Relatório Mensal Brasil – Abril 2018

By Augusto_Janiscki_Junior

Fusões e Aquisições movimentam R$ 21 bilhões em abril

 

  • Mês fecha com 65 transações
  • Investimentos de Venture Capital movimentam R$ 189,8 milhões no mês, alta de 16%

By Augusto_Janiscki_Junior

O mês de Abril registrou 65 transações de fusões e aquisições de empresas no mercado brasileiro, o que equivale a uma queda de 29,3% em relação ao mesmo mês de 2017, quando foram anunciadas 92 operações., segundo os números publicados no Relatório Mensal da Transactional Track Record (TTR), em parceria com LexisNexis e TozziniFreire Advogados.  Em volume financeiro, essas transações movimentaram, entre as 28 que tiveram seus valores revelados, R$ 21,2 bilhões, alta de 193,76% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Nos primeiros quatro meses do ano, já foram anotados 305 anúncios de operações de compra e venda de participação envolvendo empresas brasileiras. Número inferior ao registrado em 2017 e 2016, 355 e 306, respectivamente. Das operações de 2018, 129 tiveram seus valores divulgados, somando R$ 85,8 bilhões, total 48% acima do que foi registrado no ano passado.

O segmento Tecnologia segue o mais atrativo no mercado brasileiro. No mês, foram 15 transações, que somadas às anteriores alcançam 68 operações, aumento de 10% comparado ao ano anterior. O crescimento dos investimentos no setor acompanha a alta de 50% das aquisições estrangeiras nos segmentos de Tecnologia e Internet.

No apanhado do ano, Financeiro e Seguros aparece estável na segunda colocação, com 34 operações, enquanto Saúde, Higiene e Estética, 30, e Consultoria, Auditoria e Engenharia, 23, revelaram declínio de 14% e 28%, respectivamente.

 

Operações cross-border

No âmbito inbound, em que empresas estrangeiras adquirem companhias brasileiras, foram contabilizadas 73 operações de compra desde o início de 2018. Apesar de seguir como o país com o maior número de aquisições no mercado brasileiro, contabilizando 25 transações, que juntas somam R$ 2,6 bilhões no ano, as operações norte-americanas não foram suficientes para ultrapassar os valores investidos por empresas japonesas no Brasil no período.

Os quatro investimentos de empresas do japão totalizaram R$ 3,7 bilhões, valor composto em sua maior parte pela alienação da Embraco pela Whirlpool Corporation para a fabricante de motores elétricos japonesas Nidec Corporation,.

China e Suíça também ultrapassaram a marca de um bilhão de reais em investimentos, tendo aportado, R$ 1,9 bilhões e R$ 1,3 bilhões cada.

O setor de Tecnologia foi aquele que mais recebeu aporte de empresas estrangeiras em 2018. Destaque também para Financeiro e Seguros e Consultoria, Auditoria e Engenharia.

Já as empresas brasileiras fizeram 10 aquisições no mercado externo, incluindo a compra de uma participação de 10% na britânica Oxis Energy pela Confrapar por R$ 17 milhões em abril. A Oxis Energy desenvolve e fabrica baterias de lítio-enxofre (Li-S).

No mesmo mês, a Sense Bike, empresa brasileira especializada em modelos de bicicletas de alumínio, também anunciou a aquisição da sul-africana Swift Carbon, que fabrica modelos em fibra de carbono, por R$ 20 milhões.

 

Private Equity e Venture Capital

Nos cenários de private equity e venture capital, o mercado continua com um panorama positivo. Os números refletem a retomada dos investimentos dos fundos estrangeiros em empresas brasileiras, foram 27 operações no ano e alta de 58,82% nos aportes.

Entretanto, abril não trouxe bons resultados para os investimentos da modalidade private equity. O volume financeiro das operações teve queda de 75% no número de deals – apenas dois registrados, e de 94% no volume financeiro, R$ 28 milhões aportados. Porém, no ano, o total investido segue em alta, com crescimento de 93% face ao ano anterior, com R$ 3,4 bilhões investidos.

Nos investimentos de venture capital, o panorama é diferente. Das 71 transações assinaladas no TTR desde o inicio do ano, 8% acima do que foi anunciado no mesmo período do ano anterior, 41 revelaram valores que somam R$ 1,39 bilhões, alta de 114% em comparação ao período homólogo de 2017.

Em abril, das 19 operações, 10 revelaram dados financeiros que demonstraram uma  movimentação de R$ 189,8 milhões, crescimento de 16% comparado ao mesmo mês do ano anterior.

Dentre as transações que ajudaram a compor os números de venture capital em abril está a ContaAzul, plataforma de gestão em nuvem para pequenas empresas, que captou R$ 100 milhões em rodada de investimentos liderado pela norte-americana Tiger Global Managment e seguida pelo fundo Endeavor Catalyst.

O setor de maior crescimento no acumulado dos quatro primeiros meses do ano foi Financeiro e Seguros – 200%, enquanto o que apresentou mais transações, 37, foi Tecnologia.

 

Transação TTR do Mês

A conclusão da aquisição do controle da Cremer pela CM Hospitalar por R$ 506,71 milhões foi eleita pelo TTR como a transação do mês em abril. A CM Hospitalar, empresa distribuidora de medicamentos e produtos para a saúde, finalizou a operação de compra da participação societária de 88,52% detida pelo Tabaqui FIP no capital social da Cremer, que registrou faturamento de R$ 870 milhões em 2016.

A CM Hospitalar foi assessorada na transação pelo Banco Itaú BBA e pelos escritórios Lefosse Advogados e CM Advogados. Enquanto a Tambaqui FIP recebeu assessoria jurídica de Stocche, Forbes, Padis, Filizzola, Clapis, Passaro, Meyer e Refinetti Sociedade de Advogados.

 

Rankings Financeiros e Jurídicos

O pódio do ranking TTR de assessores financeiros por valores das transações e número de transações é liderado em fevereiro pelo Banco Itaú BBA, com acumulado de R$ 51,9 bilhões nos primeiros quatro meses do ano. Na sequência, Riza Capital, com R$ 41,8 bilhões, e Morgan Stanley, com R$ 39,9 bilhões.

O ranking de assessores jurídicos por valor é liderado por Cescon, Barrieu Flesch & Barreto Advogados, com R$ 46,6 bilhões, seguido por Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, com R$ 42,3 bilhões, e TozziniFreire Advogados, R$ 38,7 bilhões, na terceira posição. Por número de transações o ranking é liderado por Demarest Advogados, 16 operações, com Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, 15, com a segunda colocação, e TozziniFreire Advogados, 14, na sequência.

Veja o ranking completo!

 

 

Informe Trimestral TTR – Peru 1Q18

Capital movilizado en el mercado M&A de Perú aumenta 238% en el primer trimestre de 2018 

 

  • A lo largo del año se han registrado 31 operaciones y un importe de USD 3.830m 
  • El sector de Minería lidera el mercado transaccional en el primer trimestre de 2018 

El mercado de M&A en Perú ha contabilizado en los tres primeros meses del año un total de 31 operaciones, de las cuales 17 suman un importe no confidencial de USD 3.830m, de acuerdo con el informe trimestral de Transactional Track Record. Estos datos reflejan un descenso del 13,89% en el número de operaciones y un aumento del 237,90% en el importe de las mismas, con respecto al primer trimestre de 2017.  

De las operaciones contabilizadas de enero a marzo, 10 son de mercado bajo (importes inferiores a USD 100m) y 4 de mercado medio (entre USD 100m y USD 500m), y 3 de mercado alto (superior a USD 500m).  

En términos sectoriales, el subsector Minero y el de Vidrio, Cerámica, Papel y Plástico son los que más transacciones han contabilizado a lo largo de 2018, con un total de 4 operaciones cada uno, seguidos por los subsectores Inmobiliario y Agricultura, Agronegocios, Ganadería y Pesca, con 3 operaciones en cada uno.   

Ámbito Cross-Border  

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en el primer trimestre del año las empresas peruanas han apostado principalmente por invertir en Colombia, con 2 transacciones.  

Por otro lado, Estados Unidos (con tres operaciones), Colombia y Alemania (con 2 operaciones en cada uno), son los países que más han apostado por realizar adquisiciones en Perú. Por importe destaca Estados Unidos, con USD 2.350m. 

Private Equity y Venture Capital  

En el primer trimestre de 2018, Perú ha registrado una operación tres operaciones de Private Equity, de las cuales 2 operaciones registran un importe conjunto de USD 1.050m, lo que representa una tendencia estable en el número de operaciones, así como un aumento del 775% en el capital movilizado con respecto al primer trimestre de 2018.  

En cuanto al segmento de Venture Capital, Perú ha registrado 3 operaciones, de las cuales 2 operaciones contabilizan un importe conjunto de USD 1.03m, lo que representa un aumento del 200% en el número de operaciones con respecto al mismo periodo del año pasado.  

Transacción Destacada 

Para el primer trimestre de 2018, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la realizada por CPPIB – Canada Pension Plan Investment Board y Goldman Asset Management junto con las peruanas Profuturo AFP, controlada por The Bank of Nova Scotia , AFP Integra y Prima AFP, controlada por Grupo Crédito,  que han constituido un nuevo fondo a través del cual han invertido en las compañías participadas por Grupo Enfoca: La Gloria Propiedades, Celima Trebol-Cassinelli, Pesquera Diamante, Auna – Grupo Salud del Perú, Talma, Inmobiliaria Koricancha y Latina Televisión.  

La operación, con importede USD 950m, ha estado asesorada por la parte legal por Estudio Muñiz, Proskauer Rose, Fried Frank Harris Shriver & Jacobson, Davis Polk US Y Payet, Rey, Cauvi, Pérez Abogados. 

Plan Investment Board del 20% del negocio de distribución de gas natural de Gas Natural Fenosa.

La operación, valorada en EUR 1.500m, ha estado asesorada por la parte legal por Bird & Bird España, PwC Tax & Legal España, Uría Menéndez España, Freshfields Bruckhaus Deringer España, y KPMG Abogados. Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por J.P. Morgan, Morgan Stanley, y PwC España.

Lea más acerca de la transacción. 

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico del mercado M&A peruano durante el primer trimestre de 2018, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe de las mismas. 

En el ranking peruano de asesores jurídicos en el segmento de Fusiones y Adquisiciones,  Estudio Muñiz ha ocupado el primer lugar por número de transacciones y por importe de las mismas, con 7 operaciones y con un capital movilizado de USD 2.410,73m, respectivamente.  

 

Entrevista con Carlos Fuenzalida, Vice Presidente en Landmark Alantra Group

Entrevista con Carlos Fuenzalida,  Vice Presidente en Landmark Alantra Group y con amplia experiencia en finanzas corporativas, acerca de las operaciones de fusiones y adquisiciones de empresas en América Latina.

 

TTR –  Sr. Fuenzalida, en primer lugar, ¿podría brindarnos a grandes rasgos su punto de vista en cuanto a la marcha del mercado transaccional latinoamericano los tres primeros meses de 2018?

CF – El primer trimestre de 2018, en general, el mercado transaccional latinoamericano ha sido similar o con un poco menos de dinamismo que 2017, en especial si aislamos el efecto de la mega transacción anunciada en Brasil en marzo de 2018, la adquisición de Fibria Celulose por Suzano Papel e Celulose por más de US$15.300 millones. Argentina, Colombia y México son los únicos países con un récord positivo en números de transacciones, sin embargo, el resto de Latinoamérica no debiese quedarse atrás y aumentar su ritmo a medida que avance el año.

TTR – Según los datos registrados por TTR, por el momento Argentina es uno de los países que ha manifestado un mayor incremento en el volumen e importe de operaciones respecto al mismo periodo del año anterior ¿a qué cree que se ha debido este adelantamiento?

CF – Argentina siempre ha sido un país con un gran potencial económico. En el pasado las condiciones políticas y las restricciones al flujo de capitales alejaron a gran parte de los inversionistas internacionales dejando un espacio vacío en el mid-market de fusiones y adquisiciones. Hoy el nuevo escenario político ha reabierto el interés por parte de inversionistas extranjeros, incrementando operaciones en industrias o sectores favorecidos como el litio y energía (particularmente renovables), y abriendo las puertas a industrias que por años estuvieron rezagadas a un segundo plano.

TTR –  Chile en particular, ha manifestado un interesante crecimiento en el sector tecnológico ¿Cree que se trata de algo circunstancial o que refleja una evolución y tendencia de mercado en el país? 

CF – Las transacciones en el sector tecnológico han tenido un importante crecimiento en los últimos años, no solo en Chile sino en todo Latinoamérica. La creciente actividad de private equities, o fondos de inversión, y de inversionistas estratégicos en busca de crecimiento inorgánico ha potenciado esta industria a nivel global, y será una tendencia que se mantendrá en la región.

En Chile en 2017 podemos destacar la venta por parte de Banmédica, Sonda e ILC de I-Med al fondo norteamericano Accel-KKR, y las variadas adquisiciones que realizó la firma de tecnología y telecomunicaciones Grupo GTD.

TTR – De nuevo, según su experiencia en el mercado chileno concretamente, ¿qué sectores opina que van a resultar más activos, y atractivos para los inversores, a lo largo de 2018? ¿Por qué motivos?

CF – Energía, infraestructura, minería, retail y alimentos son los sectores que mayor dinamismo tendrán este año. La perspectiva de un mayor crecimiento país, la reactivación de la economía, la posibilidad de una simplificación de la reforma tributaria y la visión de mercado del nuevo gobierno de Sebastian Piñera, hacen que las condiciones sean propicias para un aumento en el número de fusiones y adquisiciones.

TTR – Por último, su firma cuenta con oficinas (además de en Chile y en Argentina) también en Colombia y Brasil, ¿cuáles de estos cuatro países son los que cree que tienen hoy en día un mayor potencial de crecimiento para este año y por qué?

CF – Brasil continuará teniendo un gran número de grandes transacciones debido al tamaño de su economía, pero continuará bajo sus récords históricos, lo problemas de corrupción sigue muy vigentes.

Colombia mantiene su posicionamiento en la región como un destino favorable para la inversión, si bien perdiendo algo de momentum afectado por un entorno macro desafiante con la implementación de la reforma tributaria y las elecciones presidenciales en mayo de este año.

En Chile la actividad de M&A debiese ser más dinámica respecto a 2017, el escenario de mayor crecimiento y un gobierno más pro mercado debiese impulsar el número de transacciones.

Argentina se ve como el mercado con mayor dinamismo de la región, las confianzas se han recuperado y el flujo de inversión extrajera esta regresado al país. Aun cuando el impacto en M&A puede que se tarde en llegar las condiciones esta dadas para una importante alza en transacciones.

 

 

Informe Trimestral TTR – Chile 1Q18

Mercado de Fusiones y Adquisiciones en Chile registra 34 operaciones en el primer trimestre de 2018

  • 10 operaciones registradas en el primer trimestre alcanzan un importe de USD 438m 
  • Sector Financiero y de Seguros es el más destacado del periodo, con 9 operaciones 
  • Transacción del Trimestre: Brookfield Asset Management vende 27,7% en Transelec a China Southern Power Grid 

El mercado de M&A en Chile ha contabilizado en el primer trimestre del año un total de 34 operaciones, de las cuales 10 suman un importe no confidencial de USD 438m, de acuerdo con el informe trimestral de Transactional Track Record. Estos datos reflejan una disminución del 46,88% en el número de operaciones y un descenso del 61,80% en el importe de las mismas, respecto al primer trimestre de 2017.  

De las operaciones contabilizadas de enero a marzo, 229 son de mercado bajo (importes inferiores a USD 100m), y 1 de mercado medio (entre USD 100m y USD 500m). 

En términos sectoriales, el sector Financiero y de Seguros es el que más transacciones ha contabilizado a lo largo de 2018, con un total de 9 operaciones, seguido por el sector de Consultoría Auditoría e Ingeniería, con 5; Solar, con 3; e Internet, con 3.  

Ámbito Cross-Border  

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en lo que va de año las empresas chilenas han apostado principalmente por invertir en México, Colombia, Perú y Ecuador, con una transacción en cada país. Por importe, destaca México, con USD 1m. 

Por otro lado, Canadá (3 operaciones), Japón y Suiza (2 operaciones en cada país), son también los países que más han apostado por realizar adquisiciones en Chile. Por importe destaca China, con USD 66m. 

Transacción destacada 

Para el primer trimestre de 2018, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la realizada por Brookfield Asset Management, la cual ha vendido el 27,7% de Transelec a China Southern Power Grid 

La operación, que ha registrado un importe USD 1.300m, ha estado asesorada por la parte legal por Carey, Goodmans, Herbert Smith Freehills Spain, Linklaters, y Guerrero Olivos,  Rodrigo, Elías & Medrano Abogados.  

Por la parte financiera, la operación ha estado asesorada por Lazard, Deutsche Bank, Santander Global Corporate Banking, y Scotiabank Chile. 

Lea más acerca de la transacción. 

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico del mercado M&A chileno durante el primer trimestre de 2018, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe de las mismas. 

En el ranking chileno de asesores jurídicos en el segmento de Fusiones y Adquisiciones, Bofill Mir & Álvarez Jana Abogados BMAJ ha ocupado el primer lugar por capital movilizado (USD 228,70m) y Carey, por número de operaciones, con 3 transacciones registradas. 

 

Informe Trimestral TTR – Argentina 1Q18

Actividad en el mercado de Fusiones y Adquisiciones en Argentina aumenta un 14% en el primer trimestre de 2018 

  • En los tres primeros meses del año se han registrado 57 transacciones en el país 
  • 24 operaciones registradas en el primer trimestre alcanzan un importe de USD 1.094m 
  • Sector Financiero y de Seguros es el más destacado del periodo, con 15 operaciones 

 

El mercado de M&A en Argentina ha contabilizado en los tres primeros meses del año un total de 57 operaciones, de las cuales 24 suman un importe no confidencial de USD 1.094m, de acuerdo con el informe trimestral de Transactional Track Record. Estos datos reflejan un aumento del 14% en el número de operaciones y un ascenso del 24,57% en el importe de las mismas, respecto al primer trimestre de 2017.  

De las operaciones contabilizadas de enero a marzo, 19 son de mercado bajo (importes inferiores a USD 100m), y 5 de mercado medio (entre USD 100m y USD 500m). 

En términos sectoriales, el Financiero y de Seguros es el que más transacciones ha contabilizado a lo largo de 2018, con un total de 15 operaciones, seguido por el sector de Distribución y Retail, con 9; Inmobiliario, con 7; y Petróleo y Gas, con 7.  

Ámbito Cross-Border  

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en lo que va de año las empresas argentinas han apostado principalmente por invertir en Brasil, con 3 transacciones en cada país. Por importe, destaca Paraguay, con USD 11,88m.  

Por otro lado, Estados Unidos (6 operaciones), México (4) y Suiza (2) son también los países que más han apostado por realizar adquisiciones en Argentina. Por importe destaca Suiza, con USD 409m. 

Venture Capital  

En el primer trimestre se han producido 9 operaciones de Venture Capital, con un importe revelado de USD 28,49m, las cuales representan un aumento del 80% en el número de operaciones y un crecimiento del 552% en el importe, con respecto al mismo periodo de 2017.  

Transacción Destacada 

Para el primer trimestre de 2018, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la realizada por Grupo Financiero Galicia y Banco Galicia, los cuales han vendido el 100% de Compañía Financiera Argentina y de Cobranzas y Servicios a Galeno Capital, filial de Galeno. 

La operación, que ha registrado un importe de USD 52,98m, ha estado asesorada por la parte legal por Estudio Beccar Varela y Salazar Gauna Ricardo, y por la parte financiera por MBA Lazard Argentina y Deloitte Argentina.  

Lea más acerca de la transacción. 

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico del mercado M&A argentino durante el primer trimestre de 2018, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe de las mismas. 

En el ranking argentino de asesores jurídicos en el segmento de Fusiones y Adquisiciones,
Marval O’Farrell & Mairal, y Bruchou, Fernández Madero & Lombardi, han ocupado el primer lugar por número de transacciones y por importe de las mismas, con USD 424m y con 6 operaciones, respectivamente.