Capital movilizado en el mercado de M&A ha disminuido un 9% interanual
  • Capital movilizado en Venture Capital ha registrado un aumento del 43% en el año
  • Adquisiciones extranjeras en tecnología y Internet aumentan un 4% en 2026
  • El sector Inmobiliario es el más activo del mercado transaccional, con 454 deals
  • TTR Data entrevista a Andrés Berral, Counsel de Clifford Chance España, con perspectivas para el mercado M&A en el 2S26

El mercado transaccional español ha registrado hasta el mes de agosto un total de 1.938 deals con un importe agregado de EUR 63.787 millones, según el informe mensual de TTR Data.

Estas cifras suponen un descenso del 17% en el número de transacciones, así como una disminución de aproximadamente el 9% en el capital movilizado, con respecto al mismo periodo de 2025.

En cuanto a agosto, se ha registrado en el mes un total de 75 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 1.475m

En términos sectoriales, el sector Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 454 transacciones, seguido por el sector de Internet, Software y Servicios IT, con 174.

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, hasta agosto de 2026 las empresas españolas han elegido como principales destinos de inversión a Estados Unidos y Reino Unido, con 39 y 34 transacciones, respectivamente.

Por otro lado, Estados Unidos y Francia, con 110 y 105 transacciones, respectivamente, son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 7.717m.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions 

Hasta el mes de agosto se han contabilizado un total de 244 transacciones de Private Equity por
EUR 17.263m, lo cual supone un descenso de aproximadamente el 14% en el número de transacciones, y un descenso de aproximadamente el 13% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo del año anterior.

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 348 transacciones con un importe agregado de EUR 5.338m, lo que implica un descenso de aproximadamente un 20% en el número de transacciones y un alza de aproximadamente un 43% en el importe de las mismas, en términos interanuales.

En el segmento de Asset Acquisitions se han registrado 584 transacciones por un importe de
EUR 10.963m, lo cual representa un descenso de aproximadamente un 8% en el número de transacciones, y un aumento del 40% en el importe de éstas, en términos interanuales.

Transacción del mes 

En agosto de 2026, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la adquisición de la estadounidense Webster Financial Corporation por parte de Banco Santander, entidad financiera española. La transacción, valorada en aproximadamente USD 12.200m, ha estado asesorada por la parte financiera por Centerview Partners; Goldman Sachs; Bank of America Europe; Santander Corporate & Investment Banking (SCIB); Deloitte España; J.P. Morgan y Piper Sandler.

Por la parte legal, la transacción ha sido asesorada por Davis Polk; Uría Menéndez España; Deloitte Legal y Wachtell, Lipton, Rosen & Katz. Por la parte de Due Dilligence, la transacción ha sido asesorada por Deloitte España y J.P. Morgan.

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico de 2026 en M&A, Private Equity, Venture Capital y Mercado de Capitales, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe.

El ranking TTR Data de asesores legales, por número de transacciones, lo lidera en el transcurso de 2026 Cuatrecasas España, con 112 deals, seguido de Garrigues España, con 74 transacciones. Por importe, lideran en el transcurso del año Uría Menéndez España, con EUR 19.314m y Freshfields España con EUR 8.664m.

En cuanto al ranking de asesores financieros lidera, por número de transacciones, Norgestión, con 13 deals y, por importe, lidera Goldman Sachs, con EUR 17.639m.

Dealmaker Q&A con TKL Think Legal

TTR Data ha conversado en exclusiva con Andrés Berral, Counsel de Clifford Chance España, para analizar las perspectivas del mercado transaccional en 2026: El “living” sigue siendo el gran polo de atracción de capital. No solo el residencial tradicional, sino también flex-living, residencias de estudiantes y senior living, con el desequilibrio entre oferta y demanda de vivienda y la demografía como telón de fondo.

También hemos visto reactivarse las oficinas prime y el retail dominante, sobre todo en ubicaciones consolidadas donde los fundamentales aguantan bien. En general, el capital está premiando calidad, buena ubicación y estabilidad de ingresos.

Y hay dos sectores que se mantienen fuertes: la logística, tirada por el comercio electrónico y la necesidad de infraestructuras de distribución más eficientes; y el hotelero, que sigue muy bien gracias al tirón turístico de España”.

Dealmaker Q&A  

TTR Dealmaker Q&A con Andrés Berral,
Counsel de Clifford Chance España especializado en transacciones inmobiliarias.

Andrés Berral

Clifford Chance



TTR: Los últimos datos de TTR muestran que el sector inmobiliario ha vuelto a situarse entre los más activos del mercado transaccional en el primer semestre de 2026. ¿Cómo valora la evolución del mercado y cuáles han sido las principales tendencias que han marcado estos meses?

Los datos confirman algo que ya intuíamos desde finales de 2025: el inmobiliario sigue siendo uno de los sectores más dinámicos del mercado transaccional español.

Pero más allá del volumen, lo que de verdad importa es que ha vuelto la confianza inversora. Estamos viendo de nuevo capital institucional, operaciones de mayor tamaño y más financiación disponible que en los últimos ejercicios. Y hay un interés creciente por consolidar carteras y por activos que generen rentas recurrentes y resilientes.

Además, el mercado se está sofisticando: cada vez hay más operaciones ligadas a activos alternativos, plataformas operativas y modelos inmobiliarios pensados para responder a cambios demográficos y sociales de fondo.

TTR: ¿Qué segmentos del mercado inmobiliario están concentrando actualmente un mayor interés por parte de los inversores?

El “living” sigue siendo el gran polo de atracción de capital. No solo el residencial tradicional, sino también flex-living, residencias de estudiantes y senior living, con el desequilibrio entre oferta y demanda de vivienda y la demografía como telón de fondo.

También hemos visto reactivarse las oficinas prime y el retail dominante, sobre todo en ubicaciones consolidadas donde los fundamentales aguantan bien. En general, el capital está premiando calidad, buena ubicación y estabilidad de ingresos.

Y hay dos sectores que se mantienen fuertes: la logística, tirada por el comercio electrónico y la necesidad de infraestructuras de distribución más eficientes; y el hotelero, que sigue muy bien gracias al tirón turístico de España.

TTR: En un entorno todavía marcado por la incertidumbre geopolítica, la financiación y la evolución de los tipos de interés, ¿cuáles son los principales desafíos que afrontan hoy las operaciones inmobiliarias y qué buscan los inversores antes de cerrar una transacción?

Los tipos de interés están hoy en un entorno más favorable que hace uno o dos años, pero eso no ha relajado en absoluto la disciplina de los inversores a la hora de analizar el riesgo. Ya no vale con encontrar una buena oportunidad; hay que entender bien todo lo que puede afectar al valor del activo durante el periodo de inversión.

Los desafíos de fondo siguen siendo la incertidumbre macro, cómo evolucionarán los costes de financiación y, sobre todo, el peso cada vez mayor de la regulación. En residencial, living o ciertos activos alternativos, lo urbanístico, lo regulatorio y lo operativo pesan cada vez más en la decisión final.

Por eso las due diligence de hoy son mucho más exhaustivas que antes. Los inversores quieren seguridad jurídica, estabilidad en las rentas, flexibilidad operativa, cumplimiento normativo y, sobre todo, visibilidad sobre los riesgos regulatorios que puedan venir. Anticiparse a eso se ha vuelto clave para que una operación salga adelante.

TTR: ¿Qué perspectivas manejan desde Clifford Chance para la segunda mitad de 2026? ¿Cree que veremos una aceleración de la inversión inmobiliaria o el mercado seguirá siendo muy selectivo?

Somos optimistas. España mantiene fundamentales económicos sólidos frente a otros mercados europeos y sigue siendo uno de los destinos favoritos del capital internacional. De hecho, hay quien apunta a que 2026 podría acabar siendo uno de los años más activos en inversión inmobiliaria de la última década.

Ahora bien, no creo que el crecimiento sea igual en todos los segmentos. El mercado va a seguir siendo selectivo, y los inversores van a seguir distinguiendo con claridad entre activos “core” y activos con más riesgo de ejecución o reposicionamiento.

Así que probablemente veamos las dos cosas a la vez: más volumen de inversión, pero también más exigencia en el análisis y en la negociación. Los activos mejor posicionados (a nivel operativo, urbanístico y regulatorio) van a seguir llevándose la mayor parte del capital.

TTR: Clifford Chance participa habitualmente en algunas de las transacciones más complejas del mercado. En este contexto, ¿qué valor diferencial aporta la firma a sus clientes y qué aspectos considera que marcarán el asesoramiento jurídico en los próximos años?

El mercado inmobiliario se ha vuelto mucho más transversal. Casi nunca una operación se limita ya a comprar un activo: normalmente hay de por medio cuestiones societarias y mercantiles, fiscales, financieras, regulatorias, urbanísticas y, cada vez más, temas de sostenibilidad, digitalización y gestión de datos.

Ahí es donde creo que aportamos más valor: en dar un asesoramiento realmente integrado y multidisciplinar, combinando el conocimiento local con una plataforma internacional que nos permite acompañar operaciones complejas y transfronterizas. Los inversores no buscan solo rigor técnico, buscan una mirada estratégica que les ayude a ver oportunidades, anticipar riesgos y ejecutar con seguridad.

De cara al futuro, veo cuatro cosas marcando el asesoramiento jurídico: más complejidad regulatoria, la consolidación de los criterios ESG, la transformación tecnológica del sector y el auge de la inteligencia artificial. La IA está cambiando no solo cómo se gestionan los activos, sino cómo se analizan las inversiones, se hacen las due diligence y se toman las decisiones. El abogado va dejando de ser solo un asesor para convertirse en un socio estratégico del inversor, alguien que combina conocimiento jurídico, visión de negocio y comprensión tecnológica para ayudar a crear valor en un entorno cada vez más complejo.

Informe mensual sobre el mercado transaccional mexicano – julio 2026


Capital movilizado en el mercado M&A mexicano registra un descenso del 14% hasta julio de 2026, según informe de TTR Data

  • Hasta julio, se han registrado 153 transacciones en el país por USD 12.663m
  • En julio, se han registrado 24 fusiones y adquisiciones por USD 1.107m
  • Transacciones de adquisición de activos aumentan un 33% hasta julio de 2026
  • Deal del mes: Embraer toma el control del 100% de EZair

El mercado de M&A en México ha contabilizado hasta julio de 2026 un total de 153 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 12.663m, de acuerdo con el informe mensual de TTR Data.

Estas cifras implican un descenso del 14% tanto en el número de transacciones como en su valor, con respecto al mismo período de 2025.

En cuanto al mes de julio, se han registrado 24 transacciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 1.107m.

En términos sectoriales, el Inmobiliario, además del de Software Específico por Industria, han sido los más activos del año, con 25 transacciones en cada sector, con un aumento del 79% y del 25%, respectivamente.

Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado cross-border, hasta el séptimo mes de 2026, las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en España y Brasil, con 12 y 7 transacciones, respectivamente. Por importe, destaca Argentina, con USD 721m.

Por otro lado, Estados Unidos y Reino Unido son los países que más han apostado por realizar adquisiciones en México, con 31 y 8 deals, respectivamente. Por importe, destaca Estados Unidos con USD 5.123m .

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

Hasta julio de 2026, se han contabilizado un total de 12 transacciones de Private Equity por
USD 3.379m
, lo que implica un descenso del 45% en el número de transacciones, y un aumento del 1.751% en su valor, en términos interanuales.

Por su parte, se han contabilizado un total de 36 transacciones de Venture Capital por
USD 1.069m
, lo que implica un descenso del 23% en el número de transacciones y un aumento del 33% en su valor, con respecto al mismo periodo del año anterior.

En el segmento de Asset Acquisitions, se han registrado 40 transacciones por USD 2.131m, lo cual representa un aumento del 33% en el número de transacciones y un descenso del 20% en su valor, con respecto a julio de 2025.

Transacción Destacada

Para julio de 2026, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la adquisición por Embraer, fabricante de aeronaves con sede en San Pablo, Brasil, del 50% que aún no tenía en la empresa mexicana EZAir,una joint venture con la francesa Safran Group.

La transacción, con valor confidencial, ha contado con el asesoramiento jurídico de Madrona Advogados y Jones Day.

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico de 2026 en M&A, Private Equity, Venture Capital y Mercado de Capitales, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe.

El ranking TTR Data de asesores jurídicos, por número de transacciones, lo lidera en el transcurso de 2026 Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con 15 deals, seguido de Pérez-Llorca México, con 9 transacciones. Por importe, lideran Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, y Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes, con USD 3.705m y USD 3.486m, respectivamente.

En cuanto al ranking de asesores financieros, lidera por número de transacciones y por capital movilizado,
BTG Pactual, con 2 transacciones y USD 2.904m.