Relatório trimestral sobre o mercado transacional português- 1Q26

O valor transacionado no mercado de Venture Capital em Portugal aumenta 95% no primeiro trimestre de 2026, segundo a TTR Data

  • Número de transações regista queda de 31% em comparação a 2025
  • Setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo no período, com 17 transações

No primeiro trimestre de 2026, o mercado transacional português viu a concretização de 109 operações, totalizando EUR 989m. Destas, 26% revelaram seus valores, conforme aponta o mais recente relatório do TTR Data.

Estes números representam uma queda de 31% no número de transações em comparação com o mesmo período de 2025, tal como uma diminuição de 26%  no capital mobilizado.

Em termos setoriais, o setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo em 2026, com 17 transações.



Âmbito Cross-Border

No âmbito Cross-Border, quanto à número de transações, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal no período, contabilizando 11 transações.

As empresas portuguesas escolheram a Espanha e o Reino Unido como principal destino de investimento, com 14 e cinco transações, respetivamente.

As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet caíram em 20% em comparação ao mesmo período de 2025.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Em 2026, foram contabilizadas 17 transações de Private Equity, representando uma queda de 19% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2025.

Em Venture Capital, foram realizadas 18 rodadas de investimentos e um total de EUR 284m, representando um crescimento de 95% no total investido.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 26 transações com um valor de EUR 369m, representando uma queda de 29% no volume de operações.

Transação do trimestre

A transação destacada pelo TTR Data no primeiro trimestre de 2026, foi a conclusão da aquisição da Secil pela Cementos Molins. O valor da transação é de aproximadamente EUR 1.08bi.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei portuguesa dos escritórios Deloitte Legal; Uría Menéndez Portugal; Uría Menéndez España; e Linklaters Portugal. A Deloitte realizou a due diligence financeira e a KPMG a assessoria financeira.

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até março de 2026 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e em valor lidera ao longo de 2026 o escritório VdA – Vieira de Almeida com seis operações e EUR 70m.

No que se refere ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lideram ALBIA IMAP, Arcano Partners, BBVA, DFK Portugal, Forvis Mazars Group, Matoaka Tribo e Oaklins Portugal com uma operação, cada.

Relatório trimestral sobre o mercado transacional brasileiro – 1Q26


O capital mobilizado no mercado de M&A do Brasil cresce 92% no primeiro trimestre de 2026, segundo a TTR Data

  • Estados Unidos é o país que mais investiu no Brasil, com 29 aquisições
  • Capital mobilizado registra crescimento de 92% no período
  • Fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital aumentam em 28% os investimentos em empresas brasileiras

O cenário transacional brasileiro foi objeto de análise no relatório trimestral do TTR Data, que revelou 256 transações movimentando um total de BRL 92,4bi em 2026.

Esses números representam uma queda de 43% no número de transações em relação ao mesmo período de 2025, no entanto o houve um aumento no capital mobilizado em 92%. Do total das transações, 46% possuem os valores revelados e 73% das operações já estão concluídas.

O setor de Real Estate é o mais ativo com 48 transações, seguido pelo setor de Internet, Sofware & IT Services, com 39 transações.

Operações do mercado transacional de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026
Fonte: TTR Data.


Âmbito Cross-Border

Empresas brasileiras voltaram-se principalmente para o Chile e Argentina, realizando três transações, cada.

Por outro lado, os Estados Unidos lideram os investimentos no Brasil, com 29 operações.

Empresas norte-americanas que adquirem negócios brasileiros registraram uma diminuição de 21%.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve um aumento de 28% em 2026.


Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

No segmento de Private Equity, houve 17 transações totalizando BRL 16,3bi, com uma queda de 26% no volume de operações. 

Em Venture Capital, 41 rodadas de investimento movimentaram BRL 1,4bi, representando uma queda de 58% no volume de operações. 

O segmento de Asset Acquisitions registrou 73 transações e BRL 14,3bi, refletindo um crescimento de 62% no total investido.  

Transação do trimestre

A transação destacada pelo TTR Data no primeiro trimestre de 2026 foi a conclusão da aquisição da Linx pela TOTVS. O valor da transação é de BRL 3,05bi.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei brasileira dos escritórios BMA Advogados; e Trindade Advogados Associados. O Banco Itaú BBA e BTG Pactual realizaram a assessoria financeira.

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até março de 2026 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lidera em 2026 o Banco Itaú BBA com sete operações. Em valor, lidera o Banco Bradesco BBI com um total de BRL 32,9bi. 

No que se refere ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e em valor lidera o escritório Mattos Filho, com 18 operações e contabilizando um total de BRL 38,2bi.

Dealmaker Q&A

TTR Dealmaker Q&A con Pedro da Costa, especialista en M&A y Transaction Solutions en Aon


Pedro Costa


Aon Latinoamérica



TTR: El aumento de las tensiones entre Estados Unidos e Irán ha vuelto a situar el riesgo geopolítico en el centro de los mercados globales, con posibles implicaciones en energía, inflación y estabilidad financiera. ¿Cómo pueden trasladarse este tipo de shocks geopolíticos al mercado de M&A en América Latina? ¿Cree que los inversores están incorporando este tipo de riesgos de forma más estructural en sus decisiones de inversión?

En general, estos shocks llegan al M&A latinoamericano a través del costo de capital, de la tasa de cambio, y de la confianza. Cuando la tensión geopolítica presiona el petróleo, la logística y la inflación, el inversor reprecia todo el riesgo, extiende la due diligence y se vuelve más selectivo al asignar capital. En América Latina, eso impacta sobre todo a sectores intensivos en energía, importaciones o deuda. Pero la región también puede capturar valor en energía, minería y cadenas estratégicas, porque el inversor global busca diversificar suministro.

Lo que el mercado revela es que estos riesgos ya se están incorporando de forma más estructural, dejando de ser un tema coyuntural para formar parte del modelo, de los contratos y de la gobernanza de los deals. Nuestra práctica de Transaction Solutions en Aon se vuelve clave, ya que hoy cerrar una operación exige convertir incertidumbre en riesgo medible, asignable y, principalmente, asegurable.

TTR: Tras varios años marcados por el ajuste monetario global y la volatilidad macroeconómica, el mercado de M&A ha mostrado señales de reactivación en distintos mercados. Desde su perspectiva, ¿qué balance hace del comportamiento del mercado transaccional en América Latina en lo que va de 2026? ¿Observa un cambio estructural en el apetito inversor o todavía predomina un entorno de prudencia?

Veo 2026 como un año de reactivación, pero con selectividad. El mercado muestra una disminución en volumen de transacciones en Latinoamerica, aunque con un aumento del movilizado, lo que indica menos operaciones, pero de mayor tamaño, más estratégicas y disciplinadas. Eso encaja con el contexto macro de crecimiento regional moderado, con mejora de las condiciones financieras y con una volatilidad externa exigiendo prudencia. Así, estamos en un ciclo de apetito restrictivo, con inversores dispuestos a ejecutar, siempre que haya claridad sobre la tesis, el precio, la gobernanza y la protección de riesgos. En otras palabras, sí hay recuperación, pero una recuperación más criteriosa que expansiva.

TTR: En ciclos de mayor incertidumbre, la gestión del riesgo se vuelve un factor determinante para cerrar operaciones. ¿Hasta qué punto herramientas como los seguros de representaciones y garantías u otras soluciones de mitigación de riesgo están influyendo hoy en la capacidad de los inversores para ejecutar transacciones?

Desde mi análisis, lo que detecto es un cambio estructural, no solamente coyuntural. A lo largo de las últimas décadas, crisis como la subprime, grandes desastres ambientales o eventos cibernéticos relevantes, dejaron claro que el riesgo ya no es un tema periférico, pero que tiene la capacidad de destruir valor, generar pasivos millonarios, interrumpir operaciones, comprometer tesis de inversiones, entre otras consecuencias. Por eso herramientas de mitigación, análisis y transferencia de riesgos pasaron a formar parte de la estrategia de inversión, de la due diligence y de la negociación contractual. Hoy ayudan a los inversores a poner mejor precio a la incertidumbre, proteger el downside y destrabar operaciones en entornos más complejos.

En ese contexto, las capacidades de Aon en M&A and Transaction Solutions también evolucionaron. Actuamos como trusted advisor, con análisis de riesgo cada vez más profundos, utilizando la tecnología y datos a favor de una estructuración tailor-made, apoyando a nuestros clientes a transformar riesgo en oportunidad y a tomar mejores decisiones con claridad y confianza. Entonces, cuando hablamos de seguros de Representaciones y Garantía (Reps & Warranties Insurance), Tax, Contigent, Ambiental, Cyber, etc, hablamos además de protección, de ejecución, gobernanza y estrategia. Y así, el riesgo pasó a ser una variable central de inversión.

TTR: Desde una perspectiva sectorial, algunos segmentos han demostrado mayor resiliencia en los últimos años, como energía, infraestructuras, tecnología o salud. ¿Qué sectores cree que concentrarán mayor actividad transaccional en América Latina en los próximos trimestres y qué factores están impulsando ese interés inversor?

Veo cuatro sectores con mayor probabilidad de concentrar actividad: energía, infraestructura, minerales críticos y activos vinculados a la digitalización. Energía e infraestructura siguen fuertes porque la seguridad energética volvió al centro de la agenda y la región necesita inversión en generación, respaldo, transmisión y logística. Minería y minerales críticos ganan protagonismo por la demanda estructural de cobre, litio y tierras raras asociada a la electrificación, los data centers y la IA. Y lo digital sigue siendo muy atractivo también por el avance de los data centers y la conectividad. Salud continúa siendo defensivo, pero hoy el gran imán de capital me parece estar más vinculado a la transición energética, la infraestructura y los activos estratégicos para las cadenas globales.

TTR: Brasil y México continúan siendo los mercados más profundos de la región, pero otros países han empezado a atraer capital internacional en determinados sectores. ¿Qué geografías de América Latina cree que pueden ganar protagonismo en el flujo de operaciones en el corto y medio plazo?

Brasil y México siguen siendo los pilares naturales por escala y profundidad, sin embargo veo espacio para un mayor protagonismo de Argentina, Chile y Perú. Argentina empieza a entrar más en el radar a medida que avanza una agenda promercado y aparecen proyectos relevantes en minería e infraestructura. Chile y Perú tienden a ganar atención por su exposición al cobre, al litio y a otros minerales estratégicos, algo totalmente alineado con la demanda global asociada a la transición energética y la tecnología. México sigue siendo muy relevante por el nearshoring e infraestructura, aunque con una ejecución todavía desigual. Por eso, en el corto y mediano plazo, esperaría una región todavía liderada por Brasil y México, pero con los países andinos y Argentina capturando más flujo sectorial y operaciones estratégicas.

TTR: Mirando hacia adelante, el mercado global sigue enfrentando variables relevantes como la evolución de los tipos de interés, la inflación o la estabilidad política en distintas economías. ¿Qué factores considera que serán determinantes para consolidar la recuperación del mercado de M&A en América Latina en los próximos años?

Para consolidar la recuperación del M&A en América Latina, destacaría cinco factores: caída sostenida del costo de capital, inflación bajo control, previsibilidad regulatoria, un mínimo de estabilidad política y capacidad de ejecución. El inversor puede convivir con riesgo; lo que no tolera bien es la incertidumbre sin precio y sin solución contractual. Si la región combina mejores condiciones financieras con agendas creíbles de inversión, como ya se observa en infraestructura, energía e integración comercial, el flujo puede ganar consistencia. El acuerdo Mercosur-Unión Europea también refuerza ese telón de fondo al dar más visibilidad de largo plazo a las cadenas productivas y al comercio. Pero para que esa recuperación se convierta en ciclo, será indispensable estructurar bien el riesgo del deal desde el inicio.

Ahí es donde la asesoría, la due diligence y las soluciones de transferencia de riesgo pasan a ocupar un lugar central.


Relatório mensal sobre o mercado transacional português – fevereiro 2026




Fusões e Aquisições movimentam EUR 606m em 2026, 66%, segundo relatório da TTR Data.

  • Número de transações regista queda de 29% em comparação a 2025
  • Setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo no período, com 13 transações

Até fevereiro de 2026, o mercado transacional português viu a concretização de 73 operações, totalizando EUR 606m. Destas, 23% revelaram seus valores, conforme aponta o mais recente relatório do TTR Data.

Estes números representam uma queda de 29% no número de transações em comparação com o mesmo período de 2025, tal como uma diminuição de 3%  no capital mobilizado.

Em termos setoriais, o setor de Internet, Software & IT Services foi o mais ativo em 2026, com 13 transações.

Em fevereiro, 29 fusões e aquisições foram registadas, entre anunciadas e concluídas, e um valor total de EUR 162,28m.




Operações do mercado transacional de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026
Fonte: TTR Data.
 


Âmbito Cross-Border

No âmbito Cross-Border, quanto à número de transações, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal no período, contabilizando cinco transações.

As empresas portuguesas escolheram a Espanha e o Reino Unido como principal destino de investimento, com nove e quatro transações, respectivamente.

As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet caíram em 25% em comparação ao mesmo período de 2025.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até fevereiro de 2026, foram contabilizadas 11 transações de Private Equity, representando uma queda de 26% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2025.

Em Venture Capital, foram realizadas 10 rodadas de investimentos e um total de EUR 133m, representando um crescimento de 19% no total investido.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 17 transações com um valor de EUR 159m, representando um crescimento de 38% no capital mobilizado.

Transação do trimestre

A transação destacada pelo TTR Data em fevereiro de 2026, foi a aquisição da P&R Têxteis pela Sogepoc. O valor da transação não foi divulgado.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei portuguesa do escritório CS’Associados. A EY realizou a due diligence financeira.

Ranking de consultores financeiros e jurídicoss

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até fevereiro de 2026 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total.

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações e em valor lidera ao longo de 2026 o escritório VdA – Vieira de Almeidacom cinco operações e EUR 70m.

No que se refere ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lideram Forvis Mazars Grou e BBVA com uma operação, cada. 

Informe mensual sobre el mercado transaccional mexicano – Febrero 2026


Mercado M&A mexicano registra aumento del 626% en capital movilizado hasta febrero de 2026, según informe de TTR Data

  • En 2026, se han registrado 37 transacciones en el país por USD 4.702m
  • Importe de Venture Capital aumenta un 543% hasta febrero de 2026
  • Deal del mes: GE Vernova toma el control del 100% de Prolec

El mercado de M&A en México ha contabilizado hasta febrero de 2026 un total de 37 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 4.702m, de acuerdo con el informe mensual de TTR Data.

Estos valores implican un descenso del 10% en el número de transacciones y un aumento del 626% en su importe, con respecto al mismo período de 2025.

En cuanto al mes de febrero, se han registrado 18 transacciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 3.714m.

En términos sectoriales, el Inmobiliario ha sido el más activo del mes, con 8 transacciones y un crecimiento del 167%, seguido por el sector de Industria Software Especializado por Industria, con 5 deals y una caída del 38% en relación al mismo periodo del año anterior.


Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado cross-border, hasta el segundo mes de 2026, las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en España y Argentina, con 4 y 3 transacciones, respectivamente. Por importe, destaca Argentina con USD 716m.  

Por otro lado, Estados Unidos y Chile son los países que más han apostado por realizar adquisiciones en México, con 7 y 3 deals, respectivamente.

Venture Capital e Asset Acquisitions

En febrero de 2026, se han contabilizado un total de 9 transacciones de Venture Capital por
USD 354m
, lo que implica un descenso del 25% en el número de transacciones y un aumento del 544% en su importe, en términos interanuales.

En el segmento de Asset Acquisitions, en el mes de febrero se han registrado 10 transacciones valoradas en USD 450m, lo cual representa un aumento del 150% en el número de transacciones, con respecto a febrero de 2025.


Transacción Destacada

Para febrero de 2026, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la relacionada con
GE Vernova, entidad dedicada al desarrollo y fabricación de equipos energéticos con sede en Cambridge, Estados Unidos, que ha completado la adquisición del 50% que aún no controlaba en Prolec a Xignux por USD 5.275m. 

La transacción ha contado con el asesoramiento financiero de Morgan Stanley y J.P. Morgan. Por la parte jurídica, la transacción ha sido asesorada por Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom; BMA Advogados; Galicia Abogados; McCarthy Tétrault; GE Vernova; Sidley Austin US; Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez; Xignux; Pinheiro Neto Advogados; y Santos Elizondo.