Fixed Income: Relatório anual – 2025


Captação de Recursos no Brasil: Mercado de crédito privado movimenta R$ 605 bi em 2025.

  • Valor total de captação referente ao ano de 2025 registra queda de 6% em comparação ao ano anterior.
  • Em debêntures, setor de Energy & Utilities lidera com 36,7% de captação do mercado no último ano.
  • Os certificados de recebíveis do agronegócio apresentam captação de BRL 43 bi no ano, apresentando crescimento de 4% em relação ao ano anterior

O cenário de captação de recursos utilizando a emissão de debêntures, notas comerciais e operações de securitização (CRI, CRA, CR) foi objeto de análise do mais recente relatório anual do mercado de crédito privado brasileiro no TTR Data, que revelou emissão de 2141 séries com uma captação total de BRL 605 bi no ano de 2025.

Esses dados representam um aumento do valor total captado de 6% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.



Valor total emitido no mercado de crédito privado (Debêntures, Notas comerciais CRI, CRA, CR) em 2025.
Fonte: TTR Data.



Em relação ao mercado de debêntures, foi registrada a emissão de 1085 séries com uma captação total de BRL 468 Bi no período de janeiro a dezembro de 2025, apresentando uma queda percentual de 5% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, enquanto isso, a emissão de notas comerciais registra aumento de 8% em relação ao ano anterior, com R$ 51 bi emitidos em 241 séries. No mercado de securitização, foi registada a emissão de 815 séries de CRI/CRA/CR com uma captação total de BRL 86 bi, apresentando uma diminuição de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior.



Valor total emitido no mercado de crédito privado (Debêntures, Notas Comerciais, CRI, CRA, CR) por trimestre.
Fonte: TTR Data.
 

Maiores Emissões do ano

No mercado de debêntures, a maior emissão do ano de 2025 foi a 2ª emissão, em oito séries, realizada em dezembro pela Epr Iguaçu, no valor de BRL 8,59 bi, com remuneração indexada ao IPCA. Segundo a empresa, os recursos captados com a oferta serão utilizados para financiamento do CAPEX e/ou reforço de capital de giro da Emissora. A Oliveira Trust DTVM atuou como agente fiduciário e o BNDES como coordenador líder da operação.


A respeito do mercado de Notas Comerciais, maior emissão do ano de 2025 foi a 1ª emissão, em duas séries, realizada em junho pela Eldorado Brasil, no valor de BRL 13,0 bi, com remunerações indexadas ao DI. Segundo a empresa, os recursos captados com a oferta serão utilizados pela Emitente para usos corporativos gerais. A operação contou assessoria jurídica do escritório Tozzini Freire. A Trustee DTVM atuou como agente fiduciário e o Banco Bradesco BBI atuou como coordenador líder da operação

No mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), a maior operação do ano de 2025, foi a 538ª emissão, em nove séries, realizada em novembro pela Opea, no valor de BRL 1,73 bi. A operação é concentrada em alguns devedores, tendo como lastro créditos imobiliários devidos pela Beton e possui remunerações indexadas ao DI, IPCA e Pré-fixadas. A operação contou assessoria jurídica dos escritórios Mattos Filho e Pinheiro Guimarães. A Oliveira Trust DTVM atuou como agente fiduciário e o BTG Pactual Investment Banking como coordenador líder.

Já no mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), a maior operação do ano de 2025 foi a 419 ª emissão, em cinco séries, realizada em outubro pela Eco Securitizadora, no valor de BRL 3,0 Bi. A operação é concentrada e tem como lastro Direitos Creditórios do Agronegócio devidos pela Seara Alimentos LTDA., possuindo remuneração indexada ao dólar e IPCA. A operação contou com a Vórtx atuando como agente fiduciário e a XP Investimentos como coordenador líder.

Ranking de assessores jurídicos, agentes fiduciários e coordenadores líderes

Disponibilizamos em nossa plataforma os rankings de assessoria jurídica, agentes fiduciários e coordenadores líderes referentes ao ano de 2025 em emissões públicas de Debêntures, Notas Comerciais, CRI e CRA, onde a atividade dos assessores é refletida pelo valor total e número de emissões / séries.

Ranking Consolidado

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, lidera o Machado Meyer Advogados, contabilizando um total de BRL 117,9 bi.

No ranking de Agentes Fiduciários, a Pentágono DTVM lidera contabilizando o valor de BRL 221,5 bi. Já a respeito do ranking de coordenadores líderes, o Itaú BBA Assessoria Financeira lidera contabilizando o valor de BRL 150,7 bi.

Informe anual sobre el mercado transaccional colombiano – 2025



Mercado M&A colombiano registra descenso del 7% en el 2025, según informe de TTR Data

  • En el 2025, se han registrado en el país 288 transacciones por USD 10.039m
  • El sector de Software Especializado por Industria es el más destacado de 2025, con 35 deals
  • Transacción destacada: Banco Davivienda completa adquisición de operaciones de Scotiabank en Colombia, Costa Rica y Panamá
  • Entrevista de TTR Data a Pedro da Costa, líder de M&A de Aon Latinoamérica

El mercado transaccional colombiano ha registrado en el 2025 un total de 288 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 10.039m, según el informe anual de TTR Data. Estas cifras suponen un descenso del 7% en el número de transacciones y del 18% en su valor, con respecto al 2024.

En términos sectoriales, el de Software Especializado por Industria es el más activo del año, con un total de 35 transacciones y un descenso del 10%, seguido por el sector de Banca e Inversión, con 26 deals y un descenso del 43%.

Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado cross-border, las empresas colombianas han apostado principalmente por invertir en México, con 12 transacciones. 

Por otro lado, Estados Unidos es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en Colombia, con 61 transacciones, y Canadá es el país que ha registrado mayor capital movilizado en Colombia, con USD 1.858m. 

Private Equity y Venture Capital

En el 2025, se han contabilizado un total de 19 transacciones de Private Equity, de las cuales 4 tienen un importe no confidencial agregado de USD 613m. Esto supone un descenso del 42% en el número de deals y un aumento del 159% en su valor, en términos interanuales.

Por su parte, el mercado de Venture Capital ha registrado un total de 44 transacciones, de las cuales 34 tienen un importe no confidencial agregado de USD 452m, lo cual supone un descenso del 29% en el número de deals y del 4% en su valor, con respecto al 2024.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado un total de 62 transacciones, de las cuales 18 tienen un valor no confidencial de USD 563m, lo cual implica un aumento del 72% en el número de transacciones y un descenso del 5% en su valor, en términos interanuales.

Transacción Destacada

Para el 2025, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada del año la adquisición por Banco Davivienda, entidad financiera del Grupo Bolívar, de las operaciones de Scotiabank en Colombia, Costa Rica y Panamá.

La transacción, valorada en aproximadamente USD 1.000m, ha contado con el asesoramiento jurídico de Posse Herrera Ruiz; Morgan & Morgan; BLP Legal; Latham & Watkins; Philippi Prietocarrizosa Ferrero DU & Uría Colombia; Alemán, Cordero, Galindo & Lee – Alcogal; Osler, Hoskin and Harcourt; y Torys.

Ranking de Asesores Jurídicos y Financieros

En el ranking TTR Data de asesores jurídicos, por valor, lidera Martínez Quintero Mendoza González Laguado & De La Rosa, con USD 3.952m y, por número de transacciones, Brigard Urrutia, con 37 deals.

En el ranking de asesores financieros, por valor, lidera en el 2025 Bank of America, con USD 1.535m; y, por número de transacciones, Banco Santander, con 4. 

Dealmaker Q&A con Aon

TTR Data ha entrevistado en exclusiva a Pedro da Costa, M&A and Transaction Solutions – LatAm Director de Aon, para conocer las perspectivas del mercado de Fusiones y Adquisiciones en el mercado colombiano y Latinoamericano en 2026: “Colombia tuvo un 2025 con actividad constante, con una presencia relevante en acuerdos transfronterizos, pero con un inversor más sensible a los riesgos regulatorios y al ruido político. El mercado funcionó, pero con mayor exigencia de estructura y claridad sobre fundamentos. Para 2026, el punto central es que el país entra en un entorno donde el riesgo político y la agenda pueden afectar la confianza y los plazos de decisión, lo que significa más selectividad y enfoque en la ejecución. Los sectores con demanda estructural y caja resiliente tienden a mantenerse, pero el inversor insistirá en la gobernanza, el cumplimiento y la mitigación de riesgos fiscales y contingentes”.

Para conocer toda la entrevista, ingrese aquí.

Informe anual sobre el mercado transaccional chileno – 2025



Mercado M&A chileno registra descenso del 12% en el 2025, según informe de TTR Data

  • En el 2025, se han registrado en el país 338 transacciones por USD 6.691m
  • El sector de Software Especializado es el más destacado del 2025, con 39 deals
  • Transacciones de Private Equity aumentan un 11% en el transcurso del año
  • Transacción destacada: Bicecorp y Forestal O’Higgins toman el control del 98,43% de Grupo Security
  • Entrevista de TTR Data a Pedro da Costa, líder de M&A de Aon Latinoamérica

El mercado transaccional chileno ha registrado en el 2025 un total de 338 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 6.691m, según el informe anual de TTR Data. Estas cifras suponen un descenso del 12% en el número de transacciones y del 53% en su valor, con respecto al 2024.

En términos sectoriales, el de Software Especializado por Industria es el más activo del año, con un total de 39 transacciones, seguido del sector de Internet, Software y Servicios IT, con 38 deals.

Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado cross-border, las empresas chilenas han apostado principalmente por invertir en Perú, México y Brasil, con 9 y 8 transacciones, respectivamente.  

Por otro lado, Estados Unidos, Reino Unido, España y Brasil son los países que más han apostado por realizar adquisiciones en Chile, con 42 y 15 transacciones en cada país, respectivamente. 

Private Equity y Venture Capital

En el 2025, se han contabilizado un total de 21 transacciones de Private Equity, con un valor de USD 814m. Esto supone un aumento del 11% en el número de transacciones, pero un descenso del 0,05% en el capital movilizado, con respecto al año anterior.

En el segmento de Venture Capital, se han contabilizado un total de 79 transacciones, de las cuales 68 tienen un importe no confidencial agregado de USD 430m, lo cual supone un descenso del 32% en el número de deals y del 62% en su valor, en términos interanuales.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado en el 2025 un total de 49 transacciones, de las cuales 24 tienen un valor no confidencial de USD 1.322m, lo cual implica un descenso del 11% en el número de transacciones y del 25% en su valor, con respecto al 2024. 

Transacción Destacada

Para el 2025, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada del año la Oferta Pública de Adquisición (OPA) lanzada por Bicecorp y Forestal O’Higgins sobre Grupo Security, con la que han tomado el control del 98,43% de la empresa.

La transacción, con un valor de USD 1.100m, ha contado con el asesoramiento jurídico de Barros & Errázuriz; Alcaíno Abogados; y Pellegrini & Rencoret. Los asesores financieros han sido J.P. Morgan y Goldman Sachs; y KPMG Chile y Deloitte Chile han otorgado asesoramiento de Due Diligence.

Ranking de Asesores Jurídicos y Financieros

En el 2025, lidera el ranking TTR Data de asesores jurídicos, por valor y por número de transacciones, Carey, con USD 1.726m y 35 deals

El ranking de asesores financieros, por valor, lo lidera Rothschild, con USD 900m, mientras que LarrainVial lidera por número de transacciones, con 8.

Dealmaker Q&A con Aon

TTR Data ha entrevistado en exclusiva a Pedro da Costa, M&A and Transaction Solutions – LatAm Director de Aon, para conocer las perspectivas del mercado de Fusiones y Adquisiciones en el mercado chileno y Latinoamericano en 2026: “En Chile, 2025 mostró un mercado activo, pero aún con una prima de riesgo elevada. El apetito crece para tesis fuertes y consolidadas, siendo energía uno de los principales vectores, pero el inversor sigue exigiendo visibilidad sobre estabilidad regulatoria, tipo de cambio y capacidad de ejecución. Para 2026, el mercado puede ganar tracción si el proceso de normalización pro-mercado continúa, pero con la misma lógica de riesgos bien valorados”.

Para conocer toda la entrevista, ingrese aquí.

Informe anual sobre el mercado transaccional argentino – 2025




Mercado M&A argentino registra aumento del 0,4% en el 2025, según informe de TTR Data

  • En el 2025, se han registrado en el país 249 transacciones por USD 6.900m
  • El sector de Internet, Software y Servicios IT es el más destacado del año, con 27 deals
  • Valor de transacciones de adquisición de activos aumenta un 39% en el transcurso del año
  • Entrevista de TTR Data a Pedro da Costa, líder de M&A de Aon Latinoamérica

El mercado transaccional argentino ha registrado en el 2025 un total de 249 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 6.900m, según el informe anual de TTR Data. Estas cifras suponen un aumento del 0,4% en el número de transacciones y un descenso del 36% en su valor, con respecto al 2024.

En términos sectoriales, el de Internet, Software y Servicios IT es el más activo del año, con un total de 27 transacciones, pero sin variación en comparación con el 2024.

Ámbito Cross-Border 

En lo que respecta al mercado cross-border, las empresas argentinas han apostado principalmente por invertir en Brasil, con 18 transacciones, seguido de Estados Unidos y México, con 11 y 8 deals en cada país.

Por otro lado, Estados Unidos es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en Argentina, con 23 transacciones, seguido de Brasil y Reino Unido, con 10 y 9 transacciones, respectivamente. 

Venture Capital

En el 2025, se han contabilizado un total de 48 transacciones de Venture Capital, de las cuales 36 tienen un valor no confidencial agregado de USD 521m. Esto supone una disminución del 25% en el número de deals y del 43% en su valor, con respecto al mismo periodo del año anterior.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado en el 2025 un total de 50 transacciones por USD USD 615m, lo cual implica un aumento del 16% en el número de transacciones y del 39% en su valor, en términos interanuales.

Transacción Destacada 

Para el 2025, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada del año la adquisición del 100% Petronas E&P Argentina por Vista Energy Argentina, filial de la mexicana Vista Energy, a dos filiales de PETRONAS por USD 1.207m.

La transacción ha contado con el asesoramiento jurídico de Bruchou & Funes de Rioja; Clifford Chance; Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez; Cleary Gottlieb Steen & Hamilton; Marval O’Farrell Mairal; Mayer Brown; y FGB Law. Y con el asesoramiento financiero de Banco Santander.

Ranking de Asesores Jurídicos y Financieros

En el ranking TTR Data de asesores jurídicos, por valor y por número de transacciones, lidera Marval O’Farrell Mairal, con USD 1.923m y 13 transacciones. 

En el ranking de asesores financieros, por valor y por transacciones, lidera en el 2025 Banco Santander, con 3 transacciones y USD 1.829m. 

Dealmaker Q&A con Aon

TTR Data ha entrevistado en exclusiva a Pedro da Costa, M&A and Transaction Solutions – LatAm Director de Aon, para conocer las perspectivas del mercado de Fusiones y Adquisiciones en el mercado Argentino y Latinoamericano en 2026: “En Argentina, 2025 mostró un mercado activo, pero aún con una prima de riesgo elevada. El apetito crece para tesis fuertes y consolidadas, siendo energía uno de los principales vectores, pero el inversor sigue exigiendo visibilidad sobre estabilidad regulatoria, tipo de cambio y capacidad de ejecución. Para 2026, el mercado puede ganar tracción si el proceso de normalización pro-mercado continúa, pero con la misma lógica de riesgos bien valorados”.

Para conocer toda la entrevista, ingrese aquí.

Dealmaker Q&A

TTR Dealmaker Q&A con
Bosco de Checa, Socio del equipo de Corporate y M&A de A&O Shearman



Bosco de Checa


A&O Shearman


TTR Data: Desde la experiencia de A&O Shearman en operaciones complejas, ¿cómo describen el cierre de 2025 para el mercado de M&A en España y qué diferencias identifican frente a ciclos anteriores?

Tras un inicio de ejercicio más lento de lo previsto, 2025 ha concluido con un balance positivo, en el que grandes operaciones han concentrado la actividad del mercado de M&A en España. Confiamos en la continuidad de esta tendencia, si bien advertimos que las operaciones están requiriendo un mayor esfuerzo en su maduración, negociación y cierre.

TTR Data: ¿Qué sectores concentraron la mayor actividad y sofisticación en M&A durante 2025 y por qué han resultado especialmente atractivos para inversores estratégicos y financieros?

Las principales operaciones se concentraron en los sectores de energía e infraestructuras, financiero y de telecomunicaciones. Estos sectores fueron particularmente atractivos para inversores estratégicos debido a sus posibilidades de consolidación y creación de sinergias. Asimismo, otros ámbitos, como la educación y el deporte, registraron operaciones singulares dignas de mención.

TTR Data: ¿Qué drivers estratégicos estás predominando hoy en las decisiones de M&A en España —consolidación, transformación del negocio, optimización del capital o acceso a nuevos mercados— y cómo ha evolucionado este enfoque a lo largo de 2025?

Este año hemos observado un mayor número de operaciones estratégicas en las que la consolidación, la complementariedad y el crecimiento inorgánico en otros mercados han actuado como principales palancas. Por su parte, los fondos de private equity continúan ejecutando estrategias de buy-and-build con las que han obtenido excelentes resultados en los últimos años.

 TTR Data: De cara a 2026, ¿qué sectores prevén que concentren el mayor dinamismo en el mercado español de M&A y qué factores explican que estén mejor posicionados para liderar el próximo ciclo de operaciones?

Con vistas a 2026, anticipamos que se mantenga un elevado dinamismo en infraestructuras digitales (centros de datos, fibra, etc.), tecnología y servicios habilitados por la IA, salud y farma; además de en educación y en servicios financieros/fintech y medios de pago. Estimamos que estos ámbitos presentan un posicionamiento relativo superior por la confluencia de diversos factores: demanda estructural de capacidad digital; procesos de consolidación y rotación de activos en grandes grupos (incluidos carve-outs); y el interés de inversores de capital riesgo y fondos de infra por flujos estables con cobertura frente a la inflación, entre otros.

 TTR Data: ¿Están observando una mayor complejidad en la estructuración de las operaciones —en términos de financiación, regulación o asignación de riesgos— y cómo están respondiendo compradores y vendedores a este entorno?

Como comentábamos, cerrar acuerdos en operaciones de M&A exige hoy un mayor esfuerzo tanto por parte de compradores como de vendedores. La presión sobre las valoraciones, un marco regulatorio cada vez más complejo y la fiscalidad aplicable a la operación y a sus intervinientes obligan a las partes a recurrir a soluciones más creativas. No obstante, pese a estas complejidades, el equilibrio negocial entre comprador y vendedor refuerza el incentivo para encontrar fórmulas que permitan llevar las transacciones a buen puerto.

 
TTR Data: De cara a 2026, ¿qué tipo de operaciones prevén que ganen protagonismo en el mercado español de M&A y cuáles serán los principales desafíos y prioridades estratégicas de A&O Shearman en el próximo año?

Creemos que Europa y España siguen siendo atractivas para los inversores internacionales. Nuestra voluntad es continuar acompañando a las grandes entidades españolas en sus proyectos internacionales, así como apoyar a nuestros clientes, nacionales e internacionales, en sus operaciones estratégicas en España. Confiamos en que los niveles de actividad de M&A observados en los últimos meses se mantengan a lo largo de 2026 y que, por estas fechas el año que viene, podamos celebrar un gran ejercicio.




Bosco de Checa


A&O Shearman


TTR Data: From A&O Shearman’s experience advising on complex transactions, how do you describe the close of the Spanish M&A market in 2025, and what differences do you identify compared to previous cycles?

After a slower-than-expected start to the year, 2025 ended on a positive note, with large transactions concentrating activity in Spain’s M&A market. We expect this trend to continue, although deals are requiring greater effort to mature, negotiate, and close.

TTR Data: Which sectors concentrated the greatest M&A activity and sophistication in 2025, and why have they been particularly attractive to both strategic and financial investors?

The main transactions were concentrated in the energy and infrastructure, financial, and telecommunications sectors. These sectors were particularly attractive to strategic investors due to their potential for consolidation and the creation of synergies. Likewise, other areas, such as education and sports, recorded noteworthy one-off transactions.

TTR Data: What strategic drivers is currently prevailing in M&A decision-making in Spain—consolidation, business transformation, capital optimisation, or access to new markets—and how has this focus evolved throughout 2025?

This year we have seen an increase in strategic transactions in which consolidation, complementarity, and inorganic expansion into other markets have acted as key drivers. On the other side, private equity funds,  have continued to execute buy-and-build strategies that have delivered excellent results in recent years.

TTR Data: Looking ahead to 2026, which sectors do you expect to show the greatest dynamism in the Spanish M&A market, and what factors explain why they are best positioned to lead the next deal cycle?

Looking ahead to 2026, we expect sustained strong momentum in digital infrastructure (including data centers and fiber), technology and AI-enabled services, and healthcare and pharmaceuticals, as well as in education and in financial services/fintech and payments. We believe these segments are comparatively well positioned due to a confluence of factors, including structural demand for digital capacity; ongoing consolidation and asset rotation among large groups (including carve-outs); and the appetite of private equity and infrastructure investors for stable, inflation-hedged cash flows, among others.

TTR Data: Are you seeing increased complexity in deal structuring—particularly in terms of financing, regulation, or risk allocation—and how are buyers and sellers responding to this environment?

As we discussed, closing M&A transactions today requires greater effort from both buyers and sellers. Pressure on valuations, an increasingly complex regulatory environment, and the tax implications for both the deal and its participants are pushing parties to adopt more creative structures. Nevertheless, despite these complexities, the negotiating balance between buyer and seller reinforces the incentive to identify solutions that bring transactions to a successful close.

TTR Data: Looking ahead to 2026, what types of transactions do you expect to gain prominence in the Spanish M&A market, and what will be A&O Shearman’s main challenges and strategic priorities over the coming year?

We believe Europe and Spain continue to offer attractive opportunities for international investors. We will continue to support Spain’s major institutions in their cross‑border initiatives and to advise our domestic and international clients on strategic transactions in Spain. We are confident that the M&A activity observed in recent months will persist through 2026 and that, by this time next year, we will be able to look back on a very strong year.