Informe mensual TTR – México – Abril 2018

Fusiones y adquisiciones en México aumentan 22,62% hasta abril de 2018

  • En el mes se han registrado 17 transacciones en el país
  • 9 operaciones registradas en abril alcanzan un importe de USD 463m
  • A lo largo de 2018 se han registrado 103 transacciones y un importe de USD 5.170m
  • Sector Financiero y de Seguros, el más destacado del año, con 23 operaciones

 

El mercado de M&A mexicano ha contabilizado en abril de 2018 un total de 17 operaciones, de las cuales 9 suman un importe no confidencial de USD 463m, de acuerdo con el informe mensual de Transactional Track Record. Estos datos reflejan un descenso del 10,53% en el número de operaciones y una disminución del 45,34% en el importe de las mismas con respecto a abril de 2017.

Por su parte, en los cuatro primeros meses del año se han producido un total de 103 transacciones, de las cuales 41 registran un importe conjunto de USD 5.170m, lo que implica un aumento del 22,62% en el número de operaciones y del 9,15% en el importe de estas, con respecto al mismo período de 2017.

De las 41 operaciones contabilizadas en 2018 con importe revelado, 31 son de mercado bajo (importes inferiores a USD 100m), 8 de mercado medio (entre USD 100m y USD 500m) y 2 de mercado alto (mayores a USD 500m).

En términos sectoriales, el sector Financiero y de Seguros e Inmobiliario son los que más transacciones han contabilizado a lo largo del año, con un total de 23 y 12 operaciones respectivamente; seguidos por el sector de Vidrio, Cerámica, Papel, Plásticos y Madera; además del sector de Internet, con 9 registros en cada uno.

Ámbito Cross-Border

Por lo que respecta al mercado cross-border, a lo largo del año las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en Estados Unidos, Argentina y Brasil, con 8, 5 y 4 transacciones, respectivamente. Y por importe destaca Estados Unidos de nuevo, con USD 243,10m.

Por otro lado, Estados Unidos, es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en México, con 16 operaciones, seguido de España y Francia, con 25 y 4 transacciones, respectivamente. Por importe, se destaca en este periodo Estados Unidos, con USD 1.518,95m.

 

Private Equity y Venture Capital

En lo que va de año se han producido un total de 10 transacciones de Private Equity, con una tendencia estable con respecto al mismo periodo de 2017.

Por su parte, en 2018 se han contabilizado 24 operaciones de Venture Capital, con un aumento del 85%, y un capital movilizado de USD 192,68m en 11 transacciones divulgadas, lo cual representa un aumento del 4.399%.

Transacción Destacada

Para abril de 2018, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la venta de 72 torres de telecomunicación de Maxcom Telecomunicaciones. La operación, que ha registrado un importe de USD 10,75m, ha estado asesorada por la parte legal por Jones Day México.

 

Ranking de Asesores Legales y Financieros

En el ranking TTR de asesores financieros, por número de operaciones, lidera en los cuatro primeros meses de 2018 Evercore Partners, con 3 operaciones. Por importe, se destaca hasta el mes de abril Goldman Sachs, con USD 300m.

En cuanto al ranking de asesores jurídicos, por importe, lidera la firma Nader Hayaux & Goebel Abogados con USD 1.500m; seguido por Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con USD 598,68m. Por número de transacciones, el ranking es liderado por Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez con 11 operaciones asesoradas, y le sigue en el listado Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes, con 4 transacciones.

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Relatório Mensal Portugal – Abril 2018

Portugal em queda nas operações de fusões e aquisições em abril

  • Mercado português em queda de 87,22%
  • Investimentos de venture capital em alta de 105% no ano

Portugal em queda nas operações de fusões e aquisições em abril

O volume de fusões e aquisições no mercado transacional português somou 78 milhões de euros em abril, uma queda acentuada de mais de 87% comparada ao mesmo período de 2017. Esse mapeamento está disponível no Relatório Transacional Mensal do Transactional Track Record (TTR), que registou 17 operações em Portugal no mês.

Desde o início do ano, o país já soma 90 negócios realizados, que alcançaram valor total superior a 1,8 mil milhões de euros, importância que também reflete uma queda face ao período homólogo do ano anterior, com redução de 70,65% no volume financeiro aportado.

O setor Imobiliário segue tendência iniciada em 2015 e mantêm a posição de o mais ativo no mercado português. Em abril, foram seis operações, que, somadas às realizadas nos primeiros três meses do ano, contabilizam 21 operações, queda de 32% quando comparado ao mesmo intervalo do ano anterior. O destaque positivo dos quatro primeiros meses é o crescimento de 17% do setor de Tecnologia, com 14 operações desde janeiro.

Já o segmento Saúde, Higiene e Estética fechou o mês de abril com cinco novos deals, dentre eles a venda da gestora do Hospital de Caiscais pela Teixeira Duarte. A consultora vendeu 90% de sua participação no capital social da sua subsidiária TDHOSP, responsável pela gestão do edifício do hospital, por 19,4 milhões de euros.

 

Cross-Border

Em número de operações cross-border, o mercado português somou, no ano, 38 operações inbound, em que empresas portuguesas foram adquiridas por companhias estrangeiras.  Destas, 12 foram investimentos de empresas com sede em Espanha, somando € 234,3 milhões investidos pelos vizinhos ibéricos em território português. Cinco destas operações tiveram como alvo o mercado imobiliário, que continua como o alvo principal das empresas estrangeiras.  O subsector Tecnologia, junto com Internet, também esteve na mira do investimento internacional. O número de aquisições estrangeiras nos dois subsetores assinalou crescimento de 80%.

Entretanto, em volume financeiro tanto os Países Baixos, que ultrapassou a marca dos 450 milhões de euros aportados, como França, com 305 milhões de euros, superaram os investimentos espanhóis no país.

No âmbito outbound, cinco empresas portuguesas realizaram aquisições no mercado externo. Estas operações concentraram-se em Espanha, Suécia, Israel, e no Peru.

 

Private Equity e Venture Capital

No cenário de venture capital, 2018 segue em alta. Foram 14 operações registadas pelo TTR desde janeiro, cujos valores somaram 44,5 milhões de euros. Os fundos de venture capital tiveram como alvos preferidos no ano os segmentos de Tecnologia, oito operações, e Internet, quatro.

Em abril, das cinco operações anunciadas, três divulgaram informações financeiras que revelaram mais de 4,4 milhões em rodadas de investimentos dessa modalidade. Destaque para a injeção de capital recebida pela startup portuguesa da área da saúde Sword Health de 3,7 milhões de euros. No apanhado do ano, os 44,5 milhões de euros investidos, representam crescimento de 105% em comparação aos valores do mesmo período de 2017.

Os investimentos de private equity, entretanto, viram redução de 71% no número de operações e de 44% no total investido, 19,4 milhões de euros, em abril. Em 2018, o total investido não passou dos 470 milhões de euros.

 

Transação do Mês

A transação destacada pelo TTR no mês de fevereiro foi a concretização da venda pelo Banco BPI da BPI Gestão de Activos e da BPI Fundos à CaixaBank Asset Management, do grupo espanhol CaixaBank. A venda das duas sociedades por 83 milhões de euros havia sido anunciada em novembro de 2017.

O Banco BPI recebeu assessoria financeira na transação da KPMG España. Por sua vez, o grupo CaixaBank foi assessorado pelo Cuatrecasas Portugal.

Veja todos os detalhes da transação aqui.

Rankings – Assessoria Financeira e Jurídica

O pódio do ranking TTR de assessores jurídicos de abril de 2018 é liderado pelo PLMJ, com 617 milhões de euros, seguido de Abreu Advogados, com 450 milhões de euros,  com Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados na terceira colocação, com € 343,3 milhões de euros.

Na liderança do Ranking de assessores financeiros, CaixaBank Corporate Finance, com 233 milhões, seguido por Caixa BI, com 19,4 milhões de euros.

Ranking completo.

 

Informe mensual TTR – España – Abril 2018

El importe de operaciones de M&A en España se incrementa en un 7,86% en abril de 2018

 

  • En el mes se han contabilizado 131 transacciones valoradas en EUR 5.080m
  • El sector Inmobiliario es el más activo de abril, con 44 transacciones
  • El periodo registra 8 operaciones de Private Equity y 19 de Venture Capital

 

City of Arts and Sciences, Valencia, by Emilio García

 

El mercado transaccional español ha registrado en abril un total de 131 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 5.080m, según el informe mensual de TTR (Transactional Track Record) en colaboración con Intralinks. Estas cifras suponen un aumento del 7,86% en el capital movilizado y una disminución del 25,57% en el número de operaciones con respecto al mismo periodo de 2017.

Por su parte, en los cuatro primeros meses del año se han contabilizado un total de 631 transacciones, de las cuales 244 registran un importe conjunto de EUR 20.070m, lo que implica decrementos del 17,19% en el número de operaciones y del 25,60% en el importe de las mismas, con respecto al mismo periodo del año pasado.

En términos sectoriales, el Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 193 transacciones, seguido por el de Tecnología, con 85, y el de Internet, con 43.

Ámbito Cross-Border

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en los cuatro primeros meses del año las empresas españolas han elegido como principales destinos de inversión a Portugal, con 12 operaciones, y a Estados Unidos, con 11 transacciones.

Por otro lado, Estados Unidos (31), Alemania (18), Reino Unido (17), y Francia (17) son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Luxemburgo, con EUR 3.010,07m.

 

Private Equity y Venture Capital

En el cuarto mes de 2018 se han contabilizado un total de 8 operaciones de Private Equity por EUR 1.912,01m, lo cual supone un aumento del 31% en el capital movilizado y una disminución del 68% en el número de operaciones respecto al mismo periodo del año anterior.

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo en abril un total de 19 operaciones con un importe agregado de EUR 11,77m, lo que implica una tendencia estable en el número de operaciones y un incremento del 3% en el importe de éstas en términos interanuales.

 

Mercado de capitales

En el mercado de capitales español se han cerrado a lo largo del año cinco salidas a Bolsa y 10 ampliaciones de capital.

Transacción del mes

En abril de 2018, TTR ha seleccionado como transacción destacada la adquisición de OHL Concesiones por IFM Investors.

La operación, que ha registrado un importe de EUR 2.775m, ha estado asesorada por la parte legal por Allen & Overy Spain, Linklaters Spain, Latham & Watkins España, Posse Herrera Ruiz, Rodrigo, Elías & Medrano Abogados, Claro y Cía. Abogados, González Calvillo, S.C., Latham & Watkins US y PwC Tax & Legal España. Y por la parte financiera, han sido asesorados por PwC Tax & Legal España, Santander Global Corporate Banking España y BNP Paribas.

Por su parte, PwC España ha prestado servicios de Due Diligence.

Rankings TTR

En el ranking TTR de asesores financieros, por número de operaciones y por importe, lidera en los cuatro primeros meses de 2018 el Banco Santander con cuatro operaciones y con un acumulado de EUR 4.815,55m. Le sigue en el listado, por importe, AZ Capital, con EUR 4.316,31m; y por número de operaciones, Alantra, con tres operaciones

En cuanto al ranking de asesores jurídicos, por importe, lidera la firma Uría Menéndez España, con EUR 8.112,70m; seguido por Garrigues España, con 7.123,57m; y Clifford Chance España, con7.018,31m. Por número de transacciones, el ranking es liderado por Garrigues España, Cuatrecasas España y Uría Menéndez España, con 22, 22 y 17 transacciones, respectivamente.

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Relatório Mensal Brasil – Abril 2018

By Augusto_Janiscki_Junior

Fusões e Aquisições movimentam R$ 21 bilhões em abril

 

  • Mês fecha com 65 transações
  • Investimentos de Venture Capital movimentam R$ 189,8 milhões no mês, alta de 16%

By Augusto_Janiscki_Junior

O mês de Abril registrou 65 transações de fusões e aquisições de empresas no mercado brasileiro, o que equivale a uma queda de 29,3% em relação ao mesmo mês de 2017, quando foram anunciadas 92 operações., segundo os números publicados no Relatório Mensal da Transactional Track Record (TTR), em parceria com LexisNexis e TozziniFreire Advogados.  Em volume financeiro, essas transações movimentaram, entre as 28 que tiveram seus valores revelados, R$ 21,2 bilhões, alta de 193,76% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Nos primeiros quatro meses do ano, já foram anotados 305 anúncios de operações de compra e venda de participação envolvendo empresas brasileiras. Número inferior ao registrado em 2017 e 2016, 355 e 306, respectivamente. Das operações de 2018, 129 tiveram seus valores divulgados, somando R$ 85,8 bilhões, total 48% acima do que foi registrado no ano passado.

O segmento Tecnologia segue o mais atrativo no mercado brasileiro. No mês, foram 15 transações, que somadas às anteriores alcançam 68 operações, aumento de 10% comparado ao ano anterior. O crescimento dos investimentos no setor acompanha a alta de 50% das aquisições estrangeiras nos segmentos de Tecnologia e Internet.

No apanhado do ano, Financeiro e Seguros aparece estável na segunda colocação, com 34 operações, enquanto Saúde, Higiene e Estética, 30, e Consultoria, Auditoria e Engenharia, 23, revelaram declínio de 14% e 28%, respectivamente.

 

Operações cross-border

No âmbito inbound, em que empresas estrangeiras adquirem companhias brasileiras, foram contabilizadas 73 operações de compra desde o início de 2018. Apesar de seguir como o país com o maior número de aquisições no mercado brasileiro, contabilizando 25 transações, que juntas somam R$ 2,6 bilhões no ano, as operações norte-americanas não foram suficientes para ultrapassar os valores investidos por empresas japonesas no Brasil no período.

Os quatro investimentos de empresas do japão totalizaram R$ 3,7 bilhões, valor composto em sua maior parte pela alienação da Embraco pela Whirlpool Corporation para a fabricante de motores elétricos japonesas Nidec Corporation,.

China e Suíça também ultrapassaram a marca de um bilhão de reais em investimentos, tendo aportado, R$ 1,9 bilhões e R$ 1,3 bilhões cada.

O setor de Tecnologia foi aquele que mais recebeu aporte de empresas estrangeiras em 2018. Destaque também para Financeiro e Seguros e Consultoria, Auditoria e Engenharia.

Já as empresas brasileiras fizeram 10 aquisições no mercado externo, incluindo a compra de uma participação de 10% na britânica Oxis Energy pela Confrapar por R$ 17 milhões em abril. A Oxis Energy desenvolve e fabrica baterias de lítio-enxofre (Li-S).

No mesmo mês, a Sense Bike, empresa brasileira especializada em modelos de bicicletas de alumínio, também anunciou a aquisição da sul-africana Swift Carbon, que fabrica modelos em fibra de carbono, por R$ 20 milhões.

 

Private Equity e Venture Capital

Nos cenários de private equity e venture capital, o mercado continua com um panorama positivo. Os números refletem a retomada dos investimentos dos fundos estrangeiros em empresas brasileiras, foram 27 operações no ano e alta de 58,82% nos aportes.

Entretanto, abril não trouxe bons resultados para os investimentos da modalidade private equity. O volume financeiro das operações teve queda de 75% no número de deals – apenas dois registrados, e de 94% no volume financeiro, R$ 28 milhões aportados. Porém, no ano, o total investido segue em alta, com crescimento de 93% face ao ano anterior, com R$ 3,4 bilhões investidos.

Nos investimentos de venture capital, o panorama é diferente. Das 71 transações assinaladas no TTR desde o inicio do ano, 8% acima do que foi anunciado no mesmo período do ano anterior, 41 revelaram valores que somam R$ 1,39 bilhões, alta de 114% em comparação ao período homólogo de 2017.

Em abril, das 19 operações, 10 revelaram dados financeiros que demonstraram uma  movimentação de R$ 189,8 milhões, crescimento de 16% comparado ao mesmo mês do ano anterior.

Dentre as transações que ajudaram a compor os números de venture capital em abril está a ContaAzul, plataforma de gestão em nuvem para pequenas empresas, que captou R$ 100 milhões em rodada de investimentos liderado pela norte-americana Tiger Global Managment e seguida pelo fundo Endeavor Catalyst.

O setor de maior crescimento no acumulado dos quatro primeiros meses do ano foi Financeiro e Seguros – 200%, enquanto o que apresentou mais transações, 37, foi Tecnologia.

 

Transação TTR do Mês

A conclusão da aquisição do controle da Cremer pela CM Hospitalar por R$ 506,71 milhões foi eleita pelo TTR como a transação do mês em abril. A CM Hospitalar, empresa distribuidora de medicamentos e produtos para a saúde, finalizou a operação de compra da participação societária de 88,52% detida pelo Tabaqui FIP no capital social da Cremer, que registrou faturamento de R$ 870 milhões em 2016.

A CM Hospitalar foi assessorada na transação pelo Banco Itaú BBA e pelos escritórios Lefosse Advogados e CM Advogados. Enquanto a Tambaqui FIP recebeu assessoria jurídica de Stocche, Forbes, Padis, Filizzola, Clapis, Passaro, Meyer e Refinetti Sociedade de Advogados.

 

Rankings Financeiros e Jurídicos

O pódio do ranking TTR de assessores financeiros por valores das transações e número de transações é liderado em fevereiro pelo Banco Itaú BBA, com acumulado de R$ 51,9 bilhões nos primeiros quatro meses do ano. Na sequência, Riza Capital, com R$ 41,8 bilhões, e Morgan Stanley, com R$ 39,9 bilhões.

O ranking de assessores jurídicos por valor é liderado por Cescon, Barrieu Flesch & Barreto Advogados, com R$ 46,6 bilhões, seguido por Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, com R$ 42,3 bilhões, e TozziniFreire Advogados, R$ 38,7 bilhões, na terceira posição. Por número de transações o ranking é liderado por Demarest Advogados, 16 operações, com Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, 15, com a segunda colocação, e TozziniFreire Advogados, 14, na sequência.

Veja o ranking completo!

 

 

Entrevista con Mikel Echavarren, CEO de Colliers International Spain

Entrevista con Mikel Echavarren, CEO de Colliers International Spain.   

Mikel Echavarren es CEO de Colliers International Spain. Fue Presidente y Consejero Delegado de irea desde su fundación en 2002 hasta marzo de 2018, momento en el que irea se integra en Colliers International. Anteriormente fue socio de Arthur Andersen responsable de la división de Real Estate Corporate Finance en España y Portugal.

 

TTR – Desde el ámbito de actuación de Colliers International, ¿cómo definiría la actividad transaccional en los cuatro primeros meses del año?
El arranque del año 2018 mantiene la intensidad de la inversión en todos los segmentos del mercado inmobiliario, con una preponderancia significativa de las operaciones corporativas en el sector hotelero e inmobiliario y la puesta en el mercado de carteras de deuda hipotecaria y REO´s.

Los fondos de inversión core incrementan su presencia en nuestro mercado, sustituyendo a inversores oportunistas y aprovechando la rotación de los portfolios de activos de las Socimis.

La preparación de operaciones corporativas en este primer trimestre augura una intensa actividad en fusiones y adquisiciones de sociedades inmobiliarias y hoteleras en el segundo semestre del año 2018.

TTR – El sector inmobiliario históricamente ha sido el más destacado del mercado transaccional español. ¿A qué cree que se debe esta circunstancia? ¿Cuáles son las características principales que definen al sector en España?
El mercado inmobiliario español es uno de los más avanzados de Europa en cuanto a la oferta y seguridad de su mercado hipotecario. Este factor ha facilitado que la actividad de promoción residencial y de la inversión que se deriva de este segmento, siempre hayan sido muy pujantes.

Adicionalmente, España es un país que cuenta con un porcentaje de la actividad de promoción residencial muy elevado, en torno a un 20-30%, relacionado con la compra de vivienda por parte de extranjeros no residentes, derivada de la extraordinaria potencia de nuestro mercado turístico y la eliminación en los últimos 15 años de la competencia de los destinos ubicados en el norte de África.

En cuanto a la inversión de los fondos institucionales, el mercado de oficinas y de centros y parques comerciales se ha desarrollado ampliamente en los últimos años, cumpliendo los estándares de calidad y de transparencia europeos, lo que ha permitido a dichos inversores actuar en nuestro mercado de una forma eficiente y transparente.

Del mismo modo, la inversión en la adquisición de hoteles ubicados en España es una consecuencia lógica de la consolidación y desarrollo de uno de los principales destinos turísticos del mundo, el primero en términos de eficiencia de su gestión.

Todos estos factores, unidos al desarrollo extraordinario de las infraestructuras de transporte y servicios de nuestro país, han sido los motores del crecimiento de la inversión en inmobiliario.
TTR – En los últimos años, incluyendo a 2018, hemos podido ver un notable y creciente interés de fondos internacionales en el ladrillo español. ¿Diría usted que esta circunstancia favorece o perjudica al sector inmobiliario en España? ¿Podría esta proliferación de fondos internacionales estar reduciendo las oportunidades de los players locales?

La actividad de los fondos internacionales ha sido fundamental para la recuperación del mercado inmobiliario español.

En una primera etapa, desde 2013 a 2015, contribuyeron a facilitar liquidez al mercado y a establecer referencias creíbles sobre precios transaccionables, desde una perspectiva de aprovechamiento de las oportunidades de un mercado potente pero ilíquido.

Desde entonces los fondos internacionales han evolucionado hacia todos los nichos del mercado inmobiliario, desde los activos comerciales a la inversión en suelo residencial, y lo han hecho en muchos casos a través de alianzas con operadores y promotores locales.

En la actualidad están entrando otros fondos con estrategias diferentes y con costes de capital significativamente inferiores.

La conclusión de estos movimientos es, en mi opinión, que los fondos han venido para quedarse y que seguirán siendo protagonistas de la inversión en nuestro mercado inmobiliario por mucho tiempo. Ese protagonismo, convive con la actividad inversora de players locales, que con menores exigencias de rentabilidad y con capacidades crecientes de capital, compiten con fuerza en muchos segmentos del mercado.

 

TTR – Dentro del sector inmobiliario, ¿Qué segmentos de mercado considera usted que cuentan con un mayor potencial en la actualidad?

Claramente, el sector de promoción residencial y dentro de éste la inversión en carteras de suelo en desarrollo y su gestión hasta transformarlo en suelo finalista.

La promoción residencial, sobre todo en mercados secundarios que todavía no se han recuperado de forma significativa, seguirá ofreciendo rentabilidades anuales superiores al 10% y unos múltiplos atractivos por la financiación de los costes de construcción y desarrollo.

 

TTR – ¿Cuáles son las herramientas de financiación más habituales para la adquisición de activos inmobiliarios?

La financiación hipotecaria es la protagonista de las operaciones de inversión, con más participación de banca extranjera en activos comerciales y con un dominio absoluto de la banca comercial española en la financiación a la promoción residencial.

Adicionalmente, existen alternativas de financiación para los tramos de inversión no cubiertos por la banca comercial otorgadas por fondos de inversión internacionales.

Colliers International Spain, por ejemplo, es el Loan Manager de un fondo de financiación alternativa de Marathon Asset Management destinado a financiar la adquisición de suelo residencial y dirigido a promotores especializados en residencial.

La financiación corporativa o la emisión de bonos está restringida a las empresas con grandes balances, muchas de ellas cotizadas en bolsa.

 

TTR – Otra demostración del auge del sector inmobiliario es sin duda la cantidad de SOCIMIs que han comenzado a cotizar en el Mercado Alternativo Bursátil en los últimos dos años. ¿Qué ventajas aporta este mercado a las SOCIMIs?

El MAB es una alternativa para el cumplimiento de los requisitos de liquidez y de composición accionarial de las SOCIMIs, sobre todo para aquellas de tamaño medio o pequeñas o para quienes sólo aspiran a cumplir los requisitos que facilitan una fiscalidad óptima.

A futuro, creemos que muchas de ellas entrarán en el juego de fusiones y adquisiciones con el objetivo de alcanzar una mayor dimensión que posibilite su mayor liquidez en el mercado y ofrecerse como alternativa a la inversión el ahorro familiar, con un menor coste de capital.


Interview with Mikel Echavarren, CEO at Colliers International Spain

 

TTR – How would you at Colliers International describe the level of deal activity over the first four months of the year?

So far 2018 has continued to see strong levels of investment across all segments of the real estate market. There has been a marked preference for corporate deals in the hotel and real estate sector, whilst mortgage loan and REO portfolios have also started to come onto the market.

The Spanish market is seeing an ever-growing number of core investment funds, that have taken the place of opportunistic investors and are capitalising on Socimi property portfolio rotations.

The preparation of corporate deals in Q1 2018, suggests that we will see considerable M&A activity among real estate and hotel companies in H2 2018.

 

TTR – The real estate sector has traditionally always been the biggest transaction market in Spain. Why do you think this is? What are the defining characteristics of the sector in Spain?
In terms of supply and the level of mortgage security, the Spanish real estate market is one of the most advanced in Europe. This factor has meant that residential development and investment, have always played a defining role.

Spain also has a very high percentage of residential development activity (circa 20-30%), which is primarily thanks to the purchase of homes by non-resident foreigners, as a result of Spain’s highly attractive tourist market and the fact that over the past 15 years competition from destinations in Northern Africa has virtually disappeared.

In terms of investment by institutional funds, the office and shopping centre and retail park markets have expanded significantly in recent years, meeting European standards of quality and transparency, which has allowed these players to invest in Spain efficiently and transparently.

Investment in hotels located in Spain is also a logical result of the consolidation and development of one of the world’s primary tourist destinations, and the leading destination in terms of efficient management.

All this, together with the extraordinary development of Spain’s transport and services infrastructure, have driven real estate investment growth.

 

TTR – In recent years, including 2018 to date, we have seen international funds show a considerable and growing interest in Spanish real estate. Would you say that this favours or jeopardises the Spanish property sector? Could this increasing number of international funds be reducing the number of opportunities open to local players?

International funds were key for the recovery of Spain’s real estate market.

Between 2013 and 2015, these funds identified an opening which would allow them to take advantage of the opportunities in a strong, but illiquid market. They therefore not only injected much-needed capital into the market, but also helped to establish credible transaction price references.

Since then international funds have explored all real estate market niches, from retail properties to investing in residential-use land, in many cases investing via joint ventures with local operator and developers.

Funds with different strategies and significantly lower capital costs are now entering the market.

In my view, the conclusion we can draw from the activity of recent years is that funds are here to stay and will remain key players in our real estate market for some time to come. However, they will share the limelight with local players who, with less-demanding yield requirements and growing capital strength, pose stiff competition for international funds in many market segments.

 

TTR – What do you see as the highest-potential market segments in the real estate sector at the moment?

Without doubt, the residential development sector and, within this, investment in portfolios comprising land in the planning process and its management through to obtaining serviced development land status.

Residential development, especially in secondary markets that still have a long way to go before recovering pre-crisis levels, will continue offering annual yields in excess of 10% and attractive terms and conditions for financing construction and development costs.

 

TTR – What are the most common forms of financing used to acquire real estate assets?

The lion’s share of investment transactions are completed using mortgage financing, with international banks tending to focus on retail assets and Spanish commercial banks dominating the residential development financing market.

International investment funds offer financing alternatives for investment tranches that are not covered by commercial banks.

Colliers International Spain, for example, is the Loan Manager of an alternative financing fund belonging to Marathon Asset Management aimed at financing the acquisition of residential land and directed at specialist residential developers.

Corporate financing and bond issues are restricted to companies with big balance sheets, mainly listed companies.

 

TTR – Another sign of the real estate sector’s strength is without doubt the amount of SOCIMIs that have listed on the Spanish Stock Exchange (MAB) over the past two years. What advantages do SOCIMIs bring to the market?

The MAB is an alternative option for SOCIMIs to meet their liquidity and shareholder requirements, especially for SMEs or companies looking to achieve an optimised fiscal structure.

Going forwards, we believe that many of them will be subject to Mergers & Acquisitions, with companies looking to optimise their structure in order to increase their liquidity in the market and offer an alternative to the traditional investment option, with a lower capital cost.