Informe anual sobre el mercado transaccional mexicano – 2021

El mercado M&A en México aumenta su actividad un 25% en 2021

  • En el transcurso del año se han registrado 394 deals por USD 19.355m
  • El sector Tecnología, además del Financiero y de Seguros, los más activos de 2021
  • Empresas estadounidenses adquiriendo empresas mexicanas han aumentado un 85% en el año
  • Adquisiciones extranjeras en tecnología e Internet han aumentado un 56% en 2021
  • Deal destacado: Live Nation Entertainment completa adquisición de un 40% de Ocesa a Televisa

El mercado transaccional mexicano ha registrado en 2021 un total de 394 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 19.355m, según el informe anual de Transactional Track Record.

Estas cifran suponen un aumento del 25,08% en el número de operaciones y un crecimiento del 77,88% en el importe de estas, con respecto a diciembre de 2020. Por su parte, en el cuarto trimestre de 2021 se han contabilizado un total de 111 operaciones con un importe agregado de USD 4.163,14m.

En términos sectoriales, el Tecnológico es el más activo del año, con un total de 113 transacciones, seguido por el sector Financiero y de Seguros, con 105, y el de Distribución y Retail, con 45 operaciones. En términos interanuales, el sector Tecnología ha registrado un aumento del 79%, el sector Financiero y de Seguros ha registrado un alza del 62%, mientras que el sector de Distribución y Retail ha aumentado su actividad en un 5%.

Ámbito Cross-Border

Por lo que respecta al mercado cross-border, a lo largo de 2021 las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en Estados Unidos, Chile y España, con 28, 18 y 16 transacciones, respectivamente. Por importe destaca Estados Unidos, con USD 2.222,60m.

Por otro lado, Estados Unidos, es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en México, con 139 operaciones, seguido de Reino Unido con 19 transacciones. Por importe, se destaca Estados Unidos, con USD 4.894,59m.

Por su parte, las empresas estadounidenses que adquieren empresas mexicanas han aumentado en un 85,33% hasta el mes de diciembre, con respecto al mismo periodo de 2020, mientras que las adquisiciones extranjeras en los sectores de tecnología y Internet han registrado un aumento del 56,14% con respecto a diciembre de 2020.

En cuanto los fondos extranjeros de Private Equity y Venture Capital invirtiendo en empresas mexicanas, se han registrado 22 transacciones, lo que representa un aumento interanual del 83,33% en el transcurso de 2021.

Private Equity y Venture Capital

En 2021 se han producido un total de 28 transacciones de Private Equity valoradas en USD 825m, las cuales representan un aumento del 27,27% en el número de operaciones y una disminución del 27,44% en el capital movilizado con respecto al mismo periodo de 2020.

Por su parte, en 2021, México ha registrado 167 operaciones de Venture Capital valoradas en USD 4.767m, lo que representa un aumento del 60,58% en el número de operaciones y un aumento del 294% en el capital movilizado con respecto al mismo periodo del año pasado.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado hasta diciembre 49 transacciones con un importe de USD 5.830m, lo cual implica un descenso del 19,67% en el número de operaciones y un aumento del 200,66% en su importe con respecto al mismo periodo de 2020.

Transacción Destacada del año

Para 2021, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la relacionada con Live Nation Entertainment, empresa de entretenimiento con sede en Beverly Hills, Estados Unidos, la cual ha completado la adquisición de un 40% de Ocesa a Televisa.

La operación, valorada en USD 261,96m, ha estado asesorada en la parte legal por Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez y Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes.


Ranking de Asesores Legales y Financieros

En el ranking TTR de asesores financieros, por importe, lideran en 2021 Allen & Company; Guggenheim y JPMorgan Chase & Co., con USD 4.800m. Por número de operaciones lidera Goldman Sachs, con 3 transacciones.

En cuanto al ranking de asesores jurídicos, por número de operaciones, lidera en el año Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con 49 operaciones y, por importe, lidera Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes, con USD 7.174,27m.

Relatório anual sobre o mercado transacional brasileiro – 2021

Mercado de Fusões e Aquisições brasileiro movimenta BRL 595,5bi em 2021

  • Em 2021, foram registradas 2560 transações
  • Volume de fusões e aquisições apresenta crescimento de 51%
  • Quarto trimestre de 2021 é mais ativo desde os últimos oito trimestres, contabilizando um total de BRL 190,1bi
  • Setor de Tecnologia é o mais ativo do ano, com 933 transações
  • Houve um aumento de 57% no número de transações em Venture Capital
  • As empresas norte-americanas aumentaram em 93% suas aquisições no Brasil

O mercado transacional brasileiro registrou um total de 2560 transações e movimentou BRL 595,5bi em 2021, de acordo com o relatório anual do Transactional Track Record.

Esses números representam um aumento de 51% no número de transações em relação ao mesmo período de 2020. Do total das transações, 51% possuem os valores revelados e 84% das operações já estão concluídas.

No quarto trimestre, 717 fusões e aquisições foram registradas, entre anunciadas e concluídas, por um valor total de BRL 190,1bi, sendo o trimestre mais ativo desde os últimos oito trimestres, em relação ao capital mobilizado.

Operações do mercado transacional do 4Q de 2019 até 4Q de 2021
Fonte: Transactional Track Record.

O setor de Tecnologia permanece o mais ativo do ano, com um total de 933 transações, representando um aumento de 67% em relação ao mesmo período de 2020. Em segundo lugar está o setor de Financeiro e Seguros, com 469 transações. 

Ámbito Cross-Border 

Em 2021, as empresas brasileiras escolheram os Estados Unidos como seu principal destino de investimento, com 58 transações e um total de BRL 10,3bi, seguido pela Argentina com 17 operações e pelo México com 16 transações.

Os Estados Unidos e a Argentina, com 244 e 39 transações, respectivamente, são os países que mais investiram no Brasil. 

As empresas norte-americanas que adquirem empresas brasileiras registraram um aumento de 93% em comparação com o mesmo período do ano passado. Já as aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet aumentaram em 79%.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve um aumento de 8% em 2021.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Em Private Equity, foram contabilizadas 124 transações e um total de BRL 53,4bi até 31 de dezembro, registrando uma diminuição de 10% no número de operações, em comparação com o mesmo período de 2020.

No âmbito de Venture Capital, foram realizadas 740 rodadas de investimento, movimentando um capital de BRL 66,0bi, o que resulta um aumento de 57% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registradas 285 transações e um total de BRL 164,9bi em 2021, representando um crescimento de 21% no número de operações, em relação ao mesmo período do ano passado.

Transação do ano

A transação destacada pelo TTR em 2021, foi a aquisição da Evoltz Participações pela OTPP – Ontario Teachers’ Pension Plan, a qual era detida pelo Seville Fundo de Investimento, fundo da TPG Capital. O valor da transação foi de BRL 3,0bi.

A operação contou com a assessoria jurídica dos escritórios Cleary Gottlieb Steen & Hamilton US (Global); Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados; TozziniFreire Advogados; Linklaters USA; Debevoise & Plimpton; Torys US. Do lado financeiro, a transação foi assessorada pelo Banco BTG Pactual; Banco Modal; Goldman Sachs; e pela EY Brasil e KPMG Brasil, os quais realizaram due diligence.

Entrevista com Lefosse Advogados

Rodrigo Junqueira, managing partner e sócio das áreas de Societário e M&A, Mercado de Capitais e Private Equity, e Luiz Octavio Lopes, sócio da área de Societário e M&A, conversaram com o TTR para esta edição, e analisaram os setores que apresentam as maiores oportunidades para investidores internacionais no Brasil em 2022: “Os setores mais atraentes para o investidor estrangeiro no momento são aqueles que estão menos expostos ao contexto político. Nesse sentido, realizamos um número importante de transações relacionadas ao agronegócio, como resultado claro da atual alta do ciclo de commodities. Nesse cenário, continuaremos a ver muito interesse no setor de energia, especialmente nas operações relacionadas a projetos solares, linhas de transmissão e Geração Distribuída, impulsionados pela tendência da indústria 3D – Descarbonização, Descentralização e Digitalização. Além disso, observamos continuamente um grande interesse no setor de saúde, com enorme potencial de crescimento.

No entanto, podemos nos surpreender positivamente com movimentos expressivos em setores que atualmente são negociados em múltiplos fortemente descontados, seja diretamente devido à COVID-19 ou a outros fatores, como é o caso atualmente do varejo e da indústria.”

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Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica do ano de 2021 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade das empresas líderes é reportada pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lidera ao longo de 2021 o Banco Bradesco BBI, com 93 operações. Em valor, lidera o Banco BTG Pactual, contabilizando um total de BRL 157,5bi.

No que se refere ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações em 2021 lidera o escritório Bronstein Zilberberg Chueiri & Potenza Advogados, com 137 transações. Em valor, lidera o Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados contabilizando um total de BRL 147,3bi.

Dealmaker Q&A

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TTR Dealmaker Q&A with Allen & Overy Partner Ignacio Hornedo

Allen & Overy Spain

Ignacio Hornedo

Ignacio is a Corporate/M&A partner at Allen & Overy in Madrid. He has significant expertise in a wide variety of corporate work, including mergers and acquisitions, disposals, private equity deals, joint-ventures, commercial contracts and general corporate advice. He has advised listed and unlisted companies, acting for corporate purchasers, private equity bidders and financial advisors in M&A transactions, both domestic and cross-border. He has also advised a number of leading financial institutions and corporate clients in banking and finance deals. Ignacio has particular expertise in the energy and infrastructure sectors.


TTR: ¿What are your main conclusions for the M&A market in 2021?

The truth is that 2021 has been a fantastic year for M&A. The Spanish market shows significant maturity and at the same time has a lot of development potential, solid assets and excellent professionals … all this has allowed us to have a very intense year workwise and we feel confident and optimists for what is coming in 2022.

TTR: What are the most relevant drivers for consolidating the M&A market in Spain, in 2022?

As I say, the M&A market in Spain is mature. There are vectors that will be repeated in 2022, thanks to liquidity levels, debt prices and optimism and dynamism – which are maintained: we see consolidating transactions in sectors such as fibre or restaurants; We see many carve-outs to be executed in which the value of powerful assets is going to emerge; and we continue to see an unstoppable trend in the development of renewable assets, with a market that continues to digest substantial increases in the price per MW in reasonably risky assets due to the existing limited capacity.

TTR: As one of the leading M&A legal advisors in the Spanish market, how has Allen & Overy handled the crisis in terms of advising clients and what opportunities has the company identified through the current situation in the country?

During the last few months, we have focused on staying very close to our most important clients, both companies and funds, who continue to invest and rotate their portfolio. We always try to be close to them, accompanying them in the achievement of their strategic plans. Our goal is to be their trusted advisers in transactions of greater complexity because there is where we can add value.

TTR: In which sectors might international investors find the biggest opportunities in Spain in 2022? Why?

Renewables continue to attract very substantial amounts of investment, both from funds and companies, especially taking into account the transition that the latter are experiencing, in order to meet their strategic objectives. We also observe that other sectors such as technology, which has gained strength as a result of the situation we are experiencing, or food, attract investment from PEs due to their stability and predictability in times of crisis.

TTR: What will Allen & Overy main challenges be in terms of M&A deals in Spain during 2022?

We believe that 2022 is going to be a very powerful year for M&A, we see a lot of pipeline in new investment transactions, in secondary and in exits in favour of industrials. The market is very active and has a lot of liquidity, so we face the beginning of the year with optimism… and with a lot of work!   


Spanish version


Allen & Overy Spain

Ignacio Hornedo

Ignacio es socio de nuestro equipo de Corporate/M&A en Madrid. Tiene amplia experiencia en una gran variedad de operaciones mercantiles, incluyendo fusiones y adquisiciones, ventas, operaciones de capital riesgo, joint-ventures, acuerdos comerciales y asesoramiento societario general. Ha asesorado a empresas cotizadas y no cotizadas, actuando para compradores industriales, casas de capital riesgo y asesores financieros. También ha asesorado a un buen número de instituciones financieras y empresas en operaciones de financiación. Su experiencia en financiaciones incluye financiaciones de proyecto y corporativas, financiación de adquisiciones, reestructuraciones y financiación apalancada, tanto a nivel nacional como internacional. Ignacio está especializado en el sector de energía e infraestructuras.


TTR: ¿Cuáles son sus  principales conclusiones del comportamiento del mercado M&A en 2021?

La verdad es que 2021 ha sido un año fantástico para el M&A. El mercado español demuestra una madurez importante y a la vez tiene mucho potencial de desarrollo, activos sólidos y profesionales excelentes…y todo eso ha permitido tener un año intensísimo de trabajo y lleno de optimismo para lo que viene en 2022.

TTR: ¿Cuáles serán los drivers más relevantes para la consolidación del mercado M&A para España en 2022?

El mercado de M&A en España como digo es maduro. Hay vectores que van a repetirse en 2022, gracias a los niveles de liquidez, los precios de la deuda y el optimismo y dinamismo – que se mantienen: vemos operaciones de consolidación en sectores como la fibra o la restauración; vemos muchos carve-outs por ejecutar en los que va a aflorar valor de activos potentes; y seguimos viendo una tendencia imparable en el desarrollo de activos renovables, con un mercado que sigue digiriendo incrementos sustanciales del precio por MW en activos razonablemente arriesgados por la limitada capacidad que existe.

TTR: Allen & Overy, al ser uno de los líderes en asesoría legal en el mercado M&A: ¿Cómo ha manejado la crisis actual en términos de asesoramiento y qué oportunidades han encontrado a través de la coyuntura actual en España?

Durante los últimos meses, nos hemos volcado en mantenernos muy cerca de nuestros clientes más importantes, tanto compañías como fondos, que siguen invirtiendo y rotando cartera. Siempre centramos nuestros esfuerzos en estar cerca de ellos acompañándoles en la consecución de sus planes estratégicos. Nuestro objetivo es el de ser sus asesores de confianza en los asuntos de mayor complejidad porque es ahí donde podemos y sabemos aportar un valor añadido.

TTR: ¿Cuáles serían los sectores que podrían ofrecer las mayores oportunidades en España a los inversores internacionales en 2022 y por qué?

Las renovables siguen atrayendo cantidades muy sustanciales de inversión, tanto por parte de los fondos como de las compañías, sobre todo teniendo en cuenta la transición que están experimentando estas últimas, con el fin de cumplir con sus objetivos estratégicos. También observamos que otros sectores como el tecnológico, que ha cobrado fuerza como consecuencia de la situación que estamos viviendo, o el de la alimentación, atraen inversión de PEs por su estabilidad y predictibilidad en tiempos de crisis.

TTR: ¿Cuáles serán los principales desafíos para Allen & Overy en términos de transacciones de M&A en España para 2022?

Creemos que el 2022 va a ser un año muy potente para el M&A, vemos mucho pipeline en operaciones nuevas de inversión, en secundarios y en salidas a favor de industriales. El mercado está muy activo y cuenta con mucha liquidez, por lo que afrontamos el comienzo de año con optimismo…y con mucho trabajo!   

Dealmaker Q&A

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TTR Dealmaker Q&A with Lefosse Advogados Partners Luiz Octavio Lopes and Rodrigo Junqueira

Lefosse Advogados

Luiz Octavio Lopes

Luiz is a partner in the corporate and M&A area at Lefosse. He has extensive transactional experience having served as leading counsel in a large number of corporate and capital markets transactions in Brazil and abroad. Before joining Lefosse, Luiz Octavio was a managing director at the investment banking group at Banco Credit Suisse where he was head of the M&A area in Brazil.

Luiz Octavio holds a Law degree from UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) and a master’s degree in Law (LL.M) from the New York University School of Law.

Rodrigo Junqueira

Rodrigo is the managing partner and partner in the Corporate and M&A, Capital Markets and Private Equity areas at Lefosse. He has extensive experience in capital markets operations including equity and debt, advising both issuers and coordinators. Rodrigo has used his knowledge of listed companies and regulations to develop a broad and successful practice covering M&A and private equity.

Rodrigo graduated in Law from PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) and in Administration from FGV-SP (Fundação Getulio Vargas). He has international experience as an associate at Davis, Polk & Wardwell in New York.


TTR: How would you describe the current situation of the players in the transactional market in Brazil with the current political and economic situation?, What will Lefosse main challenges be in terms of M&A deals in Brazil during 2022? 

Uncertainties relating to Brazilian political and economic conditions could be at the core of an M&A buyer’s risk analysis in 2022. In the wake of the pandemic, a major worry is a general downward spiral in the economy, associated with the depreciation of our local currency (ie Real), inflation and high interest rates, that jointly continue to delay company projects and household consumption. We believe that as the electoral scenario becomes clearer and the government demonstrates control of public accounts, such risks will be seen as overcome.

Moreover, COVID-19 is still a major challenge to be overcome. Since the outbreak of the pandemic, many prospective buyers have postponed their purchases until the COVID-19 uncertainties are over. Nevertheless, as the recent uptick in deals has shown, the pandemic’s uncertainties are no longer a showstopper to M&A activity.

TTR: Which three sectors present the greatest opportunities for international investors in in Brazil 2022, and why?

We believe that the most attractive sectors for foreign investors at the moment are those that are least exposed to the political cycle. In this sense, we are already working on an important number of transactions related to the agribusiness sector, as a clear result of the current high in the commodities cicle. Likewise, we believe that we will continue to see a lot of interest in the energy sector, especially in operations related to solar projects, transmission lines and DG, driven by the 3D industry trend –Decarbonization, Decentralization and Digitization. Additionally, we continuously see a lot of interest in the healthcare sector, resulting from the sector’s tremendous growth potential.

Nevertheless, we may be positively surprised by expressive movements in sectors that are currently traded on heavily discounted multiples, whether directly due to COVID-19 or other factors, as is currently the case of the retail and the industrial sectors.

TTR: What will be the main drivers for consolidation in technology sector in 2022?

In our view, that M&A operations in the technology sector in Brazil will be driven by 3 main factors: capitalized companies, operational and commercial synergies and digital transformation.

  1. Capitalized companies. Many industry leading companies have recently concluded their IPOs in B3. The increase in the representation of companies in the technology sector at B3 has been quite expressive: it went from 4 companies at the beginning of 2020 to 17 at the end of 2021. Additionally, there are also Brazilian companies that recently concluded their IPOs in other countries. Such companies aim to expand, often not only in the local market, but also in the international market, and present the acquisition of competing or complementary companies as one of the main destinations of the funds raised.
  2. Operational and commercial synergies. This movement involves the formation of large holding companies with already consolidated companies seeking synergies, increased margins and cross-selling, serving the same company with a more complete portfolio of services and solutions.
  3. Digital transformation. Finally, we have several companies from traditional sectors of the economy that must undergo digital transformations to maintain their business and that, through such acquisitions, seek speed-up such process or even to reposition their product, brand, or even the way of providing the service offered.

TTR: How do you evaluate the Brazilian capital markets in 2021? What factors could coincide for companies to once again perceive an attractive window to go public?

Brazilian capital markets had a record year in 2021. Companies from the most diverse sectors went public and investors of the most diverse profiles recognized the Stock Exchange as a vehicle for diversifying their investment portfolios. We are very enthusiastic and excited about 2022. We believe that the maturation trend of the Brazilian capital market will be maintained, and as uncertainties associated with the presidential election dissipate over the course of the year, a large number of companies will access the market to capture resources to sustain their growth.

TTR: What does the dissemination of digital investment platforms imply for access to the capital market in Brazil in the short and medium term?

In 2020 and 2021 we saw a large number of investors, mainly individuals, investing for the first time in the Stock Exchange due to the increasing reach of the digital platforms. We believe that in this year of 2022 and in the years to come, we will not only face an acceleration in the use of these platforms to access investments on the Stock Exchange — bringing greater strength and ease of access to the Brazilian capital market –, but also the opening of a new cycle, in which a new range of products, until recently restricted to large institutional investors, will be offered to all. Investors will have more direct access to the so-called “alternative investments” – such as judicial, energy and agricultural assets, to cryptoactive assets, as well as greater ease in trading fixed-income securities – which could foster and boost the long-awaited liquidity in the Brazilian secondary fixed-income market.

TTR: What will be the main regulatory and tax challenges for the M&A market in 2022?

We do not anticipate major regulatory or tax challenges this year in Brazil. Due to the upcoming elections, we believe in a trend towards stability until the political scenario is defined.


Portuguese version


Lefosse Advogados

Luiz Octavio Lopes

Luiz é sócio da área de Societário e M&A do Lefosse. Possui ampla experiência transacional, tendo atuado como leading counsel em grande número de operações societárias e de mercado de capitais no Brasil e no exterior. Antes de ingressar no Lefosse, atuou como managing director no grupo de investimentos do Banco Credit Suisse, onde foi head da área de M&A no Brasil.

Graduou-se em direito pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e recebeu o título de mestre em direito (LL.M) pela New York University School of Law.

Rodrigo Junqueira

Rodrigo é managing partner e sócio das áreas de Societário e M&A, Mercado de Capitais e Private Equity do Lefosse. Possui ampla experiência em operações no mercado de capitais, incluindo equity e dívida, assessorando tanto emissores quanto coordenadores. Tem usado seu conhecimento em empresas listadas e regulamentação para desenvolver uma ampla e bem-sucedida prática cobrindo M&A e private equity.

Graduou-se em Direito pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e em Administração pela FGV-SP (Fundação Getulio Vargas). Possui experiência internacional como advogado associado no escritório Davis, Polk & Wardwell em Nova Iorque.


TTR: Como você descreveria a situação atual dos players do mercado transacional no Brasil com a atual conjuntura política e econômica? Quais serão os principais desafios da Lefosse em termos de fusões e aquisições no Brasil ao longo de 2022?

Incertezas relacionadas às condições políticas e econômicas brasileiras podem estar no cerne de uma análise de risco para transações de M&A em 2022, mas à medida que o cenário eleitoral fique mais claro e o governo demonstre controle das contas públicas, os riscos serão vistos como superados.

Na esteira da pandemia, uma grande preocupação é a espiral descendente na economia, associada à desvalorização do real, inflação e juros altos, que em conjunto continuam atrasando os projetos das empresas e reduzindo o consumo das famílias. A COVID-19 ainda é um grande desafio a ser vencido. Desde o início da pandemia, muitos compradores em potencial adiaram seus planos até que as incertezas decorrentes terminassem. No entanto, como o recente aumento nos negócios mostrou, as incertezas da pandemia não são mais um obstáculo para a atividade de M&A.

TTR: Quais são os três setores que apresentam as maiores oportunidades para investidores internacionais no Brasil em 2022, e por quê?

Os setores mais atraentes para o investidor estrangeiro no momento são aqueles que estão menos expostos ao contexto político. Nesse sentido, realizamos um número importante de transações relacionadas ao agronegócio, como resultado claro da atual alta do ciclo de commodities. Nesse cenário, continuaremos a ver muito interesse no setor de energia, especialmente nas operações relacionadas a projetos solares, linhas de transmissão e Geração Distribuída, impulsionados pela tendência da indústria 3D – Descarbonização, Descentralização e Digitalização. Além disso, observamos continuamente um grande interesse no setor de saúde, com enorme potencial de crescimento.

No entanto, podemos nos surpreender positivamente com movimentos expressivos em setores que atualmente são negociados em múltiplos fortemente descontados, seja diretamente devido à COVID-19 ou a outros fatores, como é o caso atualmente do varejo e da indústria.

TTR: Quais serão os principais fatores para a consolidação do setor de Tecnologia em 2022?

As operações de M&A no setor de tecnologia no Brasil serão impulsionadas por 3 fatores principais: empresas capitalizadas, sinergias operacionais e comerciais, e transformação digital. Muitas empresas capitalizadas líderes do setor concluíram recentemente seus IPOs na B3. O aumento da representatividade de empresas do setor de tecnologia na B3 tem sido bastante expressivo: passou de 4 empresas no início de 2020 para 17 no final de 2021. Além disso, há também empresas brasileiras que concluíram recentemente seus IPOs em outras países. Elas querem expandir, muitas vezes não apenas no mercado local, mas também no mercado internacional, e apresentar a aquisição de empresas concorrentes ou complementares como um dos principais destinos dos recursos captados.

Nos movimentos operacionais e comerciais há a formação de grandes holdings com empresas já consolidadas buscando sinergias, aumento de margens e cross-selling, atendendo a mesma empresa com um portfólio mais completo de serviços e soluções.

Por fim, temos várias empresas de setores tradicionais da economia que devem passar por transformações digitais para manter seus negócios e que, por meio dessas aquisições, buscam agilizar esse processo ou mesmo reposicionar seu produto, marca, ou mesmo a forma de fornecimento dos serviços oferecidos.

TTR: Como você avalia o mercado de capitais brasileiro em 2021? Que fatores podem coincidir para que as empresas voltem a perceber uma janela atraente para abrir o capital?

O mercado de capitais brasileiro teve um ano recorde em 2021. Empresas dos mais diversos setores abriram capital e investidores dos mais variados perfis reconheceram a Bolsa de Valores como um veículo de diversificação de suas carteiras de investimentos. A tendência de amadurecimento do mercado de capitais brasileiro possivelmente se manterá em 2022 e à medida que as incertezas associadas à eleição presidencial se dissiparem ao longo do ano, muitas empresas acessarão o mercado para captar recursos e sustentar seu crescimento.

TTR: O que significa a disseminação das plataformas digitais de investimento para o acesso ao mercado de capitais no Brasil no curto e médio prazos?

Em 2020 e 2021, vimos um grande número de investidores, principalmente pessoas físicas, pela primeira vez na Bolsa de Valores devido ao crescente alcance das plataformas digitais. Em 2022 e nos próximos, não veremos apenas uma aceleração no uso dessas plataformas para os investimentos em Bolsa – trazendo mais solidez e facilidade de acesso ao mercado de capitais brasileiro -, mas também a abertura de um novo ciclo, no qual uma gama de produtos, até recentemente restrita a grandes investidores institucionais, será oferecida a todos. Os investidores terão acesso mais direto aos chamados “investimentos alternativos” – como ativos judiciais, energéticos e agrícolas, aos criptoativos, além de mais facilidade na negociação de títulos de renda fixa – o que poderá fomentar e impulsionar a tão esperada liquidez no mercado secundário de renda fixa brasileiro.

TTR: Quais serão os principais desafios regulatórios e tributários para o mercado de M&A em 2022?

Não estimamos grandes desafios regulatórios ou fiscais neste ano. Com a proximidade das eleições, há tendência de estabilidade até que o cenário político seja definido.

Informe mensual sobre el mercado transaccional mexicano – Noviembre 2021

Mercado transaccional mexicano registra aumento del 26% hasta noviembre de 2021, según informe de TTR

  • En noviembre se han registrado 22 transacciones en el país por USD 287,07m
  • Empresas de EE.UU. adquiriendo empresas mexicanas han aumentado un 75% en 2021
  • Adquisiciones extranjeras en los sectores de tecnología y Internet han registrado un alza del 51% en 2021
  • Fondos extranjeros de Private Equity y Venture Capital invirtiendo en compañías mexicanas han aumentado un 67%

El mercado de M&A en México ha contabilizado en noviembre de 2021 un total de 22 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 287,07m, de acuerdo con el informe mensual de Transactional Track Record.

Por su parte, en los once meses del año se han producido un total de 344 transacciones, de las cuales 182 registran un importe conjunto de USD 16.920m, lo que implica un aumento del 26,47% en el número de transacciones y un alza del 58,95% en el importe de estas, con respecto al mismo período de 2020.

En términos sectoriales, el sector Tecnología, ha sido el más activo del año, con 97 transacciones y un crecimiento del 73% con respecto a noviembre de 2020, seguido por el sector Financiero y de Seguros, con un total de 93 transacciones y un crecimiento del 75% con relación al mismo periodo de 2020.

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado cross-border, a lo largo de 2021 las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en Estados Unidos, Chile y España, con 24, 16 y 14 transacciones, respectivamente. Por importe destaca Estados Unidos, con USD 2.185,10m.

Por otro lado, Estados Unidos, es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en México, con 117 operaciones, seguido de Reino Unido con 17 transacciones. Por importe, se destaca Estados Unidos, con USD 4.302,53m.

Por su parte, las empresas estadounidenses que adquieren empresas mexicanas han aumentado en un 74,63% hasta el mes de noviembre, con respecto al mismo periodo de 2020, mientras que las adquisiciones extranjeras en los sectores de tecnología y Internet han registrado un aumento del 50,98% con respecto a noviembre de 2020.

En cuanto los fondos extranjeros de Private Equity y Venture Capital invirtiendo en empresas mexicanas han registrado un aumento interanual del 66,67% hasta noviembre de 2021.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

Hasta noviembre de 2021 se han contabilizado un total de 21 operaciones de Private Equity por
USD 825m, lo cual supone un aumento del 31,25% en el número de operaciones y una disminución del 21,74% en el importe de éstas, con respecto al mismo periodo del año anterior.

Por su parte, en el segmento de Venture Capital se han contabilizado hasta noviembre un total de 146 operaciones con un importe agregado de USD 4.272m, lo que implica un aumento del 57,70% en el número de operaciones y un aumento del 297,12% en el importe de las mismas en términos interanuales.

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta el mes de noviembre se han registrado 46 operaciones, por un valor de USD 5.827m, lo cual representa una disminución del 11,54% en el número de operaciones, y un aumento del 200,46% en el importe de estas, con respecto a noviembre de 2020.

Transacción Destacada

Para noviembre de 2021, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la relacionada con América Móvil, la cual ha concretado la venta de Tracfone.

La operación, con un importe de USD 3.626m, ha estado asesorada por la parte legal por Jones Day; Von Wobeser y Sierra; Debevoise & Plimpton y por Cleary Gottlieb Steen & Hamilton US.

Ranking de Asesores Legales

En el ranking TTR de asesores jurídicos, por número de operaciones, lidera en el transcurso de 2021 Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con 33 transacciones. Y por capital movilizado, lidera Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes con USD 7.172,51m.