Dealmaker Q&A


TTR Dealmaker Q&A con Marcela Huertas, Diligence and Projects de MCM Corporate


Marcela Huertas


MCM Corporate



TTR Data: Com a aprovação da Lei Complementar 214/2025, como você entende que os investimentos de VCs em startups serão afetados?

MCM Corporate (Huertas): A Reforma Tributária sobre o consumo será implementada de forma gradual. Em 2026, teremos alíquotas testes, mas sem recolhimento dos novos tributos para os contribuintes que cumprirem a obrigação acessória — ou seja, incluir os campos de IBS e CBS nos documentos fiscais.

A partir de 2027, inicia-se a adoção da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), e entre 2029 e 2032, o ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). Essa transição alterará a carga tributária das operações das investidas, impactando diretamente indicadores financeiros, preços de compras e vendas, e a relação entre fornecedores e clientes  que passará a ser baseada em preço líquido. Isso exigirá simulações detalhadas e reavaliações estratégicas para entender os efeitos no caixa e na rentabilidade.

TTR Data: O relatório mensal do TTR apontou que o setor de Internet, Software & IT Services é o mais ativo em transações. Como esses setores serão afetados pela Reforma?

MCM Corporate (Huertas): Esses setores serão diretamente beneficiados pela não cumulatividade plena dos novos tributos. Todos os tributos pagos ao longo da cadeia produtiva poderão ser compensados, o que poderá reduzir o custo de aquisição  especialmente relevante para empresas de serviços que contratam muitos PJ’s. Por outro lado haverá um aumento significativo das alíquotas para o setor, o que implicará em maior desembolso de caixa imediato, e, potencial redução do custo efetivo.

Para o setor de serviços em geral,  a LC 214/2025 prevê regimes específicos para setores como serviços financeiros e operações com bens imóveis, além de atividades com redução de alíquotas em 30%, 60% ou até 100%. A lista de bens e serviços contemplados está no anexo da lei complementar.

Para todos os setores, o  período de transição entre 2027 e 2032 será desafiador. As empresas terão que conviver com os tributos atuais (ISS, ICMS) e os novos (IBS, CBS), com bases de cálculo e alíquotas diferentes. A partir de 2033, teremos apenas IBS e CBS, o que deve simplificar a apuração.

TTR Data: A MCM Corporate é referência em diligências para investimentos de VC e CVC. Como vocês têm orientado os fundos para essa nova realidade?

MCM Corporate (Huertas): Já incorporamos análises da reforma tributária em nossas diligências. Contudo, poucas investidas estão realmente preparadas. Muitas deixam a responsabilidade para a contabilidade terceirizada e pensam apenas em repassar os custos da reforma nos preços.

Nossa orientação é clara: não basta repassar custos. É preciso cumprir obrigações acessórias já em 2026, entender os impactos nos indicadores e adaptar os modelos de negócio. Temos reforçado isso em relatórios e diálogos com os fundos e as investidas.

TTR Data: O que você recomenda para as investidas em  2026?

MCM Corporate (Huertas): O primeiro passo é cumprir a obrigação acessória e apresentar os campos de IBS e CBS nos documentos fiscais. Além disso, é essencial:

– Realizar estudos de impacto da reforma nos preços e margens e negociar com fornecedores e clientes;

– Incluir apontamentos ou notas explicativas em suas demonstrações sobre os efeitos da nova tributação aos Stakeholders;

– Compreender que a tributação será sobre o valor agregado  não haverá mais abatimentos da receita ou ajustes por movimentação de contas de despesa;

– Preparar os investidores para mudanças nos indicadores e nos planos estratégicos, que podem implicar em aumento ou redução de margem.


English version


Marcela Huertas


MCM Corporate


TTR Data: With the approval of Complementary Law 214/2025, how do you believe VC investments in startups will be affected?

MCM Corporate (Huertas): The Tax Reform on consumption will be implemented gradually. In 2026, test rates will be introduced, but without the obligation to collect the new taxes for taxpayers who comply with the ancillary obligation — that is, including the IBS and CBS fields in fiscal documents.

Starting in 2027, the CBS (Contribution on Goods and Services) will be adopted, and between 2029 and 2032, ISS and ICMS will be replaced by IBS (Tax on Goods and Services). This transition will change the tax burden on portfolio companies’ operations, directly impacting financial indicators, purchase and sales prices, and the supplier–client relationship, which will shift to a net-price basis. This will require detailed simulations and strategic reassessments to understand the effects on cash flow and profitability.

TTR Data: TTR’s monthly report indicated that the Internet, Software & IT Services sector is the most active in transactions. How will these sectors be affected by the Reform?

MCM Corporate (Huertas): These sectors will be directly benefited by the full non-cumulative nature of the new taxes. All taxes paid throughout the production chain may be credited, which can reduce acquisition costs — especially relevant for service companies that hire large numbers of contractors (PJ’s).

On the other hand, the sector will face a significant increase in tax rates, which will require greater immediate cash outflow and may potentially reduce the effective tax cost.

For the services sector as a whole, Complementary Law 214/2025 establishes specific regimes for areas such as financial services and transactions involving real estate assets, as well as activities eligible for rate reductions of 30%, 60% or even 100%. The list of covered goods and services is included in the annex to the law.

For all sectors, the transition period between 2027 and 2032 will be challenging. Companies will have to operate simultaneously with the current taxes (ISS, ICMS) and the new ones (IBS, CBS), each with different bases of calculation and rates. Starting in 2033, only IBS and CBS will remain, which should simplify tax assessment.

TTR Data: MCM Corporate is a reference in due diligence for VC and CVC investments. How have you been advising funds in this new landscape?

MCM Corporate (Huertas): We have already incorporated tax reform analyses into our due diligence processes. However, few portfolio companies are truly prepared. Many delegate responsibility to outsourced accounting firms and simply intend to pass the reform’s costs on to prices.

Our guidance is clear: it is not enough to pass costs along. Companies must comply with ancillary obligations starting in 2026, understand the impacts on indicators, and adapt their business models. We have emphasized this in our reports and conversations with funds and portfolio companies.

TTR Data: What do you recommend for portfolio companies in 2026?

MCM Corporate (Huertas): The first step is to comply with the ancillary obligation and include the IBS and CBS fields in fiscal documents. Additionally, it is essential to:

  • Conduct impact studies on prices and margins and negotiate with suppliers and customers;
  • Add disclosures or explanatory notes in financial statements regarding the effects of the new tax system for stakeholders
  • Understand that taxation will be based on value added — there will no longer be revenue deductions or adjustments through expense-account movements
  • Prepare investors for changes in indicators and strategic plans, which may result in either margin increases or reductions.

Dealmaker Q&A

TTR Dealmaker Q&A con Pedro Costa, LatAm Director de Aon

Pedro Costa 

Aon LatAm



TTR Data: Desempeño del primer semestre de 2025 en M&A, Private Equity y Venture Capital

En el acumulado de 2025, el valor total de las transacciones de M&A, Private Equity, Venture Capital y adquisiciones de activos en América Latina alcanzó USD 65,2 mil millones, con un crecimiento del 20,5%, aunque el número de operaciones cayó 4,9%, hasta 1.855.

Brasil lideró con USD 33,1 mil millones (+22%), seguido de México (USD 15,4 mil millones, +23%) y Colombia (USD 5,6 mil millones, +77%). Esto refleja un mercado más selectivo y de mayor valor, donde los seguros para transacciones, como el Reps & Warranties Insurance y la Due Diligence de Riesgos y Seguros se vuelven herramientas clave para gestionar riesgos complejos y acelerar cierres.

TTR Data: Tendencias detectadas en los últimos meses

Observamos un crecimiento sólido en energía, minería, tecnología y real estate, impulsado por inversores de Estados Unidos, Reino Unido y España.

Las operaciones transfronterizas fortalecen la demanda de seguros transaccionales (R&W, Tax, Contingent) para garantizar seguridad jurídica y continuidad de valor.

El Private Equity registró menos operaciones (-30%) pero mayor valor (+20%), lo que evidencia un mercado más sofisticado y orientado a la mitigación de riesgos.

TTR Data: Evolución de la demanda por soluciones de Riesgo y Aseguramiento

La creciente sofisticación de las transacciones en América Latina y la expansión de fondos de Private Equity e inversionistas internacionales han impulsado el uso del seguro de Reps & Warranties (R&W). Este producto, antes limitado a operaciones de gran escala, se ha extendido al segmento mid-market, especialmente en infraestructura, energía e industria. El R&W se consolida como instrumento de gobernanza y liquidez, que sustituye los escrows, agiliza el cierre y fortalece la confianza entre comprador y vendedor.

Al mismo tiempo, la Due Diligence de Riesgos y Seguros (DD R&S) adquiere relevancia como base técnica para diseñar coberturas precisas y cuantificar exposiciones reales. La sinergia entre R&W y DD R&S marca la evolución del mercado latinoamericano hacia una gestión de riesgos más estratégica, donde la información y la transferencia de riesgo se convierten en palancas para tomar decisiones más inteligentes y efectivas.

TTR Data: Tipos de seguros más utilizacos en M&A

El seguro de Reps & Warranties (R&W) se ha consolidado como la herramienta principal de transferencia de riesgo en las transacciones de M&A en América Latina. Más que un mecanismo de protección, el R&W actúa como un facilitador de negociación, reduciendo tensiones entre comprador y vendedor y reemplazando estructuras tradicionales de retención. Al cubrir las declaraciones y garantías contractuales, ofrece seguridad jurídica, agiliza el sign-to-close y libera liquidez inmediata, razón por la cual su adopción se expande rápidamente, incluso en operaciones de tamaño medio.

Al mismo tiempo, el seguro de garantía emerge como una alternativa creativa y eficiente al uso de cuentas escrow, proporcionando la misma seguridad financiera sin necesidad de inmovilizar fondos. En transacciones con pagos diferidos o earn-outs, crece también el seguro de garantía de pago, que aporta previsibilidad y protección al flujo financiero del deal. El Title Insurance gana relevancia en operaciones inmobiliarias e infraestructurales, donde las declaraciones de propiedad son determinantes para el cierre. Finalmente, los seguros de Tax, Litigation y Contingent Risk continúan expandiéndose, reflejando la madurez del mercado y su interés en gestionar riesgos jurídicos y fiscales de manera más estructurada y proactiva, fortaleciendo la confianza en el M&A regional.

TTR Data: Sectores más sofisticados en gestión de riesgos transaccionales

Tecnología, energía, recursos naturales, infraestructura e industria concentran la mayor parte de la actividad regional, buscando deals mejor estructurados.

En particular, infraestructura, recursos naturales e industria, sobre todo en operaciones transfronterizas, son los sectores que más recurren al seguro de R&W para gestionar riesgos complejos y acelerar aprobaciones de inversión.

Además, son los sectores que muestran mayor atención a la revisión previa de programas de seguros tradicionales, evaluando coberturas de responsabilidad civil, ambiental, patrimonial y D&O, especialmente en operaciones donde fondos de Private Equity actúan como compradores.

Esta sinergia entre R&W y la Due Diligence de Riesgos y Seguros consolida un modelo de gestión integral que aporta previsibilidad y confianza a las transacciones.

TTR Data: Diferencias regionales entre países

América Latina muestra un panorama de M&A caracterizado por contrastes, que reflejan diferentes niveles de madurez y sofisticación entre los países. Brasil sigue siendo el principal centro de actividad, impulsado por un ecosistema consolidado y la expansión del segmento mid-market, donde el uso del seguro de R&W y la due diligence especializada crecen con fuerza. En México, las operaciones transfronterizas y el mercado inmobiliario destacan por la utilización de Title y Tax Insurance, claves para mitigar riesgos fiscales y regulatorios.

Colombia se perfila como uno de los mercados de crecimiento más dinámico, especialmente en energía y renovables, mientras que Chile mantiene estabilidad y sofisticación, con un foco en tecnología, manufactura e infraestructura. En conjunto, la región avanza hacia una integración más sólida de las soluciones de riesgo y seguro en el proceso transaccional, consolidando a América Latina como un mercado cada vez más maduro y predecible para el M&A global.

TTR Data: Tendencias para 2026

El pipeline regional sugiere un crecimiento sostenido en energía, infraestructura y tecnología para 2026.

Se espera una mayor integración entre R&W, Tax y Contingent Insurance, con expansión hacia operaciones mid-market.

La Due Diligence de Riesgos y Seguros se consolidará como práctica esencial en procesos competitivos, reforzando el rol de Aon en facilitar decisiones más informadas y efectivas.

Cita:

“El seguro de R&W convierte el riesgo en claridad, permitiendo decisiones más inteligentes y seguras, y nosotros en Aon, estamos siempre conduciendo nuestros clientes a las mejores decisiones.”



Pedro Costa 

Aon LatAm


TTR Data: Desempenho do primeiro semestre de 2025 em M&A, Private Equity e Venture Capital

No acumulado de 2025, o valor agregado das transações de M&A, Private Equity, Venture Capital e aquisições de ativos na América Latina alcançou USD 65,2 bilhões, um crescimento de 20,5% em relação ao mesmo período de 2024, embora o número de operações tenha caído 4,9%, totalizando 1.855 transações.

O Brasil manteve a liderança regional (USD 33,1 bilhões, +22%), seguido por México (USD 15,4 bilhões, +23%) e Colômbia (USD 5,6 bilhões, +77%). Esse movimento indica um mercado mais seletivo, mas com operações de maior porte e maior complexidade.

Esse cenário é favorável ao uso de seguro para transações, como Reps & Warranties Insurance, pois transações de alto valor exigem transferência de riscos residuais e due diligence de riscos e seguros mais estruturada.

TTR Data: Tendências detectadas nos últimos meses

Observamos um crescimento expressivo nos setores de energia, mineração, tecnologia e real estate, com forte presença de investidores internacionais — especialmente dos Estados Unidos, Reino Unido e Espanha.

Essas operações cross-border aumentam a demanda por segurança jurídica e cobertura internacional, impulsionando o uso de seguros de R&W, Tax e Contingent.

O Private Equity apresentou queda no número de operações (-30%), mas aumento no valor (+20%), refletindo maior seletividade e sofisticação na gestão de risco transacional.

TTR Data: Evolução da demanda por soluções de Risk & Insurance

A crescente sofisticação das transações na América Latina e o avanço de investidores internacionais e fundos de Private Equity vêm impulsionando o uso de seguros de Reps & Warranties (R&W). O produto, antes restrito a grandes operações, passou a ser adotado também em transações de médio porte, especialmente nos setores de infraestrutura, energia e indústria. O R&W tem se consolidado como ferramenta de governança e liquidez, permitindo que vendedores acelerem o exit e compradores reduzam riscos contratuais, substituindo escrows e fortalecendo a confiança entre as partes.

Ao mesmo tempo, cresce a relevância da Due Diligence de Riscos e Seguros (DD R&S) como suporte técnico à estruturação dessas apólices. Ela identifica lacunas em coberturas tradicionais, quantifica exposições e fornece subsídios para a precificação adequada dos riscos a transferir. Essa integração entre R&W e DD R&S representa a evolução natural do mercado latino-americano, onde a análise de risco deixa de ser apenas defensiva e passa a ser ferramenta estratégica para decisões mais seguras e ágeis.

TTR Data: Tipos de seguros mais utilizados em M&A

O seguro de Reps & Warranties (R&W) consolidou-se como o principal instrumento de transferência de risco em transações de M&A na América Latina. Mais do que uma ferramenta de proteção, o R&W tem se tornado um facilitador de negociações, reduzindo tensões entre comprador e vendedor e substituindo mecanismos tradicionais de retenção de valor. Ao cobrir as declarações e garantias contratuais, o seguro proporciona segurança jurídica, acelera o sign-to-close e libera liquidez imediata para ambas as partes — o que explica sua crescente adoção, inclusive em operações de médio porte.

Paralelamente, o seguro garantia vem se destacando como uma solução criativa e eficiente para substituir contas escrow, oferecendo às partes a mesma segurança financeira, mas sem a necessidade de imobilizar capital. Em operações com pagamentos parcelados ou earn-outs, também tem se expandido o uso do seguro garantia de pagamento, garantindo previsibilidade nas obrigações futuras e protegendo o fluxo financeiro da transação. O Title Insurance, por sua vez, vem ganhando relevância em operações imobiliárias e de infraestrutura, especialmente naquelas em que as declarações de propriedade assumem papel central no contrato. Já os seguros de Tax, Litigation e Contingent Risk seguem em franca expansão, reforçando o caráter multidimensional da gestão de riscos transacionais e permitindo que as partes quantifiquem, isolem e transfiram riscos jurídicos e fiscais complexos que poderiam comprometer o valuation do deal.

TTR Data: Setores mais sofisticados em gestão de riscos transacionais

Tecnologia, energia, recursos naturais, infraestrutura e indústria são os setores com maior atividade e sofisticação na busca por deals melhor estruturados.

Entre eles, infraestrutura, natural resources e indústria, especialmente em operações cross-border, são os que mais utilizam seguros de R&W, buscando previsibilidade e mitigação de riscos de declarações e garantias.

Esses setores também são os que mais priorizam a análise prévia do programa de seguros tradicionais, avaliando coberturas de responsabilidade civil, ambiental, patrimonial e D&O — prática já consolidada em transações com fundos de Private Equity no buy side.

A integração entre R&W e Due Diligence de Riscos e Seguros tornou-se um diferencial estratégico, elevando a confiança de investidores e reduzindo litígios pós-closing.

TTR Data: Diferenças regionais entre países

A América Latina apresenta um cenário de M&A marcado por contrastes, refletindo níveis distintos de maturidade e sofisticação entre os mercados. O Brasil continua sendo o principal polo de transações, sustentado por um ecossistema consolidado e pela expansão do segmento mid-market, que vem impulsionando o uso de seguros de Reps & Warranties (R&W) e due diligence especializadas. No México, o destaque está nas operações cross-border e no setor imobiliário, onde produtos como Title Insurance e Tax Insurance têm se mostrado essenciais para mitigar riscos regulatórios e fiscais.

A Colômbia vem se firmando como um dos mercados de crescimento mais acelerado da região, especialmente em energia e renováveis, enquanto o Chile mantém um ambiente estável e sofisticado, com forte presença nos setores de tecnologia, manufatura e infraestrutura. Em conjunto, esses países revelam um movimento consistente de amadurecimento: as práticas de risk & insurance se tornam cada vez mais integradas às estruturas de M&A, aproximando a região de padrões observados em mercados desenvolvidos.

TTR Data: Tendências para 2026

O pipeline regional aponta para continuidade do crescimento em energia, infraestrutura e tecnologia em 2026.

A expectativa é de maior integração entre R&W, Tax e Contingent Insurance, ampliando o alcance para operações de médio porte.

A Due Diligence de Riscos e Seguros tende a se consolidar como etapa padrão em processos competitivos, reforçando o papel da Aon em prover inteligência de risco e estruturar decisões melhores.

Citação:

O seguro de R&W vem transformando risco em clareza, permitindo decisões mais inteligentes e seguras, e nós na Aon, estamos sempre conduzindo nossos clientes na busca pelas melhores decisões.