Informe trimestral sobre el mercado transaccional ibérico – 1Q26



Capital movilizado en el mercado de M&A en España aumenta un 64% en el primer trimestre de 2026, según TTR Data

  • En 2026 se han registrado 688 transacciones de M&A por un importe de EUR 36.219m
  • El sector Inmobiliario ha registrado el mayor número de transacciones en 2026, con 151 deals
  • Las inversiones de fondos extranjeros de private equity y venture capital en empresas españolas han disminuido un 17% respecto al mismo periodo de 2025

El mercado transaccional español registra en el primer trimestre de 2026 un total de 688 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 36.219m, según el informe trimestral de TTR Data.

Estas cifras suponen un descenso del 18% en el número de transacciones y un aumento del 64% en su importe, con respecto al mismo periodo de 2025.

En términos sectoriales, el Inmobiliario es el más destacado del año, con un total de 151 transacciones, aunque ha registrado un descenso del 16% con respecto al primer trimestre de 2025; seguido por el sector de Internet, Software y Servicios IT, con 69 transacciones y un descenso interanual del 13%; y el sector de Soporte Empresarial y Profesional, que registra 54 transacciones y un aumento del 2% con respecto al primer trimestre de 2025.

Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado Cross-Border, en el transcurso del año, las empresas españolas han elegido como principales destinos de sus inversiones a Estados Unidos, Reino Unido y Portugal con 15, 15 y 11 transacciones, respectivamente. En términos de importe, Estados Unidos es el país en el que España ha realizado un mayor desembolso, con un importe agregado de aproximadamente EUR 10.774m.

Por otro lado, Francia (42), Reino Unido (33) y Estados Unidos (31) son los países que mayor número de inversiones han realizado en España en el transcurso del año. Por importe, destaca Estados Unidos, con un importe agregado de aproximadamente
EUR 6.259m.

Private Equity y Venture Capital

En 2026, se han contabilizado un total de 84 transacciones de Private Equity, de las cuales 17 tienen un importe no confidencial agregado de EUR 9.657m. Esto supone un descenso del 14% en el número de transacciones y un alza del 15% en su importe, con respecto al mismo periodo del año anterior.

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 132 transacciones, de las cuales 106 tienen un importe no confidencial agregado de EUR 1.218m. En este caso, ha existido una disminución interanual del 18% en el número de transacciones y un descenso del 11% en el capital movilizado.

 

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado en el año 195 transacciones con un importe de EUR 3.090m, lo cual implica un descenso del 16% en el número de transacciones y un aumento del 83% en su importe, con respecto al primer trimestre de 2025.

Transacción del Trimestre

Para el primer trimestre de 2026, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada
la adquisición del 57% de Club Deportivo Atlético de Madrid por EUR 1.425m por parte de Apollo Sports Capital, empresa estadounidense dedicada a la inversión en todo el ecosistema deportivo, controlada por Apollo Global Managment.

La transacción ha contado con el asesoramiento financiero de Rothschild Spain, PwC y Banco Santander. En cuanto a la asesoría jurídica, el deal ha contado con el asesoramiento de A&O Shearman, Ecija, Pérez-Llorca, Linklaters, Uría Menéndez y PwC Tax & Legal.

En cuanto a Due Dilligence, la transacción ha sido asesorada por PwC y Ecija. En Comunicación, la transacción ha sido asesorada por Harmon.

Ranking de Asesores Jurídicos y Financieros

El ranking TTR Data de asesores financieros en el mercado de M&A de 2026 por importe lo lidera Banco Santander con EUR 16.781m y, por número de transacciones, lo lideran Banco Santander y Arcano Partners, con 5 deals cada uno.

En cuanto al ranking de asesores jurídicos del mercado de M&A de 2026 por importe, lideran Uría Menéndez España, Garrigues España y Linklaters Spain, con EUR 18.779m, EUR 7.740m, y EUR 7.387m, respectivamente.

Por número de transacciones, Cuatrecasas España, Uría Menéndez España y Garrigues España, se sitúan en los primeros tres puestos, con 40, 23 y 23 deals asesorados, respectivamente.

Relatório trimestral sobre o mercado transacional português- 1Q26

O valor transacionado no mercado de Venture Capital em Portugal aumenta 95% no primeiro trimestre de 2026, segundo a TTR Data

  • Número de transações regista queda de 31% em comparação a 2025
  • Setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo no período, com 17 transações

No primeiro trimestre de 2026, o mercado transacional português viu a concretização de 109 operações, totalizando EUR 989m. Destas, 26% revelaram seus valores, conforme aponta o mais recente relatório do TTR Data.

Estes números representam uma queda de 31% no número de transações em comparação com o mesmo período de 2025, tal como uma diminuição de 26%  no capital mobilizado.

Em termos setoriais, o setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo em 2026, com 17 transações.



Âmbito Cross-Border

No âmbito Cross-Border, quanto à número de transações, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal no período, contabilizando 11 transações.

As empresas portuguesas escolheram a Espanha e o Reino Unido como principal destino de investimento, com 14 e cinco transações, respetivamente.

As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet caíram em 20% em comparação ao mesmo período de 2025.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Em 2026, foram contabilizadas 17 transações de Private Equity, representando uma queda de 19% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2025.

Em Venture Capital, foram realizadas 18 rodadas de investimentos e um total de EUR 284m, representando um crescimento de 95% no total investido.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 26 transações com um valor de EUR 369m, representando uma queda de 29% no volume de operações.

Transação do trimestre

A transação destacada pelo TTR Data no primeiro trimestre de 2026, foi a conclusão da aquisição da Secil pela Cementos Molins. O valor da transação é de aproximadamente EUR 1.08bi.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei portuguesa dos escritórios Deloitte Legal; Uría Menéndez Portugal; Uría Menéndez España; e Linklaters Portugal. A Deloitte realizou a due diligence financeira e a KPMG a assessoria financeira.

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até março de 2026 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e em valor lidera ao longo de 2026 o escritório VdA – Vieira de Almeida com seis operações e EUR 70m.

No que se refere ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lideram ALBIA IMAP, Arcano Partners, BBVA, DFK Portugal, Forvis Mazars Group, Matoaka Tribo e Oaklins Portugal com uma operação, cada.

Relatório trimestral sobre o mercado transacional brasileiro – 1Q26


O capital mobilizado no mercado de M&A do Brasil cresce 92% no primeiro trimestre de 2026, segundo a TTR Data

  • Estados Unidos é o país que mais investiu no Brasil, com 29 aquisições
  • Capital mobilizado registra crescimento de 92% no período
  • Fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital aumentam em 28% os investimentos em empresas brasileiras

O cenário transacional brasileiro foi objeto de análise no relatório trimestral do TTR Data, que revelou 256 transações movimentando um total de BRL 92,4bi em 2026.

Esses números representam uma queda de 43% no número de transações em relação ao mesmo período de 2025, no entanto o houve um aumento no capital mobilizado em 92%. Do total das transações, 46% possuem os valores revelados e 73% das operações já estão concluídas.

O setor de Real Estate é o mais ativo com 48 transações, seguido pelo setor de Internet, Sofware & IT Services, com 39 transações.

Operações do mercado transacional de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026
Fonte: TTR Data.


Âmbito Cross-Border

Empresas brasileiras voltaram-se principalmente para o Chile e Argentina, realizando três transações, cada.

Por outro lado, os Estados Unidos lideram os investimentos no Brasil, com 29 operações.

Empresas norte-americanas que adquirem negócios brasileiros registraram uma diminuição de 21%.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve um aumento de 28% em 2026.


Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

No segmento de Private Equity, houve 17 transações totalizando BRL 16,3bi, com uma queda de 26% no volume de operações. 

Em Venture Capital, 41 rodadas de investimento movimentaram BRL 1,4bi, representando uma queda de 58% no volume de operações. 

O segmento de Asset Acquisitions registrou 73 transações e BRL 14,3bi, refletindo um crescimento de 62% no total investido.  

Transação do trimestre

A transação destacada pelo TTR Data no primeiro trimestre de 2026 foi a conclusão da aquisição da Linx pela TOTVS. O valor da transação é de BRL 3,05bi.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei brasileira dos escritórios BMA Advogados; e Trindade Advogados Associados. O Banco Itaú BBA e BTG Pactual realizaram a assessoria financeira.

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até março de 2026 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lidera em 2026 o Banco Itaú BBA com sete operações. Em valor, lidera o Banco Bradesco BBI com um total de BRL 32,9bi. 

No que se refere ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e em valor lidera o escritório Mattos Filho, com 18 operações e contabilizando um total de BRL 38,2bi.

Dealmaker Q&A

TTR Dealmaker Q&A con Pedro da Costa, especialista en M&A y Transaction Solutions en Aon


Pedro Costa


Aon Latinoamérica



TTR: El aumento de las tensiones entre Estados Unidos e Irán ha vuelto a situar el riesgo geopolítico en el centro de los mercados globales, con posibles implicaciones en energía, inflación y estabilidad financiera. ¿Cómo pueden trasladarse este tipo de shocks geopolíticos al mercado de M&A en América Latina? ¿Cree que los inversores están incorporando este tipo de riesgos de forma más estructural en sus decisiones de inversión?

En general, estos shocks llegan al M&A latinoamericano a través del costo de capital, de la tasa de cambio, y de la confianza. Cuando la tensión geopolítica presiona el petróleo, la logística y la inflación, el inversor reprecia todo el riesgo, extiende la due diligence y se vuelve más selectivo al asignar capital. En América Latina, eso impacta sobre todo a sectores intensivos en energía, importaciones o deuda. Pero la región también puede capturar valor en energía, minería y cadenas estratégicas, porque el inversor global busca diversificar suministro.

Lo que el mercado revela es que estos riesgos ya se están incorporando de forma más estructural, dejando de ser un tema coyuntural para formar parte del modelo, de los contratos y de la gobernanza de los deals. Nuestra práctica de Transaction Solutions en Aon se vuelve clave, ya que hoy cerrar una operación exige convertir incertidumbre en riesgo medible, asignable y, principalmente, asegurable.

TTR: Tras varios años marcados por el ajuste monetario global y la volatilidad macroeconómica, el mercado de M&A ha mostrado señales de reactivación en distintos mercados. Desde su perspectiva, ¿qué balance hace del comportamiento del mercado transaccional en América Latina en lo que va de 2026? ¿Observa un cambio estructural en el apetito inversor o todavía predomina un entorno de prudencia?

Veo 2026 como un año de reactivación, pero con selectividad. El mercado muestra una disminución en volumen de transacciones en Latinoamerica, aunque con un aumento del movilizado, lo que indica menos operaciones, pero de mayor tamaño, más estratégicas y disciplinadas. Eso encaja con el contexto macro de crecimiento regional moderado, con mejora de las condiciones financieras y con una volatilidad externa exigiendo prudencia. Así, estamos en un ciclo de apetito restrictivo, con inversores dispuestos a ejecutar, siempre que haya claridad sobre la tesis, el precio, la gobernanza y la protección de riesgos. En otras palabras, sí hay recuperación, pero una recuperación más criteriosa que expansiva.

TTR: En ciclos de mayor incertidumbre, la gestión del riesgo se vuelve un factor determinante para cerrar operaciones. ¿Hasta qué punto herramientas como los seguros de representaciones y garantías u otras soluciones de mitigación de riesgo están influyendo hoy en la capacidad de los inversores para ejecutar transacciones?

Desde mi análisis, lo que detecto es un cambio estructural, no solamente coyuntural. A lo largo de las últimas décadas, crisis como la subprime, grandes desastres ambientales o eventos cibernéticos relevantes, dejaron claro que el riesgo ya no es un tema periférico, pero que tiene la capacidad de destruir valor, generar pasivos millonarios, interrumpir operaciones, comprometer tesis de inversiones, entre otras consecuencias. Por eso herramientas de mitigación, análisis y transferencia de riesgos pasaron a formar parte de la estrategia de inversión, de la due diligence y de la negociación contractual. Hoy ayudan a los inversores a poner mejor precio a la incertidumbre, proteger el downside y destrabar operaciones en entornos más complejos.

En ese contexto, las capacidades de Aon en M&A and Transaction Solutions también evolucionaron. Actuamos como trusted advisor, con análisis de riesgo cada vez más profundos, utilizando la tecnología y datos a favor de una estructuración tailor-made, apoyando a nuestros clientes a transformar riesgo en oportunidad y a tomar mejores decisiones con claridad y confianza. Entonces, cuando hablamos de seguros de Representaciones y Garantía (Reps & Warranties Insurance), Tax, Contigent, Ambiental, Cyber, etc, hablamos además de protección, de ejecución, gobernanza y estrategia. Y así, el riesgo pasó a ser una variable central de inversión.

TTR: Desde una perspectiva sectorial, algunos segmentos han demostrado mayor resiliencia en los últimos años, como energía, infraestructuras, tecnología o salud. ¿Qué sectores cree que concentrarán mayor actividad transaccional en América Latina en los próximos trimestres y qué factores están impulsando ese interés inversor?

Veo cuatro sectores con mayor probabilidad de concentrar actividad: energía, infraestructura, minerales críticos y activos vinculados a la digitalización. Energía e infraestructura siguen fuertes porque la seguridad energética volvió al centro de la agenda y la región necesita inversión en generación, respaldo, transmisión y logística. Minería y minerales críticos ganan protagonismo por la demanda estructural de cobre, litio y tierras raras asociada a la electrificación, los data centers y la IA. Y lo digital sigue siendo muy atractivo también por el avance de los data centers y la conectividad. Salud continúa siendo defensivo, pero hoy el gran imán de capital me parece estar más vinculado a la transición energética, la infraestructura y los activos estratégicos para las cadenas globales.

TTR: Brasil y México continúan siendo los mercados más profundos de la región, pero otros países han empezado a atraer capital internacional en determinados sectores. ¿Qué geografías de América Latina cree que pueden ganar protagonismo en el flujo de operaciones en el corto y medio plazo?

Brasil y México siguen siendo los pilares naturales por escala y profundidad, sin embargo veo espacio para un mayor protagonismo de Argentina, Chile y Perú. Argentina empieza a entrar más en el radar a medida que avanza una agenda promercado y aparecen proyectos relevantes en minería e infraestructura. Chile y Perú tienden a ganar atención por su exposición al cobre, al litio y a otros minerales estratégicos, algo totalmente alineado con la demanda global asociada a la transición energética y la tecnología. México sigue siendo muy relevante por el nearshoring e infraestructura, aunque con una ejecución todavía desigual. Por eso, en el corto y mediano plazo, esperaría una región todavía liderada por Brasil y México, pero con los países andinos y Argentina capturando más flujo sectorial y operaciones estratégicas.

TTR: Mirando hacia adelante, el mercado global sigue enfrentando variables relevantes como la evolución de los tipos de interés, la inflación o la estabilidad política en distintas economías. ¿Qué factores considera que serán determinantes para consolidar la recuperación del mercado de M&A en América Latina en los próximos años?

Para consolidar la recuperación del M&A en América Latina, destacaría cinco factores: caída sostenida del costo de capital, inflación bajo control, previsibilidad regulatoria, un mínimo de estabilidad política y capacidad de ejecución. El inversor puede convivir con riesgo; lo que no tolera bien es la incertidumbre sin precio y sin solución contractual. Si la región combina mejores condiciones financieras con agendas creíbles de inversión, como ya se observa en infraestructura, energía e integración comercial, el flujo puede ganar consistencia. El acuerdo Mercosur-Unión Europea también refuerza ese telón de fondo al dar más visibilidad de largo plazo a las cadenas productivas y al comercio. Pero para que esa recuperación se convierta en ciclo, será indispensable estructurar bien el riesgo del deal desde el inicio.

Ahí es donde la asesoría, la due diligence y las soluciones de transferencia de riesgo pasan a ocupar un lugar central.


Relatório mensal sobre o mercado transacional português – fevereiro 2026




Fusões e Aquisições movimentam EUR 606m em 2026, 66%, segundo relatório da TTR Data.

  • Número de transações regista queda de 29% em comparação a 2025
  • Setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo no período, com 13 transações

Até fevereiro de 2026, o mercado transacional português viu a concretização de 73 operações, totalizando EUR 606m. Destas, 23% revelaram seus valores, conforme aponta o mais recente relatório do TTR Data.

Estes números representam uma queda de 29% no número de transações em comparação com o mesmo período de 2025, tal como uma diminuição de 3%  no capital mobilizado.

Em termos setoriais, o setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo em 2026, com 13 transações.

Em fevereiro, 29 fusões e aquisições foram registadas, entre anunciadas e concluídas, e um valor total de EUR 162,28m.




Operações do mercado transacional de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026
Fonte: TTR Data.
 


Âmbito Cross-Border

No âmbito Cross-Border, quanto à número de transações, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal no período, contabilizando cinco transações.

As empresas portuguesas escolheram a Espanha e o Reino Unido como principal destino de investimento, com nove e quatro transações, respectivamente.

As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet caíram em 25% em comparação ao mesmo período de 2025.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até fevereiro de 2026, foram contabilizadas 11 transações de Private Equity, representando uma queda de 26% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2025.

Em Venture Capital, foram realizadas 10 rodadas de investimentos e um total de EUR 133m, representando um crescimento de 19% no total investido.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 17 transações com um valor de EUR 159m, representando um crescimento de 38% no capital mobilizado.

Transação do trimestre

A transação destacada pelo TTR Data em fevereiro de 2026, foi a aquisição da P&R Têxteis pela Sogepoc. O valor da transação não foi divulgado.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei portuguesa do escritório CS’Associados. A EY realizou a due diligence financeira.

Ranking de consultores financeiros e jurídicoss

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até fevereiro de 2026 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e em valor lidera ao longo de 2026 o escritório VdA – Vieira de Almeidacom cinco operações e EUR 70m.

No que se refere ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lideram Forvis Mazars Grou e BBVA com uma operação, cada.