Relatório anual sobre o mercado transacional português – 2021

Mercado de Fusões e Aquisições português movimenta EUR 19,2bi em 2021

  • Em 2021, foram registadas 553 transações
  • Volume de fusões e aquisições apresenta crescimento de 31%
  • O setor de Tecnologia é o setor mais ativo, com 109 operações
  • As empresas norte-americanas aumentaram em 193% suas aquisições no mercado português
  • Houve um aumento de 85% no número de transações em Venture Capital e de 30% em Asset Acquisitions

O mercado transacional português registou um total de 553 transações e movimentou EUR 19,2bi em 2021, no qual 45% do total das transações possuem os valores revelados, de acordo com o relatório anual do TTR em colaboração com o Intralinks e Allen & Overy.

Estes números representam um crescimento de 31% no número de transações em comparação ao mesmo período de 2020, bem como um aumento de 2% referente ao capital mobilizado.

No quarto trimestre, foram registadas 142 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas,  e um total de EUR 3,2bi.

Operações do mercado transacional de 4Q de 2020 a 4Q de 2021
Fonte: Transactional Track Record.

Em termos setoriais, o setor de Tecnologia  é setor mais ativo, com 109 transações, seguido pelo setor Imobiliário, com 86 operações e o setor Financeiro e Seguros, com 62 transações.

Âmbito Cross-Border

As empresas norte-americanas aumentaram em 193% suas aquisições no mercado português, mobilizando um capital de EUR 1,5bi, em 2021.

Quanto à número de transações, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal, contabilizando 63 operações. Os Estados Unidos em segundo lugar, com 47 operações e a França em terceiro, com 28 transações.

As empresas portuguesas escolheram a Espanha como principal destino de investimento, com 31 transações. Em segundo lugar, está o Brasil com oito operações e em terceiro, o Reino Unido com sete transações.

As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet aumentaram 165% em comparação ao mesmo período de 2020. Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas portuguesas, houve uma diminuição de 4% no período.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até dezembro de 2021, foram contabilizadas 51 transaçõesde Private Equity com um total de EUR 2,3bi. Houve um crescimento de 30% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2020.

Em Venture Capital, foram realizadas 113 rodadas de investimentos com um total de EUR 1,5bi, representando um aumento de 85% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 115 transações com um valor de EUR 4,2bi, representando um aumento de 30% no número de operações.

Transação do ano

A transação destacada pelo TTR em 2021 foi a venda, pelo Grupo Sonae, de participação de 24,99% na Sonae MC para a Camoens Investments, entidade detida indiretamente por fundos geridos pela CVC Capital Partners. O valor da transação é de EUR 528,00m.

A operação contou com a assessoria jurídica dos escritórios Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados; Cuatrecasas Portugal; e Freshfields Bruckhaus Deringer US. Do lado financeiro, a transação foi assessorada pelo Goldman Sachs; McKinsey & Company; Deloitte Portugal, o qual realizou due diligence; e pelo PwC Portugal, que realizou assessoria financeira e due diligence.

Ranking de consultores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica em 2021 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade das empresas líderes é reportada pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e em valor, lidera o escritório PLMJ, com 43 transações e contabilizando um total de EUR 6,2bi.

No que se refere ao ranking de assessores financeiros, por número de transações em 2021 lidera o Lazard, com três transações. Em valor, lidera o J.P. Morgan Chase International Holdings, com um total de EUR 5,5bi.

Informe anual sobre el mercado transaccional español – 2021

El mercado de M&A español registra un aumento del 25% en 2021

  • En 2021 se han registrado 2.936 deals y un capital movilizado de EUR 122.739m
  • El sector Inmobiliario es el más activo del año, con 578 transacciones 
  • En el año se registra un aumento del 41% en transacciones de Private Equity y un alza del 27% en transacciones de Venture Capital 
  • Ignacio Hornedo, Partner de Allen & Overy, participa en esta edición anual para España y describe las perspectivas del mercado transaccionalen el país

El mercado transaccional español ha registrado en 2021 un total de 2.936 transacciones con un importe agregado de EUR 122.739m, según el informe anual de TTR en colaboración con Allen & Overy e Intralinks.

Estas cifras suponen un aumento del 25,15% en el número de transacciones con respecto a 2020, así como un aumento del 0,95% en el capital movilizado.

Por su parte, en el cuarto trimestre se han registrado 749 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 26.880,78m.

En términos sectoriales, el sector Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 578 transacciones, seguido por el de Tecnología, con 555, lo que representa aumentos del 14% y del 30% en cada sector, respectivamente.

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en 2021 las empresas españolas han elegido como principal destino de inversión a Portugal y Estados Unidos, con 63 y 53 transacciones, respectivamente. Por importe, destaca Estados Unidos con EUR 8.009m.

Por otro lado, Estados Unidos y Reino Unido, con 222 y 177 transacciones, respectivamente, son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 26.145,71m.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions 

En 2021 se han contabilizado un total de 305 transacciones de Private Equity por EUR 36.799m, lo cual supone un aumento del 41,20% en el número de transacciones y un alza del 82,07% en el importe de las mismas, respecto a 2020.

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 724 transacciones con un importe agregado de EUR 8.916m, lo que implica un aumento del 27,02% en el número de transacciones y un crecimiento del 6,67% en el importe de las mismas, en términos interanuales.

En el segmento de Asset Acquisitions, en 2021 se han registrado 761 transacciones por un valor de EUR 13.733m, lo cual representa un aumento del 17,62% en el número de transacciones, y una disminución del 43,20% en el importe de éstas, en términos interanuales.

Transacción del año

Para la edición anual de 2021, TTR ha seleccionado como transacción destacada la adquisición del 100% de Euskaltel por parte de MásMóvil Ibercom.

La transacción, que ha registrado un importe de aproximadamente EUR 1.965,10m, ha estado asesorada por la parte legal por Clifford Chance; Castañeda Abogados; Evergreen Legal; Freshfields Bruckhaus Deringer; Deloitte Legal; PwC Tax & Legal; Uría Menéndez; Pérez-Llorca y Linklaters.

Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por BNP Paribas; Goldman Sachs; Barclays Bank; Citigroup Global Markets y J.P. Morgan US.

 En el área de Due Dilligence, han sido asesores PwC Tax & Legal España. Por la parte de Legal Advisory Acquisition Finance, ha sido asesorada por Linklaters y Simpson Thacher & Bartlett.

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico de 2021 en M&A, Private Equity, Venture Capital y Mercado de Capitales, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe de las mismas.

En cuanto al ranking de asesores jurídicos, por número de transacciones, lideran2021 Garrigues España y Cuatrecasas España, con 181 y 167 transacciones, respectivamente. En cuanto al capital movilizado, lideran nuevamente Garrigues España y Cuatrecasas España, con EUR 26.618,14m y EUR 22.313,41m, respectivamente.

Por su parte, en cuanto al ranking de asesores financieros, lidera 2021 por número de transacciones Arcano Partners, con 25. Por importe, lidera J.P. Morgan Chase International Holdings; con EUR 15.735,30m.

Perspectivas de 2022 con Allen & Overy

Ignacio Hornedo, socio de Allen & Overy, ha conversado con TTR para esta edición anual, y ha analizado las perspectivas del mercado transaccional de España para 2022: “El mercado de M&A en España es maduro. Hay vectores que van a repetirse en 2022, gracias a los niveles de liquidez, los precios de la deuda y el optimismo y dinamismo que se mantienen: vemos operaciones de consolidación en sectores como la fibra o la restauración; vemos muchos carve-outs por ejecutar en los que va a aflorar valor de activos potentes; y seguimos viendo una tendencia imparable en el desarrollo de activos renovables, con un mercado que sigue digiriendo incrementos sustanciales del precio por MW en activos razonablemente arriesgados por la limitada capacidad que existe.”

Para conocer toda la entrevista, ingrese aquí

Informe anual sobre el mercado transaccional mexicano – 2021

El mercado M&A en México aumenta su actividad un 25% en 2021

  • En el transcurso del año se han registrado 394 deals por USD 19.355m
  • El sector Tecnología, además del Financiero y de Seguros, los más activos de 2021
  • Empresas estadounidenses adquiriendo empresas mexicanas han aumentado un 85% en el año
  • Adquisiciones extranjeras en tecnología e Internet han aumentado un 56% en 2021
  • Deal destacado: Live Nation Entertainment completa adquisición de un 40% de Ocesa a Televisa

El mercado transaccional mexicano ha registrado en 2021 un total de 394 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 19.355m, según el informe anual de Transactional Track Record.

Estas cifran suponen un aumento del 25,08% en el número de operaciones y un crecimiento del 77,88% en el importe de estas, con respecto a diciembre de 2020. Por su parte, en el cuarto trimestre de 2021 se han contabilizado un total de 111 operaciones con un importe agregado de USD 4.163,14m.

En términos sectoriales, el Tecnológico es el más activo del año, con un total de 113 transacciones, seguido por el sector Financiero y de Seguros, con 105, y el de Distribución y Retail, con 45 operaciones. En términos interanuales, el sector Tecnología ha registrado un aumento del 79%, el sector Financiero y de Seguros ha registrado un alza del 62%, mientras que el sector de Distribución y Retail ha aumentado su actividad en un 5%.

Ámbito Cross-Border

Por lo que respecta al mercado cross-border, a lo largo de 2021 las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en Estados Unidos, Chile y España, con 28, 18 y 16 transacciones, respectivamente. Por importe destaca Estados Unidos, con USD 2.222,60m.

Por otro lado, Estados Unidos, es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en México, con 139 operaciones, seguido de Reino Unido con 19 transacciones. Por importe, se destaca Estados Unidos, con USD 4.894,59m.

Por su parte, las empresas estadounidenses que adquieren empresas mexicanas han aumentado en un 85,33% hasta el mes de diciembre, con respecto al mismo periodo de 2020, mientras que las adquisiciones extranjeras en los sectores de tecnología y Internet han registrado un aumento del 56,14% con respecto a diciembre de 2020.

En cuanto los fondos extranjeros de Private Equity y Venture Capital invirtiendo en empresas mexicanas, se han registrado 22 transacciones, lo que representa un aumento interanual del 83,33% en el transcurso de 2021.

Private Equity y Venture Capital

En 2021 se han producido un total de 28 transacciones de Private Equity valoradas en USD 825m, las cuales representan un aumento del 27,27% en el número de operaciones y una disminución del 27,44% en el capital movilizado con respecto al mismo periodo de 2020.

Por su parte, en 2021, México ha registrado 167 operaciones de Venture Capital valoradas en USD 4.767m, lo que representa un aumento del 60,58% en el número de operaciones y un aumento del 294% en el capital movilizado con respecto al mismo periodo del año pasado.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado hasta diciembre 49 transacciones con un importe de USD 5.830m, lo cual implica un descenso del 19,67% en el número de operaciones y un aumento del 200,66% en su importe con respecto al mismo periodo de 2020.

Transacción Destacada del año

Para 2021, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la relacionada con Live Nation Entertainment, empresa de entretenimiento con sede en Beverly Hills, Estados Unidos, la cual ha completado la adquisición de un 40% de Ocesa a Televisa.

La operación, valorada en USD 261,96m, ha estado asesorada en la parte legal por Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez y Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes.


Ranking de Asesores Legales y Financieros

En el ranking TTR de asesores financieros, por importe, lideran en 2021 Allen & Company; Guggenheim y JPMorgan Chase & Co., con USD 4.800m. Por número de operaciones lidera Goldman Sachs, con 3 transacciones.

En cuanto al ranking de asesores jurídicos, por número de operaciones, lidera en el año Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con 49 operaciones y, por importe, lidera Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes, con USD 7.174,27m.

Relatório anual sobre o mercado transacional brasileiro – 2021

Mercado de Fusões e Aquisições brasileiro movimenta BRL 595,5bi em 2021

  • Em 2021, foram registradas 2560 transações
  • Volume de fusões e aquisições apresenta crescimento de 51%
  • Quarto trimestre de 2021 é mais ativo desde os últimos oito trimestres, contabilizando um total de BRL 190,1bi
  • Setor de Tecnologia é o mais ativo do ano, com 933 transações
  • Houve um aumento de 57% no número de transações em Venture Capital
  • As empresas norte-americanas aumentaram em 93% suas aquisições no Brasil

O mercado transacional brasileiro registrou um total de 2560 transações e movimentou BRL 595,5bi em 2021, de acordo com o relatório anual do Transactional Track Record.

Esses números representam um aumento de 51% no número de transações em relação ao mesmo período de 2020. Do total das transações, 51% possuem os valores revelados e 84% das operações já estão concluídas.

No quarto trimestre, 717 fusões e aquisições foram registradas, entre anunciadas e concluídas, por um valor total de BRL 190,1bi, sendo o trimestre mais ativo desde os últimos oito trimestres, em relação ao capital mobilizado.

Operações do mercado transacional do 4Q de 2019 até 4Q de 2021
Fonte: Transactional Track Record.

O setor de Tecnologia permanece o mais ativo do ano, com um total de 933 transações, representando um aumento de 67% em relação ao mesmo período de 2020. Em segundo lugar está o setor de Financeiro e Seguros, com 469 transações. 

Ámbito Cross-Border 

Em 2021, as empresas brasileiras escolheram os Estados Unidos como seu principal destino de investimento, com 58 transações e um total de BRL 10,3bi, seguido pela Argentina com 17 operações e pelo México com 16 transações.

Os Estados Unidos e a Argentina, com 244 e 39 transações, respectivamente, são os países que mais investiram no Brasil. 

As empresas norte-americanas que adquirem empresas brasileiras registraram um aumento de 93% em comparação com o mesmo período do ano passado. Já as aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet aumentaram em 79%.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve um aumento de 8% em 2021.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Em Private Equity, foram contabilizadas 124 transações e um total de BRL 53,4bi até 31 de dezembro, registrando uma diminuição de 10% no número de operações, em comparação com o mesmo período de 2020.

No âmbito de Venture Capital, foram realizadas 740 rodadas de investimento, movimentando um capital de BRL 66,0bi, o que resulta um aumento de 57% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registradas 285 transações e um total de BRL 164,9bi em 2021, representando um crescimento de 21% no número de operações, em relação ao mesmo período do ano passado.

Transação do ano

A transação destacada pelo TTR em 2021, foi a aquisição da Evoltz Participações pela OTPP – Ontario Teachers’ Pension Plan, a qual era detida pelo Seville Fundo de Investimento, fundo da TPG Capital. O valor da transação foi de BRL 3,0bi.

A operação contou com a assessoria jurídica dos escritórios Cleary Gottlieb Steen & Hamilton US (Global); Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados; TozziniFreire Advogados; Linklaters USA; Debevoise & Plimpton; Torys US. Do lado financeiro, a transação foi assessorada pelo Banco BTG Pactual; Banco Modal; Goldman Sachs; e pela EY Brasil e KPMG Brasil, os quais realizaram due diligence.

Entrevista com Lefosse Advogados

Rodrigo Junqueira, managing partner e sócio das áreas de Societário e M&A, Mercado de Capitais e Private Equity, e Luiz Octavio Lopes, sócio da área de Societário e M&A, conversaram com o TTR para esta edição, e analisaram os setores que apresentam as maiores oportunidades para investidores internacionais no Brasil em 2022: “Os setores mais atraentes para o investidor estrangeiro no momento são aqueles que estão menos expostos ao contexto político. Nesse sentido, realizamos um número importante de transações relacionadas ao agronegócio, como resultado claro da atual alta do ciclo de commodities. Nesse cenário, continuaremos a ver muito interesse no setor de energia, especialmente nas operações relacionadas a projetos solares, linhas de transmissão e Geração Distribuída, impulsionados pela tendência da indústria 3D – Descarbonização, Descentralização e Digitalização. Além disso, observamos continuamente um grande interesse no setor de saúde, com enorme potencial de crescimento.

No entanto, podemos nos surpreender positivamente com movimentos expressivos em setores que atualmente são negociados em múltiplos fortemente descontados, seja diretamente devido à COVID-19 ou a outros fatores, como é o caso atualmente do varejo e da indústria.”

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Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica do ano de 2021 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade das empresas líderes é reportada pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lidera ao longo de 2021 o Banco Bradesco BBI, com 93 operações. Em valor, lidera o Banco BTG Pactual, contabilizando um total de BRL 157,5bi.

No que se refere ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações em 2021 lidera o escritório Bronstein Zilberberg Chueiri & Potenza Advogados, com 137 transações. Em valor, lidera o Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados contabilizando um total de BRL 147,3bi.

Dealmaker Q&A

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TTR Dealmaker Q&A with AON M&A and Private Equity Regional Leader LATAM Felipe Junqueira

AON

Felipe Junqueira

Felipe is our M&A and Transaction Solutions Leader in Latin America. He holds degres in law, accounting and business administration and has a post-graduate degree in project management from Ibmec Business School. He has extensive experience and comprehensive knowledge in the M&A and Private Equity arenas, covering activities in the financial and legal areas with a background in advisory and consultancy work focused on mergers and acquisitions and corporate finance, and experience in accounting, financial, risk and insurance due diligence for transactions.
He has experience in the oil and gas industry, logistics, infrastructure and retail, among other sectors. He is based in São Paulo and speaks Spanish, native Portuguese and is fluent in English.


TTR: ¿What are your main conclusions for the M&A market in Latin America with the current economic situation in 2021?

Aon comments: We had a fantastic year in the region in 2022, not only in terms of the number and size of transactions, but also in the amount of business that we were able to advise and help making possible, either through transferring some of risks related to the Deals (through transactional insurance) or by supporting on the due diligence fronts, whether in Risks, Insurance, Human Capital and other specialty divisions within our offering. We have a great pleasure in leading these efforts in Latin America and being some of the responsible for this positive scenario.

TTR: What are the most relevant drivers for consolidating the M&A market in Brazil, Mexico, Colombia, Chile, Peru and Argentina in 2022?

Aon comments: Consolidation of political and economic stability as well as fiscal responsibility continue to be the key to bringing more investment to the region. Relevant political changes have taken place and many more are expected for 2022 in the region. Some countries have taken the lead in giving clearer signals to the market. Although we continue to face some challenges, we expect to have 2022 as a better prepared year keeping a continuous flow of investments in the region, whether by local or foreign investors.

  • Brazil: As 2022 is a presidential election year, this should be one of the main drivers for the investment decisions. Thus, better understanding and managing risks involved to this process is something to bear in mind. Another relevant driver relates to Brazilian Tax System. Tax legal framework together with Labor law are very relevant topics in which the market awaits (more) reforms. These reforms could lead to a game changer in improving the business environment in general.
  • Mexico: M&A transactions had a significant increase in 2021 if compared to 2020 when companies put some of these projects on hold amid the uncertainty generated by the pandemic. We expect that the growth in the number of M&A transactions will keep strength in 2022. It is important to highlight that there are some phenomena that must be considered such as inflation, the expectation of higher interest rates and the persistence of uncertainty by Covid-19, as well as some uncertainties related to potential legislative changes that could affect various industries in the country. (ie: Green Power).
  • Colombia: It is expected that the M&A market for 2022 will keep a similar trend to 2021, with increased dynamism, especially among private equity given the relevant market dry powder. Sectors such as technology (Fintech) where Colombia has achieved significant growth at the regional level, infrastructure, as the engine of economic reactivation and others such as health and energy will be the sectors that we understand will lead the Colombian market. It is important to remember that the presidential elections will take place during the first semester of 2022, thus some investors may want to wait for the results of the elections to proceed with the transactions. In spite of that, we consider that 2022 should be an extension of 2021 in which the economic reactivation will reveal opportunities for investors in search of opportunities in emerging markets, despite the difficulties that issues such as inflation and devaluation may bring to financial modeling exercises.
  • Chile: Chile has been historically a very attractive destination for investments in the region. We understand that considerable political and economic changes have caused some momentary level of caution among investors.
    This may partly explain the high pace of transactions in 2021 ahead of the election result. We expect a brief moment of market accommodation given the recent transition and a relevant number of deals during 2022 given the opportunities in the country.
  • Peru: We expect 2022 to be a year of less uncertainty if compared to 2021, which had already been a satisfactory year in terms of the pace of transactions in the country. Dollar is momentarily lower and the economy is starting to recover. We expect a boost in the pace of M&A transactions in 2022.
  • Argentina: We see a relevant movement regarding foreign buyers as well as local buyers who are already more familiar with the local market investing  in several industries such as financial services, pharmaceuticals, consumer goods, telecommunications, energy/power, etc taking advantage of the divestment of the players who decided to exit local investments due to the unstable context in which the perception of risk and inflation were on the rise. Although transactions in general had been in general small and medium-sized, the amount remained consistent in 2020 and 2021.
    Argentina is the third largest economy in Latam, and although has gone through some recent crises, is still a relevant market for investments with some opportunities with competitive valuations.

TTR: As one of the leading M&A advisors in the Latin American market, how has AON handled the crisis in terms of advising clients, and what opportunities has the company identified through the current situation in the region?

Aon: We noticed increased concern in due diligence processes, mainly due to the uncertainties generated by the crisis. Buyers, in general, are more likely to invest more time and resources to understand the transaction and target better, as well as to transfer some risks related to the Deal, whenever possible. In our transactional insurance business, the demand from clients was historic in 2021. Our clients sought advice on transferring risks through the placement of transactional insurance, whether transferring unknown risks, contingent risks involving relevant figures, as well as structuring insurance alternatives for payment in order to reduce, or even eliminate escrow accounts, and achieve more favorable conditions for both buyers and sellers.

TTR: In which sectors will international investors find the greatest opportunities in Latin America in 2022, and why?

Aon: The technology sector has been the most active in terms of transaction volume for many, which we expect to remain the case, given the confluence of events and the increasing use of technology, both within the insurance sector, and in other industries. The healthcare sector has also demonstrated a very interesting increase in the pace of transactions, which we also expect to continue, and the financial sector will also remain dynamic. We know that all these sectors have a component of liability risk, as well as extremely critical cyber risks, which we always seek to address, in addition to the other risks related to each subsector and each specific target.

More capital-intensive sectors, especially energy, power, infrastructure, chemicals, mining and industrials, in general, which have had higher associated risk management and insurance costs and needs historically, have formed the basis of the transactions we advise on. Investments in energy, power and infrastructure, in general, have proved to be significant vectors for growth, which we expect to continue in 2022 due to the great potential for further development in these industries across the region, with an emphasis on investments that have a strong ESG profile.

TTR: What will be the main challenges, in terms of M&A deals, in the coming years?

Aon: According to the Aon Global Risk Management Survey, in which more than 2,000 companies worldwide participated, the main challenges identified by the private equity sector will be slow economic recovery, difficulty in attracting or retaining the best talent, cyber risks, reputation/brand management, business interruption and political risk.

On the other hand, according to our survey, the overall elevated risk outlook has led to increased involvement from risk management departments in M&A transactions, including divestitures. The results demonstrate that most companies across all industries and sizes still do not proactively assess their most critical and emerging risks as part of the deal-making process, likely because risk management is generally not an integral part of the planning processes for M&A investments and divestitures. This lack of risk oversight in corporate deal-making leaves much room for improvement.

In any case, we are available to discuss these and other points in order to support decision-making; after all, we are in the business of better decisions and ready to support our clients in this regard.

Below we share the link to our latest  Global Risk Management Survey* as well as the link to our last Risk in Review for M&A report, with more detailed comments and findings based on a survey of 50 senior executives from corporate development teams, private equity firms and investment banks.   ·

*Contact – 2021 Global Risk Management Survey (aon.com)


Spanish version


AON

Felipe Junqueira

Felipe es el líder de M&A and Transaction Solutions de Aon en América Latina.  Licenciado en derecho, contabilidad y administración de empresas y tiene un posgrado en gestión de proyectos por Ibmec Business School. Cuenta con una amplia experiencia y conocimiento en los campos de M&A y Private Equity, abarcando actividades en las áreas financiera y legal con una trayectoria en trabajos de asesoría y consultoría enfocada en fusiones y adquisiciones, finanzas corporativas, y experiencia en due diligence contable, financiero y de riesgos y seguros para transacciones.
Felipe cuenta con experiencia en la industria de petróleo y gas, logística, infraestructura, retail, entre otros sectores. 


TTR: ¿Cuáles son sus principales conclusiones del comportamiento del mercado M&A en América Latina con la actual coyuntura económica en 2021?

Aon comenta: Tuvimos un año fantástico en la región en 2022, no solo en términos de la cantidad y el tamaño de las transacciones, sino también en la cantidad de negocios que pudimos asesorar y ayudar a hacer posibles, ya sea mediante la transferencia de algunos de los riesgos relacionados con las transacciones (a través de seguros transaccionales) o apoyando en los frentes de due diligence, ya sea en Riesgos, Seguros, Capital Humano y otras divisiones de especialidad dentro de nuestra oferta. Tenemos un gran placer en liderar estos esfuerzos en América Latina y aportar de alguna manera a este escenario positivo.

TTR: ¿Cuáles serán los drivers más relevantes para la consolidación del mercado M&A para países clave de la región como Brasil, México, Colombia, Chile, Perú y Argentina en 2022?

Aon comenta: La consolidación de la estabilidad política y económica, así como la responsabilidad fiscal, siguen siendo la clave para atraer más inversiones a la región. Se han producido cambios políticos relevantes y se esperan muchos más para 2022. Algunos países han tomado la delantera en dar señales más claras al mercado. Si bien seguimos enfrentando algunos desafíos, esperamos tener el 2022 como un año mejor preparado manteniendo un flujo continuo de inversiones en la región, ya sea de inversionistas locales o extranjeros.

  • Brasil: Dado que 2022 es un año de elecciones presidenciales, este debería ser uno de los principales impulsores de las decisiones de inversión. Por lo tanto, una mejor comprensión y gestión de los riesgos involucrados en este proceso es algo a tener en cuenta. Otro factor relevante se relaciona con el sistema tributario brasileño. El marco legal tributario junto con el derecho laboral son temas muy relevantes en los que el mercado espera reformas, que podrían cambiar el rumbo para mejor del entorno empresarial en general.
  • México: Comparadas con el 2020 y, su respectiva suspensión de algunos proyectos debido a la incertidumbre propia de la pandemia, las transacciones de M&A tuvieron un aumento significativo en 2021. A pesar que se espera que el crecimiento en el número de operaciones de M&A mantenga su fuerza en 2022, existen algunos factores como la inflación, la expectativa de mayores tasas de interés, la persistencia de la volatilidad por el Covid-19 y, la incertidumbre relacionadas con posibles cambios legislativos que podrían afectar a diversas industrias del país, por ejemplo :energías verdes).
  • Colombia: Se espera que el mercado de M&A para 2022 mantenga una tendencia similar a la de 2021, con un mayor dinamismo, especialmente entre los fondos de capital privado dado el mercado relevante dry powder. Sectores como tecnología (Fintech) donde Colombia ha logrado un crecimiento importante a nivel regional, además de infraestructura, como motor de la reactivación económica, y otros como salud y energía, serán los sectores que entendemos liderarán el mercado colombiano. Es importante recordar que las elecciones presidenciales que se llevarán a cabo durante el primer semestre de 2022 podrán retrasar algunas transacciones a la espera de resultados en las urnas. A pesar de ello, consideramos que 2022 debe ser una extensión de 2021, año en que la reactivación económica revelará oportunidades para inversionistas en busca de oportunidades en mercados emergentes, a pesar de las dificultades que temas como la inflación y la devaluación puedan traer a los ejercicios de modelación financiera.
  • Chile: Chile ha sido históricamente un destino muy atractivo para las inversiones en la región. Entendemos que los cambios políticos y económicos considerables y cierto nivel de incertidumbre generado en relación con estos temas han causado cierto nivel momentáneo de cautela entre los inversionistas.
    Esto puede explicar en parte el alto ritmo de transacciones en 2021 antes del resultado de las elecciones. Esperamos un breve momento de acomodación del mercado dada la reciente transición y un número relevante de acuerdos durante 2022 dadas las oportunidades en el país.
  • Perú: Esperamos que el 2022 sea un año de menor incertidumbre si se compara con el 2021, que ya había sido un año satisfactorio en cuanto al ritmo de transacciones en el país. El dólar está momentáneamente a la baja y la economía está comenzando a recuperarse. Esperamos un impulso en el ritmo de las transacciones de fusiones y adquisiciones en 2022.
  • Argentina: Vemos un movimiento relevante con respecto a los compradores extranjeros, así como a los compradores locales que ya están más familiarizados con el mercado local invirtiendo en varias industrias, como servicios financieros, productos farmacéuticos, bienes de consumo, telecomunicaciones, energía/electricidad, etc. la desinversión de los jugadores que decidieron salir de las inversiones locales debido al contexto inestable en el que la percepción de riesgo y la inflación iban en aumento. Si bien las transacciones en general habían sido pequeñas y medianas, el monto se mantuvo constante en 2020 y 2021.
    Argentina es la tercera economía más grande de Latam, y aunque ha pasado por algunas crisis recientes, aún sigue siendo un mercado relevante para inversiones con algunas oportunidades con valoraciones competitivas.

TTR: AON, al ser uno de los líderes en asesoría en el mercado M&A en América Latina: ¿Cómo ha manejado la crisis actual en términos de asesoramiento y qué oportunidades han encontrado a través de la coyuntura actual en la región?

Aon comenta: Notamos una mayor preocupación en los esfuerzos de Due Diligence principalmente debido a la incertidumbre generada por la crisis. Es más probable que los compradores inviertan más tiempo y recursos en comprender mejor la transacción y el objetivo, así como en transferir algunos riesgos del acuerdo, cuando sea posible. En nuestro negocio de seguros transaccionales, podemos afirmar que el 2021 fue el año en el que más requerimientos de asesoramiento tuvimos para la transferencia de riesgos a través de la colocación de seguros transaccionales, bien sea la transferencia de riesgos desconocidos, de riesgos contingentes que involucran cifras relevantes, así como la estructuración de alternativas en seguros para pago, con el fin de reducir o incluso eliminar las cuentas de depósito en garantía y lograr condiciones más favorables tanto para los Compradores como para los Vendedores. 

TTR: ¿Cuáles serían los sectores que podrían ofrecer las mayores oportunidades en América Latina a los inversores internacionales en 2022 y por qué?

Aon comenta: El sector de tecnología ha sido durante años el más activo en cuanto a número de transacciones, las cuales esperamos se mantengan dado el incremento coyuntural y estructural en el uso de tecnologías, ya sea dentro del propio sector o incluso dentro de otras industrias a través de un proceso de verticalización. El sector sanitario también ha mostrado un incremento muy interesante en el ritmo de transacciones, que también esperamos que se mantenga al igual que el sector financiero. Sabemos que todos estos sectores tienen un componente de riesgos de responsabilidad, así como riesgos cibernéticos extremadamente críticos, que siempre buscamos atender, además de los demás riesgos de cada subsector y cada Target específico.

Los sectores más intensivos en capital, especialmente energías fósiles y renovables, Infraestructura, Químico, Minería e industrial en general, que históricamente terminan teniendo mayores necesidades en gestión de riesgos y seguros, han sido la base de las transacciones que asesoramos. Las inversiones en energías fósiles y renovables e Infraestructura en general han demostrado ser un vector relevante y que esperamos que continúe en 2022 debido a la falta de desarrollo de estas industrias en la región, con énfasis en inversiones con perfil ESG.

TTR: Para Aon, ¿cuáles serán los principales desafíos que tendrán las transacciones en los próximos años? 

De acuerdo con la Encuesta Global de Gestión de Riesgos de Aon, en la cual participaron más de 2000 empresas a mundial. Los principales retos identificados por el sector de Private Equity específicamente serán:  Una lenta recuperación de la economía, dificultad para atraer o retener el mejor talento, el riesgo cibernético, daños a la reputación/ marca, interrupción de negocio y el riesgo político. 

Por otro lado, según nuestra encuesta, la perspectiva general de riesgo elevado ha condujo a una mayor participación de los departamentos de gestión de riesgos en fusiones y adquisiciones y desinversiones.

Los resultados muestran que la mayoría de las empresas en todos las industrias y tamaños aún no evalúan proactivamente su los riesgos más críticos y emergentes como parte del proceso de evaluación, probablemente porque la gestión de riesgos generalmente no es una parte integral de los procesos de negociación para fusiones y adquisiciones y desinversiones. Esta falta de incorporación del tema de riesgos en las transacciones deja mucho espacio para mejora.

Quedamos a su disposición para discutir estos y otros puntos con el fin de apoyar la toma de decisiones. Después de todo, estamos en el negocio de tomar mejores decisiones y estamos listos para apoyar a nuestros clientes en este sentido.

A continuación compartimos el enlace de nuestra última Encuesta Global de Gestión de Riesgos* así como el enlace a nuestro último informe Risk in Review para M&A  con los comentarios y hallazgos más detallados de una encuesta de 50 altos ejecutivos en desarrollo corporativo, capital privado y banca de inversión.   ·

*Contact – 2021 Global Risk Management Survey (aon.com)