Informe mensual sobre el mercado transaccional latinoamericano – Enero 2026





Mercado M&A de América Latina registra una disminución del 47% en enero de 2026, según informe de TTR Data y Datasite

  • En enero se han registrado 134 transacciones y un importe de USD 3.727mn enero se han registrado 185 transacciones de M&A, valoradas en EUR 7.948m
  • Transacciones de Private Equity disminuyen un 41% en el transcurso de 2026
  • México, Brasil y Perú, únicos países que registran aumentos en el importe del mercado M&A 
  • Deal del mes: Heineken adquiere el negocio de bebidas y retail de proximidad de FIFCO en Centroamérica

El mercado transaccional de América Latina ha registrado hasta enero un total de 134 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 3.727m, según el más reciente informe de TTR Data y Datasite. 

Estas cifras implican un descenso del 47% en el número de transacciones y una disminución del 2% en su importe, con respecto a enero de 2025.   

Ranking de Transacciones por Países

Según datos registrados hasta el mes de enero, por número de transacciones, Brasil lidera el ranking de países más activos de la región con 69 transacciones (con un descenso del 53%) y con un aumento del 57% en el capital movilizado (USD 1.556m) lo cual convierte al país, junto con México y Perú como los únicos con resultados positivos en importe. Le sigue en el listado Chile con 28 transacciones (con un descenso del 32%) y una disminución del 63% de su importe (USD 277m), con respecto a enero de 2025.

Por su parte, Argentina sube en el ranking, con 20 transacciones (un descenso del 9%) y con una disminución del 7% en el capital movilizado (USD 174m). Le sigue México en el ranking y registra 17 transacciones (un descenso del 15%) y un aumento del 75% en el capital movilizado (USD 986m), en términos interanuales.

Entretanto, Colombia desciende en el ranking y presenta 9 transacciones (disminución de un 61%) y registra una caída del 17% en su capital movilizado (USD 1.127m). En último lugar, Perú disminuye su actividad y registra 9 transacciones (un descenso del 44%), con un aumento del 28% en su importe (USD 92m). 

Ámbito Cross-Border 

En el ámbito cross-border, se destaca en enero el apetito inversor de las compañías latinoamericanas en el exterior, especialmente en Europa y Norteamérica, donde se han llevado a cabo 7 y 3 transacciones, respectivamente. Por su parte, las compañías que más han realizado transacciones estratégicas en América Latina proceden de Europa y Norteamérica, con 23 y 14 deals, respectivamente.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions 

En enero de 2026, se han contabilizado un total de 7 transacciones de Private Equity por
USD 19m, lo cual supone una tendencia a la baja en el número de transacciones (-42%) y un descenso del 67% en su capital movilizado, con respecto al mismo periodo del año anterior. 

Por su parte, el segmento de Venture Capital ha contabilizado en enero un total de 12 transacciones con un importe agregado de USD 119m, lo que implica una variación negativa del 74% en el número de transacciones y un descenso del 44% en su importe, en términos interanuales.

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta enero se han registrado 36 transacciones, por un valor de USD 1.526m, lo cual representa un descenso del 3% en el número de transacciones y un aumento del 251% en su importe, con respecto al mismo periodo de 2025.

Transacción del mes 

Para enero de 2026, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la relacionada con
Heineken, cervecería con sede en Amsterdam, Países Bajos, la cual ha completado la adquisición del negocio de bebidas y retail de proximidad de la costarricense Florida Ice & Farm (FIFCO) en Centroamérica y México por USD 3.200m.

La transacción ha contado con el asesoramiento jurídico de Consortium Legal Costa Rica; Davis Polk; Heineken; BLP Legal; Latham & Watkins y Florida Ice & Farm (FIFCO). Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por UBS London.

Ranking de Asesores Financieros y Jurídicos

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico en enero de 2026 de transacciones de M&A, Private Equity, Venture Capital y Mercado de Capitales en América Latina, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por su importe.

Relatório mensal sobre o mercado transacional português – Janeiro 2026




Fusões e Aquisições movimentam EUR 409m em 2026

  • Número de transações regista queda de 44% em comparação a 2025
  • Setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo no período, com cinco transações

Em janeiro de 2026, o mercado transacional português viu a concretização de 33 operações, totalizando EUR 409m. Destas, 27% revelaram seus valores, conforme aponta o mais recente relatório do TTR Data.

Estes números representam uma queda de 44% no número de transações em comparação com o mesmo período de 2025, tal como uma diminuição de 8%  no capital mobilizado.

Em termos setoriais, o setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo em 2026, com cinco transações.




Operações do mercado transacional de janeiro de 2025 a janeiro de 2026
Fonte: TTR Data.
 


Âmbito Cross-Border

No âmbito Cross-Border, quanto à número de transações, a Espanha e a Itália, foram os países que mais investiram em Portugal no período, contabilizando duas transações, cada. 

As empresas portuguesas escolheram a Espanha e a Alemanha como principal destino de investimento, com duas transações, cada.

As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet caíram em 50% em comparação ao mesmo período de 2025. 

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Em janeiro de 2026, foram contabilizadas sete transações de Private Equity, representando uma queda de 22% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2025.

Em Venture Capital, foram realizadas cinco rodadas de investimentos e um total de EUR 47m, representando uma diminuição de 44% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas sete transações com um valor de EUR 50m, representando um crescimento de 105% no capital mobilizado.

Transação do trimestre

A transação destacada pelo TTR Data em janeiro de 2026, foi a conclusão da venda da Banco Comercial do Atlântico pela Caixa Geral de Depósitos. O valor da transação é de EUR 82m.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei portuguesa do escritório Abreu Advogados. A Caixa BI realizou a assessoria financeira.

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica em janeiro de 2026 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total. 

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e em valor lideram ao longo de 2026 os escritórios Abreu Advogados e SRS Legal com uma operação e EUR 15m. 

No que se refere ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lidera o Forvis Mazars Grou com uma operação. 

Relatório mensal sobre o mercado transacional brasileiro – Janeiro 2026




Fusões e Aquisições movimentam BRL 8,3bi em janeiro de 2026

  • Estados Unidos é o país que mais investiu no Brasil, com quatro aquisições
  • Capital mobilizado registra crescimento de 40% no período

O cenário transacional brasileiro foi objeto de análise no relatório mensal do TTR Data, que revelou 69 transações movimentando um total de BRL 8,3bi em janeiro de 2026.

Esses números representam uma queda de 53% no número de transações em relação ao mesmo período de 2025, no entanto o houve um aumento no capital mobilizado em 40%. Do total das transações, 41% possuem os valores revelados e 70% das operações já estão concluídas.

O setor de Real Estatew é o mais ativo com 15 transações, seguido pelo setor de Internet, Sofware & IT Services, com 12 transações.



Operações do mercado transacional de janeiro de 2025 a janeiro de 2026
Fonte: TTR Data.


Âmbito Cross-Border

Empresas brasileiras voltaram-se principalmente para o Chile, realizando três transações.

Por outro lado, os Estados Unidos lideram os investimentos no Brasil, com quatro operações.

Empresas norte-americanas que adquirem negócios brasileiros registraram uma diminuição de 66%, as aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet diminuíram em 58%.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve uma queda de 25% em 2026.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

No segmento de Private Equity, houve três transações.
Em Venture Capital, sete rodadas de investimento movimentaram BRL 361m.
O segmento de Asset Acquisitions registrou 22 transações e BRL 7,5bi em janeiro.

Transação do mês

A transação destacada pelo TTR Data em janeiro de 2026 foi a conclusão da fusão da Petz e da Cobasi. O valor da transação é de aproximadamente BRL 3,2bi.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei brasileira dos escritórios Lefosse; e Pinheiro Neto Advogados. O Banco Itaú BBA e Morgan Stanley realizaram a assessoria financeira.

Entrevista com Lefosse

Marcelo Tourinho, sócio da prática de Mercado de Capitais e Societário do Lefosse, conversou com o TTR para esta edição e analisou quais setores foram mais ativos em 2025: “Do ponto de vista jurídico e estratégico, os setores mais ativos em 2025 foram infraestrutura e energia, tecnologia e serviços digitais, serviços financeiros, mineração e segmentos específicos da indústria. O dinamismo nesses setores esteve associado, sobretudo, à combinação entre oportunidades de consolidação e movimentos de desalavancagem.

Em energia e infraestrutura, destacaram-se operações envolvendo ativos operacionais com contratos de longo prazo, segmento que também tem atraído fundos soberanos e conglomerados estratégicos com foco em segurança energética, logística e transição energética. Nos setores de tecnologia e serviços financeiros prevaleceram teses ligadas a eficiência operacional e ganho de escala.”

Para entrevista completa, clique aqui

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica em janeiro de 2026 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações e por valor lideram em 2026 o DD3 Capital Partners e Ankura totalizando BRL 1,3bi.

No que se refere ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e em valor lidera o escritório Demarest, com uma operação e contabilizando um total de BRL 1,3bi.

Dealmaker Q&A

TTR Dealmaker Q&A com
Marcelo Tourinho, sócio da prática de Mercado de Capitais e Societário e M&A do Lefosse


Marcelo Tourinho

Lefosse



TTR: Como o Lefosse avalia o mercado de M&A no Brasil em 2025? Quais foram os principais vetores ao longo do ano?

Em 2025, o mercado brasileiro de M&A apresentou sinais de retomada, ainda de forma bem seletiva, em um contexto ainda marcado por incertezas macroeconômicas, custo de capital elevado e maior cautela por parte dos investidores. O número de operações seguiu abaixo dos patamares observados em ciclos anteriores, embora setores específicos tenham mantido um volume razoável de operações.

Observou-se, também, um aumento de operações envolvendo ativos estressados (special situations), com estruturas complexas e envolvendo amplos processos de reorganização de capital.

Os fundos de private equity mantiveram uma atuação discreta, com leve recuperação, e as transações cross-border voltaram a ganhar espaço, impulsionadas por janelas específicas de oportunidade e por um interesse renovado de investidores estrangeiros, com um aumento do interesse de players asiáticos por ativos brasileiros.

TTR: Do ponto de vista jurídico e estratégico, quais setores foram mais ativos em 2025?

Do ponto de vista jurídico e estratégico, os setores mais ativos em 2025 foram infraestrutura e energia, tecnologia e serviços digitais, serviços financeiros, mineração e segmentos específicos da indústria. O dinamismo nesses setores esteve associado, sobretudo, à combinação entre oportunidades de consolidação e movimentos de desalavancagem.

Em energia e infraestrutura, destacaram-se operações envolvendo ativos operacionais com contratos de longo prazo, segmento que também tem atraído fundos soberanos e conglomerados estratégicos com foco em segurança energética, logística e transição energética. Nos setores de tecnologia e serviços financeiros prevaleceram teses ligadas a eficiência operacional e ganho de escala.

TTR: Quais desafios estruturais e regulatórios devem ganhar relevância em 2026?

Para 2026, temas de compliance e governança devem ganhar relevância adicional, em um contexto de maior escrutínio e sensibilidade a riscos reputacionais, sobretudo em transações envolvendo investidores estrangeiros.

Além disso, a implementação da reforma tributária tende a ganhar relevância, com impactos diretos na precificação e nos mecanismos de ajuste das operações de M&A, exigindo maior planejamento jurídico e tributário diante das regras de transição e incertezas interpretativas.

Por fim, o calendário eleitoral tende a impor cronogramas mais apertados, levando investidores e companhias a antecipar decisões estratégicas.

TTR: Como a disciplina de capital tem alterado a dinâmica entre compradores e vendedores?

Em um cenário de maior disciplina de capital, observa-se uma correção das expectativas nos valuations, com um deslocamento do foco para critérios mais concretos, como geração de caixa e sinergias efetivamente realizáveis. Verifica-se, também, maior cautela na adoção de earn-outs excessivamente longos ou agressivos, diante da experiência recente do mercado com conflitos na apuração de métricas e do histórico de casos com contencioso pós-transação.

A assimetria entre empresas bem capitalizadas e companhias fragilizadas tem atraído fundos especializados em turnaround e distressed assets, frequentemente por meio de estruturas societárias mais complexas, que envolvem instrumentos híbridos, aportes condicionados e mecanismos como bônus de subscrição, opções e ajustes de participação como formas de garantia.

Adicionalmente, a definição de parâmetros para eventos materiais adversos tornou-se mais complexa em um contexto de elevada incerteza global, marcado por mudanças abruptas de políticas monetárias, fiscais e regulatórias, tensões geopolíticas e choques setoriais.

TTR: Olhando para 2026, quais tendências devem moldar o mercado brasileiro de M&A?

Para 2026, deve permanecer elevado o interesse em setores resilientes, como infraestrutura, energia, mineração e logística, além de tecnologia associada a ativos físicos, como data centers. A expectativa é de continuidade de operações de carve-out e reorganizações societárias, à medida que grupos empresariais revisitam seus portfólios e avançam em agendas de desalavancagem.

A implementação da reforma tributária tende também a exercer influência sobre o mercado de M&A em 2026, seja ao reorganizar cadeias produtivas e estruturas societárias, seja ao antecipar decisões estratégicas diante de incertezas quanto à carga fiscal efetiva e à transição para o novo sistema.


English version


Marcelo Tourinho

Lefosse


TTR: How does Lefosse assess the Brazilian M&A market in 2025? What were the main drivers throughout the year?

In 2025, the Brazilian M&A market showed signs of recovery, albeit in a highly selective manner, within a context still marked by macroeconomic uncertainty, high cost of capital, and increased investor caution. The number of transactions remained below the levels seen in previous cycles, although specific sectors maintained a reasonable level of activity.

There was also an increase in transactions involving stressed assets (special situations), featuring complex structures and extensive capital reorganization processes.

Private equity funds maintained a restrained presence, with a slight recovery, while cross-border transactions regained momentum, driven by specific windows of opportunity and renewed interest from foreign investors, including growing interest from Asian players in Brazilian assets.

TTR: From a legal and strategic perspective, which sectors were most active in 2025?

From a legal and strategic standpoint, the most active sectors in 2025 were infrastructure and energy, technology and digital services, financial services, mining, and specific industrial segments. The dynamism in these sectors was primarily driven by a combination of consolidation opportunities and deleveraging initiatives.

In energy and infrastructure, transactions involving operational assets with long-term contracts stood out—segments that have also attracted sovereign funds and strategic conglomerates focused on energy security, logistics, and the energy transition. In the technology and financial services sectors, investment theses centered on operational efficiency and scale gains prevailed.

TTR: Which structural and regulatory challenges are expected to gain relevance in 2026?

Looking ahead to 2026, compliance and governance issues are expected to gain additional relevance, amid increased scrutiny and heightened sensitivity to reputational risks, particularly in transactions involving foreign investors.

In addition, the implementation of Brazil’s tax reform is likely to become increasingly relevant, with direct impacts on pricing and M&A adjustment mechanisms. This will require more robust legal and tax planning in light of transitional rules and interpretative uncertainties.

Finally, the electoral calendar is expected to impose tighter timelines, prompting investors and companies to anticipate strategic decisions.

TTR: How has capital discipline changed the dynamics between buyers and sellers?

In a scenario of heightened capital discipline, valuation expectations have been adjusted, with a shift in focus toward more tangible criteria such as cash flow generation and realistically achievable synergies. There has also been greater caution regarding the use of excessively long or aggressive earn-outs, given recent market experience with disputes over metric calculations and post-transaction litigation.

The asymmetry between well-capitalized companies and financially distressed businesses has attracted funds specialized in turnarounds and distressed assets, often through more complex corporate structures involving hybrid instruments, conditional capital injections, and mechanisms such as subscription warrants, options, and equity adjustment features as forms of protection.

Additionally, defining material adverse change (MAC) parameters has become more complex amid heightened global uncertainty, marked by abrupt shifts in monetary, fiscal, and regulatory policies, geopolitical tensions, and sector-specific shocks.

TTR: Looking ahead to 2026, which trends are expected to shape the Brazilian M&A market?

In 2026, strong interest is expected to persist in resilient sectors such as infrastructure, energy, mining, and logistics, as well as technology linked to physical assets, including data centers. The market is likely to see continued carve-out transactions and corporate reorganizations, as business groups reassess their portfolios and advance deleveraging strategies.

The implementation of tax reform is also expected to influence the Brazilian M&A market in 2026, whether by reshaping production chains and corporate structures or by accelerating strategic decisions in response to uncertainties surrounding the effective tax burden and the transition to the new tax system.

Informe anual sobre el mercado transaccional colombiano – 2025



Mercado M&A colombiano registra descenso del 7% en el 2025, según informe de TTR Data

  • En el 2025, se han registrado en el país 288 transacciones por USD 10.039m
  • El sector de Software Especializado por Industria es el más destacado de 2025, con 35 deals
  • Transacción destacada: Banco Davivienda completa adquisición de operaciones de Scotiabank en Colombia, Costa Rica y Panamá
  • Entrevista de TTR Data a Pedro da Costa, líder de M&A de Aon Latinoamérica

El mercado transaccional colombiano ha registrado en el 2025 un total de 288 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 10.039m, según el informe anual de TTR Data. Estas cifras suponen un descenso del 7% en el número de transacciones y del 18% en su valor, con respecto al 2024.

En términos sectoriales, el de Software Especializado por Industria es el más activo del año, con un total de 35 transacciones y un descenso del 10%, seguido por el sector de Banca e Inversión, con 26 deals y un descenso del 43%.

Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado cross-border, las empresas colombianas han apostado principalmente por invertir en México, con 12 transacciones. 

Por otro lado, Estados Unidos es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en Colombia, con 61 transacciones, y Canadá es el país que ha registrado mayor capital movilizado en Colombia, con USD 1.858m. 

Private Equity y Venture Capital

En el 2025, se han contabilizado un total de 19 transacciones de Private Equity, de las cuales 4 tienen un importe no confidencial agregado de USD 613m. Esto supone un descenso del 42% en el número de deals y un aumento del 159% en su valor, en términos interanuales.

Por su parte, el mercado de Venture Capital ha registrado un total de 44 transacciones, de las cuales 34 tienen un importe no confidencial agregado de USD 452m, lo cual supone un descenso del 29% en el número de deals y del 4% en su valor, con respecto al 2024.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado un total de 62 transacciones, de las cuales 18 tienen un valor no confidencial de USD 563m, lo cual implica un aumento del 72% en el número de transacciones y un descenso del 5% en su valor, en términos interanuales.

Transacción Destacada

Para el 2025, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada del año la adquisición por Banco Davivienda, entidad financiera del Grupo Bolívar, de las operaciones de Scotiabank en Colombia, Costa Rica y Panamá.

La transacción, valorada en aproximadamente USD 1.000m, ha contado con el asesoramiento jurídico de Posse Herrera Ruiz; Morgan & Morgan; BLP Legal; Latham & Watkins; Philippi Prietocarrizosa Ferrero DU & Uría Colombia; Alemán, Cordero, Galindo & Lee – Alcogal; Osler, Hoskin and Harcourt; y Torys.

Ranking de Asesores Jurídicos y Financieros

En el ranking TTR Data de asesores jurídicos, por valor, lidera Martínez Quintero Mendoza González Laguado & De La Rosa, con USD 3.952m y, por número de transacciones, Brigard Urrutia, con 37 deals.

En el ranking de asesores financieros, por valor, lidera en el 2025 Bank of America, con USD 1.535m; y, por número de transacciones, Banco Santander, con 4. 

Dealmaker Q&A con Aon

TTR Data ha entrevistado en exclusiva a Pedro da Costa, M&A and Transaction Solutions – LatAm Director de Aon, para conocer las perspectivas del mercado de Fusiones y Adquisiciones en el mercado colombiano y Latinoamericano en 2026: “Colombia tuvo un 2025 con actividad constante, con una presencia relevante en acuerdos transfronterizos, pero con un inversor más sensible a los riesgos regulatorios y al ruido político. El mercado funcionó, pero con mayor exigencia de estructura y claridad sobre fundamentos. Para 2026, el punto central es que el país entra en un entorno donde el riesgo político y la agenda pueden afectar la confianza y los plazos de decisión, lo que significa más selectividad y enfoque en la ejecución. Los sectores con demanda estructural y caja resiliente tienden a mantenerse, pero el inversor insistirá en la gobernanza, el cumplimiento y la mitigación de riesgos fiscales y contingentes”.

Para conocer toda la entrevista, ingrese aquí.