Relatório mensal sobre o mercado transacional brasileiro – Maio 2024

Fusões e Aquisições movimentam BRL 81,1bi em 2024

  • Setor de Internet, Software & IT Services é o mais ativo do ano, com 121 transações
  • Estados Unidos é o país que mais investiu no Brasil, com 67 aquisições
  • Capital mobilizado registra queda de 3% no período

O cenário transacional brasileiro foi objeto de análise no relatório mensal do TTR Data, que revelou 592 transações movimentando um total de BRL 81,1bi até maio de 2024.

Esses números representam uma diminuição de 29% no número de transações em relação ao mesmo período de 2023, bem como uma queda de 3% no capital mobilizado. Do total das transações, 48% possuem os valores revelados e 79% das operações já estão concluídas.

Em maio, 84 fusões e aquisições foram registradas, entre anunciadas e concluídas, e um valor total de BRL 16,3bi.

Operações do mercado transacional de maio de 2023 a maio de 2024
Fonte: TTR Data.

O setor de Internet, Software & IT Services é o mais ativo com 121 transações, apresentando uma queda de 19% em relação a 2023, seguido pelo setor de Real Estate, com 59 transações.

Âmbito Cross-Border

Empresas brasileiras voltaram-se principalmente para os Estados Unidos, realizando sete transações no valor de BRL 183,15m até maio de 2024, seguidas pela Colômbia com seis operações. 

Por outro lado, os Estados Unidos e Singapura lideraram os investimentos no Brasil, com 67 e 11 transações, respectivamente. 

As aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet aumentaram em 1%.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

No segmento de Private Equity, houve 39 transações totalizando BRL 6,1bi, com uma queda de 13% no número de operações. 

Em Venture Capital, 167 rodadas de investimento movimentaram BRL 4,3bi, representando uma redução de 36% no número de transações.

O segmento de Asset Acquisitions registrou 97 transações e BRL 12,6bi até maio, refletindo um crescimento de 5% nas operações em comparação ao mesmo período do ano passado.

Transação do mês

A transação destacada pelo TTR Data em maio de 2024, foi a conclusão da aquisição da AB Concessões pelo Via Appia FIP, fundo da Starboard Asset. O valor da transação é de BRL 3,5bi, sendo BRL 2bi de earn-out e de BRL 1bi de dívidas.

A operação foi assessorada em lei brasileira pelo Veirano Advogados; Barbosa Müssnich Aragão (BMA Advogados); e Mello Torres Advogados. A assessoria financeira foi realizada pelo BTG Pactual; e XP Investimentos.

Entrevista com Finocchio & Ustra

Andrea Ometto Bittar Tincani é sócia da área societária e de fusões e aquisições do Finocchio & Ustra, conversou com o TTR para esta edição e analisou quais são os drivers mais relevantes para continuar a consolidar o mercado brasileiro na América Latina no curto e médio prazo: “O crescimento contínuo de setores estratégicos, como o de energia renovável, financeiro e tecnologia, e uma maior estabilidade política e jurídica, se comparada com os demais países da América Latina, tornam o mercado brasileiro atrativo aos olhos de investidores estrangeiros. 
Mesmo que nós brasileiros tenhamos a impressão de viver uma instabilidade política, quando comparado aos demais países da América Latina, o Brasil atualmente apresenta um cenário geopolítico mais estável e seguro aos investidores.”

Para entrevista completa, clique aqui.

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até maio de 2024 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total. 

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lidera em 2024 o BTG Pactual com 20 transações. Em valor, lidera o Banco Itaú BBA contabilizando um total de BRL 27,8bi.

No que se refere ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações em 2024 lidera o escritório Bronstein Zilberberg Chueiri & Potenza Advogados,com 28 operações. Em valor, lidera o Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados contabilizando um total de BRL 27,4bi.

Informe mensual sobre el mercado transaccional mexicano – Mayo 2024

Mercado M&A mexicano registra disminución del 16% en capital movilizado hasta mayo de 2024

  • En mayo, se han registrado 26 transacciones en el país por USD 1.370m
  • Hasta mayo, se han registrado 130 fusiones y adquisiciones por USD 3.189m
  • Transacciones de Venture Capital disminuyen un 10% hasta mayo de 2024

El mercado de M&A en México ha contabilizado hasta mayo de 2024 un total de 130 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 3.189m, de acuerdo con el informe mensual de TTR Data.

Estos valores implican un descenso del 16% en el número de transacciones y del 68% su importe, con respecto al mismo período de 2023. 

En cuanto al mes de mayo, se han registrado 26 transacciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 1.369m.

En términos sectoriales, el de Industria Específica de Software, además del Inmobiliario, han sido los más activos del año, con 26 y 19 transacciones, respectivamente.

Ámbito Cross-Border 

En lo que respecta al mercado cross-border, hasta el quinto mes de 2024, las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en España y Colombia, con 9 transacciones en cada país. Por importe, destaca España, con USD 361m. 

Por otro lado, Estados Unidos es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en México, con 25 deals y USD 143m.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

Hasta mayo de 2024, se han contabilizado un total de 18 transacciones de Private Equity por
USD 523m, lo que implica un descenso del 10% en el número de transacciones y un aumento del 1.069% en su importe, en términos interanuales.

Por su parte, hasta mayo de 2024, se han contabilizado un total de 35 transacciones de Venture Capital por USD 341m, lo que implica un descenso del 10% en el número de transacciones y del 12% en su importe, con respecto al mismo periodo del año anterior.

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta el mes de mayo, se han registrado 31 transacciones por USD 504m, lo cual representa un aumento del 11% en el número de transacciones y un descenso del 44% en su importe, con respecto a mayo de 2023.

Transacción Destacada

Para mayo de 2024, TTR Data ha seleccionado la adquisición del 49% de Copexa por parte de Fonadin  como transacción destacada del mes.

La transacción, valorada en USD 897m, ha contado con el asesoramiento jurídico de Santamarina + Steta. 

TTR Dealmaker Q&A con 414 Capital RIóN

Alexander von Griesheim, socio de 414 Capital RIóN, fue entrevistado por TTR Data con el objetivo de conocer las tendencias y el mercado M&A en México y en América Latina: “En 2024, las expectativas del mercado en general son buenas, ya que parece haber consenso en el hecho de que las tasas de interés deben empezar a bajar hacia finales el año. Este fenómeno probablemente genere buenas expectativas, posibilidad de apalancar un poco más las transacciones de M&A, y por parte de los compradores ser algo más flexibles en elevar valuaciones, logrando mayores cierres. Este efecto seguramente se detonaría en el último trimestre del año, por lo que durante el tercer trimestre el volumen de cierres no sería tan alto.”. 

Para conocer la entrevista completa, ingrese aquí

Dealmaker Q&A

Content available in English and Spanish

TTR Data Dealmaker Q&A with 414 Capital RIóN M&A Partner Alexander von Griesheim

414 Capital RióN M&A

Alexander von Griesheim

Alexander von Griesheim joined 414 Capital in 2024 through the acquisition of RIóN, where he began in 2005. With a successful track record, he has advised and closed over 60 transactions, encompassing sell-side and buy-side mandates, valuations, and public offerings across various sectors including education, pharmaceuticals, automotive, finance, business services, manufacturing, oil & gas, consumer products, and food and beverage. His clientele spans families, private equity funds, and corporate entities. Prior to joining RIóN, Alex initiated his M&A career at Aguilar Portilla y Asociados in 1998, advising clients in industries such as bottling, agribusiness, publishing, outdoor advertising, and healthcare. Alex has been actively engaged in numerous international arbitration proceedings for several years, representing the interests of both Mexico and the Dominican Republic. He holds an International MBA from Instituto de Empresa (IE) Business School in Madrid and a BA in Business Administration with special honors from Universidad Iberoamericana (UIA).


TTR Data: How has Rion handled the current situation in terms of advice and what opportunities have you found in Mexico in recent months?

The M&A market in Mexico, and in general in the world, has been affected mainly by three factors: Post-pandemic, many Mexican companies show atypical results, either up or down, derived from the pandemic impact,  high interest rates and the strong peso. Certain sectors and industries were not able to pass on price increases to end customers, negatively affecting their usual margins, and therefore reducing the value of the companies. Not in all cases the effects have been reversed, which has made it difficult to close transactions. Although there is liquidity in the market, there has been resistance from company owners who have not assimilated the change in the sector and do not accept lower valuations. On the other hand, in cases where the impacts on margins were very positive, buyers do not accept that this trend will last, so they are not willing to pay for higher valuations, also complicating the closings, challenging advisors to become creative and find formulas and build bridges.

What are the perspectives for the M&A market in Mexico in 2024? What other countries could have a positive dynamic in this segment?

During election years, normally during the first quarter there is a lot of M&A activity, due to the interest of closing transactions and not suffering from possible uncertainty. During the second and third quarters the volume decreases, since being very close to the event – and especially when there may be significant changes in government – both sellers and buyers prefer to wait for the results of the elections to decide whether to move forward, correct or adjust some parameters, or not continue with the possible transaction.

In 2024, the M&A market expectations are good, since there seems to be a consensus that interest rates should begin to decrease towards the end of the year. This phenomenon probably generates good expectations, the possibility of leveraging M&A transactions a bit more, and for buyers to be somewhat more flexible in increasing valuations, achieving a higher number of closings. This effect would surely be triggered in the last quarter of the year, so during the third quarter the volume of closed deals would not be that significant.

TTR Data:  In which sectors might international investors find the biggest opportunities in Mexico in the next months?, Why? 

Without a doubt one of the most interesting sectors in Mexico today is the industrial sector, derived from the nearshoring effect. The relocation of global companies to have a presence close to clients, or regionally, generates a great appetite to seek investments in Mexico. Transactions in the logistics, services and health sector are also of interest and show relevant activity.

TTR Data: Continuing with the Private Equity and Venture Capital segment, we see that, after the boom of 2021, the emergence of unicorns is slowing down and some are disappearing. What is your evaluation for this industry in Spain in 2024? What can we foresee for the next months?

In recent years, both Private Equity and Venture Capital funds have been more cautious with their investments. This is derived on the one hand from the demand for additional capital in portfolio companies due to post-pandemic effects such as variations in margins and inflation, as well as greater discipline in terms of leverage, derived from the high cost of debt. This has made company valuations become more realistic, and even VC funds are seeking to invest in companies with positive or slightly negative EBITDAs.

TTR Data: What will Rion’s main challenges be in Mexico during 2024?

The electoral issue in Mexico and a few months later in the United States, generates uncertainty about what the new governments that take control will do. Anticipating some changes in foreign relations policy, trade, etc., investors can delay purchase/investment decisions, or even stop them until they know the electoral results, the plans of each elected government and their effects on the countries’ economies.  


Spanish version


414 Capital RIóN M&A

Alexander von Griesheim

Alexander von Griesheim se incorporó a 414 Capital a través de la adquisición de RIóN, firma a la cual unió en 2005. Alex ha asesorado y cerrado con éxito más de 60 transacciones, trabajando en mandatos de compra y venta, así como valuaciones, en sectores como el farmacéutico, inmobiliario, financiero y seguros, servicios, manufactura, petróleo y gas, productos de consumo, alimentos y bebidas, entre otros. Sus clientes van desde familias, fondos de capital privado hasta corporativos. Antes de incorporarse a RIóN, Alexander inicio su carrera en fusiones y adquisiciones en Aguilar Portilla y Asociados en 1998, cerrando transacciones dentro del sector embotellador, agroindustrial, editorial, educación, publicidad exterior y salud. Desde hace varios años, Alex ha participado en la elaboración de dictámenes en diversos procedimientos de Arbitraje Internacional, en representación de los Estados Unidos Mexicanos y la República Dominicana. Obtuvo su MBA por el Instituto de Empresa (IE) Business School en Madrid, y su título de Administración de Empresas, con mención especial, por la Universidad Iberoamericana (UIA).


TTR Data: ¿Cómo ha manejado Rion la coyuntura actual en términos de asesoramiento en este mercado y qué oportunidades ha encontrado en México en los últimos meses?

El mercado de M&A en México, y en general en el mundo, se ha visto afectado principalmente por tres factores: Post-pandemia muchas de las empresas mexicanas muestran resultados atípicos, ya sea al alza o a la baja, derivado de la coyuntura de la pandemia, las elevadas tasa de interés y el peso fuerte. Ciertos sectores e industrias no lograron trasladar incrementos de precios a clientes finales, afectando negativamente sus márgenes habituales, y por ende reduciendo el valor de las compañías. No en todos los casos los efectos se han revertido, lo que ha dificultado cerrar transacciones.  Sin bien hay liquidez en el mercado, ha habido resistencia de propietarios de las compañías que no han asimilado el cambio en el sector y no aceptan valuaciones mas bajas. Por el otro lado, en los casos que los impactos en márgenes fueron muy positivos, los compradores no aceptan que ésta tendencia perdure, por lo que no aceptan pagar valuaciones más elevadas, también complicando el cierre de las operaciones, provocando a los asesores a buscar fórmulas creativas para crear puentes y lograr cerrar transacciones..

TTR Data: ¿Cuáles son las perspectivas del mercado de M&A en México en este 2024? ¿Qué otros países podrían tener una dinámica positiva en este segmento?

Durante años de elección, normalmente durante el primer trimestre hay mucha actividad de M&A, por el interés de cerrar transacciones y no sufrir posible incertidumbre. Durante el segundo y tercer trimestres baja el volumen, ya que al estar muy cerca del evento – y sobre todo cuando puede haber cambios de gobierno significativos – tanto vendedores como compradores prefieren esperar al resultado de las elecciones para decidir si seguir adelante, corregir o ajustar algunos parámetros, o no continuar con la posible transacción.  

En 2024 las expectativas del mercado en general son buenas, ya que parece haber consenso en el hecho que las tasas de interés deben empezar a bajar hacia finales el año. Este fenómeno probablemente genere buenas expectativas, posibilidad de apalancar un poco mas las transacciones de M&A, y por parte de los compradores ser algo mas flexibles en elevar valuaciones, logrando mayores cierres. Este efecto seguramente se detonaría en el último trimestre del año, por lo que durante el tercer trimestre el volumen de cierres no sería tan alto.

TTR Data: ¿Cuáles serían los sectores que podrían ofrecer las mayores oportunidades en México a los inversores internacionales en los próximos meses y por qué?

Sin duda uno de los sectores más interesantes en México hoy en día es el industrial, derivado del efecto del nearshoring. La reubicación de empresas globales a tener presencia cerca de los clientes, o de manera regional, genera un gran apetito para buscar inversiones en México.  Transacciones en el sector de logística, servicios y sector salud, también muestran mucho apetito y actividad.

TTR Data: Continuando con el segmento de Private Equity y Venture Capital vemos que, después del ‘boom’ de 2021, el surgimiento de unicornios está disminuyendo y algunos están desapareciendo. ¿Cuál es la evaluación de estas industrias en 2024 y qué podemos esperar para los próximos meses? 

En los años recientes, tanto los fondos de Private Equity, como los de Venture Capital, han sido mas cautos con sus inversiones. Esto derivado por un lado por la demanda de capital adicional en compañías de portafolios por efectos post pandemia como variación de márgenes e inflación, así como una mayor disciplina en términos de apalancamiento, derivado del elevado costo de la deuda. Esto ha hecho que las valuaciones de las compañías se vuelvan más realistas, y que incluso los fondos de VC busquen invertir en empresas con EBITDAs positivos o ligeramente negativos.   

TTR Data: ¿Cuáles serán los principales retos de Rion en México durante 2024?

El tema electoral en México y unos meses más adelante en Estados Unidos, genera incertidumbre de qué harán los nuevos gobiernos que tomen control. Anticipando algunos cambios en política de relaciones exteriores, comercio, etc., los inversionistas pueden retardar las decisiones de compra/inversión, o incluso detenerlas hasta no conocer los resultados electorales, los planes de cada gobierno electo y sus efectos en las economías de los países.

Informe mensual sobre el mercado transaccional mexicano – Abril 2024

Mercado M&A mexicano registra disminución del 84% en capital movilizado en el primer cuatrimestre de 2024

  • En abril, se han registrado 23 transacciones en el país por USD 82m
  • Hasta abril, se han registrado 94 fusiones y adquisiciones por un importe de USD 1.307m
  • Transacciones de Venture Capital disminuyen un 7% hasta mayo de 2024

 

El mercado de M&A en México ha contabilizado hasta abril de 2024 un total de 94 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 1.307m, de acuerdo con el informe mensual de TTR Data.

Estos valores implican un descenso del 20% en el número de transacciones y del 84% su importe, con respecto al mismo período de 2023. 

En cuanto al mes de abril, se han registrado 23 transacciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 82m.

En términos sectoriales, el de Industria Específica de Software, además del Inmobiliario, han sido los más activos del año, con 22 y 14 transacciones, respectivamente.

Ámbito Cross-Border 

En lo que respecta al mercado cross-border, hasta el cuarto mes de 2024, las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en España y Estados Unidos, con 7 transacciones en cada país. Por importe, destaca España, con USD 265m. 

Por otro lado, Estados Unidos y España son los países que han apostado por realizar adquisiciones en México, con 15 y 4 deals, respectivamente. 

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

Hasta abril de 2024, se han contabilizado un total de 10 transacciones de Private Equity por
USD 264m, lo que implica un descenso del 37% en el número de transacciones y un aumento del 490% en su importe, en términos interanuales.

Por su parte, en el primer cuatrimestre de 2024, se han contabilizado un total de 25 transacciones de Venture Capital por USD 173m, lo que implica un descenso del 7% en el número de transacciones y del 22% en su importe, con respecto al mismo periodo del año anterior.

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta el mes de abril, se han registrado 23 transacciones por USD 488m, lo cual representa un aumento del 15% en el número de transacciones y un descenso del 488% en su importe, con respecto a abril de 2023.

Transacción Destacada

Para abril de 2024, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la relacionada con
la venta del Hotel Gamma Guadalajara por parte de FibraHotel por un valor de USD 7,88m. 

La transacción ha contado con el asesoramiento jurídico de Nader, Hayaux & Goebel Abogados.

Informe mensual sobre el mercado transaccional latinoamericano – Abril 2024

Mercado M&A de América Latina registra un descenso del 20% hasta abril de 2024

  • Hasta abril, se han registrado 809 transacciones y un importe de USD 18.590m
  • En el transcurso del año se han registrado 54 deals de Private Equity y 211 de Venture Capital
  • Transacciones de Venture Capital disminuyen un 21% en el transcurso de 2024
  • Colombia, único país que registra resultado positivo en el mercado M&A de LatAm

 El mercado transaccional de América Latina ha registrado hasta abril un total de 809 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 18.590m, según el más reciente informe de TTR Data y Datasite

Estas cifras implican un descenso del 20% en el número de transacciones y del 33% en su importe, con respecto a abril de 2023.   

En cuanto a abril, se ha registrado en el mes un total de 178 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 6.143m

Ranking de Transacciones por Países

Según datos registrados hasta el mes de abril, por número de transacciones, Brasil lidera el ranking de países más activos de la región con 496 transacciones (con un descenso del 23%) y con un aumento del 3% en el capital movilizado (USD 12.861m). Le sigue en el listado México con 94 transacciones (un descenso del 20%) y un decrecimiento del 84% de su importe (USD 1.307m), con respecto a abril de 2023.

Por su parte, Chile desciende en el ranking, con 91 transacciones (una disminución del 25%) y con un descenso del 73% en el capital movilizado (USD 1.763m). Colombia, por su parte, desciende una posición en el ranking, pero es el único país con resultados positivos en el mercado transaccional, con 78 deals (un aumento del 1%) y un alza del 251% en el capital movilizado (USD 2.045m), en términos interanuales.

Entretanto, Argentina sube un lugar en el ranking y presenta 47 transacciones (no obstante, disminuye un 27%) y registra un aumento del 220% en su capital movilizado (USD 1.813m). En último lugar, Perú disminuye su actividad y registra 39 transacciones (un descenso del 22%), con un descenso del 75% en su importe (USD 984m). 

Ámbito Cross-Border

En el ámbito cross-border, se destaca en abril el apetito inversor de las compañías latinoamericanas en el exterior, especialmente en Europa y Norteamérica, donde se han llevado a cabo 20 y 18 transacciones, respectivamente. Por su parte, las compañías que más han realizado transacciones estratégicas en América Latina proceden de Norteamérica y Europa, con 129 y 84 deals, respectivamente.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

En abril de 2024, se han contabilizado un total de 54 transacciones de Private Equity por
USD 1.588m, lo cual supone una tendencia a la baja en el número de transacciones (-13%) y un aumento del 38% en su capital movilizado, con respecto al mismo periodo del año anterior. 

Por su parte, el segmento de Venture Capital ha contabilizado en los cuatro primeros meses del año un total de 211 transacciones con un importe agregado de USD 929m, lo que implica una variación negativa del 21% en el número de transacciones y un descenso del 21% en su importe, en términos interanuales.

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta abril se han registrado 157 transacciones, por un valor de USD 3.757m, lo cual representa un aumento del 33% en el número de transacciones y un alza del 64% en su importe, con respecto al mismo periodo de 2023.

Transacción Destacada

Para abril de 2024, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la relacionada con
Graystone Holdings, filial de IHC – International Holding Company, Grupo Argos y Grupo SURA, que han completado la OPA lanzada por hasta un 23,1% de Grupo Nutresa, con la que han adquirido un 22,6% por USD 1.241m. La OPA fue una de las últimas instancias en el Acuerdo Marco entre Grupo Financiero Gilinksi, Grupo Argos y Grupo SURA, por el cual Gilinski ha tomado el control del 99,38% de Grupo Nutresa, a cambio de su participación en Grupo Argos y Grupo SURA.

La OPA ha contado con el asesoramiento financiero de Bank of America, J.P. Morgan y Rothschild. Por la parte jurídica, han asesorado Brigard Urrutia, Sullivan & Cromwell US, Grupo SURA, Londoño & Arango Abogados, Philippi Prietocarrizosa Ferrero DU & Uría Colombia, Grupo Argos, Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom US, Simpson Thacher & Bartlett US, Posse Herrera Ruiz, Mendoza Abogados e IHC – International Holding Company.

Adicionalmente, también han participado como asesores jurídicos en el Acuerdo Marco DLA Piper Martínez Beltrán, Gómez-Pinzón, Proskauer Rose y UH Abogados; además de Landmark Alantra como asesor financiero.