Informe Mensual América Latina – Octubre 2021

Mercado M&A de América Latina registra un aumento del 39% en octubre de 2021

  • En el año se han registrado 2.817 operaciones y un importe de USD 126.181m
  • En el año se han registrado 144 operaciones de Private Equity y 835 de Venture Capital
  • Operaciones de Venture Capital registran aumento del 48% en el transcurso de 2021
  • Brasil, México y Chile, países que registran mayor crecimiento hasta octubre

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El mercado de M&A en América Latina ha contabilizado en octubre de 2021 un total de 294 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 12.190,22m, de acuerdo con el informe mensual de Transactional Track Record en colaboración con Datasite.

Por su parte, en los diez meses del año se han producido un total de 2.817 transacciones, de las cuales 1.374 registran un importe conjunto de USD 126.181m, lo que implica un aumento del 39,52% en el número de operaciones y un aumento del 129,62% en el importe de estas, con respecto a octubre de 2020.

Ranking de Operaciones por Países

Según datos registrados en el mes de octubre, todos los países estudiados por TTR han registrado un crecimiento en el número de transacciones y en su capital movilizado. Por número de operaciones, Brasil lidera el ranking de países más activos de la región con 1.981 operaciones (con un aumento del 53%), y con un aumento del 147% en el capital movilizado (USD 80.973m). Le sigue en el listado México, con 308 operaciones (con un aumento del 24%), y un crecimiento del 43% de su importe (USD 16.447m) con respecto a octubre de 2020.

Por su parte, Chile mantiene su tercera posición en el ranking, con 277 operaciones (un aumento del 47%), y con un crecimiento del 389% en el capital movilizado (USD 15.694m). Colombia en cuarta posición refleja 169 transacciones en los diez meses de 2021 (crecimiento del 30%) y un capital movilizado que ha alcanzado los USD 8.322m (un alza del 91% respecto al año anterior). Argentina, por su parte, continúa en el ranking en quinto lugar y registra 153 transacciones (un aumento de 22%), y un aumento del 541% en el capital movilizado (USD 11.756m).

En último lugar, Perú presenta 91 operaciones, (crecimiento del 15%) y con un aumento del 248% en el capital movilizado (USD 3.651m).

Ámbito Cross-Border

En el ámbito Cross-Border se destaca en octubre el apetito inversor de las compañías latinoamericanas en el exterior, especialmente en Norteamérica y Europa, donde se han llevado a cabo 78 y 57 operaciones en cada región, respectivamente. Por su parte, las compañías que más han realizado operaciones estratégicas en América Latina proceden de Norteamérica y Europa, con 504 y 295 operaciones, respectivamente.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

En octubre de 2021 se han contabilizado un total de 144 operaciones de Private Equity por
USD 13.054m, lo cual supone un aumento del 12,50% el número de operaciones y un aumento del 487,34% en el importe de éstas, con respecto al mismo periodo del año anterior. 

Por su parte, el segmento de Venture Capital ha contabilizado en el décimo mes del año un total de 835 operaciones con un importe agregado de USD 15.255m, lo que implica una variación positiva del 48,05% en el número de operaciones y un aumento del 227,10% en el importe de las mismas en términos interanuales.

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta finales de octubre se han registrado 314 operaciones, por un valor de USD 24.800m, lo cual representa un descenso del 6,27% en el número de operaciones, y un aumento del 67,38% en el importe de estas, con respecto al mismo periodo de 2020.

Transacción Destacada

Para octubre de 2021, Transactional Track Record ha seleccionado como transacción destacada la adquisición del 45% de Sierra Gorda por parte de South32 Minerals.


La operación, valorada en USD 1.550m, ha estado asesorada por la parte legal por Philippi, Prietocarrizosa Ferrero DU & Uría Chile; Sullivan & Cromwell Japan; Cariola Díez Pérez-Cotapos; y Herbert Smith Freehills UK.

Ranking de Asesores Financieros y Legales

Relatório Mensal Portugal – Outubro 2021

Volume de Fusões e Aquisições cresce 24% até outubro de 2021

  • Até outubro de 2021, 413 transações foram registadas, totalizando um total de EUR 10,5bi
  • O setor de Tecnologia é o setor líder em volume, com 85 operações
  • Empresas norte-americanas aumentaram em 184% suas aquisições no mercado português
  • Houve um aumento de 95% no número de transações de Venture Capital e de 34% em Asset Acquisitions 

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O mercado transacional português registou um total de 413 transações e movimentou EUR 10,5bi, no qual 46% do total das transações possuem os valores revelados, de acordo com o relatório mensal do TTR em colaboração com o Datasite.

Estes números representam um crescimento de 24% no número de transações em comparação ao mesmo período de 2020, no entanto houve uma diminuição de 39% do capital mobilizado.

Em outubro, foram registadas 43 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, por um total de EUR 834,99m.

Em termos setoriais, o setor de Tecnologia lidera como setor mais ativo, com 85 transações, seguido pelo setor Imobiliário, com 61 operações e o setor Financeiro e Seguros, com 47 transações.

Âmbito Cross-Border 

As empresas norte-americanas aumentaram em 184% suas aquisições no mercado português, mobilizando um capital de EUR 1,3bi,  até outubro de 2021.

Quanto à número de transações, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal, contabilizando 50 operações. Os Estados Unidos em segundo lugar, com 37 operações e a França em terceiro, com 23 transações.

As empresas portuguesas escolheram a Espanha como principal destino de investimento, com 25 transações. Em segundo lugar, está o Brasil com sete operações e em terceiro, o Reino Unido com cinco transações.

As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet aumentaram 193% em comparação ao mesmo período de 2020. Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas portuguesas, houve uma diminuição de 12% no período.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até outubro de 2021, foram contabilizadas 27 transaçõesde Private Equity com um total de EUR 2,1bi. Houve uma diminuição de 12% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2020.

Em Venture Capital, foram realizadas 90 operações com um total de EUR 1,2bi, representando um aumento de 95% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 93 transações com um valor de EUR 3,3bi, representando um aumento de 34% no número de operações.

Transação do mês

A transação destacada pelo TTR em outubro de 2021 foi o investimento da Goldman Sachs Asset Management na Constructel Visabeira, em troca de uma participação minoritária não divulgada. O valor da transação foi de EUR 200m.

A operação contou com a assessoria jurídica dos escritórios VdA – Vieira de Almeida e Linklaters UK. Do lado financeiro, a transação foi assessorada pelo Oliver Wyman Portugal; Alvarium Investment Advisors Portugal; e EY Portugal, o qual realizou uma Due Diligence. O Datasite foi responsável pelo Virtual Data Room.

League Tables 

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até outubro de 2021 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade das empresas líderes é reportada pelo número de transações e pelo valor total.

Informe mensal Brasil – Outubro 2021

Mercado de Fusões e Aquisições brasileiro movimenta BRL 435,3bi até outubro de 2021

  • Até outubro de 2021, foram registradas 1981 transações
  • Investimentos em startups por Fundos de Private Equity e Venture Capital estrangeiros crescem 25%
  • Setor de Tecnologia é o mais ativo do ano com 733 operações

O mercado transacional brasileiro registrou um total de 1981 transações e movimentou BRL 435,3bi até outubro, de acordo com o relatório mensal do Transactional Track Record.

Esses números representam um aumento de 52% no número de transações em relação ao mesmo período de 2020. Do total das transações, 49% possuem os valores revelados e 78% das operações já estão concluídas.

Em outubro, 221 fusões e aquisições foram registradas, entre anunciadas e concluídas, e um valor total de BRL 56,2bi.

O setor de Tecnologia permanece o mais ativo do ano, com um total de 733 transações, representando um aumento de 75% em relação ao mesmo período de 2020. Em segundo lugar está setor de Financeiro e Seguros, com 367 transações.

Ámbito Cross-Border 

Até outubro de 2021, as empresas brasileiras escolheram os Estados Unidos como seu principal destino de investimento, com 42 transações com um total de BRL 2,2bi, seguido pela Colômbia com 13 operações e pelo México com 12 transações.

Os Estados Unidos e a Argentina, com 183 e 30 transações, respectivamente, são os países que mais investiram no Brasil.

As empresas norte-americanas que adquirem empresas brasileiras registraram um aumento de 79% em comparação com o mesmo período do ano passado. Já as aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet aumentaram em 66%.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve um aumento de 25% até outubro de 2021.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Em Private Equity, foram contabilizadas 105 transações e um total de BRL 55,8bi até outubro, registrando um aumento de 5% no número de operações, em comparação com o mesmo período de 2020.

No âmbito do  Venture Capital, foram realizadas 578 rodadas de investimento , movimentando um capital de BRL 48,9bi, o que resulta um aumento de 57% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registradas 196 transações  e um total de BRL 89,1bi até outubro, representando um crescimento de 2% no número de operações, em relação ao mesmo período do ano passado.

Transação do mês

A transação destacada pelo TTR em outuro de 2021, foi a conclusão da aquisição da Somos Operações Escolares pela Eleva Educação. O valor da operação é de aproximadamente BRL 717m, valor que poderá ser ajustado a maior em 2023.

A operação contou com a assessoria jurídica dos escritórios Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados; Spinelli Advogados; BMA – Barbosa Müssnich Aragão

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até de outubro de 2021 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade das empresas líderes é reportada pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações e em valor, lidera ao longo de 2021 o Banco BTG Pactual, com 48 transações e contabilizando um total de BRL 119,6bi.

No que se refere ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações em 2021 lidera o escritório Bronstein Zilberberg Chueiri & Potenza Advogados, com 90 transações. Em valor, lidera o Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados contabilizando um total de BRL 143,7bi.

Nota: * O acesso e posterior uso deste comunicado à imprensa implicará em sua concordância com o conteúdo e a respectiva citação da fonte como TTR ou Transactional Track Record.

Informe Mensual España – Octubre 2021

El mercado de M&A español registra un aumento del 22% hasta octubre de 2021

  • En octubre se han registrado 172 deals y un capital movilizado de EUR 4.812,19m
  • El sector Inmobiliario es el más activo del año, con 435 transacciones 
  • En el año se registra un aumento del 43% en transacciones de Private Equity y un alza del 16% en transacciones de Venture Capital 

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El mercado transaccional español ha registrado hasta el mes de octubre un total de 2.205 transacciones con un importe agregado de EUR 93.144m, según el informe mensual de TTR  en colaboración con Datasite.

Estas cifras suponen un aumento del 22,30% en el número de transacciones con respecto al mismo periodo de 2020, así como un aumento del 7,76% en el capital movilizado.

Por su parte, en el mes de octubre se han registrado172 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 4.812,19m. 

En términos sectoriales, el sector Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 435 transacciones, seguido por el de Tecnología, con 416.

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, hasta octubre de 2021 las empresas españolas han elegido como principal destino de inversión a Portugal y Estados Unidos, con 50 y 46 transacciones, respectivamente. Por importe, destaca Estados Unidos con EUR 7.867,87m.

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Por otro lado, Estados Unidos y Reino Unido, con 163 y 130 transacciones, respectivamente, son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 20.111,90m.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions 

Hasta octubre se han contabilizado un total de 228 transacciones de Private Equity por EUR 23.793m, lo cual supone un aumento del 43,40% en el número de transacciones y un alza del 46,68% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo del año anterior. 

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 522 transacciones con un importe agregado de EUR 6.145m, lo que implica un aumento del 16,26% en el número de transacciones y una disminución del 21,29% en el importe de las mismas, en términos interanuales. 

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta octubre se han registrado 587 transacciones por un valor de EUR 11.595m, lo cual representa un aumento del 20,78% en el número de transacciones, y una disminución del 1,81% en el importe de éstas, en términos interanuales.

Transacción del mes

En octubre de 2021, TTR ha seleccionado como transacción destacada la relacionada con Cellnex Telecom, la cual ha cerrado la adquisición del 100% de la francesa Hivory a Altice France y Starlight Holdco.

La transacción, que ha registrado un importe de aproximadamente EUR 5.200m, ha estado asesorada por la parte legal por Herbert Smith Freehills Spain y por PwC Tax & Legal España. Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por BNP Paribas; AZ Capital; J.P. Morgan España y por PwC España. En el área de Due Dilligence, han sido asesores PwC España.

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

Dealmaker Q&A

Content available in English and Spanish (scroll down)

TTR Dealmaker Q&A with Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes Partners Francisco Glennie and Ignacio Armida

Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes

Francisco Glennie

Francisco joined the Firm in 2006 and has focused his practice on mergers and acquisitions (M&A), financings and general corporate matters. He has participated in several major domestic and cross-border acquisitions, joint-ventures, tender offers and other investments in a wide range of sectors, representing buyers, sellers, private equity funds and other Mexican and foreign investors. He has also been involved in several equity offerings (IPOs and follow-on’s) and debt issuances in Mexico and other markets.

Francisco obtained his law degree from Universidad Iberoamericana and an LL.M. degree from Columbia University, where he was a Harlan Fiske Stone Scholar. From 2012 to 2014 he was an associate in the New York office of Sullivan & Cromwell LLP.

Francisco is admitted to practice in Mexico and New York.

Ignacio Armida

Ignacio has experience in general corporate law, mergers and acquisitions and financings. He has advised buyers, sellers and investors in mergers, acquisitions, joint ventures and strategic partnerships. His expertise includes advising entrepreneurs and venture capital firms investing in start-up and early stage investments.

He has wide experience in cross-border and international transactions, which constitute most of his practice until now, representing Mexican and foreign entities. Furthermore, he has advised both sponsors and lenders on infrastructure financing projects. Ignacio has represented creditors and debtors in liability restructuring transactions, including syndicated loans.

He has recently focused his practice on structuring and implementing complex real estate transactions, representing property owners, developers and investors. Finally, Ignacio heads the firm’s industry leading fintech practice.


TTR: How would you describe the current situation of the players in the transactional market in Mexico in this “new reality”?

Players in the transactional market have continued to become more and more sophisticated and specialized. Their expectation and need for equally sophisticated and specialized legal advice comes hand in hand and was not affected by the COVID-19 pandemic, actually quite the opposite. This makes our work more challenging and forces us to be up-to-speed in terms of what is going on in the market and be more creative and think out of the box when it comes to structuring and coming up with solutions to our clients’ needs.

One sector that has seen increased specialization and sophistication is the venture capital sector, where venture capital funds have been making increasingly large investments in early stage companies and start-ups. This has resulted in a very dynamic and competitive venture capital scene.

We have also seen Mexican players take a more “global” approach with respect to their personnel. It is not unusual to find yourself working for a Mexican company but dealing with executives from all over the world, which as we pointed out before, created more competition and raises the bar in terms of quality.

TTR: What are the most relevant drivers for consolidating the M&A market in Mexico and Latin America, over the medium and long term?

We are optimistic that the M&A market in the region will continue to consolidate in the medium and long term, despite the sharp contrasts between countries in the region.

In the case of Mexico, the political uncertainty has undoubtedly affected certain sectors, but in general the M&A markets and players have shown their resilience and remained strong. 

Despite the uncertainty, we have seen an increase in the interest of foreign players to invest and acquire Mexican companies. Evidence of this trend is the venture capital sector, which as mentioned above has been very active and is expected to remain that way.

TTR: As one of the leading M&A legal advisors in the Mexican market, according to our TTR ranking, How has Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes handled the current crisis in terms of advising clients and What opportunities has the company identified in the past months through the current situation in the country?

We must say that the COVID-19 pandemic did not really affect substantively the way we advise our clients. Throughout 2020 and 2021 we have continued to work seamlessly on all types of M&A transactions, and learned to close some of the most complex deals remotely. People just learned to interact without face-to-face meetings. Of course, certain sectors have seen M&A activity slow down during the pandemic, and others have faced regulatory uncertainty that has driven M&A activity to seek sectors less affected. As a firm, we have been able to adapt to this change in focus and have been able to transition with our clients towards the more active sectors in the market. 

TTR: In which sectors might international investors find the biggest opportunities in Mexico in 2022? Why?

We see Education, Financial Services, specifically Fintech companies, TMT, and Manufacturing, as some of the sectors which have been more active in terms of M&A activity and which will likely continue to provide the biggest opportunities in 2022.

Likewise, we certainly expect venture capital to continue be very active in Mexico in 2022.

TTR: What is the outlook for the Mexican technology sector in 2022? 

The Mexican tech sector is one of the sectors that is exhibiting an upward trajectory in terms of competitiveness and consolidation. We expect to see this trend continue into 2022. Since the adoption of the fintech law, in 2018, a lot of players have sought to enter the market and secure a license to operate as a financial technology institution. These licenses have been issued in the past year and a half. We believe that once the focus of companies shifts from procuring their licenses to growing their business, the sector will start to become more consolidated. We expect to see increased M&A activity in this sector in the coming year. 

TTRWhat will Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes’ main challenges be in terms of M&A deals in Mexico during 2022?

As a service firm in an increasingly competitive market, we believe one of our greatest challenges is to attract the best talent to become part of our team, and to make sure we keep our staff motivated. Having a talented team ensures that clients continue to seek our services for purposes of assisting them in transactions that are only growing in complexity. We see this as a virtuous circle, where the quality of our talent attracts new clients and keeps existing clients satisfied, while the level of transactions we are involved in helps us attract and keep the best and brightest talent out there. Keeping this cycle going is one of the major challenges faced by the firm.


Spanish version


Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes

Francisco Glennie

Francisco se incorporó al Despacho en 2006 y se enfoca en fusiones y adquisiciones (M&A), financiamientos y asuntos corporativos en general. Ha participado en diversas adquisiciones, tanto nacionales como internacionales, joint- ventures, tender offers y otras inversiones en distintos sectores, representando a compradores, vendedores, fondos de capital privado y otros inversionistas mexicanos y extranjeros. Asimismo ha participado en varias ofertas de acciones (iniciales y follow-on’s), así como emisiones de deuda tanto en México como en el extranjero.

Francisco estudió en la Universidad Iberoamericana y realizó una maestría (LL.M.) en la Universidad de Columbia en Nueva York, donde fue reconocido como Harlan Fiske Stone Scholar. De 2012 a 2014 trabajó como asociado en la oficina de Nueva York de Sullivan & Cromwell LLP.

Francisco está admitido a practicar en México y Nueva York.

Ignacio Armida

Ignacio cuenta con amplia experiencia en derecho corporativo en general, fusiones y adquisiciones y financiamientos. Ha asesorado a compradores, vendedores e inversionistas en adquisiciones, fusiones y alianzas estratégicas.Su experiencia incluye asesoramiento a emprendedores y firmas de capital de riesgo que invierten en Start-up y en inversiones en su etapa inicial.

Cuenta con una amplia experiencia en operaciones internacionales, que constituyen la mayor parte de su práctica hasta ahora, representando a entidades mexicanas y extranjeras. Por otro lado, ha asesorado tanto a patrocinadores como a prestamistas en operaciones de financiamiento de proyectos de infraestructura.

Ignacio ha representado a acreedores y deudores en operaciones de reestructuración de pasivos, incluyendo créditos sindicados. Recientemente ha enfocado su práctica en la estructuración e implementación de operaciones inmobiliarias, representando a propietarios, desarrolladores e inversionistas. Finalmente, Ignacio encabeza la práctica de Fintech en el despacho, la cual está reconocida como una de las mejores en el mercado.


TTR: ¿Cómo describiría la situación actual de los actores del mercado transaccional en México en la “nueva realidad”?

Los participantes del mercado transaccional se han vuelto cada vez más sofisticados y especializados. Sus expectativas y necesidad de asesoría legal igualmente sofisticada y especializada van de la mano y no se han visto afectadas por la pandemia del COVID-19, sino todo lo contrario. Esto hace que nuestro trabajo sea más desafiante y nos obliga a estar al día en términos de lo que está sucediendo en el mercado y a ser más creativos y a pensar de forma innovadora cuando se trata de estructurar y dar soluciones a las necesidades de nuestros clientes.

Uno de los sectores que ha experimentado una mayor especialización y sofisticación es el de venture capital, en el que los fondos han realizado inversiones cada vez más importantes en startups y empresas en fase inicial. Esto ha dado lugar a un sector de venture capital muy dinámico y competitivo.

También hemos visto a los participantes mexicanos adoptar un enfoque más “global” con respecto a su personal. No es raro encontrarse trabajando para una empresa mexicana pero tratando con ejecutivos de todo el mundo, lo que, como señalamos antes, ha creado más competencia y aumenta la calidad del trabajo.

TTR:¿Cuáles serán los drivers más relevantes para la consolidación del mercado M&A en el mediano y largo plazo para México y América Latina?

Somos optimistas en cuanto a que el mercado de fusiones y adquisiciones en la región seguirá consolidándose a mediano y largo plazo, a pesar de las marcadas diferencias entre los países de la región.

En el caso de México, la incertidumbre política ha afectado sin duda a diversos sectores, pero en general los mercados y los participantes en el sector de fusiones y adquisiciones han mostrado su fortaleza y se han mantenido constantes.

A pesar de la incertidumbre, hemos visto un aumento en el interés de los actores extranjeros por invertir y adquirir empresas mexicanas. Prueba de esta tendencia es el sector de venture capital, que como se mencionó anteriormente ha sido muy activo y se espera que siga así.

TTR: Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes, al ser uno de los líderes en asesoría legal en el mercado M&A mexicano según nuestro ranking TTR: ¿Cómo ha manejado la crisis actual en términos de asesoramiento y qué oportunidades han encontrado en los últimos meses a través de la coyuntura actual en México?

Debemos decir que la pandemia de COVID-19 no afectó de forma sustancial a la forma en que asesoramos a nuestros clientes. A lo largo de 2020 y 2021 hemos seguido trabajando sin contratiempos en todo tipo de operaciones de fusiones y adquisiciones, y hemos cerrado algunas de las operaciones más complejas a distancia. La gente ha aprendido a interactuar sin reuniones presenciales. Por supuesto, la actividad de fusiones y adquisiciones ha disminuido durante la pandemia, y otros se han enfrentado a una incertidumbre regulatoria que en algunos casos ha redireccionado la actividad de fusiones y adquisiciones a sectores menos afectados. Como Despacho, hemos sido capaces de adaptarnos a este cambio de enfoque y hemos transicionado con nuestros clientes hacia los sectores más activos del mercado.

TTR: ¿Cuáles serían los sectores que podrían ofrecer las mayores oportunidades en Mexico a los inversores internacionales en 2022 y por qué?

Vemos que el sector de Educación, los Servicios Financieros, específicamente las empresas Fintech, el sector TMT y manufacturero, son algunos de los sectores que han sido más activos en términos de actividad de fusiones y adquisiciones y que probablemente continuarán proporcionando las mayores oportunidades en 2022.

Del mismo modo, ciertamente esperamos que el capital de riesgo siga siendo muy activo en México en 2022.

TTR: En cuanto al sector Tecnología, ¿cuáles son las perspectivas para 2022 en México?  

El sector de tecnología en Mexico es uno de los que está mostrando una trayectoria ascendente en términos de competitividad y consolidación. Esperamos que esta tendencia continúe en 2022. Desde la aprobación de la Ley Fintech en 2018, una gran cantidad de actores han buscado entrar al mercado y conseguir una licencia para operar como una institución de tecnología financiera. Estas licencias se han emitido en el último año y medio. Creemos que una vez que el enfoque de las empresas pase de la obtención de sus licencias al crecimiento de su negocio, el sector comenzará a consolidarse. Esperamos ver una mayor actividad de fusiones y adquisiciones en este sector en el próximo año.

TTR: ¿Cuáles serán los principales desafíos en términos de transacciones de M&A en México para 2022 según Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes?

Como una firma de servicios en un mercado cada vez más competitivo, creemos que uno de nuestros mayores retos es continuar atrayendo al mejor talento para que forme parte de nuestro equipo, y asegurarnos de mantener a nuestro personal motivado. Contar con un equipo de talento garantiza que los clientes sigan buscando nuestros servicios para que les ayudemos en transacciones que no hacen más que aumentar en complejidad. Consideramos que se trata de un círculo virtuoso, en el que la calidad de nuestro talento atrae a nuevos clientes y mantiene satisfechos a los existentes, mientras que el nivel de las transacciones en las que participamos nos ayuda a atraer y mantener a los mejores y más brillantes talentos. Mantener este ciclo es uno de los principales retos del Despacho.