Relatório Mensal Brasil – Maio 2019

Fusões e aquisições movimentam 21,2 bilhões de reais no Brasil em maio

Mês fecha com 78 transações no Brasil

No ano, crescimento de 123,5% nos investimentos de Private Equity

Pela primeira vez em 2019, o mercado de fusões e aquisições no Brasil não fechou o período no vermelho. Apesar do crescimento modesto de apenas 1%, o resultado acumulado nos primeiros cinco meses do ano alcançou a marca de 100 bilhões de reais, segundo o relatório mensal da Transactional Track Record (TTR), em parceria com  LexisNexis e TozziniFreire Advogados. Em número de operações, queda de 7,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 453. Destas, 193 tiveram seus valores revelados, aproximadamente 43% dos negócios realizados no país.

Em maio, o TTR registrou 78 anúncios de operações de compra e venda de participação envolvendo empresas brasileiras. Nas operações do mês que tiveram seus valores divulgados, o volume financeiro totalizou 21,2 bilhões de reais.

O segmento de Tecnologia concentra o maior número de fusões e aquisições entre janeiro e maio, com 114 operações, alta de 15% face ao ano anterior. Na sequência, aparecem os setores Financeiro e Seguros, com 56, queda de 5%, e Imobiliário, em alta de 15% com 39 operações.

Operações cross-border

Desde o início do ano, os investidores dos Estados Unidos responderam por 35 das 99 operações realizadas por empresas estrangeiras no país. O número é 35% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. O capital norte-americano foi responsável por um total de 3,9 bilhões de reais em aportes realizados no Brasil nesse período. Porém, o Canadá foi o país que mais investiu no mercado nacional em 2019, somando mais de 32,6 bilhões de reais em recursos aplicados.

O setor de Tecnologia e Internet permanece como o mais atrativo para os investidores internacionais, com 29 aquisições de empresas brasileiras, apesar de queda de 9,4% no número de negócios.

Por sua vez, os investidores nacionais foram responsáveis por 23 transações no mercado externo até maio, com um total acumulado de 11,8 bilhões de reais transacionados. Destas, 12 operações tiveram como alvo companhias dos Estados Unidos, em um total de 4 bilhões de reais investidos. 

Private Equity e Venture Capital

As operações envolvendo fundos de private equity registradas no Brasil desde o início do ano sofreram uma queda de 11,7% no número de deals – 30, enquanto o volume financeiro, 10,4 bilhões de reais, representou um crescimento de 123,5% sobre os valores registrados em período homólogo do ano anterior.

No mesmo período, os investimentos de venture capital também fecharam em queda. As 75 rodadas de investimento apontadas pelo TTR entre janeiro e maio ficaram 19,3% abaixo do total registrado no mesmo intervalo de 2018, enquanto o volume financeiro, 944 milhões de reais, foi 71% inferior ao montante levantado nos mesmos meses do ano passado. 

Transação TTR do Mês

A conclusão da aquisição do controle da concessionária de transporte ferroviário Supervia, que atua em serviços de trens suburbanos no Rio de Janeiro, pela Guarana Urban Mobility Incorporated, controlada pelos grupos japoneses Mitsui e West Japan Railway Company, por cerca de 850 milhões de reais, foi escolhida pelo TTR como a transação de destaque do mês.

A Odebrecht Transport possuía cerca de 72,8% das ações da Supervia e passará a possuir apenas 11,33%, enquanto a Guarana Urban Mobility, que já era acionista da Supervia, passará a deter participação de 88,67%.

A Guarana Urban Mobility foi assessorada na operação pelo escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, enquanto a sua controladora, a West Japan railway Company, recebeu assessoria jurídica das sociedades Dias Carneiro Advogados e Nishimura & Asahi. Pelo lado dos vendedores atuaram Lobo de Rizzo Advogados, Pinheiro Guimarães e Demarest Advogados, além de Banco BTG Pactual e Banco Itaú BBA, como consultores financeiros.

Rankings Financeiros e Jurídicos

O Ranking TTR de assessores jurídicos por valor é liderado até maio pelo escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, com 34 milhões de reais transacionados, seguido pelo Tauil & Chequer Advogados Associado a Mayer Brown, com 30,2 bilhões de reais, e por Schmidt, Valois, Miranda, Ferreira & Agel Advogados, na terceira colocação com 28,4 bilhões de reais.

Entre os assessores financeiros, a liderança do Ranking TTR ficou com o Banco BTG Pactual, com total acumulado de 11,6 bilhões de reais. Na sequência aparece o Banco Itaú BBA, com 7,6 bilhões de reais, com Rothchild na terceira posição, com 6,3 bilhões de reais.

Informe LatAm – Abril 2019

Importe de operaciones de M&A de América Latina registra aumento del 39% en abril de 2019

259 operaciones registradas hasta abril alcanzan un importe de USD 35.336m 

Colombia y Chile, los países que registran los mejores resultados de 2019 

El mercado transaccional de América Latina ha registrado en los cuatro primeros meses del año un total de 636 transacciones, de las cuales 259 registran un importe conjunto de USD 35.336m, según el más reciente informe de Transactional Track Record

Estos resultados implican una disminución del 11,79% en el número de operaciones y un descenso del 17,17% en el importe de estas, con respecto a abril de 2018.   

Por su parte, en el mes de abril han contabilizado un total de 151 transacciones con un importe conjunto de USD 17.029,97m, lo que implica decrementos del 14,69% en el número de operaciones y un aumento del 39,02% en el importe de estas, con respecto al mismo periodo del año pasado. 

Ranking de Operaciones por Países 

Según datos registrados hasta el mes de abril, por número de operaciones, Brasil lidera el ranking de países más activos de la región con 344 operaciones (pese al descenso del 12%), con un descenso del 27% en el capital movilizado en términos interanuales (USD 19.116m). Le sigue en el listado México, con 82 operaciones (una baja del 36%), y con un descenso del 3% de su importe con respecto al mismo periodo de 2018 (USD 7.606m). 

Por su parte, Chile sube una posición en el ranking, con 76 operaciones (un aumento del 25%), y un ascenso del 115% en el capital movilizado (USD 3.278m), lo cual convierte al país, junto a Colombia, como los dos países con mejores resultados en la región. El país cafetero, por su parte, sube en el ranking, supera en los resultados a Argentina, y registra 71 operaciones (un aumento del 22%), con un alza del 59% en el capital movilizado (USD 2.172m).  

Entre tanto, Perú sube un puesto en el ranking, supera a Argentina y ha registrado 44 operaciones (pese a la baja del 17%), con un descenso del 68% en su importe respecto al mismo periodo del año pasado (USD 1.207m). En el último lugar se ubica Argentina, con 44 operaciones (caída del 44%) y con un descenso del 63% en su capital movilizado (USD 1.377m). 

Ámbito Cross-Border 

En el ámbito cross-border se destaca en abril el apetito inversor de las compañías latinoamericanas en el exterior, especialmente en Norteamérica, donde se han llevado a cabo 6 operaciones, mientras que en Europa se han registrado 3 transacciones. Por su parte, las compañías que más han realizado operaciones estratégicas en América Latina proceden de Europa y Norteamérica, con 25 y 18 operaciones, respectivamente. 

Private Equity y Venture Capital 

Hasta abril se han contabilizado un total de 32 operaciones de Private Equity, de las cuales 14 han registrado un importe de USD 2.108m, lo cual supone una disminución del 39,62% en el número de operaciones y un descenso del 52,35% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo de 2018.   

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 92 transacciones, de las cuales 60 registran un importe agregado de USD 632m, lo que corresponde a un descenso del 20% en el número de operaciones y una baja del 43,94% en el importe de las mismas con respecto a abril del año pasado. 

Transacción destacada 

Para abril de 2019, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada en América Latina la adquisición del 30% en Minera Teck Quebrada Blanca por parte de Sumitomo Corporation y Sumitomo Metal Mining

La operación, que ha registrado un importe de USD 1.200m, ha estado asesorada por la parte legal por Carey; Teck Resources; Philippi, Prietocarrizosa Ferrero DU & Uría Chile; Torys; Mayer Brown; Philippi, Prietocarrizosa & Uría – Chile; Bofill Mir & Álvarez Jana Abogados BMAJ; Fasken Martineau Dumoulin Canada y Claro y Cía. Abogados. Por su parte, la operación ha estado asesorada por la parte financiera por KPMG Chile y Rothschild. 

DealMaker Q&A

Alberto Rebaza

TTR DealMaker Q&A with Rebaza, Alcazar & De Las Casas Partner Alberto Rebaza

Alberto Rebaza
Alberto Rebaza

Alberto Rebaza is founding partner and managing partner of Rebaza, Alcazar & De Las Casas law firm. Partner leads to mergers and acquisitions and corporate areas. In addition to his masters, he has studies at Georgetown University and England. He has also been director in several companies and organizations such as Edegel (Energy), Rigel Peru (Insurance), Liderman (Services), Amrop (Services), IPAE, Pesquera Alexandra (Fishing), YPO, among others.

TTR: Mr. Rebaza, firstly we would like to get your expert opinion, in a brief analysis, on the progress of the Peruvian M&A market in the first four months of the year.

AR: The Peruvian legal market has experienced an unusual volume of M&A closings in 1Q19 for all type and sizes of transactions. From the small/medium size deals with a strong strategic focus, to the multimillion dollar/cross-border deals that cover most of our newspapers. Our team has participated in 7 closings in 2019 so far (including strategic deals such as the sale of Papelsa to Grupo Gloria, the sale of Holding Plaza to Parque Arauco or the purchase of Duraplast and Novatec by Wenco). We are thrilled and have high expectations with our pipeline of transactions for 2Q19.


TTR: According to our data, Peru allocated a significant part of its investments to other Latin American countries, mainly Colombia and Chile. What attracts the interest of Peruvian investors? 


AR: There are several factors that may explain this phenomenon. First, Colombia and Chile are two countries with lots of social, historic, cultural and legal similarities with Peru. A regional expansion within those countries is normally catalogued as a soft landing for foreign investors.

Second, since the launching of the Pacific Alliance (Latin American trade bloc, formed by Peru, Chile, Colombia and Mexico) in 2011, Peruvian investors are taking a close look to the participant countries of the Pacific Alliance to diversify or expand their businesses. It is worth noting that, despite certain tax benefits (agreements to avoid double taxation or tax reductions, among others), the founding members of the Pacific Alliance executed an agreement to abolish all tariffs of merchandise trade by January 2020, making this integration a unique Latin American marketplace for producers.


TTR: Similarly, Colombia appears so far in 2019 as one of the main investors in the country. How do you think this reciprocal business relationship between the two countries will evolve? How does it benefit their economies?


AR: Colombian investors have been major players in the M&A industry in the recent years and I wouldn’t expect that to change in the near future. They are the third major foreign investors in Peru, after Spain and Chile.

Back in 2018, the Colombian Business Council in Peru announced fresh investments for over US$ 2B in Peru for the years 2018 and 2019. Their main focus is on projects related to the infrastructure, electricity, hospitality, transport and in the cosmetic industry.

In addition to the investment projections of Colombian players, I think the real deal will come once the corruption crisis in Peru is overcome. The Colombians experience in public-private partnerships and Public Works Tax Deduction projects will for sure contribute our economy in a positive way. Their input and investment will boost public projects (and therefore our economy) and increase our employment rate considerably.


TTR: Meanwhile, transactions in Agriculture, Agribusiness, Farming and Fishing have increased in Peru, compared with previous years when that subsector wasn’t as prominent. What could you tell us about that? Do you think the tendency will remain?


AR: The fishing industry in Peru is now consolidated, however, the government has been debating the last months certain legislative modifications that may heavily impact the industry, such as the increase of the fishing rights.

On the other hand, we have viewed a transactional boom related to shrimp-based business like the purchase of La Fragata by Marinazul (affiliated to Grupo Camposol).

Furthermore, the agricultural-related industries are facing an unusual increase in their sectors due to the international demand for agricultural products. We have notice the peculiar interest of foreign investments funds and, particularly, private investors from Chile in the purchase of estates in the north of Peru to develop agribusiness and farming companies. Peru is a privileged country for the agribusiness, making it one of the most suitable natural producers. The progressive increase of the worldwide demand, followed by a friendly legal framework that includes income tax reductions and special depreciation conditions are the perfect match for this boost.


TTR: Lastly, Peru has recently suffered and been involved in certain corruption scandals. How do you think those scandals affect the country’s economy today? What is your outlook on the matter?


AR: Thankfully, the political crisis experienced in Peru last year and the current corruption cases have not prevented the unstoppable growth of our economy and, specifically, of the M&A players’ appetite.

However, it is important to note that all major infrastructure projects have been stopped and their continuity is under analysis. This has deeply affected our economy and the governmental stability, lowering the Peruvian employment rate. I believe this corruption turmoil may only be disregarded by a strong political force that needs to convey economic trust and decision-making features. Furthermore, we are now facing an exchange in the players or the main public projects. The typical powerful Brazilian and local companies are been replaced by international actors of various backgrounds.

Should the current government be unable to revert this situation, I believe the presidential elections in 2021 will be the right moment to overcome this scenario.

Informe México – Abril 2019

Mercado transaccional mexicano registra USD 4.058m de capital movilizado en abril de 2019 

En el mes se han registrado 19 transacciones en México 

A lo largo de 2019 se han registrado 82 transacciones y un importe de USD 7.606m 

Sector de Internet, el más destacado del año, con 15 operaciones  

El mercado de M&A en México ha contabilizado en los cuatro primeros meses de 2019 un total de 82 operaciones, de las cuales 38 suman un importe no confidencial de USD 7.606m, de acuerdo con el informe mensual de Transactional Track Record. Estos datos reflejan un descenso del 35,94% en el número de operaciones y una disminución del 3,30% en el importe de las mismas con respecto a abril de 2018. Por su parte, en el mes de abril se han producido un total de 19 transacciones, y un importe conjunto no confidencial de USD 4.058m. 

De las 82 operaciones contabilizadas en 2019 con importe revelado, el 16,94% pertenece a operaciones menores a USD 1m, el 9,12% pertenece a operaciones entre USD 1m y USD 10m; el 8,79% pertenece a operaciones entre USD 100m a USD 500m; el 7,17% pertenece a operaciones entre USD 50m y USD 100m; y el 6,51% pertenece a operaciones mayores a USD 500m.   

En términos subsectoriales, el de Internet y Tecnología son los que más transacciones han contabilizado a lo largo del año, con un total de 15 y 14 operaciones respectivamente; seguidos por el Inmobiliario, además del subsector Financiero y de Seguros, con 10 y 9 operaciones, respectivamente.   

Ámbito Cross-Border  

Por lo que respecta al mercado cross-border, a lo largo del año las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en Estados Unidos, España y Perú, con 6, 5 y 3 transacciones, respectivamente. Y por importe destaca Brasil, con USD 912,13m.  

Por otro lado, Estados Unidos, es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en México, con 7 operaciones, seguido de España, con 3 transacciones. Por importe, se destaca en este periodo España, con USD 2.947,22m. 

Private Equity y Venture Capital  

En lo que va de 2019 se han producido un total de 4 transacciones de Private Equity valoradas en USD 60m, lo que representa una disminución del 75% en el número de operaciones y una baja del 96% en el valor total registrado con respecto al mismo periodo de 2018.  

Por su parte, hasta abril de 2019 se han contabilizado 20 operaciones de Venture Capitalcon un valor de USD 103m, lo que representa una disminución del 20% en el número de operaciones y una baja del 46,76% en el importe de las mismas con respecto al mismo periodo de 2018. 

Transacción Destacada  

Para abril de 2019, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la adquisición del 100% de Harmon Hall por parte de Talisis

La operación, que ha registrado un importe de aproximadamente USD 28,16m, ha estado asesorada por la parte legal por Santamarina y Steta Abogados, y Ritch Mueller, y en la parte financiera por 414 Capital e IBIS Capital.  

Ranking de Asesores Legales y Financieros 

En el ranking TTR de asesores financieros en México, por número de operaciones y por importe, lidera en los cuatro primeros meses de 2019 Banco Santander, con 3 operaciones valoradas en USD 3.591,53m.  

En cuanto al ranking de asesores jurídicos, por importe, lideran las firmas Galicia Abogados y Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes con USD 801m cada uno. Por número de transacciones, el ranking es liderado por Santamarina y Steta Abogados con 3 operaciones asesoradas. 

Informe Mensual España – Abril 2019

El importe de operaciones de M&A en España se incrementa en un 10,59% interanual hasta abril de 2019

En lo que va de año se han contabilizado 654 transacciones valoradas en EUR 29.123m 

El sector Inmobiliario es el más activo, con 186 transacciones  

En 2019 se han registrado 67 operaciones de Private Equity y 113 de Venture Capital 

El mercado transaccional español ha registrado en los cuatro primeros meses del año un total de 654 operaciones con un importe agregado de EUR 29.123m, según el informe mensual de TTR. Estas cifras suponen un aumento del 10,59% en el capital movilizado y una disminución del 16,69% en el número de operaciones, con respecto al mismo periodo de 2018. 

Por su parte, en el mes de abril se han contabilizado 160 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 13.620,51m, lo que implica un aumento del 39,56% en el capital movilizado y una disminución del 23,81% en el número de operaciones con respecto a abril de 2018.  

En términos sectoriales, el sector Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 186 transacciones, seguido por el de Tecnología, con 85, y el Financiero y de Seguros, con 44. 

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Borderen los cuatro primeros meses del año las empresas españolas han elegido como principales destinos de inversión a Portugal, con 19 operaciones, y a Estados Unidos, con 12 transacciones.  

Por otro lado, Estados Unidos (42), Reino Unido (33), Francia (29), y Luxemburgo (22) son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 5.379,54m. 

Private EquityVenture Capital y Asset Acquisitions 

En el transcurso de 2019 se han contabilizado un total de 67 operaciones de Private Equity por EUR 13.679m, lo cual supone un aumento del 43,78% en el capital movilizado y una disminución del 20,24% en el número de operaciones respecto al mismo periodo del año anterior.  

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo hasta el mes de abril un total de 113 operaciones con un importe agregado de EUR 630m, lo que implica una disminución del 17,52% en el número de operaciones y del 6,42% en el importe de las mismas en términos interanuales. 

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta el mes de abril se han registrado 218 operaciones, por un valor de EUR 5.201m, lo cual representa una disminución del 16,79% en el número de operaciones, y un aumento del 63,79% en el importe de estas, con respecto a abril de 2018. 
 

Mercado de capitales 

En el mercado de capitales español se han registrado a lo largo del año cinco salidas a Bolsa y 27 ampliaciones de capital. 

 
Transacción del mes 

En abril de 2019, TTR ha seleccionado como transacción destacada la adquisición de Altamira Asset Management por parte de doBank. 

La operación, que ha registrado un importe de aproximadamente EUR 350,20m, ha estado asesorada por la parte legal por Ashurst y Linklaters, y en la parte financiera por Goldman Sachs, Mediobanca, y UBS Investment Bank. Por su parte, PwC España ha prestado servicios de due diligence, y Oliver Wyman Spain ha actuado como asesor estratégico.  

Ranking de Asesores Legales y Financieros 

En el ranking TTR de asesores financieros del mercado M&A, por número de operaciones y por capital movilizado, lidera en 2019 Banco Santander, con 8 transacciones y con EUR 4.845m, registrados. 

En cuanto al ranking de asesores jurídicos del mercado M&A, por importe, lidera la firma Linklaters Spain con EUR 7.233,01m. Y por número de operaciones, lidera Garrigues España (Global) con 25 operaciones registradas.