Dealmaker Q&A


TTR Dealmaker Q&A con Marcela Huertas, Diligence and Projects de MCM Corporate


Marcela Huertas


MCM Corporate



TTR Data: Com a aprovação da Lei Complementar 214/2025, como você entende que os investimentos de VCs em startups serão afetados?

MCM Corporate (Huertas): A Reforma Tributária sobre o consumo será implementada de forma gradual. Em 2026, teremos alíquotas testes, mas sem recolhimento dos novos tributos para os contribuintes que cumprirem a obrigação acessória — ou seja, incluir os campos de IBS e CBS nos documentos fiscais.

A partir de 2027, inicia-se a adoção da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), e entre 2029 e 2032, o ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). Essa transição alterará a carga tributária das operações das investidas, impactando diretamente indicadores financeiros, preços de compras e vendas, e a relação entre fornecedores e clientes  que passará a ser baseada em preço líquido. Isso exigirá simulações detalhadas e reavaliações estratégicas para entender os efeitos no caixa e na rentabilidade.

TTR Data: O relatório mensal do TTR apontou que o setor de Internet, Software & IT Services é o mais ativo em transações. Como esses setores serão afetados pela Reforma?

MCM Corporate (Huertas): Esses setores serão diretamente beneficiados pela não cumulatividade plena dos novos tributos. Todos os tributos pagos ao longo da cadeia produtiva poderão ser compensados, o que poderá reduzir o custo de aquisição  especialmente relevante para empresas de serviços que contratam muitos PJ’s. Por outro lado haverá um aumento significativo das alíquotas para o setor, o que implicará em maior desembolso de caixa imediato, e, potencial redução do custo efetivo.

Para o setor de serviços em geral,  a LC 214/2025 prevê regimes específicos para setores como serviços financeiros e operações com bens imóveis, além de atividades com redução de alíquotas em 30%, 60% ou até 100%. A lista de bens e serviços contemplados está no anexo da lei complementar.

Para todos os setores, o  período de transição entre 2027 e 2032 será desafiador. As empresas terão que conviver com os tributos atuais (ISS, ICMS) e os novos (IBS, CBS), com bases de cálculo e alíquotas diferentes. A partir de 2033, teremos apenas IBS e CBS, o que deve simplificar a apuração.

TTR Data: A MCM Corporate é referência em diligências para investimentos de VC e CVC. Como vocês têm orientado os fundos para essa nova realidade?

MCM Corporate (Huertas): Já incorporamos análises da reforma tributária em nossas diligências. Contudo, poucas investidas estão realmente preparadas. Muitas deixam a responsabilidade para a contabilidade terceirizada e pensam apenas em repassar os custos da reforma nos preços.

Nossa orientação é clara: não basta repassar custos. É preciso cumprir obrigações acessórias já em 2026, entender os impactos nos indicadores e adaptar os modelos de negócio. Temos reforçado isso em relatórios e diálogos com os fundos e as investidas.

TTR Data: O que você recomenda para as investidas em  2026?

MCM Corporate (Huertas): O primeiro passo é cumprir a obrigação acessória e apresentar os campos de IBS e CBS nos documentos fiscais. Além disso, é essencial:

– Realizar estudos de impacto da reforma nos preços e margens e negociar com fornecedores e clientes;

– Incluir apontamentos ou notas explicativas em suas demonstrações sobre os efeitos da nova tributação aos Stakeholders;

– Compreender que a tributação será sobre o valor agregado  não haverá mais abatimentos da receita ou ajustes por movimentação de contas de despesa;

– Preparar os investidores para mudanças nos indicadores e nos planos estratégicos, que podem implicar em aumento ou redução de margem.


English version


Marcela Huertas


MCM Corporate


TTR Data: With the approval of Complementary Law 214/2025, how do you believe VC investments in startups will be affected?

MCM Corporate (Huertas): The Tax Reform on consumption will be implemented gradually. In 2026, test rates will be introduced, but without the obligation to collect the new taxes for taxpayers who comply with the ancillary obligation — that is, including the IBS and CBS fields in fiscal documents.

Starting in 2027, the CBS (Contribution on Goods and Services) will be adopted, and between 2029 and 2032, ISS and ICMS will be replaced by IBS (Tax on Goods and Services). This transition will change the tax burden on portfolio companies’ operations, directly impacting financial indicators, purchase and sales prices, and the supplier–client relationship, which will shift to a net-price basis. This will require detailed simulations and strategic reassessments to understand the effects on cash flow and profitability.

TTR Data: TTR’s monthly report indicated that the Internet, Software & IT Services sector is the most active in transactions. How will these sectors be affected by the Reform?

MCM Corporate (Huertas): These sectors will be directly benefited by the full non-cumulative nature of the new taxes. All taxes paid throughout the production chain may be credited, which can reduce acquisition costs — especially relevant for service companies that hire large numbers of contractors (PJ’s).

On the other hand, the sector will face a significant increase in tax rates, which will require greater immediate cash outflow and may potentially reduce the effective tax cost.

For the services sector as a whole, Complementary Law 214/2025 establishes specific regimes for areas such as financial services and transactions involving real estate assets, as well as activities eligible for rate reductions of 30%, 60% or even 100%. The list of covered goods and services is included in the annex to the law.

For all sectors, the transition period between 2027 and 2032 will be challenging. Companies will have to operate simultaneously with the current taxes (ISS, ICMS) and the new ones (IBS, CBS), each with different bases of calculation and rates. Starting in 2033, only IBS and CBS will remain, which should simplify tax assessment.

TTR Data: MCM Corporate is a reference in due diligence for VC and CVC investments. How have you been advising funds in this new landscape?

MCM Corporate (Huertas): We have already incorporated tax reform analyses into our due diligence processes. However, few portfolio companies are truly prepared. Many delegate responsibility to outsourced accounting firms and simply intend to pass the reform’s costs on to prices.

Our guidance is clear: it is not enough to pass costs along. Companies must comply with ancillary obligations starting in 2026, understand the impacts on indicators, and adapt their business models. We have emphasized this in our reports and conversations with funds and portfolio companies.

TTR Data: What do you recommend for portfolio companies in 2026?

MCM Corporate (Huertas): The first step is to comply with the ancillary obligation and include the IBS and CBS fields in fiscal documents. Additionally, it is essential to:

  • Conduct impact studies on prices and margins and negotiate with suppliers and customers;
  • Add disclosures or explanatory notes in financial statements regarding the effects of the new tax system for stakeholders
  • Understand that taxation will be based on value added — there will no longer be revenue deductions or adjustments through expense-account movements
  • Prepare investors for changes in indicators and strategic plans, which may result in either margin increases or reductions.

Dealmaker Q&A


TTR Dealmaker Q&A con Juan Guillermo Cuervo, Socio de Alzur


Juan Guillermo Cuervo


Alzur



TTR Data: Alzur nació en 2023, pero detrás hay una década de experiencia creando piezas conmemorativas. ¿Cómo surgió la idea de especializarse en tombstones para banca de inversión?

Alzur (Cuervo): Fue una evolución natural. Después de muchos años diseñando y produciendo piezas especiales, notamos que los tombstones del sector financiero se habían vuelto objetos estándar, sin alma. Vimos la oportunidad de devolverles significado: hacer piezas que contaran una historia, con materiales novedosos y formas que conectaran con el logro que representan. Alzur nació con la idea de transformar un objeto tradicional en algo artístico y memorable y es la visión compartida de tres socios: Patricia Escobar, una experimentada ingeniera de producción que lidera nuestra planta en Sabaneta (Antioquia), Carlos Martínez Díez, un banquero de inversión exitoso y apasionado de los tombstones (tiene una de las mejores colecciones de Colombia) y quien les habla, un diseñador gráfico con muchas horas de vuelo en diseño.

TTR Data: ¿Qué diferencia a Alzur frente a otros fabricantes?

Alzur (Cuervo): En Alzur no trabajamos en serie ni reciclamos diseños de proyectos anteriores. Cada proyecto parte de una historia distinta, cada pieza es única. Nos gusta conversar con nuestro cliente, entender qué hay detrás del logro, quiénes son los protagonistas y qué quieren transmitir. Más allá de los materiales, lo esencial es el concepto. Acompañamos muy de cerca a nuestros clientes, casi como parte de su equipo, y eso se nota en el resultado final. Nuestros clientes valoran mucho nuestro proceso de diseño, en el que les invitamos a participar y mejorar nuestros primeros bocetos. Estar ubicados en Colombia, cerca de nuestros clientes y hablar el mismo idioma (a diferencia de otros proveedores internacionales) ayuda mucho en la interacción.

TTR Data: Usted lleva más de 20 años en el mundo del diseño. ¿Cómo llegó a especializarse en este tipo de piezas?

Alzur (Cuervo): Empecé explorando distintos campos — diseño gráfico, interiores, modelado 3D, producción artesanal — hasta que un cliente me pidió crear una pieza conmemorativa para una transacción de M&A. Ese proyecto me reveló un universo fascinante: el de dar forma tangible a un logro intangible. Desde entonces entendí que un tombstone puede ser arte funcional, algo que emociona y perdura. Los banqueros de inversión tienen un carácter y un ego muy característicos, acompañarles en la conceptualización de un logro que ha costado tanto lograr es un desafío extraordinario, y nada fácil… 

TTR Data: ¿Qué valores guían su trabajo y el de Alzur?

Cuervo: Cuidamos la precisión y el detalle porque cada pieza representa un momento irrepetible. Pero más allá de lo técnico, nos importa el simbolismo. Buscamos elegancia, durabilidad y una estética limpia. En el fondo, se trata de crear arte funcional: objetos que comuniquen orgullo, confianza y emoción con el paso del tiempo. Nuestras piezas van a estar en manos de ejecutivos de primer nivel, abogados exitosos y salas de juntas de bancas de inversión donde se discuten las transacciones más importantes de América Latina.

TTR Data: ¿Tiene alguna anécdota que refleje la filosofía de Alzur?

Alzur (Cuervo): Hace pocas semanas ocurrió algo fascinante. Enfrentamos un proceso de producción complicado con fechas de entrega muy apretadas. Nuestro cliente tenía un closing dinner en Cartagena. Estábamos contra el reloj. Enviando las piezas por paquetería no alcanzarían a llegar. La única manera de poder cumplir con los tiempos de entrega fue tomar las piezas conmigo, montarme en un avión y llevarlas personalmente (nos encontramos en el Aeropuerto de Cartagena). Nuestro cliente lo valoró mucho; entendió el esfuerzo y la pasión detrás de Alzur. Esa historia resume lo que somos: un equipo dispuesto a hacer lo que sea necesario para cumplir a nuestros clientes, así la rentabilidad del proyecto no siempre alcance…

TTR Data: Alzur trabaja estrechamente con bancas de inversión y equipos legales que operan en transacciones de alto impacto. ¿Cómo ha cambiado su relación con los dealmakers y cómo influye la actividad del mercado M&A en la demanda y sofisticación de sus piezas?

Alzur (Cuervo): La relación se ha transformado profundamente. Antes, los tombstones eran piezas muy estándar, producidas casi en serie. Hoy los dealmakers esperan algo más: quieren que capturemos la esencia de la transacción, no solo la descripción y montos. Ese cambio ha elevado la conversación creativa. Ya no llegamos desde la forma, sino desde el concepto industrial, desde el alma del proyecto.

Mi formación en diseño industrial ha sido clave para esto. Nos permite explorar materiales más allá del acrílico tradicional: metales, maderas, resinas, piezas ensambladas, elementos cromáticos que dialogan con la identidad de cada institución. También trabajamos técnicas que antes no se utilizaban en este segmento: composiciones multicapa, uniones integradas, contrastes de textura y color.

Cuando el mercado M&A está dinámico, los clientes no solo buscan más piezas; buscan piezas más sofisticadas. Hoy la banca de inversión quiere tombstones que reflejen la complejidad de una transacción, la cultura de la firma y la historia detrás del cierre. Eso nos exige estar siempre un paso adelante, innovando desde el diseño y la ingeniería.

TTR Data: Mientras continúan su expansión regional, ¿están explorando soluciones a mayor escala para servir a bancas de inversión globales y firmas de abogados que operan múltiples jurisdicciones en LatAm? ¿Cuál es su visión para consolidarse como referente regional en el sector?

Alzur (Cuervo): Nuestro camino es claro: reforzar nuestras capacidades propias. En lugar de alianzas externas, estamos preparando nuevas inversiones en equipos de producción, maquinaria especializada y procesos internos que nos permitan atender una demanda creciente sin perder nuestro sello artesanal.

En Latinoamérica hay muy pocos proveedores especializados en tombstones, y eso nos pone en una posición única. Competimos “en casa”, con cercanía, con grupos estadounidenses y asiáticos que no conocen el territorio ni la cultura transaccional de la región. Esa proximidad —entender cómo trabajan los equipos, sus ritmos, sus códigos— es un diferencial enorme.

En los últimos dos años hemos atendido proyectos en Panamá, México, República Dominicana y Guatemala, además de colaborar con las principales bancas colombianas. Hoy estamos prospectando activamente Chile y Perú, mercados donde vemos una clara necesidad de un proveedor regional que combine creatividad, cumplimiento y conocimiento profundo del mundo M&A.

Nuestra visión es convertirnos en el referente latinoamericano: un estudio que diseña y produce piezas con el nivel de un atelier, pero con la capacidad operativa para servir a bancas globales que manejan múltiples jurisdicciones en la región.

TTR Data: ¿Cómo ha evolucionado el diseño de tombstones en América Latina?

Alzur (Cuervo): Hace unos años casi todas las piezas eran iguales: rectas, transparentes y sin narrativa, con predominio del acrílico y ensamblajes básicos. Hoy los clientes se merecen algo mucho mejor, son mucho más exigentes, buscan diseño, historia y conexión emocional. El tombstone se ha convertido en una extensión del branding y del orgullo corporativo.

TTR Data: ¿Y qué papel cumple hoy el diseño en la comunicación de los logros financieros?

Alzur (Cuervo): El diseño humaniza los logros. En un entorno dominado por números y contratos, ayuda a transmitir emoción y sentido. Un buen tombstone comunica confianza, trabajo en equipo y propósito. Detrás de cada pieza hay cientos de horas de trabajo para lograr que el deal se cierre exitosamente. No es solo una pieza bonita: es una forma de celebrar visualmente el cierre exitoso.

TTR Data: ¿Qué tendencias están marcando el futuro del diseño conmemorativo?

Alzur (Cuervo): Estamos explorando materiales más sostenibles y procesos más limpios. La impresión 3D también nos ha abierto nuevas posibilidades: estructuras más ligeras, precisas y expresivas. La innovación técnica siempre debe estar al servicio de la historia que queremos contar. Estamos empezando a incorporar IA en nuestros procesos, si bien todavía el componente humano y artesanal predomina en nuestros procesos.

TTR Data: Alzur ya trabaja con clientes en varios países. ¿Cómo ha sido esa expansión regional?

Alzur (Cuervo): Nuestros principales proyectos están en Colombia, pero en los últimos meses hemos incursionado exitosamente en Panamá, Guatemala, El Salvador, México y República Dominicana. Con muchos clientes ya existe una relación cercana y de confianza: saben que cuidaremos cada detalle. Un ejemplo que recuerdo con especial cariño es el trabajo con Bancolombia y su cliente Terpel (foto adjunta). Nos piden piezas que se muevan, que inviten a descubrir. Es un reto constante y lo disfrutamos mucho.

TTR Data: Usted mencionó que uno de los socios de Alzur, Carlos Martínez Díez, es banquero de inversión y coleccionista de tombstones. ¿Qué papel jugó su experiencia en la decisión de enfocarse en el mercado de M&A y cómo ha influido en su relación con los dealmakers?

Alzur (Cuervo): La influencia de Carlos ha sido enorme. Tiene más de 20 años en banca de inversión y una de las colecciones de tombstones más impresionantes que he visto. Esa sensibilidad —saber qué representa un cierre, qué valor simbólico tiene para un equipo, qué significa recibir la pieza — ha marcado la filosofía corporativa de Alzur.

Carlos es extraordinariamente exigente con la calidad: materiales, acabados, ensamblajes, cromáticas, equilibrio visual. Y también con los deadlines, que en el mundo M&A son sagrados. Su experiencia nos ha permitido entender el ritmo real de los dealmakers y hablar su mismo idioma. Gracias a eso, Alzur no se percibe como un proveedor, sino como un aliado que entiende los tiempos, la presión y la importancia emocional de cada operación.

TTR Data: Para cerrar, ¿qué mensaje le gustaría dejar a los lectores de TTR?

Alzur (Cuervo): Que un tombstone no es un objeto: es un símbolo. Detrás de cada pieza hay una historia de confianza, esfuerzo y articulación entre equipos. En Alzur creemos en el diseño con propósito, cada detalle —material, color, textura, ensamblaje— debe decir algo. Nuestro objetivo es que cada tombstone tenga alma y que, con el tiempo, siga recordando el logro que representa.

Informe mensual sobre el mercado transaccional mexicano – Octubre 2025




Capital movilizado en el mercado M&A mexicano registra un aumento del 91% hasta octubre de 2025, según informe de 
TTR Data

  • Hasta octubre, se han registrado 240 transacciones en el país por USD 26.711m
  • En octubre, se han registrado 26 fusiones y adquisiciones por USD 7.560m
  • Valor de transacciones de adquisición de activos aumenta un 64% hasta octubre de 2025
  • Deal del mes: Grupo México completa OPA sobre GMéxico Transportes

El mercado de M&A en México ha contabilizado hasta octubre de 2025 un total de 240 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 26.771m, de acuerdo con el informe mensual de TTR Data.

Estas cifras implican un descenso del 23% en el número de transacciones y un aumento del 91% en su valor, con respecto al mismo período de 2024. 

En cuanto al mes de octubre, se han registrado 26 transacciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 7.560m.

En términos sectoriales, el de Software Especializado por Industria, además del Inmobiliario, han sido los más activos del año, con 33 y 23 transacciones, respectivamente.


Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado cross-border, hasta el décimo mes de 2025, las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en España, con 12 transacciones, seguido de Estados Unidos, con 9 deals. Por valor, destacan Jamaica y República Dominicana, con USD 2.000m en cada país.

Por otro lado, Estados Unidos y España son los países que más han apostado por realizar adquisiciones en México, con 61 y 14 deals, respectivamente. Por valor, destaca Estados Unidos con USD 8.709m.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

Hasta octubre de 2025, se han contabilizado un total de 21 transacciones de Private Equity por
USD 433m, lo que implica un descenso del 53% en el número de transacciones y del 57% en su valor, en términos interanuales.

Por su parte, hasta octubre de 2025, se han contabilizado un total de 62 transacciones de Venture Capital por
USD 1.324m, lo que implica un descenso del 17% en el número de transacciones y un aumento del 10% en su valor, con respecto al mismo periodo del año anterior.

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta el mes de octubre, se han registrado 47 transacciones por USD 3.177m, lo cual representa un descenso del 31% en el número de transacciones y un aumento del 64% en su valor, con respecto a octubre de 2024.


Transacción Destacada

Para octubre de 2025, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada el cierre de la Oferta Pública de Adquisición (OPA) de Grupo México, entidad dedicada a la explotación de minas, infraestructura y transporte con sede en Ciudad de México, sobre hasta un 8,945% de su filial GMéxico Transportes, con la que ha adquirido un 4,83% adicional. 

La transacción, valorada en MXN 7.590m, ha contado con el asesoramiento jurídico de Galicia Abogados.


Ranking de asesores financieros y jurídicos 

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico de 2025 en M&A, Private Equity, Venture Capital y Mercado de Capitales, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe. 
 
El ranking TTR Data de asesores jurídicos, por número de transacciones, lo lidera en el transcurso de 2025 Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con 29 deals, seguido de Galicia Abogados, con 7 transacciones. Por valor, lideran Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con USD 9.436m. 
 
En cuanto al ranking de asesores financieros, lidera por número de transacciones
414 Capital – RióN, con 7 deals, mientras que por valor lidera Banco Santander, con USD 5.645m.

Informe mensual sobre el mercado transaccional latinoamericano – Octubre 2025



Capital movilizado del mercado M&A de América Latina registra un aumento del 17% hasta octubre de 2025, según informe de TTR Data

  • Hasta octubre, se han registrado 2.396 transacciones y un valor de USD 87.836m
  • Valor de transacciones de Private Equity aumenta un 23% en 2025
  • Argentina y Brasil registran resultados positivos en el número de deals en el mercado M&A 
  • Colombia y México registran resultados positivos en el capital movilizado en 2025
  • Deal del mes: Sherwin Williams completa adquisición de Basf Coatings


El mercado transaccional de América Latina ha registrado hasta octubre un total de 2.396 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 87.836m, según el más reciente informe de TTR Data y Datasite. 

Estas cifras implican un descenso del 3% en el número de transacciones y un aumento del 17% en su valor, con respecto a octubre de 2024.   

En cuanto a octubre, se ha registrado en el mes un total de 187 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 10.067m.

Ranking de Transacciones por Países

Según datos registrados hasta el mes de octubre, por número de transacciones, Brasil lidera el ranking de países más activos de la región con 1.475 transacciones (un aumento del 5%) y con un descenso del 3% en el capital movilizado (USD 38.864m). Le sigue en segunda posición del ranking Chile, con 270 transacciones (un descenso del 13%) y un descenso del 55% de su valor (USD 5.934m), con respecto a octubre de 2024.

Por su parte, México baja un puesto en el ranking en términos interanuales, con 240 transacciones (un descenso del 23%) y con un aumento del 91% en el capital movilizado (USD 26.771m). Colombia, por su parte, registra 210 deals (un descenso del 20%) y un aumento del 70% en el capital movilizado (USD 6.165m), en términos interanuales. Colombia, junto con México, son los dos únicos países con resultados positivos en la región por capital movilizado.  

Entretanto, Argentina se ubica en el penúltimo puesto del ranking, con 200 transacciones (aumento del 4%) y  un descenso del 34% (USD 5.329m). Brasil y Argentina son los únicos 2 países con aumento en el número de transacciones en el transcurso del año. En último lugar, Perú registra 114 transacciones (un descenso del 24%), así como un descenso del 49% en su capital movilizado (USD 1.845m). 

Ámbito Cross-Border

En el ámbito cross-border, se destaca en octubre el apetito inversor de las compañías latinoamericanas en el exterior, especialmente en Europa y Norteamérica, donde se han llevado a cabo 73 y 69 transacciones, respectivamente. Por su parte, las compañías que más han realizado transacciones estratégicas en América Latina también proceden de Norteamérica y Europa, con 357 y 303 deals, respectivamente.
 

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

En octubre de 2025, se han contabilizado un total de 130 transacciones de Private Equity por
USD 6.416m, lo que supone una tendencia a la baja en el número de transacciones (-25%) y un aumento del 23% en su capital movilizado, con respecto al mismo periodo del año anterior. 

Por su parte, el segmento de Venture Capital ha contabilizado hasta octubre un total de 439 transacciones con un importe agregado de USD 4.136m, lo que implica una variación negativa del 19% en el número de transacciones y un descenso del 1% en su valor, en términos interanuales. 

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta octubre se han registrado 459 transacciones, por un valor de USD 15.109m, lo cual representa un aumento del 3% en el número de transacciones y un alza del 11% en su valor, con respecto al mismo periodo de 2024.

Transacción Destacada

Para octubre de 2025, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la adquisición  de la brasileña Basf Coatings por Sherwin Williams.

La transacción, valorada en USD 1.150m, ha contado con el asesoramiento jurídico de Machado Meyer Advogados; Linklaters; Todorov, Giannini e Nisiyama Sociedade De Advogados; Jones Day; BMA Advogados y Demarest. Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por Citigroup y Deutsche Bank.

Ranking de Asesores Financieros y Jurídicos

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico hasta octubre de 2025 de transacciones de M&A, Private Equity, Venture Capital y Mercado de Capitales en América Latina, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por su importe.

Informe mensual sobre el mercado transaccional español – Octubre 2025




El capital movilizado en el mercado de M&A en España aumenta un 11% hasta octubre de 2025, según informe de TTR Data

  • En España se han registrado 2.617 deals valorados en EUR 79.092m hasta octubre
  • Capital movilizado en Venture Capital ha aumentado 55% hasta el mes de octubre
  • El sector Inmobiliario es el más activo del mercado transaccional, con 556 deals en 2025
  • TTR Data entrevista a Ignacio Freire, Socio de M&A en Evergreen Legal, con perspectivas para el mercado M&A en el 2025

El mercado transaccional español ha registrado hasta el mes de octubre un total de 2.617 deals con un importe agregado de EUR 79.072 millones, según el informe mensual de TTR Data.

Estas cifras suponen un descenso del 12% en el número de transacciones, así como un aumento de aproximadamente el 11% en el capital movilizado, con respecto al mismo periodo de 2024.

En cuanto a octubre, se ha registrado en el mes un total de 185 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 4.757m

En términos sectoriales, el sector Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 556 transacciones y un aumento del 3% en el mercado, seguido por el sector de Internet, Software y Servicios IT, con 233, pero con una caída del 21% en este sector.

Ámbito Cross-Border

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, hasta octubre de 2025 las empresas españolas han elegido como principales destinos de inversión a Estados Unidos y Portugal, con 49 transacciones en cada país.

Por otro lado, Reino Unido y Francia, con 156 y 138 transacciones, respectivamente, son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 5.974m.

Private Equity y Venture Capital

Hasta el mes de octubre se han contabilizado un total de 316 transacciones de Private Equity por
EUR 23.618m, lo cual supone un descenso de aproximadamente el 16% en el número de transacciones, y un descenso de aproximadamente el 7% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo del año anterior.

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 507 transacciones con un importe agregado de EUR 4.557m, lo que implica un descenso de aproximadamente un 10% en el número de transacciones y un alza de aproximadamente un 55% en el importe de las mismas, en términos interanuales. 

En el segmento de Asset Acquisitions se han registrado 709 transacciones por un importe de
EUR 9.474m, lo cual representa un descenso de aproximadamente un 7% en el número de transacciones, y una disminución de aproximadamente un 18% en el importe de éstas, en términos interanuales.

Asset Acquisitions

En el segmento de Asset Acquisitions se han registrado 617 transacciones por un importe de
EUR 8.370m, lo cual representa un descenso de aproximadamente un 10% en el número de transacciones, y una disminución de aproximadamente un 19% en el importe de éstas, en términos interanuales.

Transacción del Trimestre

En octubre de 2025, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la integración de la española Saba Infraestructuras, realizada por Interparking, empresa belga especializada en gestionar aparcamientos de vehículos. 

La transacción, valorada en aproximadamente EUR 1.300m, ha estado asesorada por la parte financiera por BNP Paribas; Jefferies & Company; GBS Finance Spain; Bank of America y Deloitte.

Por la parte legal, la transacción ha sido asesorada por Linklaters; Freshfields; Uría Menéndez España y Deloitte Legal. Por la parte de Due Dilligence, la transacción ha sido asesorada por KPMG España. Por la parte de Public Relations, la transacción ha sido asesorada por LLYC.

Ranking de Asesores Jurídicos y Financieros

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico de 2025 en M&A, Private Equity, Venture Capital y Mercado de Capitales, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe. 

El ranking TTR Data de asesores legales, por número de transacciones, lo lidera en el transcurso de 2024 Garrigues España, con 133 deals, seguido de Cuatrecasas España, con 132 transacciones. Por importe, lideran en el transcurso del año Uría Menéndez España y Pérez-Llorca, con EUR 20.479m y EUR 18.632m, respectivamente. 

En cuanto al ranking de asesores financieros, lidera por número de transacciones y por importe, Banco Santander, con 20 deals por importe de EUR 19.865m.

Dealmaker Q&A con Addleshaw Goddard en España


TTR Data ha conversado en exclusiva con Ignacio Freire, Socio de M&A en Evergreen Legal, para conocer en detalle las perspectivas del mercado transaccional en 2025: “Durante el 2025 hemos notado un interés elevado en la formación de joint ventures entre fondos y gestores de activos inmobiliarios de distinto uso, senior living, flex living, residencial puro, flipping y retail. En todo caso, con nuestra práctica muy focalizada en private equity de participaciones industriales, hemos asesorado en una variedad de operaciones de distintos sectores sin que podamos identificar alguno específico (además de los mencionados joint ventures para la compra, desarrollo y gestión de activo inmobiliario)”. Para leer la entrevista completa Ingrese aquí