Relatório Mensal Brasil – Abril 2018

By Augusto_Janiscki_Junior

Fusões e Aquisições movimentam R$ 21 bilhões em abril

 

  • Mês fecha com 65 transações
  • Investimentos de Venture Capital movimentam R$ 189,8 milhões no mês, alta de 16%

By Augusto_Janiscki_Junior

O mês de Abril registrou 65 transações de fusões e aquisições de empresas no mercado brasileiro, o que equivale a uma queda de 29,3% em relação ao mesmo mês de 2017, quando foram anunciadas 92 operações., segundo os números publicados no Relatório Mensal da Transactional Track Record (TTR), em parceria com LexisNexis e TozziniFreire Advogados.  Em volume financeiro, essas transações movimentaram, entre as 28 que tiveram seus valores revelados, R$ 21,2 bilhões, alta de 193,76% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Nos primeiros quatro meses do ano, já foram anotados 305 anúncios de operações de compra e venda de participação envolvendo empresas brasileiras. Número inferior ao registrado em 2017 e 2016, 355 e 306, respectivamente. Das operações de 2018, 129 tiveram seus valores divulgados, somando R$ 85,8 bilhões, total 48% acima do que foi registrado no ano passado.

O segmento Tecnologia segue o mais atrativo no mercado brasileiro. No mês, foram 15 transações, que somadas às anteriores alcançam 68 operações, aumento de 10% comparado ao ano anterior. O crescimento dos investimentos no setor acompanha a alta de 50% das aquisições estrangeiras nos segmentos de Tecnologia e Internet.

No apanhado do ano, Financeiro e Seguros aparece estável na segunda colocação, com 34 operações, enquanto Saúde, Higiene e Estética, 30, e Consultoria, Auditoria e Engenharia, 23, revelaram declínio de 14% e 28%, respectivamente.

 

Operações cross-border

No âmbito inbound, em que empresas estrangeiras adquirem companhias brasileiras, foram contabilizadas 73 operações de compra desde o início de 2018. Apesar de seguir como o país com o maior número de aquisições no mercado brasileiro, contabilizando 25 transações, que juntas somam R$ 2,6 bilhões no ano, as operações norte-americanas não foram suficientes para ultrapassar os valores investidos por empresas japonesas no Brasil no período.

Os quatro investimentos de empresas do japão totalizaram R$ 3,7 bilhões, valor composto em sua maior parte pela alienação da Embraco pela Whirlpool Corporation para a fabricante de motores elétricos japonesas Nidec Corporation,.

China e Suíça também ultrapassaram a marca de um bilhão de reais em investimentos, tendo aportado, R$ 1,9 bilhões e R$ 1,3 bilhões cada.

O setor de Tecnologia foi aquele que mais recebeu aporte de empresas estrangeiras em 2018. Destaque também para Financeiro e Seguros e Consultoria, Auditoria e Engenharia.

Já as empresas brasileiras fizeram 10 aquisições no mercado externo, incluindo a compra de uma participação de 10% na britânica Oxis Energy pela Confrapar por R$ 17 milhões em abril. A Oxis Energy desenvolve e fabrica baterias de lítio-enxofre (Li-S).

No mesmo mês, a Sense Bike, empresa brasileira especializada em modelos de bicicletas de alumínio, também anunciou a aquisição da sul-africana Swift Carbon, que fabrica modelos em fibra de carbono, por R$ 20 milhões.

 

Private Equity e Venture Capital

Nos cenários de private equity e venture capital, o mercado continua com um panorama positivo. Os números refletem a retomada dos investimentos dos fundos estrangeiros em empresas brasileiras, foram 27 operações no ano e alta de 58,82% nos aportes.

Entretanto, abril não trouxe bons resultados para os investimentos da modalidade private equity. O volume financeiro das operações teve queda de 75% no número de deals – apenas dois registrados, e de 94% no volume financeiro, R$ 28 milhões aportados. Porém, no ano, o total investido segue em alta, com crescimento de 93% face ao ano anterior, com R$ 3,4 bilhões investidos.

Nos investimentos de venture capital, o panorama é diferente. Das 71 transações assinaladas no TTR desde o inicio do ano, 8% acima do que foi anunciado no mesmo período do ano anterior, 41 revelaram valores que somam R$ 1,39 bilhões, alta de 114% em comparação ao período homólogo de 2017.

Em abril, das 19 operações, 10 revelaram dados financeiros que demonstraram uma  movimentação de R$ 189,8 milhões, crescimento de 16% comparado ao mesmo mês do ano anterior.

Dentre as transações que ajudaram a compor os números de venture capital em abril está a ContaAzul, plataforma de gestão em nuvem para pequenas empresas, que captou R$ 100 milhões em rodada de investimentos liderado pela norte-americana Tiger Global Managment e seguida pelo fundo Endeavor Catalyst.

O setor de maior crescimento no acumulado dos quatro primeiros meses do ano foi Financeiro e Seguros – 200%, enquanto o que apresentou mais transações, 37, foi Tecnologia.

 

Transação TTR do Mês

A conclusão da aquisição do controle da Cremer pela CM Hospitalar por R$ 506,71 milhões foi eleita pelo TTR como a transação do mês em abril. A CM Hospitalar, empresa distribuidora de medicamentos e produtos para a saúde, finalizou a operação de compra da participação societária de 88,52% detida pelo Tabaqui FIP no capital social da Cremer, que registrou faturamento de R$ 870 milhões em 2016.

A CM Hospitalar foi assessorada na transação pelo Banco Itaú BBA e pelos escritórios Lefosse Advogados e CM Advogados. Enquanto a Tambaqui FIP recebeu assessoria jurídica de Stocche, Forbes, Padis, Filizzola, Clapis, Passaro, Meyer e Refinetti Sociedade de Advogados.

 

Rankings Financeiros e Jurídicos

O pódio do ranking TTR de assessores financeiros por valores das transações e número de transações é liderado em fevereiro pelo Banco Itaú BBA, com acumulado de R$ 51,9 bilhões nos primeiros quatro meses do ano. Na sequência, Riza Capital, com R$ 41,8 bilhões, e Morgan Stanley, com R$ 39,9 bilhões.

O ranking de assessores jurídicos por valor é liderado por Cescon, Barrieu Flesch & Barreto Advogados, com R$ 46,6 bilhões, seguido por Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, com R$ 42,3 bilhões, e TozziniFreire Advogados, R$ 38,7 bilhões, na terceira posição. Por número de transações o ranking é liderado por Demarest Advogados, 16 operações, com Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, 15, com a segunda colocação, e TozziniFreire Advogados, 14, na sequência.

Veja o ranking completo!

 

 

Entrevista con Mikel Echavarren, CEO de Colliers International Spain

Entrevista con Mikel Echavarren, CEO de Colliers International Spain.   

Mikel Echavarren es CEO de Colliers International Spain. Fue Presidente y Consejero Delegado de irea desde su fundación en 2002 hasta marzo de 2018, momento en el que irea se integra en Colliers International. Anteriormente fue socio de Arthur Andersen responsable de la división de Real Estate Corporate Finance en España y Portugal.

 

TTR – Desde el ámbito de actuación de Colliers International, ¿cómo definiría la actividad transaccional en los cuatro primeros meses del año?
El arranque del año 2018 mantiene la intensidad de la inversión en todos los segmentos del mercado inmobiliario, con una preponderancia significativa de las operaciones corporativas en el sector hotelero e inmobiliario y la puesta en el mercado de carteras de deuda hipotecaria y REO´s.

Los fondos de inversión core incrementan su presencia en nuestro mercado, sustituyendo a inversores oportunistas y aprovechando la rotación de los portfolios de activos de las Socimis.

La preparación de operaciones corporativas en este primer trimestre augura una intensa actividad en fusiones y adquisiciones de sociedades inmobiliarias y hoteleras en el segundo semestre del año 2018.

TTR – El sector inmobiliario históricamente ha sido el más destacado del mercado transaccional español. ¿A qué cree que se debe esta circunstancia? ¿Cuáles son las características principales que definen al sector en España?
El mercado inmobiliario español es uno de los más avanzados de Europa en cuanto a la oferta y seguridad de su mercado hipotecario. Este factor ha facilitado que la actividad de promoción residencial y de la inversión que se deriva de este segmento, siempre hayan sido muy pujantes.

Adicionalmente, España es un país que cuenta con un porcentaje de la actividad de promoción residencial muy elevado, en torno a un 20-30%, relacionado con la compra de vivienda por parte de extranjeros no residentes, derivada de la extraordinaria potencia de nuestro mercado turístico y la eliminación en los últimos 15 años de la competencia de los destinos ubicados en el norte de África.

En cuanto a la inversión de los fondos institucionales, el mercado de oficinas y de centros y parques comerciales se ha desarrollado ampliamente en los últimos años, cumpliendo los estándares de calidad y de transparencia europeos, lo que ha permitido a dichos inversores actuar en nuestro mercado de una forma eficiente y transparente.

Del mismo modo, la inversión en la adquisición de hoteles ubicados en España es una consecuencia lógica de la consolidación y desarrollo de uno de los principales destinos turísticos del mundo, el primero en términos de eficiencia de su gestión.

Todos estos factores, unidos al desarrollo extraordinario de las infraestructuras de transporte y servicios de nuestro país, han sido los motores del crecimiento de la inversión en inmobiliario.
TTR – En los últimos años, incluyendo a 2018, hemos podido ver un notable y creciente interés de fondos internacionales en el ladrillo español. ¿Diría usted que esta circunstancia favorece o perjudica al sector inmobiliario en España? ¿Podría esta proliferación de fondos internacionales estar reduciendo las oportunidades de los players locales?

La actividad de los fondos internacionales ha sido fundamental para la recuperación del mercado inmobiliario español.

En una primera etapa, desde 2013 a 2015, contribuyeron a facilitar liquidez al mercado y a establecer referencias creíbles sobre precios transaccionables, desde una perspectiva de aprovechamiento de las oportunidades de un mercado potente pero ilíquido.

Desde entonces los fondos internacionales han evolucionado hacia todos los nichos del mercado inmobiliario, desde los activos comerciales a la inversión en suelo residencial, y lo han hecho en muchos casos a través de alianzas con operadores y promotores locales.

En la actualidad están entrando otros fondos con estrategias diferentes y con costes de capital significativamente inferiores.

La conclusión de estos movimientos es, en mi opinión, que los fondos han venido para quedarse y que seguirán siendo protagonistas de la inversión en nuestro mercado inmobiliario por mucho tiempo. Ese protagonismo, convive con la actividad inversora de players locales, que con menores exigencias de rentabilidad y con capacidades crecientes de capital, compiten con fuerza en muchos segmentos del mercado.

 

TTR – Dentro del sector inmobiliario, ¿Qué segmentos de mercado considera usted que cuentan con un mayor potencial en la actualidad?

Claramente, el sector de promoción residencial y dentro de éste la inversión en carteras de suelo en desarrollo y su gestión hasta transformarlo en suelo finalista.

La promoción residencial, sobre todo en mercados secundarios que todavía no se han recuperado de forma significativa, seguirá ofreciendo rentabilidades anuales superiores al 10% y unos múltiplos atractivos por la financiación de los costes de construcción y desarrollo.

 

TTR – ¿Cuáles son las herramientas de financiación más habituales para la adquisición de activos inmobiliarios?

La financiación hipotecaria es la protagonista de las operaciones de inversión, con más participación de banca extranjera en activos comerciales y con un dominio absoluto de la banca comercial española en la financiación a la promoción residencial.

Adicionalmente, existen alternativas de financiación para los tramos de inversión no cubiertos por la banca comercial otorgadas por fondos de inversión internacionales.

Colliers International Spain, por ejemplo, es el Loan Manager de un fondo de financiación alternativa de Marathon Asset Management destinado a financiar la adquisición de suelo residencial y dirigido a promotores especializados en residencial.

La financiación corporativa o la emisión de bonos está restringida a las empresas con grandes balances, muchas de ellas cotizadas en bolsa.

 

TTR – Otra demostración del auge del sector inmobiliario es sin duda la cantidad de SOCIMIs que han comenzado a cotizar en el Mercado Alternativo Bursátil en los últimos dos años. ¿Qué ventajas aporta este mercado a las SOCIMIs?

El MAB es una alternativa para el cumplimiento de los requisitos de liquidez y de composición accionarial de las SOCIMIs, sobre todo para aquellas de tamaño medio o pequeñas o para quienes sólo aspiran a cumplir los requisitos que facilitan una fiscalidad óptima.

A futuro, creemos que muchas de ellas entrarán en el juego de fusiones y adquisiciones con el objetivo de alcanzar una mayor dimensión que posibilite su mayor liquidez en el mercado y ofrecerse como alternativa a la inversión el ahorro familiar, con un menor coste de capital.


Interview with Mikel Echavarren, CEO at Colliers International Spain

 

TTR – How would you at Colliers International describe the level of deal activity over the first four months of the year?

So far 2018 has continued to see strong levels of investment across all segments of the real estate market. There has been a marked preference for corporate deals in the hotel and real estate sector, whilst mortgage loan and REO portfolios have also started to come onto the market.

The Spanish market is seeing an ever-growing number of core investment funds, that have taken the place of opportunistic investors and are capitalising on Socimi property portfolio rotations.

The preparation of corporate deals in Q1 2018, suggests that we will see considerable M&A activity among real estate and hotel companies in H2 2018.

 

TTR – The real estate sector has traditionally always been the biggest transaction market in Spain. Why do you think this is? What are the defining characteristics of the sector in Spain?
In terms of supply and the level of mortgage security, the Spanish real estate market is one of the most advanced in Europe. This factor has meant that residential development and investment, have always played a defining role.

Spain also has a very high percentage of residential development activity (circa 20-30%), which is primarily thanks to the purchase of homes by non-resident foreigners, as a result of Spain’s highly attractive tourist market and the fact that over the past 15 years competition from destinations in Northern Africa has virtually disappeared.

In terms of investment by institutional funds, the office and shopping centre and retail park markets have expanded significantly in recent years, meeting European standards of quality and transparency, which has allowed these players to invest in Spain efficiently and transparently.

Investment in hotels located in Spain is also a logical result of the consolidation and development of one of the world’s primary tourist destinations, and the leading destination in terms of efficient management.

All this, together with the extraordinary development of Spain’s transport and services infrastructure, have driven real estate investment growth.

 

TTR – In recent years, including 2018 to date, we have seen international funds show a considerable and growing interest in Spanish real estate. Would you say that this favours or jeopardises the Spanish property sector? Could this increasing number of international funds be reducing the number of opportunities open to local players?

International funds were key for the recovery of Spain’s real estate market.

Between 2013 and 2015, these funds identified an opening which would allow them to take advantage of the opportunities in a strong, but illiquid market. They therefore not only injected much-needed capital into the market, but also helped to establish credible transaction price references.

Since then international funds have explored all real estate market niches, from retail properties to investing in residential-use land, in many cases investing via joint ventures with local operator and developers.

Funds with different strategies and significantly lower capital costs are now entering the market.

In my view, the conclusion we can draw from the activity of recent years is that funds are here to stay and will remain key players in our real estate market for some time to come. However, they will share the limelight with local players who, with less-demanding yield requirements and growing capital strength, pose stiff competition for international funds in many market segments.

 

TTR – What do you see as the highest-potential market segments in the real estate sector at the moment?

Without doubt, the residential development sector and, within this, investment in portfolios comprising land in the planning process and its management through to obtaining serviced development land status.

Residential development, especially in secondary markets that still have a long way to go before recovering pre-crisis levels, will continue offering annual yields in excess of 10% and attractive terms and conditions for financing construction and development costs.

 

TTR – What are the most common forms of financing used to acquire real estate assets?

The lion’s share of investment transactions are completed using mortgage financing, with international banks tending to focus on retail assets and Spanish commercial banks dominating the residential development financing market.

International investment funds offer financing alternatives for investment tranches that are not covered by commercial banks.

Colliers International Spain, for example, is the Loan Manager of an alternative financing fund belonging to Marathon Asset Management aimed at financing the acquisition of residential land and directed at specialist residential developers.

Corporate financing and bond issues are restricted to companies with big balance sheets, mainly listed companies.

 

TTR – Another sign of the real estate sector’s strength is without doubt the amount of SOCIMIs that have listed on the Spanish Stock Exchange (MAB) over the past two years. What advantages do SOCIMIs bring to the market?

The MAB is an alternative option for SOCIMIs to meet their liquidity and shareholder requirements, especially for SMEs or companies looking to achieve an optimised fiscal structure.

Going forwards, we believe that many of them will be subject to Mergers & Acquisitions, with companies looking to optimise their structure in order to increase their liquidity in the market and offer an alternative to the traditional investment option, with a lower capital cost.

M&A na base do crescimento

M&A na base do crescimento

 

A história da Linx passa por uma série de aquisições, sendo a mais recente delas a compra da ITEC Brazil, anunciada em março de 2018.  Em dezembro de 2017, a empresa divulgou a aquisição da empresa Percycle, que conecta lojistas e marcas, e, em julho, a compra do Grupo Synthesis, que atua no desenvolvimento e comercialização de softwares de automação de ponto de venda (POS), soluções para meios de pagamento eletrônico (TEF) e motor de promoções para grandes cadeias varejistas.

 

A estratégia de crescimento por aquisições da empresa teve início em 2008 e já somam 27 transações. A Linx revela que desenvolveu um modelo de integração que a permite integrar de maneira eficiente e tempestiva os negócios adquiridos. A estratégia de aquisição está focada em adicionar novas verticais do varejo, expandir a atuação para novas regiões dentro do Brasil e agregar novas tecnologias que acelerem o ritmo de inovações.

 

Com isto em mente, a Linx cita a aquisição da Quadrant, em 2008, como exemplo para reforçar sua presença no Estado do Rio de Janeiro, e a aquisição da Custom, em 2011, responsável por expandir a presença na região Sul do Brasil. Já a aquisição da Compacta, em 2012, e dos ativos da Seller, em 2013, permitiu a ela ingressar em novas verticais do varejo, de serviços, de alimentação e postos de combustíveis e lojas de conveniência.

 

Nesta mesma linha, a compra da Direção reforçou a oferta de TEF e as aquisições da Big Sistemas e da Softpharma, em dezembro de 2014, permitiu a Linx ingressar em na vertical de farmácia. Em 2015, a Linx comprou a Neemu e Chaordic, empresas líderes em personalização da experiência de compra online, com foco em ferramentas de busca e recomendação para e-commerce.

 

A empresa, tal como é atualmente conhecida, foi constituída em 2004, mas as atividades por ela desenvolvidas iniciaram-se há mais de três décadas, quando se chamava Microserv Comércio e Consultoria, fundada, em 1985, por iniciativa de Nércio Fernandes, atual presidente do conselho de administração da Linx, e outros fundadores.

Com de 30 anos de atuação, a empresa é especialista em software de gestão (ERP e POS) para as mais diversas verticais do setor varejista no Brasil.

 

A Linx registrou receita recorrente de R$ 545 milhões em 2017, 13,6% acima da obtida em 2016, e contava com 45.935 clientes em dezembro do ano passado. São cerca de 3 mil colaboradores, distribuídos na matriz em São Paulo, 13 filiais em 8 Estados, além de unidades de relacionamento espalhadas pelo Brasil, atendendo uma base ampla e diversificada de mais de 44 mil varejistas.

 

 

Informe Trimestral TTR – Peru 1Q18

Capital movilizado en el mercado M&A de Perú aumenta 238% en el primer trimestre de 2018 

 

  • A lo largo del año se han registrado 31 operaciones y un importe de USD 3.830m 
  • El sector de Minería lidera el mercado transaccional en el primer trimestre de 2018 

El mercado de M&A en Perú ha contabilizado en los tres primeros meses del año un total de 31 operaciones, de las cuales 17 suman un importe no confidencial de USD 3.830m, de acuerdo con el informe trimestral de Transactional Track Record. Estos datos reflejan un descenso del 13,89% en el número de operaciones y un aumento del 237,90% en el importe de las mismas, con respecto al primer trimestre de 2017.  

De las operaciones contabilizadas de enero a marzo, 10 son de mercado bajo (importes inferiores a USD 100m) y 4 de mercado medio (entre USD 100m y USD 500m), y 3 de mercado alto (superior a USD 500m).  

En términos sectoriales, el subsector Minero y el de Vidrio, Cerámica, Papel y Plástico son los que más transacciones han contabilizado a lo largo de 2018, con un total de 4 operaciones cada uno, seguidos por los subsectores Inmobiliario y Agricultura, Agronegocios, Ganadería y Pesca, con 3 operaciones en cada uno.   

Ámbito Cross-Border  

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en el primer trimestre del año las empresas peruanas han apostado principalmente por invertir en Colombia, con 2 transacciones.  

Por otro lado, Estados Unidos (con tres operaciones), Colombia y Alemania (con 2 operaciones en cada uno), son los países que más han apostado por realizar adquisiciones en Perú. Por importe destaca Estados Unidos, con USD 2.350m. 

Private Equity y Venture Capital  

En el primer trimestre de 2018, Perú ha registrado una operación tres operaciones de Private Equity, de las cuales 2 operaciones registran un importe conjunto de USD 1.050m, lo que representa una tendencia estable en el número de operaciones, así como un aumento del 775% en el capital movilizado con respecto al primer trimestre de 2018.  

En cuanto al segmento de Venture Capital, Perú ha registrado 3 operaciones, de las cuales 2 operaciones contabilizan un importe conjunto de USD 1.03m, lo que representa un aumento del 200% en el número de operaciones con respecto al mismo periodo del año pasado.  

Transacción Destacada 

Para el primer trimestre de 2018, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la realizada por CPPIB – Canada Pension Plan Investment Board y Goldman Asset Management junto con las peruanas Profuturo AFP, controlada por The Bank of Nova Scotia , AFP Integra y Prima AFP, controlada por Grupo Crédito,  que han constituido un nuevo fondo a través del cual han invertido en las compañías participadas por Grupo Enfoca: La Gloria Propiedades, Celima Trebol-Cassinelli, Pesquera Diamante, Auna – Grupo Salud del Perú, Talma, Inmobiliaria Koricancha y Latina Televisión.  

La operación, con importede USD 950m, ha estado asesorada por la parte legal por Estudio Muñiz, Proskauer Rose, Fried Frank Harris Shriver & Jacobson, Davis Polk US Y Payet, Rey, Cauvi, Pérez Abogados. 

Plan Investment Board del 20% del negocio de distribución de gas natural de Gas Natural Fenosa.

La operación, valorada en EUR 1.500m, ha estado asesorada por la parte legal por Bird & Bird España, PwC Tax & Legal España, Uría Menéndez España, Freshfields Bruckhaus Deringer España, y KPMG Abogados. Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por J.P. Morgan, Morgan Stanley, y PwC España.

Lea más acerca de la transacción. 

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico del mercado M&A peruano durante el primer trimestre de 2018, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe de las mismas. 

En el ranking peruano de asesores jurídicos en el segmento de Fusiones y Adquisiciones,  Estudio Muñiz ha ocupado el primer lugar por número de transacciones y por importe de las mismas, con 7 operaciones y con un capital movilizado de USD 2.410,73m, respectivamente.  

 

Entrevista con Carlos Fuenzalida, Vice Presidente en Landmark Alantra Group

Entrevista con Carlos Fuenzalida,  Vice Presidente en Landmark Alantra Group y con amplia experiencia en finanzas corporativas, acerca de las operaciones de fusiones y adquisiciones de empresas en América Latina.

 

TTR –  Sr. Fuenzalida, en primer lugar, ¿podría brindarnos a grandes rasgos su punto de vista en cuanto a la marcha del mercado transaccional latinoamericano los tres primeros meses de 2018?

CF – El primer trimestre de 2018, en general, el mercado transaccional latinoamericano ha sido similar o con un poco menos de dinamismo que 2017, en especial si aislamos el efecto de la mega transacción anunciada en Brasil en marzo de 2018, la adquisición de Fibria Celulose por Suzano Papel e Celulose por más de US$15.300 millones. Argentina, Colombia y México son los únicos países con un récord positivo en números de transacciones, sin embargo, el resto de Latinoamérica no debiese quedarse atrás y aumentar su ritmo a medida que avance el año.

TTR – Según los datos registrados por TTR, por el momento Argentina es uno de los países que ha manifestado un mayor incremento en el volumen e importe de operaciones respecto al mismo periodo del año anterior ¿a qué cree que se ha debido este adelantamiento?

CF – Argentina siempre ha sido un país con un gran potencial económico. En el pasado las condiciones políticas y las restricciones al flujo de capitales alejaron a gran parte de los inversionistas internacionales dejando un espacio vacío en el mid-market de fusiones y adquisiciones. Hoy el nuevo escenario político ha reabierto el interés por parte de inversionistas extranjeros, incrementando operaciones en industrias o sectores favorecidos como el litio y energía (particularmente renovables), y abriendo las puertas a industrias que por años estuvieron rezagadas a un segundo plano.

TTR –  Chile en particular, ha manifestado un interesante crecimiento en el sector tecnológico ¿Cree que se trata de algo circunstancial o que refleja una evolución y tendencia de mercado en el país? 

CF – Las transacciones en el sector tecnológico han tenido un importante crecimiento en los últimos años, no solo en Chile sino en todo Latinoamérica. La creciente actividad de private equities, o fondos de inversión, y de inversionistas estratégicos en busca de crecimiento inorgánico ha potenciado esta industria a nivel global, y será una tendencia que se mantendrá en la región.

En Chile en 2017 podemos destacar la venta por parte de Banmédica, Sonda e ILC de I-Med al fondo norteamericano Accel-KKR, y las variadas adquisiciones que realizó la firma de tecnología y telecomunicaciones Grupo GTD.

TTR – De nuevo, según su experiencia en el mercado chileno concretamente, ¿qué sectores opina que van a resultar más activos, y atractivos para los inversores, a lo largo de 2018? ¿Por qué motivos?

CF – Energía, infraestructura, minería, retail y alimentos son los sectores que mayor dinamismo tendrán este año. La perspectiva de un mayor crecimiento país, la reactivación de la economía, la posibilidad de una simplificación de la reforma tributaria y la visión de mercado del nuevo gobierno de Sebastian Piñera, hacen que las condiciones sean propicias para un aumento en el número de fusiones y adquisiciones.

TTR – Por último, su firma cuenta con oficinas (además de en Chile y en Argentina) también en Colombia y Brasil, ¿cuáles de estos cuatro países son los que cree que tienen hoy en día un mayor potencial de crecimiento para este año y por qué?

CF – Brasil continuará teniendo un gran número de grandes transacciones debido al tamaño de su economía, pero continuará bajo sus récords históricos, lo problemas de corrupción sigue muy vigentes.

Colombia mantiene su posicionamiento en la región como un destino favorable para la inversión, si bien perdiendo algo de momentum afectado por un entorno macro desafiante con la implementación de la reforma tributaria y las elecciones presidenciales en mayo de este año.

En Chile la actividad de M&A debiese ser más dinámica respecto a 2017, el escenario de mayor crecimiento y un gobierno más pro mercado debiese impulsar el número de transacciones.

Argentina se ve como el mercado con mayor dinamismo de la región, las confianzas se han recuperado y el flujo de inversión extrajera esta regresado al país. Aun cuando el impacto en M&A puede que se tarde en llegar las condiciones esta dadas para una importante alza en transacciones.