Informe Mensual España – Mayo 2019

El mercado transaccional en España registra EUR 4.349m de capital movilizado en mayo de 2019

Hasta mayo se han contabilizado 848 transacciones valoradas en EUR 33.530m en España 

En el año se han registrado 79 operaciones de Private Equity y 148 de Venture Capital 

El sector Inmobiliario es el más activo de 2019, con 226 transacciones 

El mercado transaccional español ha registrado en mayo un total de 149 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 4.348,91m, según el informe mensual de TTR . Estas cifras suponen un descenso del 72,12% en el capital movilizado y una disminución del 7,45% en el número de operaciones con respecto al mismo periodo de 2018.  

Por su parte, en los cinco primeros meses del año se han contabilizado un total de 848 transacciones, de las cuales 348 registran un importe conjunto de EUR 33.530m, lo que implica una disminución del 0,64% en el número de operaciones y una disminución del 16,70% en el importe de éstas, con respecto al mismo periodo del año pasado.   

En términos sectoriales, el Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 226 transacciones, seguido por el de Tecnología, con 122, y el de Consultoría, Auditoría e Ingeniería, con 65. 

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Borderen los cinco primeros meses del año las empresas españolas han elegido como principales destinos de inversión a Portugal, con 21 operaciones, a Estados Unidos, con 19 transacciones, y a Francia, con 10.  

Por otro lado, Estados Unidos (55), Reino Unido (40), Francia (36), y Alemania (25) son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Reino Unido, con EUR 5.508,74m. 

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions 

Hasta mayo de 2019 se han contabilizado un total de 79 operaciones de Private Equity por EUR 14.361m, lo cual supone un descenso del 26,17% en el número de operaciones y un aumento del 19,78% en el importe de éstas, con respecto al mismo periodo del año anterior.  

Por su parte, en el segmento de Venture Capital se han llevado a cabo hasta mayo un total de 148 operaciones con un importe agregado de EUR 729m, lo que implica un descenso del 20,43% en el número de operaciones y una disminución del 16,49% en el importe de las mismas en términos interanuales. 

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta el mes de mayo se han registrado 269 operaciones, por un valor de EUR 4.982m, lo cual representa una disminución del 22,25% en el número de operaciones, y un aumento del 4,98% en el importe de estas, con respecto a mayo de 2018 

Transacción del mes 

En mayo de 2019, TTR ha seleccionado como transacción destacada la adquisición de un 27,73% adicional de Telepizza por parte de KKR.  

La operación, que ha registrado un importe de EUR 167,57m, ha estado asesorada por la parte legal por Garrigues España, Uría Menéndez España y Baker McKenzie España. 

Ranking de Asesores Legales y Financieros 

En el ranking TTR de asesores financieros del mercado M&A, por número de operaciones y por capital movilizado, lidera en 2019 Banco Santander, con 8 transacciones y con EUR 4.856,88m, registrados. 

En cuanto al ranking de asesores jurídicos del mercado M&A, por importe, lidera la firma Linklaters Spain con EUR 7.233,01m, mientras que por número de operaciones, lidera Garrigues España,  con 33 operaciones registradas. 

Relatório Mensal Portugal- Maio 2019

Operações de M&A em alta de 36.3% no ano em Portugal

Portugal movimentou 3,7 mil milhões de euros desde janeiro em fusões e aquisições

Investimentos de venture capital em alta de 171% no ano

Desde o início do ano de 2019, o mercado transacional português movimentou cerca de 3,7 mil milhões de euros em operações de fusões e aquisições, mais 36% do que em período homólodo do ano anterior, de acordo com o mapeamento disponível no mais recente Relatório do Transactional Track Record (TTR). Porém, o total de negócios anunciados nos cinco primeiros meses do ano caiu 2,2%, para 136.

O setor Imobiliário segue como o mais ativo no mercado nacional, apesar de demonstrar tendência de queda. Em abril, foram sete operações, que, somadas às realizadas em   meses anteriores do ano, totalizam 29 deals, queda de 12% em comparação ao mesmo intervalo de 2018. Dentre os destaques positivos, o crescimento de 63% nas aquisições do setor de Tecnologia, com 26 operações durante o mesmo período.

Cross-Border

Em número de operações cross-border, o mercado português soma, no ano, 62 aquisições de empresas portuguesas por capital estrangeiro, em um total de 2,47 mil milhões de euros em aportes.  Os investidores espanhóis responderam por 21 dessas operações, sendo nove no mercado imobiliário.

Por sua vez, o capital norte americano, que chegou a mais de 305 milhões de euros, teve como alvos principais empresas dos segmentos de Transporte, Aviação e Logística e Turismo, incluindo a aquisição da companhia de cruzeiros Mystic Invest Holding pelo fundo de Private Equity norte-americano Certares, por um valor estimado de 250 milhões de euros. O número de operações envolvendo empresas dos Estados Unidos em território nacional cresceu 66,7% em comparação com o ano anterior.

Entretanto, em volume financeiro tanto a França, que ultrapassou a marca dos mil  milhões de euros aportados, como o Reino Unido, com 710 milhões de euros, superaram os investimentos espanhóis e norte-americanos no país.

No âmbito outbound, 19 empresas portuguesas realizaram aquisições no mercado externo. Estas operações concentraram-se em Espanha, Brasil e França.

Private Equity e Venture Capital

No cenário de venture capital, 2019 segue em alta. Nos cinco meses em análise, foram 29 rondas de financiamento anunciadas, cujos aportes cresceram 171% face ao ano anterior, para 114 milhões investidos. Os fundos tiveram como alvos preferidos os segmentos de Tecnologia, 18 negócios, Internet, seis, e Saúde, quatro.

Os investimentos de private equity, entretanto, terminam o período em nova queda, com redução de 7% no número de operações, 13, e de 33% no total investido, 718 milhões de euros.

Transação do Mês

A concretização da aquisição da 321 Crédito, empresa de concessão de crédito de automóveis usados por particulares, por 100 milhões de euros pelo Banco CTT foi eleita pelo TTR como a operação de destaque do mês de maio.

O Banco CTT recebeu assessoria jurídica na transação da sociedade Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados. Enquanto as partes vendedoras foram assessoradas por SRS Advogados, Arcano Partners e EY Portugal. 

Rankings – Assessoria Financeira e Jurídica

O Ranking TTR de assessores jurídicos por valor é liderado até maio pela sociedade RRP Advogados, com mil milhões transacionados, seguida por Uría Menéndez – Proença de Carvalho, com 350 milhões de euros, e CMS Rui Pena & Arnaut, na terceira colocação, com 231 milhões de euros.

Entre os assessores financeiros, a liderança do Ranking TTR ficou com a J.P. Morgan Chase International Holdings, com total acumulado de 800 milhões de euros. Na sequência, Citigroup, com 350 milhões de euros, e Haitong Securities, com 118 milhões de euros.

Relatório Mensal Brasil – Maio 2019

Fusões e aquisições movimentam 21,2 bilhões de reais no Brasil em maio

Mês fecha com 78 transações no Brasil

No ano, crescimento de 123,5% nos investimentos de Private Equity

Pela primeira vez em 2019, o mercado de fusões e aquisições no Brasil não fechou o período no vermelho. Apesar do crescimento modesto de apenas 1%, o resultado acumulado nos primeiros cinco meses do ano alcançou a marca de 100 bilhões de reais, segundo o relatório mensal da Transactional Track Record (TTR), em parceria com  LexisNexis e TozziniFreire Advogados. Em número de operações, queda de 7,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 453. Destas, 193 tiveram seus valores revelados, aproximadamente 43% dos negócios realizados no país.

Em maio, o TTR registrou 78 anúncios de operações de compra e venda de participação envolvendo empresas brasileiras. Nas operações do mês que tiveram seus valores divulgados, o volume financeiro totalizou 21,2 bilhões de reais.

O segmento de Tecnologia concentra o maior número de fusões e aquisições entre janeiro e maio, com 114 operações, alta de 15% face ao ano anterior. Na sequência, aparecem os setores Financeiro e Seguros, com 56, queda de 5%, e Imobiliário, em alta de 15% com 39 operações.

Operações cross-border

Desde o início do ano, os investidores dos Estados Unidos responderam por 35 das 99 operações realizadas por empresas estrangeiras no país. O número é 35% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. O capital norte-americano foi responsável por um total de 3,9 bilhões de reais em aportes realizados no Brasil nesse período. Porém, o Canadá foi o país que mais investiu no mercado nacional em 2019, somando mais de 32,6 bilhões de reais em recursos aplicados.

O setor de Tecnologia e Internet permanece como o mais atrativo para os investidores internacionais, com 29 aquisições de empresas brasileiras, apesar de queda de 9,4% no número de negócios.

Por sua vez, os investidores nacionais foram responsáveis por 23 transações no mercado externo até maio, com um total acumulado de 11,8 bilhões de reais transacionados. Destas, 12 operações tiveram como alvo companhias dos Estados Unidos, em um total de 4 bilhões de reais investidos. 

Private Equity e Venture Capital

As operações envolvendo fundos de private equity registradas no Brasil desde o início do ano sofreram uma queda de 11,7% no número de deals – 30, enquanto o volume financeiro, 10,4 bilhões de reais, representou um crescimento de 123,5% sobre os valores registrados em período homólogo do ano anterior.

No mesmo período, os investimentos de venture capital também fecharam em queda. As 75 rodadas de investimento apontadas pelo TTR entre janeiro e maio ficaram 19,3% abaixo do total registrado no mesmo intervalo de 2018, enquanto o volume financeiro, 944 milhões de reais, foi 71% inferior ao montante levantado nos mesmos meses do ano passado. 

Transação TTR do Mês

A conclusão da aquisição do controle da concessionária de transporte ferroviário Supervia, que atua em serviços de trens suburbanos no Rio de Janeiro, pela Guarana Urban Mobility Incorporated, controlada pelos grupos japoneses Mitsui e West Japan Railway Company, por cerca de 850 milhões de reais, foi escolhida pelo TTR como a transação de destaque do mês.

A Odebrecht Transport possuía cerca de 72,8% das ações da Supervia e passará a possuir apenas 11,33%, enquanto a Guarana Urban Mobility, que já era acionista da Supervia, passará a deter participação de 88,67%.

A Guarana Urban Mobility foi assessorada na operação pelo escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, enquanto a sua controladora, a West Japan railway Company, recebeu assessoria jurídica das sociedades Dias Carneiro Advogados e Nishimura & Asahi. Pelo lado dos vendedores atuaram Lobo de Rizzo Advogados, Pinheiro Guimarães e Demarest Advogados, além de Banco BTG Pactual e Banco Itaú BBA, como consultores financeiros.

Rankings Financeiros e Jurídicos

O Ranking TTR de assessores jurídicos por valor é liderado até maio pelo escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, com 34 milhões de reais transacionados, seguido pelo Tauil & Chequer Advogados Associado a Mayer Brown, com 30,2 bilhões de reais, e por Schmidt, Valois, Miranda, Ferreira & Agel Advogados, na terceira colocação com 28,4 bilhões de reais.

Entre os assessores financeiros, a liderança do Ranking TTR ficou com o Banco BTG Pactual, com total acumulado de 11,6 bilhões de reais. Na sequência aparece o Banco Itaú BBA, com 7,6 bilhões de reais, com Rothchild na terceira posição, com 6,3 bilhões de reais.

Informe LatAm – Abril 2019

Importe de operaciones de M&A de América Latina registra aumento del 39% en abril de 2019

259 operaciones registradas hasta abril alcanzan un importe de USD 35.336m 

Colombia y Chile, los países que registran los mejores resultados de 2019 

El mercado transaccional de América Latina ha registrado en los cuatro primeros meses del año un total de 636 transacciones, de las cuales 259 registran un importe conjunto de USD 35.336m, según el más reciente informe de Transactional Track Record

Estos resultados implican una disminución del 11,79% en el número de operaciones y un descenso del 17,17% en el importe de estas, con respecto a abril de 2018.   

Por su parte, en el mes de abril han contabilizado un total de 151 transacciones con un importe conjunto de USD 17.029,97m, lo que implica decrementos del 14,69% en el número de operaciones y un aumento del 39,02% en el importe de estas, con respecto al mismo periodo del año pasado. 

Ranking de Operaciones por Países 

Según datos registrados hasta el mes de abril, por número de operaciones, Brasil lidera el ranking de países más activos de la región con 344 operaciones (pese al descenso del 12%), con un descenso del 27% en el capital movilizado en términos interanuales (USD 19.116m). Le sigue en el listado México, con 82 operaciones (una baja del 36%), y con un descenso del 3% de su importe con respecto al mismo periodo de 2018 (USD 7.606m). 

Por su parte, Chile sube una posición en el ranking, con 76 operaciones (un aumento del 25%), y un ascenso del 115% en el capital movilizado (USD 3.278m), lo cual convierte al país, junto a Colombia, como los dos países con mejores resultados en la región. El país cafetero, por su parte, sube en el ranking, supera en los resultados a Argentina, y registra 71 operaciones (un aumento del 22%), con un alza del 59% en el capital movilizado (USD 2.172m).  

Entre tanto, Perú sube un puesto en el ranking, supera a Argentina y ha registrado 44 operaciones (pese a la baja del 17%), con un descenso del 68% en su importe respecto al mismo periodo del año pasado (USD 1.207m). En el último lugar se ubica Argentina, con 44 operaciones (caída del 44%) y con un descenso del 63% en su capital movilizado (USD 1.377m). 

Ámbito Cross-Border 

En el ámbito cross-border se destaca en abril el apetito inversor de las compañías latinoamericanas en el exterior, especialmente en Norteamérica, donde se han llevado a cabo 6 operaciones, mientras que en Europa se han registrado 3 transacciones. Por su parte, las compañías que más han realizado operaciones estratégicas en América Latina proceden de Europa y Norteamérica, con 25 y 18 operaciones, respectivamente. 

Private Equity y Venture Capital 

Hasta abril se han contabilizado un total de 32 operaciones de Private Equity, de las cuales 14 han registrado un importe de USD 2.108m, lo cual supone una disminución del 39,62% en el número de operaciones y un descenso del 52,35% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo de 2018.   

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 92 transacciones, de las cuales 60 registran un importe agregado de USD 632m, lo que corresponde a un descenso del 20% en el número de operaciones y una baja del 43,94% en el importe de las mismas con respecto a abril del año pasado. 

Transacción destacada 

Para abril de 2019, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada en América Latina la adquisición del 30% en Minera Teck Quebrada Blanca por parte de Sumitomo Corporation y Sumitomo Metal Mining

La operación, que ha registrado un importe de USD 1.200m, ha estado asesorada por la parte legal por Carey; Teck Resources; Philippi, Prietocarrizosa Ferrero DU & Uría Chile; Torys; Mayer Brown; Philippi, Prietocarrizosa & Uría – Chile; Bofill Mir & Álvarez Jana Abogados BMAJ; Fasken Martineau Dumoulin Canada y Claro y Cía. Abogados. Por su parte, la operación ha estado asesorada por la parte financiera por KPMG Chile y Rothschild. 

DealMaker Q&A

Alberto Rebaza

TTR DealMaker Q&A with Rebaza, Alcazar & De Las Casas Partner Alberto Rebaza

Alberto Rebaza
Alberto Rebaza

Alberto Rebaza is founding partner and managing partner of Rebaza, Alcazar & De Las Casas law firm. Partner leads to mergers and acquisitions and corporate areas. In addition to his masters, he has studies at Georgetown University and England. He has also been director in several companies and organizations such as Edegel (Energy), Rigel Peru (Insurance), Liderman (Services), Amrop (Services), IPAE, Pesquera Alexandra (Fishing), YPO, among others.

TTR: Mr. Rebaza, firstly we would like to get your expert opinion, in a brief analysis, on the progress of the Peruvian M&A market in the first four months of the year.

AR: The Peruvian legal market has experienced an unusual volume of M&A closings in 1Q19 for all type and sizes of transactions. From the small/medium size deals with a strong strategic focus, to the multimillion dollar/cross-border deals that cover most of our newspapers. Our team has participated in 7 closings in 2019 so far (including strategic deals such as the sale of Papelsa to Grupo Gloria, the sale of Holding Plaza to Parque Arauco or the purchase of Duraplast and Novatec by Wenco). We are thrilled and have high expectations with our pipeline of transactions for 2Q19.


TTR: According to our data, Peru allocated a significant part of its investments to other Latin American countries, mainly Colombia and Chile. What attracts the interest of Peruvian investors? 


AR: There are several factors that may explain this phenomenon. First, Colombia and Chile are two countries with lots of social, historic, cultural and legal similarities with Peru. A regional expansion within those countries is normally catalogued as a soft landing for foreign investors.

Second, since the launching of the Pacific Alliance (Latin American trade bloc, formed by Peru, Chile, Colombia and Mexico) in 2011, Peruvian investors are taking a close look to the participant countries of the Pacific Alliance to diversify or expand their businesses. It is worth noting that, despite certain tax benefits (agreements to avoid double taxation or tax reductions, among others), the founding members of the Pacific Alliance executed an agreement to abolish all tariffs of merchandise trade by January 2020, making this integration a unique Latin American marketplace for producers.


TTR: Similarly, Colombia appears so far in 2019 as one of the main investors in the country. How do you think this reciprocal business relationship between the two countries will evolve? How does it benefit their economies?


AR: Colombian investors have been major players in the M&A industry in the recent years and I wouldn’t expect that to change in the near future. They are the third major foreign investors in Peru, after Spain and Chile.

Back in 2018, the Colombian Business Council in Peru announced fresh investments for over US$ 2B in Peru for the years 2018 and 2019. Their main focus is on projects related to the infrastructure, electricity, hospitality, transport and in the cosmetic industry.

In addition to the investment projections of Colombian players, I think the real deal will come once the corruption crisis in Peru is overcome. The Colombians experience in public-private partnerships and Public Works Tax Deduction projects will for sure contribute our economy in a positive way. Their input and investment will boost public projects (and therefore our economy) and increase our employment rate considerably.


TTR: Meanwhile, transactions in Agriculture, Agribusiness, Farming and Fishing have increased in Peru, compared with previous years when that subsector wasn’t as prominent. What could you tell us about that? Do you think the tendency will remain?


AR: The fishing industry in Peru is now consolidated, however, the government has been debating the last months certain legislative modifications that may heavily impact the industry, such as the increase of the fishing rights.

On the other hand, we have viewed a transactional boom related to shrimp-based business like the purchase of La Fragata by Marinazul (affiliated to Grupo Camposol).

Furthermore, the agricultural-related industries are facing an unusual increase in their sectors due to the international demand for agricultural products. We have notice the peculiar interest of foreign investments funds and, particularly, private investors from Chile in the purchase of estates in the north of Peru to develop agribusiness and farming companies. Peru is a privileged country for the agribusiness, making it one of the most suitable natural producers. The progressive increase of the worldwide demand, followed by a friendly legal framework that includes income tax reductions and special depreciation conditions are the perfect match for this boost.


TTR: Lastly, Peru has recently suffered and been involved in certain corruption scandals. How do you think those scandals affect the country’s economy today? What is your outlook on the matter?


AR: Thankfully, the political crisis experienced in Peru last year and the current corruption cases have not prevented the unstoppable growth of our economy and, specifically, of the M&A players’ appetite.

However, it is important to note that all major infrastructure projects have been stopped and their continuity is under analysis. This has deeply affected our economy and the governmental stability, lowering the Peruvian employment rate. I believe this corruption turmoil may only be disregarded by a strong political force that needs to convey economic trust and decision-making features. Furthermore, we are now facing an exchange in the players or the main public projects. The typical powerful Brazilian and local companies are been replaced by international actors of various backgrounds.

Should the current government be unable to revert this situation, I believe the presidential elections in 2021 will be the right moment to overcome this scenario.