Dealmaker Q&A

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TTR DealMaker Q&A with Demarest Advogados Partner José Setti Diaz


José Setti DiazDemarest Advogados

Partner of the Demarest’s Mergers and Acquisitions and International and Customs Trade areas, José Setti Diaz holds a master’s degree in Law from USP’s Faculty of Law. Among his main clients are the Harvard University fund, the Private Equity fund Vinci Partners and important domestic and multinational companies operating in the agribusiness, auto parts, forestry, paper and pulp, chemical and retail sectors. José Diaz is also the Chief Financial Officer of CESA, a member of the International Chamber of Commerce (ICC), a member of the Board of Directors of Britcham and a member of the panel of Brazilian panelists for the WTO.


TTR: In 4Q20, M&A volume in Brazil returned to levels not seen since before the restrictions imposed in March 2020  but deal volume has decreased again in the first two months of 2021. What’s your outlook for the M&A market in 2021 given these swings?

J.S.D.: 2021 looks very promising for the M&A market, still drawing heavily on consolidations and spin-offs in sectors affected by the pandemic and the rapid rise of technology companies and other sectors that are at an advantage due to the new work format. The first two months of 2021 were marked by the advancement of the second wave of COVID-19 in Brazil which, together with hiccups in the global political and economic environment, were responsible for the downward trend, but certainly this behavior should not be expected to remain as such – particularly in light of the equities market.

TTR: Foreign acquisitions of technology and Internet companies in Brazil have increased 240% in 2021. What will be the main drivers of consolidation in these segments over the course of the year?

J.S.D.: We expect that the most susceptible markets are in line with global trends, including fintechs, edtechs, collaboration platforms, healthtechs, robotic delivery and 5G-relate  (smart cities, etc.).

TTR: What does the dissemination of fintech platforms imply for access to the capital market in Brazil in the short and medium term?

J.S.D.: The fintech sector in Brazil is booming, with exponential growth in the number of users resulting in pushes for the implementation of new policies by regulators, such as open banking. This outlook is borne out by the fact that fintech business models have been consistently incorporated by large financial institutions, with large banks investing in digitization to become more competitive.

The increase and facilitation of access generated by fintechs, added to the prospect of maintaining low interest rates for the economy, has drawn a wide variety of individuals to the stock exchange in Brazil and this movement can be seen in a macro scope. In the short and medium term, we can expect that this trend will continue and that the demonstration of stability by many of these platforms will bring more resources to the variable income profile.

TTR: What would be another two sectors that could offer the greatest opportunities in Brazil for international investors in 2021 and why?

J.S.D.: Health, agribusiness, infrastructure and logistics will be the sectors that should project the best level of opportunities in Brazil for 2021. Consultancies and specialized companies are already predicting that it will be in these sectors where the greatest number of job openings will occur in 2021.

The pandemic presented urgent needs in these 3 areas mentioned. Business professionals and entrepreneurs needed swiftly to enter the digital transformation with an urgent adaptation to the new work system and heavy investments in logistics and customer relations. Against this backdrop, 2021 will be a year of many opportunities for mergers and acquisitions of companies in Brazil, both for domestic and foreign companies in these sectors.

One of the reasons for such a forecast can be the favorable interest rate; the increase in investments on the Stock Exchange is stimulating the process of going public (IPOs), providing greater ease of funding and liquidity for the purchase of companies, in order to increase the competitive advantage of the business and eliminate, in some cases, competitors. Another reason for this is the current exchange rate, added to the low prices of Brazilian companies that seek to survive the crisis – making the acquisition opportunities of these targets even more attractive and cheap for foreign investment.

TTR: What will be the main challenges for Demarest Advogados in its M&A advisory work in Brazil in 2021?

J.S.D.: 2020 was a year full of challenges and learning in M&A operations as a result of the Covid-19 pandemic. The ultimate goal of companies was to survive. During the pandemic, several M&A operations remained suspended, resuming gradually from the second half of the year, both as a solution for some companies to maintain their operations, as well as for other well capitalized companies to take advantage of the acquisition opportunities and low prices, expanding their lines of business and increasing their market shares.

The learning curves in M&A projects at the firm during this pandemic have enabled us to overcome many challenges and find innovative solutions, even incorporating some as part of our “new normal”. An example of this is remote closing without any physical presence in M&A operations.

Thinking to 2021 and continuing to envisage a Selic rate at the level of 2% per year, such scenario will allow many companies to obtain good financing conditions, either due to the favorable interest rate or due to the ease in raising funds and liquidity that the market is offering. In this context, it is our understanding at Demarest that the challenges will be associated mainly with large-scale operations resulting from privatizations, from the consolidation of the market in companies that are already listed on the stock exchange and have a high level of governance, in addition to the great legal, tax and regulatory challenges that our market already faces. To name a few: (i) expectations of political reforms favorable to the business environment, (ii) democratic consolidation, among others.


Portuguese version


José Setti DiazDemarest Advogados

Sócio das áreas de Fusões e Aquisições e Comércio Internacional e Aduaneiro do Demarest, José Setti Diaz é mestre em Direito pela Faculdade de Direito da USP. Dentre seus principais clientes estão o fundo da Universidade de Harvard, o fundo de Private Equity Vinci Partners e importantes empresas nacionais e multinacionais com atuação nos setores de agronegócios, autopeças, florestal, papel e celulose, químico e varejo. José Diaz também é Diretor Financeiro Administrativo do CESA, membro do International Chamber of Commerce – Commission on Trade and Investment Policy (ICC), membro do Conselho de Administração da Britcham e faz parte da lista de painelistas brasileiros para a OMC.


TTR: No 4T20, o número de operações de M&A no Brasil ultrapassou os valores trimestrais anteriores às restrições impostas em março de 2020, mas a tendência diminuiu nos primeiros dois meses de 2021. Que perspectiva poderíamos ter para 2021 com isso comportamento?

J.S.D.: O ano de 2021 parece muito promissor para o mercado de M&A, ainda se valendo fortemente de consolidações e spin-offs em setores afetados pela pandemia e a rápida ascensão de empresas de tecnologia e outros setores privilegiados pelo novo formato de trabalho. Os primeiros dois meses de 2021 foram marcados pelo avanço da segunda onda de COVID19 no Brasil, o que juntamente com soluços na conjuntura política e econômica global, foram responsáveis pela tendência reduzida, mas certamente esse comportamento não deve se manter – inclusive á luz do mercado de equities.

TTR: As aquisições por compradores estrangeiros de empresas de tecnologia e Internet no Brasil aumentaram 240% em 2021. Quais serão os principais vetores de consolidação desses segmentos ao longo do ano?

J.S.D.: Esperamos que os mercados mais suscetiveis estejam em linha com tendências globais, entre eles fintechs, edtechs, collaboration platforms, healthtechs, robotic delivery and 5G related (smart cities, etc.).

TTR: O que significa a disseminação das plataformas fintech para o acesso ao mercado de ações no Brasil no curto e médio prazo?

J.S.D.: O setor de fintechs no Brasil está extremamente aquecido, com crescimento exponencial no número de usuários sendo responsável inclusive por empurrar a implementação de novas políticas pelos reguladores, como por exemplo o open banking. Essa visão é corroborada pelo fato de modelos de negócios das fintechs virem sido incorporados de forma contumaz por instituições financeiras de grande porte, com bancos grandes investindo na digitalização para se tornarem mais competitivos.

O incremento e facilitação de acesso gerado pelas fintechs, somada a perspectiva de manutenção de juros reduzidos para economia, trouxe diversos indivíduos pessoas físicas para a bolsa de valores no Brasil e esse movimento pode ser percebido de forma macro. No curto e médio prazo, podemos esperar que essa tendência permaneça e que a demonstração de estabilidade por muitas dessas plataformas traga mais recursos para o perfil de renda variável.

TTR: Quais seriam os outros dois setores que poderiam oferecer as maiores oportunidades no Brasil para investidores internacionais em 2021 e por quê?

J.S.D.: Saúde, agronegócio, infraestrutura e logística serão os setores que devem projetar o melhor nível de oportunidades no Brasil para 2021. As empresas de consultoria e especializadas já estão prevendo que serão nestes setores onde serão abertas a maior quantidade de vagas de trabalho em 2021. 

A pandemia apresentou necessidades urgentes em estas 3 áreas mencionadas. Empresários e empreendedores precisaram ingressar rapidamente na transformação digital com uma adaptação urgente no novo sistema de trabalho e com investimentos pesados em logística e relacionamento com o cliente.  Nesse contexto, 2021 será um ano de muitas oportunidades para fusões e aquisições de empresas no Brasil, tanto para as nacionais quanto para as estrangeiras neste setores. 

Uma das razões, pode ser a taxa de juros favorável, o aumento de investimentos na Bolsa de Valores está estimulando o processo de abertura de capital (IPOs), proporcionando maior facilidade de captação e liquidez para compra de empresas, a fim de aumentar a vantagem competitiva de negócio e eliminar, em alguns casos, concorrentes. Outra razão disso, a atual taxa de câmbio, somada aos preços baixos de empresas brasileiras que buscam por sobrevivência ao longo da crise, torna as oportunidades de aquisição desses alvos ainda mais atraentes e baratas para o investimento estrangeiro.

TTR: Quais serão os principais desafios da operação de M&A no Brasil durante 2021 para o Demarest Advogados?

J.S.D.: O ano de 2020 foi um ano cheio de desafios e aprendizados nas operações de M&A por causa da pandemia da covid-19. O objetivo maior das empresas era sobreviver. Durante a Pandemia, várias operações de M&A permaneceram suspensas, sendo retomadas aos poucos a partir do segundo semestre, tanto como solução para algumas empresas conseguirem manter suas operações, quanto para outras, bem capitalizadas, aproveitarem as oportunidades de aquisição e preços baixos, expandindo suas linhas de negócios e aumentando suas fatias de mercado.

Os aprendizados em projetos de M&A no escritório durante esta pandemia nos permitiu superar muitos desafios e encontrar soluções inovadoras, mesmo incorporando alguns como parte do nosso “novo normal”. Exemplo disso poderíamos mencionar closing a distância sem presença física nenhuma em operações de M&A. 

Pensando em 2021 e continuando a vislumbrar uma taxa Selic no patamar de 2% ao ano, permitirá que muitas empresas consigam boas condições de financiamento, seja pela taxa de juros favorável ou pela facilidade na captação e liquidez que o mercado está oferecendo. Nesse contexto, entendemos no Demarest que os desafios estarão associados principalmente com operações de grande porte decorrentes de privatizações, da consolidação do mercado em empresas que já cotizam em bolsa e possuem um alto grão de governança além dos grandes desafios legais, tributários e regulatórios que o nosso mercado já presenta, para citar alguns: (i) expectativa de reformas políticas favoráveis ao ambiente de negócios, (ii) democracia consolidada, entre outras.

Informe Mensal Brasil – Fevereiro 2021

Fusões e Aquisições apresentam redução de 18% no primeiro bimestre 

Os Estados Unidos aumentam o volume de aquisições em 133% 

Fundos de Venture Capital investem BRL 5,8bi  no primeiro bimestre 


O mercado transacional brasileiro registrou no primeiro bimestre 170 operações e um valor total de BRL 64,9bi, segundo o relatório mensal do TTR. Isto representa um aumento de 183% do valor movimentado e uma redução de 18% no número de transações, em relação ao mesmo período de 2020. 

Por sua vez, no mês de fevereiro se registraram 95 transações de fusões e aquisições entre anunciadas e concluídas, e um valor total de BRL 20,9bi. Neste caso, houve uma redução de 17% no número de transações e um aumento de 56% no valor movimentado em relação ao mês de fevereiro de 2020.  

  

O setor mais ativo neste período é o de Tecnologia com 68 transações. Seguido pelo setor Financeiro e de Seguros com 32 operações e em terceiro lugar, o setor de Saúde e Higiene com 16 transações. 

Âmbito Cross-Border 

Os Estados Unidos aumentaram suas aquisições no Brasil em 133% em relação ao primeiro bimestre de 2020. Fundos de Private Equity e Venture Capital estrangeiros também incrementaram seus investimentos no Brasil em 25%. Em relação aos investimentos no setor de Tecnologia e Internet no Brasil, empresas estrangeiras  estiveram envolvidas em 17 transações, houve uma variação de 113% anual. 

Neste período, Estados Unidos foi o país que mais adquiriu empresas no Brasil, tendo participado em 28 operações. Em relação a atuação brasileira no exterior, Estados Unidos também foi o destino favorito na hora de realizar investimentos, com três transações até o fim de fevereiro.

Venture Capital 

Os fundos de Venture Capital movimentaram um total de BRL 5,8bi nestes dois primeiros meses de 2021, aumento de 240% em relação ao mesmo período de 2020. Foram 67 transações, representando um crescimento anual de 24%. O setor que mais atraiu investimentos foi o de Tecnologia com 42 transações, aumento de 20% na comparação anual. Em segundo lugar, o setor de Financeiro e Seguros com 13 transações. O terceiro colocado foi o de Saúde e Higiene, com 10 transações, crescimento de 100% na comparação anual. 

Transação do mês 

A transação destacada pelo TTR no mês de fevereiro foi a conclusão da venda de 50% de participação na BSBIOS por parte da Petrobras, através da sua subsidiária Petrobras Biocombustível, para RP Participações em Biocombustíveis. A operação do setor de energia movimentou BRL 322m.  

A transação contou com a assessoria em lei brasileira dos escritórios BMA – Barbosa Müssnich Aragão e Veirano Advogados. O assessor financeiro foi o Banco Itaú BBA.

Ranking de assessores Jurídicos e Financeiros

O informe publica os rankings de assessores financeiros e jurídicos em 2020 en M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercado de Capitais, onde se informa a atividade das firmas destacadas pelo número de transações e  pelo valor total das mesmas.

Informe Mensual España – Febrero 2021

El mercado transaccional español registra 313 operaciones hasta febrero de 2021

En febrero se han registrado 156 deals y un capital movilizado de EUR 9.553m 

El sector Inmobiliario es el más activo del año, con 63 transacciones  

En el año se registran 18 operaciones de Private Equity y 73 de Venture Capital


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El mercado transaccional español ha registrado hasta el mes de febrero un total de 313 transacciones con un importe agregado de EUR 26.172m, según el informe mensual de TTR en colaboración con Datasite

Estas cifras suponen una disminución del 29,66% en el número de transacciones con respecto al mismo periodo de 2020, así como un aumento del 225% en el capital movilizado. 

En términos sectoriales, el sector Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 63 transacciones, seguido por el de Tecnología, con 55. 

Por su parte, en el mes de febrero se han registrado 156 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 9.553,01m.

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, hasta febrero de 2020 las empresas españolas han elegido como principal destino de inversión a Estados Unidos, con 9 transacciones. 

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Por otro lado, Reino Unido y Estados Unidos, con 20 y 19 operaciones, respectivamente, son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 8.038,33m. 

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

Hasta febrero se ha contabilizado un total de 18 transacciones de Private Equity por EUR 782m, lo cual supone un descenso del 48,57% en el número de operaciones y del 38,88% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo del año anterior.  

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 73 transacciones con un importe agregado de EUR 470m, lo que implica un descenso del 3,95% en el número de operaciones y un aumento del 226,57% en el importe de las mismas, en términos interanuales.  

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta febrero se han registrado 93 transacciones por un valor de EUR 3.051m, lo cual representa una disminución del 31,11% en el número de operaciones, y un aumento del 53,13% en el importe de éstas, en términos interanuales. 

Transacción del mes

En febrero de 2021, TTR ha seleccionado como transacción destacada la adquisición de un 17% de Idealista por parte de Apax Partners

La operación, que ha registrado un importe de aproximadamente EUR 250m, ha estado asesorada por la parte legal por Allen & Overy Spain y por Uría Menéndez España. 

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

Dealmaker Q&A

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TTR DealMaker Q&A with Araoz & Rueda Partner Guillermo Bueno


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Guillermo BuenoAraoz & Rueda

Guillermo Bueno, Araoz & Rueda partner since 2021, joined our corporate department in 2013 after four years in the M&A department of Uría Menéndez.
Guillermo has experience in general commercial advice to national and foreign companies. He specializes in all types of transactions involving the sale of shares, participations, investments and divestments, as well as public offerings for acquisition, joint ventures, corporate restructuring and sale of assets, advising industrial clients and venture capital entities, both on behalf of the buyer and the seller.
He also advises regularly companies from multiple sectors (financial, health, telecommunications, internet, real estate, transport, etc.) in corporate and corporate governance matters, acting, in many cases, as secretary to the board of directors.


TTR: In 4Q20, M&A volume returned to ‘prepandemic’ levels, with a total of 639 deals. How do you interpret this upward trend compared to 2Q20 and 3Q20? What can we expect in terms of transaction volume in 2021?

G. B.: This is a very positive trend. I think during the second and third quarter of 2020 the Spanish economy was knocked out by the impact of the COVID pandemic. This put on hold many M&A transactions, which were reactivated during the last quarter. 

In addition to the above corrective effect, M&A transactions have also been reactivated because currently there is a lot of liquidity in the market and interest rates are very low, making it relatively easy to obtain financing to carry out transactions. 

On the other hand, the very positive number of deals in the last quarter shows that Spanish companies are very attractive to invest in. They have a lot of potential, good management teams and the capacity for growth and internationalization. 

As for 2021, we will see how Brexit settles in and how the pandemic evolves. I hope that the vaccines take effect and that during the second half of the year COVID can stabilize without serious outbreaks. In any case, I believe that the M&A market will continue to grow in Spain because, as I said, we have good foundations for it. Liquidity will continue to be available and interest rates will remain low. 

TTR: What is the current situation where corporate restructurings in Spain are concerned, and what are the prospects for the coming months?

G. B.: The companies are studying the impact that a prolonged effect of COVID may have on consumption habits and needs of their clients, as well as on the Spanish market. I believe that, as a result of the above, companies will have to restructure themselves in order to adapt to the changes that may occur in the market (investing more in technology or the management of employees due to the gradual increase of teleworking). 

We are currently immersed in this process where many corporate restructurings are taking place in order to make their businesses even more efficient and adapt to a new reality that takes into account the long-term impact of COVID. 

TTR: Foreign venture capital and private equity investment in Spanish companies fell 18% in 2020 after four years of growth. What level of VC and PE investment can be expected in 2021?

G. B.: I believe that the decrease in these investments has basically been caused by the COVID pandemic. During the first three quarters, foreign investors decided to stop investing to see how the Spanish economy would evolve. 

However, I believe that this trend will be corrected and foreign investment will return to growth during 2021, especially in certain sectors such as energy, technology and health. We now have greater visibility on the COVID pandemic, investors have liquidity and interest rates are low. All this, together with the fact that the prices of Spanish companies are very reasonable, will increase foreign investment in our country. 

TTR: Spain registered a 3.48% increase in the number of venture capital deals, as well as a 256.76% increase in aggregate value of these transactions. What factors brought about this growth and how will this trend impact the demand for advisory services in 1H21?

G. B.: I believe that the increase in private equity transactions is mainly due to three factors: firstly, Spanish companies are very attractive because of their capacity to expand and how well managed they are by their management teams. After the 2008 crisis, our companies became more professional and are now much more efficient. 

Secondly, as mentioned before, private equity funds have a lot of liquidity to invest and interest rates are very low. 

Finally, because of the COVID pandemic and the Spanish socioeconomic situation, Spanish companies are very attractively priced, which will provide great returns in the future. 

TTR: The real estate sector continues to lead the M&A market in Spain: What will be the main drivers of consolidation in this sector this year?

G. B.: The real estate sectors that are expected to see the most activity in 2021 will be: (i) logistics, due to the sustained growth of internet sales; (ii) hotel and hospitality in general, due to the expected reactivation of tourism activity throughout the year and the likely adjustments that will occur with respect to previous sales prices; and (iii) within the commercial sector, retail parks, which will also benefit from the eventual increase in activity. 

TTR: What will be the main challenges for Araoz & Rueda in its M&A advisory work in Spain in 2021?

G. B.: At Araoz & Rueda we are optimistic about M&A transactions in 2021. 

Our main challenge is to continue to maintain our specialization and leadership in the M&A market, accompanying our clients in the most relevant transactions in the country, always remaining faithful to our style: hard work and full dedication to provide quality advice at competitive prices.


Spanish version


Guillermo BuenoAraoz & Rueda

Guillermo Bueno, es socio de Araoz & Rueda desde 2021 y se incorporó a al departamento mercantil en 2013 tras cuatro años en el departamento de M&A de Uría Menéndez.
Guillermo tiene experiencia en el asesoramiento mercantil general a empresas nacionales y extranjeras. Está especializado en todo tipo de operaciones de compraventa de acciones, participaciones, inversiones y desinversiones, así como ofertas públicas de adquisición, joint ventures, reestructuraciones societarias y compraventa de activos, asesorando a clientes industriales y a entidades de capital riesgo, tanto desde el lado comprador como vendedor.

Asimismo, asesora recurrentemente a empresas de múltiples sectores (financiero, salud, telecomunicaciones, internet, inmobiliario, transporte, etc.) en materia societaria y de gobierno corporativo, y, en muchos casos, actúa como secretario del consejo de administración. Es Máster de Asesoría Jurídica de Empresas por el Instituto de Empresa (2009) y Licenciado en Derecho por la Universidad Pompeu Fabra (2007).


TTR: En el cuarto trimestre de 2020 el número de transacciones de M&A ha vuelto a los valores ‘prepandemia’, con un total de 639 deals. ¿Cómo interpreta esta tendencia al alza con respecto al segundo y tercer trimestre del año?, ¿qué perspectiva podríamos tener para 2021? 

G. B.: Es una tendencia muy positiva. Creo que durante el segundo y tercer trimestre del 2020 la economía española estuvo noqueada por el impacto de la pandemia del COVID. Ello provocó la paralización de muchas operaciones de M&A que luego se reactivaron durante el último trimestre. 

Además del efecto corrector anterior, las operaciones de M&A también se han reactivado porque actualmente existe mucha liquidez en el mercado y los tipos de interés están muy bajos, por lo que es relativamente sencillo obtener financiación para acometer las transacciones. 

Por otro lado, el dato tan positivo del número de deals durante el último trimestre demuestra que las compañías españolas son muy atractivas para invertir. Tienen mucho potencial, buenos equipos directivos y capacidad de crecimiento e internacionalización. 

Respecto al 2021, veremos cómo se asienta el Brexit y cómo evoluciona la pandemia. Espero que las vacunas hagan su efecto y durante el segundo semestre pueda estabilizarse el COVID sin que se produzcan rebrotes graves. En cualquier caso, creo que el mercado de M&A seguirá creciendo en España porque, como ya he dicho, tenemos buenas bases para ello. Se continuará contando con liquidez y los tipos se mantendrán bajos. 

TTR: En cuanto a reestructuraciones societarias, ¿cuál es la situación actual y cuáles son las perspectivas para los próximos meses en España? 

G. B.: Las compañías están estudiando el impacto que puede tener un efecto prolongado del COVID en los hábitos de consumo y necesidades de sus clientes, así como en el tejido empresarial español. Creo que, como resultado de lo anterior, las compañías deberán reestructurarse para dar respuesta a los cambios que puedan producirse en el mercado (invertir más en tecnología o la gestión de sus trabajadores por la incorporación paulatina del teletrabajo). 

Actualmente estamos inmersos en ese proceso donde se están produciendo muchas reestructuraciones societarias para hacer más eficientes aún sus negocios y adaptarse a una nueva realidad que tenga en cuenta el impacto del COVID a largo plazo. 

TTR: La inversión de fondos de capital riesgo y capital privado extranjeros en empresas españolas ha registrado una disminución del 18%, luego de cuatro años de crecimiento, ¿Que tendencia podría prevalecer en 2021 en estos segmentos? 

G. B.: Creo que la disminución de estas inversiones ha sido provocada básicamente por la pandemia del COVID. Durante los tres primeros trimestres, los inversores extranjeros decidieron paralizar sus inversiones para ver cómo evolucionaba la economía española. 

No obstante, creo que esta tendencia se corregirá y la inversión extranjera volverá a crecer durante el año 2021, sobre todo en determinados sectores como la energía, la tecnología y la salud. Actualmente tenemos mayor visibilidad sobre la pandemia del COVID, los inversores cuentan con liquidez y los tipos de interés están bajos. Todo ello, sumado a que los precios de las compañías españolas son muy razonables, incrementará la inversión extranjera en nuestro país. 

TTR: España ha registrado un aumento del 3,48% en el número de operaciones de capital de riesgo, así como un aumento del 256,76% en el capital movilizado ¿Qué factores ocasionaron este crecimiento y cómo podría influir esta tendencia en las asesorías para el próximo semestre? 

G. B.: Creo que el aumento de las operaciones de capital riesgo se explica principalmente por tres factores: en primer lugar, las empresas españolas son muy atractivas por su capacidad de expansión y lo bien gestionadas que están por sus equipos directivos. Tras las crisis del 2008, nuestras empresas se profesionalizaron y ahora son mucho más eficientes. 

En segundo lugar, como ya he mencionado, los fondos de capital riesgo cuentan con mucha liquidez para invertir y los tipos de interés están muy bajos. 

Por último, con motivo de la pandemia del COVID y la situación socioeconómica española, las compañías españolas tienen unos precios muy atractivos, lo que proporcionará grandes retornos en el futuro. 

TTR: El sector inmobiliario continúa siendo el sector líder del mercado M&A en España: ¿Cuáles serán los principales motores de consolidación en este sector este año? 

G. B.: Los sectores inmobiliarios en los que se prevé más actividad durante el 2021 serán: (i) el logístico, por el crecimiento sostenido de las ventas por internet; (ii) el hotelero y de hospitality en general, por la esperada reactivación de la actividad turística a lo largo del año y los probables ajustes que se producirán respecto de los precios previos de venta; y (iii) dentro del sector comercial, los parques de medianas, que también se verán beneficiados por el eventual aumento de la actividad. 

TTR: Para Araoz & Rueda, ¿Cuáles podrían ser los principales retos en operaciones de M&A en España durante 2021? 

G. B.: En Araoz & Rueda somos optimistas respecto a las operaciones de M&A durante el 2021. 

Nuestro principal reto es seguir manteniendo nuestra especialización y liderazgo en el mercado de M&A, acompañando a nuestros clientes en las operaciones más relevantes del país, siendo fieles siempre a nuestro estilo: trabajo duro y dedicación plena para brindar un asesoramiento de calidad a unos precios competitivos.

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TTR DealMaker Q&A with Auriga Global Investors Partner Diego Garcia de la Peña


Diego Garcia de la PeñaAuriga Global Investors

Responsable de Consultoría de Coberturas a fondos de Private Equity, infraestructuras, inmobiliarios, family offices y empresas, así como responsable de Inversiones Alternativas en Deuda para corporates en Auriga. En ambas actividades, el objetivo es proveer soluciones para la estructura de capital de las empresas y ayudar a las mismas, así como a los sponsors a desarrollar sus planes de negocio. 

Anteriormente, trabajó como Structured Solutions Sales para Sponsors Financieros a nivel europeo, así como para corporates españoles en Unicredit Bank, London (2007-2011). Previamente, fue director del departamento de Ventas de coberturas de tipos de interés para la Red y Empresas en Cajamadrid y Corporate Treasury Sales en Banesto.


TTR: Estamos viviendo una de las mayores crisis sanitarias y económicas ocurridas en la historia a nivel mundial por el COVID 19, justo cuando nos encontrábamos en un buen momento para el sector de M&A y Private Equity. ¿Cómo ha afectado al sector estos meses? Y, ¿cómo va a afectar al mercado a medio plazo? 

D. G. P.: En cuanto a actividad nueva, lo que estamos viendo es una concentración en análisis de operaciones en sectores como el agroalimentario, productos básicos de limpieza, higiene y en el sector salud en general. Creemos que existe un gran volumen de dinero disponible para invertir y que los inversores están enfocando sus esfuerzos de análisis en sectores refugio o de utilidad básica. También ha una gran actividad en el sector IT y en Internet. Posiblemente haya una huida de operaciones en sector retail en general, como consecuencia de la pandemia. 

Asimismo, hay un gran número de refinanciaciones de operaciones tanto por operaciones de add-on como para aprovechar las condiciones de financiación para extensiones de plazos. En el medio plazo vemos una recuperación gradual del volumen de transacciones debido a la cantidad de capital disponible listo para invertir, pero pensamos que va a seguir la concentración en sectores básicos. 

TTR: En coberturas de tipos de interés para financiaciones de Private Equity ¿qué tendencias destacáis después de estos meses de incertidumbre? 

D. G. P.: Debido a la situación actual de tipos bajos y las perspectivas de mantenimiento de estos tipos bajos durante un prolongado período de tiempo sigue teniendo sentido empezar las coberturas forward start, tiene sentido aprovechar la coyuntura para cubrir a largo plazo y por supuesto, emplear caps como instrumento de cobertura. 

TTR: Habéis asesorado recientemente a players relevantes como EOLIA y Ergon. ¿Qué transacciones destacarías? 

D. G. P.: Eolia Renovables ha realizado la refinanciación de dos grandes portfolios fotovoltaico y eólico, en una transacción de referencia en el mercado, tanto por el tamaño de la misma y los instrumentos de financiación empleados, como por los bancos involucrados y la complejidad de toda la operación. En concreto, ha refinanciado un portfolio de parques eólicos en los que tenía la financiación bancaria con distintos bancos en cada una de las SPVs en un préstamo sindicado en una compañía holding que agrupa dicho portfolio. Y, en la parte fotovoltaica, ha refinanciado la deuda bancaria independiente que tenía en cada una de las SPVs con distintos bancos en un bono de proyecto a largo plazo por todo el portfolio con inversores de referencia institucionales y a un coste de financiación tremendamente atractivo. Auriga asesoró en la cobertura tipos de interés en la refinanciación y en la cancelación de los swaps existentes. 

Podemos destacar también el asesoramiento realizado a Ergon en dos operaciones diferentes. Por un lado, en la cobertura de tipos de interés de la financiación de la compra de Palex, la cual se estructuró mediante una compra de cap por ser el producto más adecuado. Por otro lado, el asesoramiento al fondo en la estructuración y cobertura del riesgo de divisa en la compra de la empresa italiana Millbo y la subsecuente americana Bionaturals. Una transacción muy atractiva y compleja por las denominaciones en divisa distinta del precio de compra, así como la deuda de adquisición y la necesidad de cubrir el riesgo de fluctuación de divisa entre la firma de la operación, la aprobación y el cierre definitivo de la misma. 

TTR: El sector de las energías renovables está siendo uno de los más activos en los últimos meses en el mercado de M&A y capital riesgo. ¿Se mantendrá esta tendencia en 2021? 

D. G. P.: Nosotros pensamos que este sector va a seguir estando muy activo por dos razones fundamentales. En cuanto a los activos en operación, se siguen produciendo agrupamientos de carteras y proyectos, así como refinanciaciones, como consecuencia del yield compression existente en el sector por la madurez y estabilidad del mismo. A esto tenemos que añadir que en 2021 esperamos que empiecen a financiarse muchos de los nuevos proyectos en desarrollo para su construcción y entrada en operación comercial. 

TTR: La financiación alternativa se ha afianzado en España y hemos afrontado el cambio de tendencia ¿qué nos espera en los próximos años? 

D. G. P.: Efectivamente, la financiación alternativa se ve como algo normal en España en la actualidad, tanto por el sector empresarial como por el sector bancario. Esta normalización era muy importante. Las empresas ya no ven a los fondos de deuda como financiadores oportunistas exclusivamente y los bancos los incorporan como cofinanciadores en multitud de operaciones. 

En los próximos años, esperamos un incremento de las transacciones sponsorless, ya que hasta ahora la mayoría de las operaciones de deuda alternativa han sido sponsor-driven. Con el incremento de fondos de financiación alternativa presentes en España y con la bajada de tamaño de compañía, así como con los importes de financiación mínimos para realizar las operaciones, creemos que va a haber un desplazamiento hacia operaciones sin sponsor

Asimismo, creemos que va a haber una mayor segmentación de las operaciones de financiación alternativa entre financiación senior bullet de crecimiento puro en compañías performing, deuda híbrida para compañías que necesiten una solución mixta de deuda-capital o financiación de situaciones especiales. 

Por último, la corriente de concentración bancaria que estamos sufriendo en España hace que la oferta se reduzca, así como que la concentración de riesgo se incremente por los dos lados. Esto va a hacer que se incrementen las necesidades de soluciones alternativas de financiación. 

Tendremos que estar atentos a la evolución de la crisis y la situación de liquidez con la que salen las empresas de la misma, con el fin de poder apoyarlas ante situaciones puntuales de estrés.


Versión en inglés


TTR: We are living through one of the biggest health and economic crises in global history because of COVID 19, just when we were in a good moment for the M&A and private equity sector. How has it affected the sector these months? And how will it affect the market in the medium term? 

D. G. P.: In terms of new activity, what we are seeing is a concentration on transaction analysis in sectors such as agri-food, basic cleaning products, hygiene and the health sector in general. We believe that there is a lot of money available to invest and that investors are focusing their research efforts on safe haven or core utility sectors. There is also a lot of activity in the IT and Internet sectors. There is likely to be a flight to safety away from the retail sector in general, as a consequence of the pandemic. 

There are also a large number of refinancing transactions both for add-on transactions and to take advantage of financing conditions for term extensions. In the medium term we see a gradual recovery in deal volume due to the amount of available capital ready to invest, but we think the concentration in core sectors will continue. 

TTR: In interest rate hedges for private equity financing, what trends do you see after these months of uncertainty? 

D. G. P.: Due to the current low rate situation and the prospects of continued low rates for a prolonged period of time it still makes sense to structure forward starting hedges, it makes sense to take advantage of the situation to hedge longer terms and of course it also makes sense to use caps as a hedging instrument. 

TTR: You have recently advised relevant players such as EOLIA and Ergon. Which transactions would you highlight? 

D. G. P.: Eolia Renovables has refinanced two large photovoltaic and wind portfolios, in a benchmark transaction in the market, both for the size of the transaction and the financing instruments utilised, as well as for the banks involved and the complexity of the entire deal. Specifically, it refinanced a portfolio of wind farms in which it had bank financing with different banks in each of the SPVs into a syndicated loan in a holding company that groups this portfolio. 

On the PV side, it refinanced the independent bank debt it had in each of the SPVs with different banks into a long-term project bond for the entire portfolio with institutional benchmark investors and at a tremendously attractive financing cost. Auriga advised on the interest rate hedging in the refinancing and on the cancellation of the existing swaps. 

We can also highlight the advisory provided to Ergon in two different deals. On the one hand, in the interest rate hedging of the Facilities for the purchase of Palex, which was structured through a cap purchase as the most appropriate product. On the other hand, advising the fund on the structuring and hedging of the currency risk in the purchase of the Italian company Millbo and the subsequent American company Bionaturals. A very attractive and complex transaction due to the different currency denominations of the purchase price, as well as the acquisition debt and the need to hedge the currency fluctuation risk between the signing, approval and final closing of the transaction. 

TTR: The renewable energy sector has been one of the most active in recent months in the M&A and private equity market. Will this trend continue in 2021? 

D. G. P.: We believe that this sector will continue to be very active for two main reasons. In terms of operating assets, there will continue to be concentration of portfolios and projects as well as refinancings, as a result of the yield compression that exists in the sector thanks to its maturity and stability. Additionally, in 2021 we expect that many of the new projects under development will start financial execution for their construction and entry into commercial operation. 

TTR: Alternative financing has consolidated in Spain and we have undergone a change of trend, what do the next few years hold for us? 

D. G. P.: Indeed, alternative financing is seen as normal in Spain today, both by the business sector and the banking sector. This normalisation was very important. Companies no longer see debt funds as exclusively opportunistic financiers and banks incorporate them as co-financiers in plenty of deals. 

In the coming years, we expect to see an increase in sponsorless transactions, as up to now most alternative debt transactions have been sponsor-driven. With the increase of alternative finance funds present in Spain and the decrease in company size, as well as the minimum financing amounts for transactions, we believe that there will be a shift towards sponsorless transactions. 

We also believe that there will be a greater segmentation of alternative financing deals between senior bullet financing for pure growth in performing companies, hybrid debt for companies that need a mixed debt-equity solution or financing for special situations. 

Lastly, the current banking concentration we are experiencing in Spain is reducing supply, as well as increasing risk concentration on both sides. This will increase the need for alternative financing solutions. 

We will have to pay special attention to the evolution of the crisis and the liquidity situation in which companies come out of it, in order to be able to support them in specific stress moments.