Informe trimestral sobre el mercado transaccional mexicano – 1T

Las transacciones de M&A en México aumentan un 5% en el primer trimestre de 2022

  • En los tres primeros meses de 2022 se han registrado 85 transacciones por USD 2.261m
  • Sectores Inmobiliario e Internet Software y Servicios IT, los dos más destacados del periodo, con 13 operaciones cada uno
  • Operaciones de Venture Capital aumentan un 5% en el primer trimestre de 2022
  • Transacción destacada: Televisa completa fusión de su negocio de medios y contenido con Univision

El mercado de M&A en México ha contabilizado en los tres primeros meses del año un total de 85 operaciones, de las cuales 51 suman un importe no confidencial de USD 2.261m, de acuerdo con el informe trimestral de Transactional Track Record, en colaboración con Intralinks. Estos datos reflejan un aumento del 5% en el número de operaciones y del 132% en el importe de las mismas con respecto al primer trimestre de 2021.

En términos sectoriales, el Inmobiliario, además del sector Internet Software y Servicios IT son los más activos del año, con un total de 13 transacciones cada uno, con un aumento del 160% y del 30% con respecto al primer trimestre de 2021, respectivamente.

Ámbito Cross-Border

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en lo que va de año las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en Colombia, con 6 transacciones, seguido por Estados Unidos con 5 operaciones. Por importe, destaca Omán, con USD 620m.

Por otro lado, Estados Unidos es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en México, con 27 operaciones, seguido de Chile con 4 operaciones. En términos de importe, destaca Estados Unidos con un importe de USD 508m.

Private Equity y Venture Capital

En el primer trimestre de 2022 se han producido un total de 4 transacciones de Private Equity, las cuales representan una tendencia estable en el número de operaciones con respecto al primer trimestre de 2021.

Por su parte, en los tres primeros meses de 2022, México ha registrado 44 operaciones de Venture Capital valoradas en USD 784m, lo que representa un aumento del 4,76% en el número de operaciones y un aumento del 179% en el capital movilizado con respecto al mismo periodo del año pasado.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado en el primer trimestre 14 transacciones con un importe de USD 173m, lo cual implica un aumento del 17% en el número de operaciones y un aumento del 448% en su importe con respecto al mismo periodo de 2021.

Transacción Destacada

Para el primer trimestre de 2022, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la relacionada con Televisa, la cual ha completado la fusión de su negocio de medios y contenido con Univision.

La operación, valorada en USD 4.800m, ha estado asesorada por la parte legal por Paul, Weiss, Rifkind, Wharton & Garrison; Sidley Austin US; Covington & Burling; Galicia Abogados; Wachtell, Lipton, Rosen & Katz; Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes; Pillsbury Winthrop Shaw Pittman y Chevez Ruiz Zamarripa.

Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por Guggenheim Securities;
JPMorgan Chase & Co. y por Allen & Company.

Ranking de Asesores Legales

En el ranking TTR de asesores legales, por importe, lideran en el primer trimestre de 2022 DLA Piper Gallástegui y Lozano Mexico y Greenberg Traurig México Greenberg Traurig México con USD 225m cada uno. Y por número de deals, lidera Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, y Galicia Abogados con 3 transacciones cada uno.

Relatório do primeiro trimestre sobre o mercado transacional brasileiro – 1T

Volume de Fusões e Aquisições registra crescimento de 19% no primeiro trimestre de 2022

  • No primeiro trimestre  foram registradas 569 transações e um total de BRL 63,9bi
  • Empresas norte-americanas aumentaram em 34% suas aquisições no mercado brasileiro
  • Fundos de Venture Capital investem BRL 12,7bi no período
  • Aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet aumentaram em 48%

O mercado transacional brasileiro registrou no primeiro trimestre de 2022, 569 operações com valor total de BRL 63,9bi, de acordo com o mais recente relatório  do Transactional Track Record em colaboração com o Intralinks.

Operações do mercado transacional do 1Q de 2020 até 1Q de 2022
Fonte: Transactional Track Record.

Esses números representam um aumento de 19% no número de transações em relação ao mesmo período de 2021. Do total das transações, 46% possuem os valores revelados e 74% das operações já estão concluídas.

O setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo no período, com um total de 102 transações, representando uma diminuição de 37% em relação ao mesmo período de 2021. Em segundo lugar está o setor de Industry-Specific Software, com 91 transações. 

Âmbito Cross-Border

No primeiro trimestre de  2022, as empresas brasileiras escolheram os Estados Unidos como seu principal destino de investimento, com 10 transações e um total de BRL 1,1bi, seguido pela Colômbia com cinco operações e pelo Uruguai, com quatro transações.

Os Estados Unidos e a Alemanha, com 70 e 14 transações, respectivamente, são os países que mais investiram no Brasil. 

O volume de  empresas norte-americanas que adquirem empresas brasileiras registrouum aumento de 34% em comparação com o mesmo período do ano passado. Já as aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet aumentaram em 48%.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve uma dimibuição de 27% no primeiro trimestre.


Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Em Private Equity, foram contabilizadas 24 transações e um total de BRL 3,9bi no período, registrando uma queda de 29% no número de operações, em comparação com o mesmo período de 2021.

No âmbito do  Venture Capital, foram realizadas 173 rodadas de investimento, movimentando um capital de BRL 8,9bi, o que resulta um aumento de 16% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registradas 50 transações e um total de BRL 12,7bi no primeiro trimestre, representando um crescimento de 28% no número de operações, em relação ao mesmo período do ano passado.


Transação do trimestre

A transação destacada pelo TTR no primeiro trimestre de 2022, foi a conclusão da venda do projeto de mineração de fosfato Salitre no Brasilda Yara Brasil Fertilizantes para a EuroChem Brasil. O valor da transação é de USD 452,00m.

A operação contou com a assessoria jurídica dos escritórios Veirano Advogados; Norton Rose Fulbright UK; Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados; e Dentons UK. A Intralinks foi resposável pelo Virtual Data Room.


Entrevista com Cescon, Barrieu Flesch & Barreto Advogados

Eduardo Lanna, sócio na área de Fusões e Aquisições, Societário, Private Equity e Governança Corporativa, conversou com o TTR para esta edição, e analisou quais setores os investidores internacionais podem encontrar as maiores oportunidades no Brasil: “O setor de tecnologia, com destaque para as fintechs e healthtechs, continuará em alta com boas oportunidades de investimento e consolidação, seja por grandes players do setor, fundos e venture capital. O mercado de energia também se mostra forte e com tendência de alta considerando as oportunidades de investimento, busca por uma matriz renovável, desenvolvimento de tecnologias de geração (eólica, solar, biomassa e hidrogênio verde), transição energética e seu importante papel no compromisso ESG das companhias de uma forma geral.

O setor de saúde também continua com boas oportunidades e com tendência de alta. Acompanhamos grandes transações no setor e é provável que essa consolidação continue.

Por fim, o setor de agronegócios e infraestrutura (privatizações de iluminação pública, saneamento, novas concessões de aeroportos e rodovias) devem continuar atraindo grandes investidores com um mercado movimentado.”

Para entrevista completa, clique aqui


Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica do primeiro trimestre de 2022 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações e em valor, lidera o Banco BTG Pactual, com 16 operações e um total de BRL 22,1bi.

No que se refere ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações em 2022 lidera o escritório Bronstein Zilberberg Chueiri & Potenza Advogados, com 36 operações. Em valor, lidera o BMA – Barbosa Müssnich Aragão contabilizando um total de BRL 17,0bi.

Relatório do primeiro trimestre sobre o mercado transacional português – 1T

Volume de Fusões e Aquisições regista diminuição de 20% no primeiro trimestre de 2022

  • No primeiro trimestre foram registadas 98 transações e um valor total de EUR 977m
  • Em Asset Acquisitions, foi movimentado um capital de EUR 400m
  • Setor de Real Estate foi o mais ativo no período, com 25 transações
  • Fundos de Venture Capital realizaram 15 rodadas de investimentos

O mercado transacional português registou no primeiro trimestre de 2022, 98 operações com valor total de EUR 977m, no qual 43% do total das transações possuem os valores revelados, de acordo com o mais recente relatório  do Transactional Track Record em colaboração com o Intralinks.

Operações do mercado transacional do 1Q de 2020 até 1Q de 2022
Fonte: Transactional Track Record.

Estes números representam uma diminuição de 20% no número de transações em comparação ao mesmo período de 2021, bem como uma queda de 74% do capital mobilizado.

Em termos setoriais, o setor de Real Estate foi o mais ativo no primeiro trimestre, com 25 transações, seguido pelo setor de Business & Professional Support Services, com 10 operações.

Âmbito Cross-Border

No âmbito Cross-Border, quanto à número de transações, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal no período, contabilizando 10 transações. Em segundo lugar está os Estados Undios com oito operações.

As empresas portuguesas escolheram a Itália e a França como principal destino de investimento, com três e duas transações, respectivamente.

As empresas norte-americanas diminuiram em 11% suas aquisições no mercado português, no primeiro trimestre de 2022. As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet diminuíram 25% em comparação ao mesmo período de 2021.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas portuguesas, houve uma diminuição de 60% no período.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

No primeiro trimestre foram contabilizadas quatro transaçõesde Private Equity com um total de EUR 26m. Houve uma diminuição de 42% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2021.

Em Venture Capital, foram realizadas 15 rodadas de investimentos com um total de EUR 70m, representando uma diminuição de 42% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 29 transações com um valor de EUR 400m, representando uma queda de 17% no número de operações.

Transação do trimestre

A transação destacada pelo TTR no primeiro trimestre de 2022 foi a conclusão da venda pela Atlantia, de participação de 17,21% na Lusoponte, para a VINCI Highways e Lineas – Concessões de Transportes, subsidiária da Mota-Engil. O valor da transação é de EUR 55,70m.

A operação contou com a assessoria jurídica dos escritórios Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados; Sérvulo & Associados e CS’Associados; e VdA – Vieira de Almeida.

Ranking de consultores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica no primeiro trimestre de 2022 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e em valor, lidera ao longo de 2022 o escritório Garrigues Portugal, com nove transações e contabilizando um total de EUR 286,25m.

No que se refere ao ranking de assessores financeiros, por número de transações e em valor, lidera em 2022 o Haitong Securities, com uma transação e um total de EUR 81m.

Informe trimestral sobre el mercado transaccional chileno – 1T

Mercado M&A chileno registra descenso del 20% en el primer trimestre de 2022

  • En el primer trimestre se han registrado en el país 60 transacciones por USD 3.850m
  • El sector Internet, Software y Servicios IT es el más destacado del año, con 9 operaciones
  • Operaciones de Venture Capital disminuyen un 15% en 2022
  • Transacción destacada: AES Corporation cierra OPA sobre AES Andes
  • Felipe Junqueira, líder regional de M&A y Private Equity de AON, participa en esta edición para América Latina y describe las perspectivas del mercado M&A en chile y la región

El mercado transaccional chileno ha registrado en el primer trimestre de 2022 un total de 60 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 3.850m, según el informe trimestral de Transactional Track Record, en patrocinio con Intralinks. Estas cifras suponen una disminución del 20% en el número de operaciones y un descenso del 34% en el importe de las mismas, con respecto al mismo periodo de 2021.

En términos sectoriales, el de Internet, Software y Servicios IT es el más activo del año, con un total de 9 transacciones, seguido por el sector de Banca e Inversión, con 7 operaciones. Sin embargo, en términos interanuales el sector Internet, Software y Servicios IT ha registrado un descenso del 10% mientras que el sector de Banca e Inversión ha aumentado su actividad en un 133%

Ámbito Cross-Border

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en 2022 las empresas chilenas han apostado principalmente por invertir en Colombia y México, con 4 transacciones cada una.

Por otro lado, Estados Unidos es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en Chile, con 15 operaciones. Por importe, destaca Estados Unidos, con USD 2.066m.

Private Equity y Venture Capital

En el primer trimestre de 2022 Chile ha registrado 3 operaciones de Private Equity valoradas en USD 18m, lo que representa un descenso del 50% en el número de operaciones y una disminución del 97% en el capital movilizado con respecto al mismo periodo del año pasado.

Por su parte, Chile ha registrado 23 operaciones de Venture Capital valoradas en USD 358m, lo que representa una disminución del 14,81% en el número de operaciones y un aumento del 200% en el capital movilizado con respecto al mismo periodo del año pasado.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado en el primer trimestre de 2022 un total de 6 transacciones con un importe de USD 765m, lo cual implica un descenso del 25% en el número de operaciones y un aumento del 265% en su importe con respecto al mismo periodo de 2021.

Transacción Destacada

Para el primer trimestre de 2022, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la relacionada con AES Corporation, a través de su filial Inversiones Cachagua, la cual ha cerrado una Oferta Pública de Adquisición (OPA) para aumentar su participación en AES Andes, con la que ha adquirido un 31,16% adicional en la empresa. El importe de la transacción ha sido USD 530m.

Con la oferta, AES Corporation aumenta su participación indirecta en AES Andes al 98,14%.

La operación ha estado asesorada por la parte legal por Claro y Cía. Abogados; Davis Polk US y AES Corporation.

Entrevista con AON

Felipe Junqueira, líder regional de M&A y Private Equity de AON, ha conversado con TTR para esta edición, y han analizado las perspectivas del mercado transaccional de América Latina y Chile en 2022: “Entendemos que el sector financiero en general y el tecnológico seguirán presentando grandes oportunidades en la región. El sector financiero por su lado, continúa en proceso de transformación y el sector tecnológico, que permea todas las demás industrias, tiende a reforzarse con el aumento de la demanda de servicios y productos por parte de las empresas, con el objetivo de generar cada vez más eficiencias operativas y abarcar más mercados. Desde el punto de vista de M&A, esperamos un movimiento en empresas que buscan eficiencias de diferentes formas con miras a mejorar el acceso a insumos, además de un movimiento de verticalización en algunos sectores específicos. 

Destacamos también que los sectores de Infraestructura, Ingeniería y Energía también se suman a esta tendencia, debido a la demanda contenida y la baja inversión histórica en la mayoría de los países, sumado al cambio paulatino de la matriz energética”.

Para conocer toda la entrevista, ingrese aquí.

Ranking de Asesores Legales y Financieros

En el ranking TTR de asesores financieros, por importe y por número de operaciones, lidera en 2022 Citigroup, con 2 deals y con USD 1.901m.

En cuanto al ranking de asesores jurídicos, por número de operaciones y por capital movilizado lidera Carey con USD 1.901m y con 5 transacciones.

Dealmaker Q&A

Content available in English and Spanish (scroll down)

TTR Dealmaker Q&A with AON M&A and Private Equity Regional Leader LATAM Felipe Junqueira

AON

Felipe Junqueira

Felipe is our M&A and Transaction Solutions Leader in Latin America. He holds degres in law, accounting and business administration and has a post-graduate degree in project management from Ibmec Business School. He has extensive experience and comprehensive knowledge in the M&A and Private Equity arenas, covering activities in the financial and legal areas with a background in advisory and consultancy work focused on mergers and acquisitions and corporate finance, and experience in accounting, financial, risk and insurance due diligence for transactions.
He has experience in the oil and gas industry, logistics, infrastructure and retail, among other sectors. He is based in São Paulo and speaks Spanish, native Portuguese and is fluent in English.


TTR: How would you describe the current situation of the players in the M&A market in Latin America with the current global political and economic situation in this 1Q22? 

The Quarter showed considerable growth in terms of transaction numbers compared to the same period last year, with a relevant decrease in total value. In general terms, we still experience a considerable level of uncertainty arising from the challenges in the global productive chain, also reflecting the worst moment of the pandemic and the global political uncertainty, which caused a general increase in global prices. A clearer vision in relation to the directions for ending the war is seen as an important factor. Finally, we highlight other local factors, such as political changes in some countries and elections in others, which are always issues closely monitored by investors. 

TTR: What are the most relevant drivers for consolidating the M&A market in Brazil, Mexico, Colombia, Chile, Peru and Argentina this year?

Decrease in political uncertainty and the adoption of clearer rules for the business environment, especially in those more regulated sectors, that despite of its evolution in recent years, continue to be important factors for the consolidation of the Transactional market in the region. At the same time, we understand that the adoption of more cautious practices in the assessment of target companies and better management and transfer of transactional risks can greatly contribute to the decision-making process, whether transferring undisclosed liability risks, contingent liabilities, political, environmental risks, among others. 

TTR: In which sectors might international investors find the biggest opportunities in Latam? Why? 

We understand that the financial sector in general and technology will continue to present great opportunities in the region. The financial sector continues in the process of transformation and the technology sector (which permeates all other industries) tends to be reinforced with the increase in demand for services and products by companies, aiming to generate more and more operational efficiencies and encompass more markets. From a M&A standpoint, we expect a movement of companies seeking efficiencies in different ways with a view to improving access to inputs, in addition to a verticalization movement in some specific sectors. 

We also emphasize that Infrastructure, Engineering and Energy sectors also join this trend, due to the restrained demand and low historical investment in most countries, added to the gradual change in the energy matrix. 

TTR: How will the conflict between Russia and Ukraine impact the energy sector, and what does this mean for M&A market in Latin America? 

We see Europe experiencing a more delicate moment in relation to the availability of energy, in addition to a fluctuation in the value of oil. Due to the globalized economy, Latin America is also impacted by the change in the price of commodities, as well as other regions. The movement to change the energy matrix (if high oil prices persist) versus the still existing importance of oil and relevant opportunities in the Oil and Gas sector existing in the region should be considered by investors. 

TTR: What will Aon main challenges be in terms of M&A deals in the region in the next months? 

We have been undertaking a very strong work of spreading the services and products related to M&A and Transaction Solutions at Aon aiming to increasingly develop the local transaction market in order to make it more attractive, with solutions that already exist and are widely used in more mature markets, always seeking to adapt them to the reality of the region and of each specific country. 

Our solutions in risks, insurance, benefits, people, Intellectual property have proved to be key tools for making more conscious and assertive decisions in the search for the best business conditions. Our main objective is to deliver to our clients in the region the most complete insights and solutions, to make the best decisions when it comes to investing, buying or selling. 


Spanish version


AON

Felipe Junqueira

Felipe es el líder de M&A and Transaction Solutions de Aon en América Latina.  Licenciado en derecho, contabilidad y administración de empresas y tiene un posgrado en gestión de proyectos por Ibmec Business School. Cuenta con una amplia experiencia y conocimiento en los campos de M&A y Private Equity, abarcando actividades en las áreas financiera y legal con una trayectoria en trabajos de asesoría y consultoría enfocada en fusiones y adquisiciones, finanzas corporativas, y experiencia en due diligence contable, financiero y de riesgos y seguros para transacciones.
Felipe cuenta con experiencia en la industria de petróleo y gas, logística, infraestructura, retail, entre otros sectores. 


TTR: ¿Cómo describe la situación actual de los players del mercado M&A en América Latina con la actual coyuntura política y económica global en este primer trimestre del año? 

El trimestre mostró un crecimiento relevante en términos del número de transacciones en comparación con el mismo período del año anterior, con una disminución importante en el valor total. En términos generales, aún experimentamos un nivel considerable de incertidumbre derivada de algunos factores, especialmente relacionados a los desafíos generales en la cadena productiva global, reflejando también el peor momento de la pandemia, así como la incertidumbre política, que provocó un aumento generalizado de precios a nivel global. Finalmente, destacamos otros factores locales, como los cambios políticos en algunos países y las elecciones en otros, que siempre son temas seguidos de cerca por los inversionistas. 

TTR: ¿Cuáles serán los drivers más relevantes para la consolidación del mercado M&A para países clave de la región como Brasil, México, Colombia, Chile, Perú y Argentina en 2022? 

La disminución de la incertidumbre política y la adopción de reglas más claras para hacer negocios, en especial en los sectores más regulados, la cual a pesar de haber evolucionado bastante en los últimos años, continúa siendo un factor importante para la consolidación del mercado transaccional en la región. Al mismo tiempo, entendemos que la adopción de prácticas más cautelosas en la evaluación de las empresas objetivo y una mejor gestión y transferencia de los riesgos transaccionales pueden contribuir en gran medida a la consolidación del mercado de M&A, ya sea transfiriendo riesgos de pasivos ocultos, pasivos contingentes, riesgos políticos, ambientales, entre otros. 

TTR: ¿Cuáles serían los sectores que podrían ofrecer las mayores oportunidades en Latinoamérica a los inversores internacionales en 2022 y por qué? 

Entendemos que el sector financiero en general y el tecnológico seguirán presentando grandes oportunidades en la región. El sector financiero por su lado, continúa en proceso de transformación y el sector tecnológico, que permea todas las demás industrias, tiende a reforzarse con el aumento de la demanda de servicios y productos por parte de las empresas, con el objetivo de generar cada vez más eficiencias operativas y abarcar más mercados. Desde el punto de vista de M&A, esperamos un movimiento en empresas que buscan eficiencias de diferentes formas con miras a mejorar el acceso a insumos, además de un movimiento de verticalización en algunos sectores específicos. 

Destacamos también que los sectores de Infraestructura, Ingeniería y Energía también se suman a esta tendencia, debido a la demanda contenida y la baja inversión histórica en la mayoría de los países, sumado al cambio paulatino de la matriz energética. 

TTR: ¿Cómo afectará el conflicto entre Rusia y Ucrania al sector energético y qué significa esta coyuntura para el mercado de fusiones y adquisiciones en América Latina? 

Vemos a Europa viviendo un momento crítico con relación a la disponibilidad de energía, además de una fluctuación en el valor del petróleo. Debido a la economía globalizada, América Latina también se ve afectada por el cambio en el precio de los commodities, al igual que otras regiones del mundo. Así, los inversionistas deberán considerar una posible modificación en la composición de la matriz energética, si persisten los altos precios del petróleo, de frente a la relevancia que aún tiene el petróleo y las oportunidades relevantes en el sector de petróleo y gas existentes en la región. 

TTR: ¿Cuáles serán los principales retos para Aon en términos de transacciones de M&A en la región para los próximos meses? 

Venimos realizando un trabajo muy fuerte en la difusión de los servicios y productos relacionados con M&A y Transaction Solutions en Aon con el objetivo de desarrollar cada vez más el mercado transaccional local y hacerlo más atractivo, a través de soluciones que ya existen y son ampliamente utilizadas en mercados más maduros, buscando siempre adaptarlos a la realidad de la región y de cada país en particular. 

Nuestras soluciones en riesgos, seguros, beneficios, personas, Propiedad Intelectual y Cyber han demostrado ser herramientas clave para tomar decisiones más conscientes y asertivas en la búsqueda de las mejores condiciones de negocio. Nuestro principal objetivo es llevar a nuestros clientes de la región la información y soluciones más completas, para la toma de las mejores decisiones a la hora de invertir, comprar o vender.