Fixed Income Brazil – 1Q2026


Captação de Recursos no Brasil: Mercado de crédito privado movimenta R$ 89 bi no período de janeiro a março de 2026.

  • Valor total de captação referente ao primeiro trimestre de 2026 registra queda de 22,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
  • Em debêntures, Setor de Energy & Utilities lidera com 55,1% das emissões.
  • Certificados de recebíveis do agronegócio apresentam captação de BRL 2 bi, registrando uma queda de 66,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O cenário de captação de recursos utilizando a emissão de debêntures, notas comerciais e operações de securitização (CRI, CRA, CR) foi objeto de análise do mais recente relatório do mercado de crédito privado brasileiro no TTR Data (ttrdata.com), que revelou emissão de 255 séries com uma captação total de BRL 89 Bi no período de janeiro à março de 2026.

Esses dados representam uma diminuição do valor total captado de 22,6% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Valor total emitido no mercado de crédito privado (Debêntures, Notas comerciais CRI, CRA, CR) de janeiro à março de 2026.
Fonte: TTR Data.


Em relação ao mercado de debêntures, foi registrada a emissão de 169 séries com uma captação total de BRL 80 Bi no período de janeiro a março de 2026, queda percentual de 11% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. No mercado de securitização, foi registada a emissão de 50 séries de CRI/CRA/CR com uma captação total de BRL 4 bi, apresentando uma diminuição de 74% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Valor total emitido no mercado de crédito privado (Debêntures, Notas Comerciais, CRI, CRA, CR) por trimestre.
Fonte: TTR Data.


Maiores Emissões do trimestre

No mercado de debêntures, a maior emissão do primeiro trimestre de 2026 foi a 38ª emissão, em cinco séries, realizada em fevereiro pela Sabesp, no valor de BRL 6,3 bi, com remunerações indexadas ao IPCA E DI. Segundo a empresa, A totalidade dos recursos líquidos provenientes da captação por meio da Emissão das Debêntures Institucionais será destinada à recomposição e/ou reforço de caixa da Emissora e/ou reforço de caixa da Emissora.

A operação contou com a assessoria jurídica do escritório Stocche Forbes Advogados e Pinheiro Neto Advogados. A Vórtx atuou como agente fiduciário e o Itaú BBA Assessoria Financeira como coordenador líder da operação.

A respeito do mercado de Notas Comerciais, maior emissão do primeiro trimestre de 2026 foi a 1ª emissão, em série única, realizada em janeiro pela COELCE Companhia Energética do Ceará, no valor de BRL 1.1 Bi, com remunerações indexadas ao DI. Segundo a empresa, os recursos captados com a oferta serão utilizados para realização da liquidação da Debêntures 9ª Emissão, eventuais recursos que sobejarem serão destinados ao reforço de caixa no curso ordinário dos negócios da empresa. A operação contou com a assessoria jurídica doS escritórioS Pinheiro Guimarães e Cescon Barrieu. A Oliveira Trust atuou como agente fiduciário e o Banco Bradesco BBI S.A. atuou como coordenador líder da operação.


No mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), a maior operação do primeiro trimestre de 2026 foi a 588ª emissão, em três séries, realizada em março pela Opea, no valor de BRL 1 Bi. A operação é concentrada, tendo como lastro direitos creditórios imobiliários devidos pela ALLOS S.A e possui remunerações indexadas ao DI. A operação contou com a assessoria jurídica dos escritórios Cescon Barrieu e Stocche Forbes Advogados. A operação contou com a Pentágono S.A como agente fiduciário e o Itaú BBA Assessoria Financeira S.A. como coordenador líder.

Já no mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), a maior operação do primeiro trimestre de 2026 foi a 441ª emissão, em três séries, realizada em fevereiro pela Eco Securitizadora, no valor de BRL 600 mi. A operação é concentrada e tem como lastro Direitos Creditórios do Agronegócio devidos pela Caramuru Alimentos, possuindo remuneração indexada ao DI, IPCA e pré-fixadas. A operação contou assessoria jurídica dos escritórios Santos Neto Advogados e Pinheiro Neto Advogados, com a Eco Securitizadora atuando como agente fiduciário e o BTG Pactual Investment Banking como coordenador líder da operação.

Ranking de assessores jurídicos, agentes fiduciários e coordenadores líderes

Disponibilizamos em nossa plataforma os rankings de assessoria jurídica, agentes fiduciários e coordenadores líderes referentes ao período de janeiro a março de 2026 em emissões públicas de Debêntures, Notas Comerciais, CRI e CRA, onde a atividade dos assessores é refletida pelo valor total e número de emissões / séries.

Ranking Consolidado

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, lidera o Stocche Forbes Advogados, contabilizando um total de BRL 21,8 mi.

No ranking de Agentes Fiduciários, a Pentágono DTVM lidera contabilizando o valor de BRL 38 mi. Já a respeito do ranking de coordenadores líderes, o Itaú BBA Assessoria Financeira lidera contabilizando o valor de BRL 26,8 mi.

Informe trimestral sobre el mercado transaccional argentino – 1T26

Capital movilizado en el mercado M&A argentino registra aumento del 39% en el primer trimestre de 2026, según informe de TTR Data

  • En 2026, se han registrado en el país 57 transacciones por USD 2.290m
  • El sector de Petróleo, Gas y Combustibles Consumibles es el más destacado, con 10 deals
  • Mercado de Venture Capital aumenta un 7% en el transcurso del año
  • Entrevista de TTR Data a Pedro Costa, líder de M&A y soluciones transaccionales de Aon

El mercado transaccional argentino ha registrado en el primer trimestre de 2026 un total de 57 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 2.290m, según el informe trimestral de TTR Data.

Estas cifras suponen una disminución del 23% en el número de transacciones y un aumento del 39% en el capital movilizado, con respecto al mismo periodo de 2025.

En términos sectoriales, el de Petróleo, Gas y Combustibles Consumibles es el más activo del año, con un total de 10 transacciones, lo que representa un crecimiento del 11% con respecto al primer trimestre del año anterior.

Ámbito Cross-Border 

En lo que respecta al mercado cross-border, en lo que va de año las empresas argentinas han apostado principalmente por invertir en Brasil, con 3 transacciones, seguido de México y Chile, con 2 transacciones en cada país. Por importe, destaca México, con USD 71m.

Por otro lado, Estados Unidos es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en Argentina, con 9 transacciones, seguido de México, con 4. Por importe, destaca México, con USD 718m.

Venture Capital 

En el primer trimestre de 2026, se han contabilizado un total de 16 transacciones de Venture Capital, de las cuales 15 tienen un importe no confidencial agregado de USD 481m. Esto supone un aumento del 7% en el número de deals y un alza del 158% en su importe, con respecto al mismo periodo del año anterior.

Transacción Destacada

Para el primer trimestre de 2026, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la venta del 90% del bloque oeste de Los Toldos II por parte de Pluspetrol a la empresa estadounidense Continental Resources.

La transacción, valorada en USD 261m, ha contado con la asesoría jurídica de Pérez Alati, Grondona, Benites & Arntsen y Pluspetrol.

Dealmaker Q&A con Aon

TTR Data ha entrevistado en exclusiva a Pedro Costa, líder de M&A y soluciones transaccionales de Aon, para conocer las perspectivas del mercado de Fusiones y Adquisiciones en 2026 en medio de las tensiones geopolíticas actuales: “En general, estos shocks llegan al M&A latinoamericano a través del costo de capital, de la tasa de cambio, y de la confianza. Cuando la tensión geopolítica presiona el petróleo, la logística y la inflación, el inversor reprecia todo el riesgo, extiende la due diligence y se vuelve más selectivo al asignar capital. En América Latina, eso impacta sobre todo a sectores intensivos en energía, importaciones o deuda. Pero la región también puede capturar valor en energía, minería y cadenas estratégicas, porque el inversor global busca diversificar suministro.

Lo que el mercado revela es que estos riesgos ya se están incorporando de forma más estructural, dejando de ser un tema coyuntural para formar parte del modelo, de los contratos y de la gobernanza de los deals. Nuestra práctica de Transaction Solutions en Aon se vuelve clave, ya que hoy cerrar una operación exige convertir incertidumbre en riesgo medible, asignable y, principalmente, asegurable”.

Para conocer toda la entrevista, ingrese aquí.

Informe trimestral sobre el mercado transaccional chileno – 1T26



Mercado M&A chileno registra aumento de 5% en el primer trimestre de 2026, según informe de TTR Data

  • En 2026, se han registrado en el país 92 transacciones por USD 1.932m
  • Chile es el único país con aumento en la actividad M&A en Latam en 2026
  • El sector Inmobiliario es el más destacado de 2026, con 12 deals
  • Transacciones de Private Equity aumentan un 100% en el transcurso del año
  • Transacción destacada: Telefónica vende sus filiales en Chile
  • TTR Data entrevista a Aon para conocer perspectivas del mercado en 2026

El mercado transaccional chileno ha registrado en el primer trimestre de 2026 un total de 92 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 1.932m, según el informe trimestral de TTR Data.

Estas cifras suponen un aumento del 5% en el número de transacciones y un crecimiento del 55% en su importe, con respecto al mismo periodo de 2025.

En términos sectoriales, el sector Inmobiliario es el más activo del año, con un total de 12 transacciones, seguido del sector de Internet, Software y Servicios IT, con 9 deals.

Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado cross-border, en lo que va de año las empresas chilenas han apostado principalmente por invertir en Colombia y España, con 5 y 4 transacciones, respectivamente.  Por importe, destaca Colombia con USD 287m.

Por otro lado, Estados Unidos y España son los países que más han apostado por realizar adquisiciones en Chile, con 7 y 5 transacciones, respectivamente. Por importe, destacan España y Francia, con USD 806m.

 

Private Equity

En el primer trimestre de 2026, se han contabilizado un total de 6 transacciones de Private Equity, con un valor de USD 8m. Esto supone un aumento del 100% en el número de transacciones y un descenso del 70% en su importe, con respecto al mismo periodo del año anterior.

Venture Capital

En el primer trimestre de 2026, se han contabilizado un total de 21 transacciones de Venture Capital, de las cuales 19 tienen un importe no confidencial agregado de USD 75m. Esto supone un descenso del 9% en el número de deals y una disminución del 64% en su importe, en términos interanuales.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado en el primer trimestre de 2026 un total de 17 transacciones, de las cuales 11 tienen un importe no confidencial agregado de USD 405m, lo cual implica un aumento del 89% en el número de transacciones y del 86% en su importe, con respecto al mismo periodo de 2025. 

Transacción Destacada

Para el primer trimestre de 2026, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la relacionada venta del 100% de Movistar Chile por parte de Telefónica, entidad española de telecomunicaciones, a una empresa conjunta entre Milicom y NJJ Holding.

La transacción, valorada en USD 806m, ha contado con el asesoramiento jurídicos por Telefónica; Philippi Prietocarrizosa Ferrero DU & Uría Chile; Latham & Watkins; Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom; Barros & Errázuriz; y Pérez-Llorca.

Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por Santander Corporate & Investment Banking (SCIB).

Dealmaker Q&A con Aon

TTR Data ha entrevistado en exclusiva a Pedro Costa, líder de M&A y soluciones transaccionales de Aon, para conocer las perspectivas del mercado de Fusiones y Adquisiciones en 2026 en medio de las tensiones geopolíticas actuales: “En general, estos shocks llegan al M&A latinoamericano a través del costo de capital, de la tasa de cambio, y de la confianza. Cuando la tensión geopolítica presiona el petróleo, la logística y la inflación, el inversor reprecia todo el riesgo, extiende la due diligence y se vuelve más selectivo al asignar capital. En América Latina, eso impacta sobre todo a sectores intensivos en energía, importaciones o deuda. Pero la región también puede capturar valor en energía, minería y cadenas estratégicas, porque el inversor global busca diversificar suministro.

Lo que el mercado revela es que estos riesgos ya se están incorporando de forma más estructural, dejando de ser un tema coyuntural para formar parte del modelo, de los contratos y de la gobernanza de los deals. Nuestra práctica de Transaction Solutions en Aon se vuelve clave, ya que hoy cerrar una operación exige convertir incertidumbre en riesgo medible, asignable y, principalmente, asegurable”.

Para conocer toda la entrevista, ingrese aquí.

Informe trimestral sobre el mercado transaccional peruano – 1T26


Capital movilizado en el mercado M&A peruano registra aumento del 856% en el primer trimestre de 2026, según informe de TTR Data

  • En 2026, se han registrado 30 transacciones por USD 3.476m
  • Sector inmobiliario es el más activo del trimestre, con un crecimiento del 75% en 2026
  • Deal del trimestre: Holcim completa adquisición del 50,01% de Cementos Pacasmayo
  • Entrevista de TTR Data a Pedro Costa, líder de M&A y soluciones transaccionales de Aon

El mercado transaccional peruano ha registrado en el primer trimestre de 2026 un total de 30 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 3.476m, según el informe trimestral de TTR Data.

Estas cifras suponen un descenso del 14% en el número de transacciones y un aumento del 856% en su importe, con respecto al mismo periodo de 2025.

En términos sectoriales, el Inmobiliario es el más activo del año, con un total de 7 transacciones, con un aumento del 75%, con respecto al mismo periodo del año pasado.

Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado cross-border, en 2026 las empresas peruanas han apostado principalmente por invertir en Ecuador y Colombia, con 3 y 2 transacciones, respectivamente. Por importe, destaca Brasil, con USD 898m.

Por otro lado, Reino Unido y Estados Unidos son los países que más han realizado adquisiciones en Perú, con 2 deals cada uno. Por importe, destaca Canadá, con USD 1.700m.

Private Equity y Venture Capital

En el primer trimestre de 2026, se han registrado un total de 4 deals de Private Equity, de los cuales 2 tienen un importe no confidencial de USD 1.719m. Esto supone un aumento del 33% en el número de transacciones y un aumento del 1.009% en el capital movilizado, con respecto al mismo periodo de 2025.

En el segmento de Venture Capital, mientras tanto, se ha contabilizado 1 transacción de con un importe no confidencial agregado de USD 10m. Esto supone una disminución del 50% en el número de transacciones y un aumento del 440% en su importe, en términos interanuales.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos se han cerrado en el primer trimestre del año 6 transacciones, con un importe de USD 74m, lo cual implica un aumento del 20% en el número de transacciones y del 207% en su valor, con respecto al primer trimestre de 2025. 

Transacción Destacada

Para el primer trimestre de 2026, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada adquisición del 50,01% de Cementos Pacasmayo por la suiza Holcim a Hochschild Mining.

La transacción, valorada en USD 550m, ha contado con el asesoramiento jurídico de Estudio Muñiz; Freshfields US; Miranda & Amado Abogados; Garrigues Perú; y Becker Glynn.

Ranking de Asesores Jurídicos y Financieros

En el ranking TTR Data de asesores jurídicos, por importe y por número de transacciones, lidera Payet, Rey, Cauvi, Pérez Abogados, con USD 1.715m y 3 transacciones.

En el ranking de asesores financieros, por su parte, lidera el ranking Banco Itaú BBA, con USD 898m y 1 transacción.

Dealmaker Q&A con Aon

TTR Data ha entrevistado en exclusiva a Pedro Costa, líder de M&A y soluciones transaccionales de Aon, para conocer las perspectivas del mercado de Fusiones y Adquisiciones en 2026 en medio de las tensiones geopolíticas actuales: “En general, estos shocks llegan al M&A latinoamericano a través del costo de capital, de la tasa de cambio, y de la confianza. Cuando la tensión geopolítica presiona el petróleo, la logística y la inflación, el inversor reprecia todo el riesgo, extiende la due diligence y se vuelve más selectivo al asignar capital. En América Latina, eso impacta sobre todo a sectores intensivos en energía, importaciones o deuda. Pero la región también puede capturar valor en energía, minería y cadenas estratégicas, porque el inversor global busca diversificar suministro.

Lo que el mercado revela es que estos riesgos ya se están incorporando de forma más estructural, dejando de ser un tema coyuntural para formar parte del modelo, de los contratos y de la gobernanza de los deals. Nuestra práctica de Transaction Solutions en Aon se vuelve clave, ya que hoy cerrar una operación exige convertir incertidumbre en riesgo medible, asignable y, principalmente, asegurable”.

Para conocer toda la entrevista, ingrese aquí.

Informe trimestral sobre el mercado transaccional colombiano – 1T26


Capital movilizado en el mercado M&A colombiano registra un aumento del 189% en el primer trimestre de 2026, según informe de TTR Data

  • En 2026, se han registrado en el país 48 transacciones por USD 5.314m
  • Los sectores de Banca e Inversión y Software Especializado por Industria son los más destacados de 2026, con 5 deals
  • Transacciones de Venture Capital disminuyen un 11% en el transcurso del año
  • Transacción destacada: Millicom International Cellular toma el control del 100% de Tigo Colombia
  • Entrevista de TTR Data a Pedro Costa, líder de M&A y soluciones transaccionales de Aon
  • Brigard Urrutia y Martínez Quintero Mendoza González Laguado & De La Rosa, líderes en asesoría legal en el mercado M&A en 2026

El mercado transaccional colombiano ha registrado en el primer trimestre de 2026 un total de 48 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 5.314m, según el informe trimestral de TTR Data.

Estas cifras suponen un descenso del 38% en el número de transacciones y un aumento del 189% en su importe, con respecto al mismo periodo de 2025.

En términos sectoriales, Banca e Inversión y Software Especializado por Industria son los más activos del año, con 5 transacciones cada uno.

Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado cross-border, en lo que va de año las empresas colombianas han apostado principalmente por invertir en México y España, con 2 transacciones en cada país.  Por importe, México es el país con mayor capital movilizado, con USD 2.498m.

Por otro lado, Estados Unidos es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en Colombia, con 9 transacciones, y Canadá es el país que ha registrado mayor capital movilizado en Colombia, con USD 525m. 

Private Equity

En el primer trimestre de 2026, se han contabilizado un total de 8 transacciones de Private Equity, con un valor divulgado de un deal de USD 2.499m. Esto supone un aumento del 100% en el número de transacciones, pero no registra variación en el capital movilizado, con respecto al mismo periodo del año anterior.

Venture Capital

En el primer trimestre de 2026, se han contabilizado un total de 8 transacciones de Venture Capital, de las cuales 6 tiene un importe no confidencial agregado de USD 87m. Esto supone un descenso del 11% en el número de deals y un aumento del 336% en su importe, en términos interanuales.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado en el primer trimestre de 2026 un total de 6 transacciones, de las cuales 2 tienen un importe no confidencial agregado de USD 610m, lo cual implica un descenso del 70% en el número de transacciones y un aumento del 197% en su importe, con respecto al mismo periodo de 2025.

Transacción Destacada

Para el primer trimestre de 2026, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la toma de control de casi el 100% de Tigo Colombia por parte de Millicom International Cellular, entidad dedicada a proveer servicios de telecomunicaciones con sede en Luxemburgo, a través de Millicom Colombia Holding, al adquirir las 5.014.958 acciones que tenía Empresas Públicas de Medellín (EPM) mediante una subasta.

La transacción, valorada en USD 567m, ha contado con el asesoramiento jurídico de Pérez-Llorca Colombia y Brigard Urrutia.

Dealmaker Q&A con Aon

TTR Data ha entrevistado en exclusiva a Pedro Costa, líder de M&A y soluciones transaccionales de Aon, para conocer las perspectivas del mercado de Fusiones y Adquisiciones en 2026 en medio de las tensiones geopolíticas actuales: “En general, estos shocks llegan al M&A latinoamericano a través del costo de capital, de la tasa de cambio, y de la confianza. Cuando la tensión geopolítica presiona el petróleo, la logística y la inflación, el inversor reprecia todo el riesgo, extiende la due diligence y se vuelve más selectivo al asignar capital. En América Latina, eso impacta sobre todo a sectores intensivos en energía, importaciones o deuda. Pero la región también puede capturar valor en energía, minería y cadenas estratégicas, porque el inversor global busca diversificar suministro.

Lo que el mercado revela es que estos riesgos ya se están incorporando de forma más estructural, dejando de ser un tema coyuntural para formar parte del modelo, de los contratos y de la gobernanza de los deals. Nuestra práctica de Transaction Solutions en Aon se vuelve clave, ya que hoy cerrar una operación exige convertir incertidumbre en riesgo medible, asignable y, principalmente, asegurable”.

Para conocer toda la entrevista, ingrese aquí.