Informe Mensual España – Agosto 2018

By Serge Melki

El importe de operaciones de M&A en España se incrementa un 21% en agosto de 2018 

 

  • En el mes se han contabilizado 77 transacciones valoradas en EUR 3.867m 
  • Agosto registra 8 operaciones de Private Equity y 12 de Venture Capital 
  • El sector Inmobiliario ha sido el más activo del año, con 424 transacciones 

 By Serge Melki

El mercado transaccional español ha registrado en agosto un total de 77 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 3.867m, según el informe mensual de TTR en colaboración con Intralinks. Estas cifras suponen un aumento del 21,01% en el capital movilizado y una disminución del 18,95% en el número de operaciones con respecto al mismo periodo de 2017.  

Por su parte, en términos anuales se han contabilizado un total de 1.412 transacciones, de las cuales 574 registran un importe conjunto de EUR 63.930m, lo que implica una disminución del 6,86% en el número de operaciones y un aumento del 15,40% en el importe de éstas, con respecto al mismo periodo del año pasado.

 

En términos sectoriales, el Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 424 transacciones, seguido por el de Tecnología, con 158, y el de Internet, con 97. 

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en el transcurso del año las empresas españolas han elegido como principales destinos de inversión a Estados Unidos, con 25 operaciones, a Portugal, con 19 transacciones, y a Reino Unido, con 18.  

Por otro lado, Estados Unidos (60), Reino Unido (50), Francia (45), y Alemania (27) son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 7.969,52m. 

 

Private Equity y Venture Capital 

Hasta agosto de 2018 se han contabilizado un total de 139 operaciones de Private Equity por EUR 19.452,02m, lo cual supone un descenso del 17% en el número de operaciones y una disminución del 8% en el importe de éstas, con respecto al mismo periodo del año anterior.  

Por su parte, en el segmento de Venture Capital se ha contabilizado en los ocho meses del año un total de 228 operaciones con un importe agregado de 1.228,12m, lo que implica un descenso del 9% en el número de operaciones y un aumento del 18% en el importe de las mismas en términos interanuales. 

 

Mercado de capitales 

En el mercado de capitales español se han cerrado a lo largo del año 16 salidas a Bolsa y 27 ampliaciones de capital. 

Transacción del mes 

En agosto de 2018, TTR ha seleccionado como transacción destacada la adquisición de un 8,40% adicional en NH Hotel Group por parte de Minor International. 

La operación, que ha registrado un importe aproximado de EUR 197,63m, ha estado asesorada por la parte legal por Hogan Lovells España y por Baker McKenzie España. Y por la parte financiera, han sido asesorados por J.P. Morgan y por Benedetto, Gartland & Company. 

 

Ranking de Asesores Legales y Financieros 

En el ranking TTR de asesores financieros del mercado M&A por número de operaciones, lidera en el transcurso de 2018 CREA Inversión, con 10 operaciones. Por importe, se destaca hasta el mes de agosto Citigroup, con EUR 10.237,59m. 

En cuanto al ranking de asesores jurídicos del mercado M&A, por importe, lidera la firma Uría Menéndez España con EUR 20.277,91m; seguido por Garrigues España, con EUR 15.607,84m. Por número de transacciones, el ranking es liderado por Garrigues España con 70 operaciones asesoradas, y le sigue en el listado Cuatrecasas España, con 65 transacciones. 

Relatório Mensal Brasil – Agosto 2018

By Julie Anne de Lima Loiola

Queda de 20,8% nos investimentos de Fusões e Aquisições em agosto

 

  • Mês fecha com 64 transações
  • Agosto tem o pior resultado dos últimos dois anos
  • Investimentos de Venture Capital em alta de 186% no ano
By Julie Anne de Lima Loiola
Manaus

O mês de agosto registrou 64 transações de fusões e aquisições de empresas no mercado brasileiro, o que equivale a uma queda de 38,46% em relação ao mesmo mês no ano anterior, quando foram anunciadas 104 operações. De acordo com os dados publicados no Relatório Mensal da Transactional Track Record, em parceria com a LexisNexis e TozziniFreire Advogados, as 25 transações que tiveram seus valores revelados movimentaram em volume financeiro 14,3 bilhões de reais, 20,8% abaixo do montante somado em agosto de 2017, 18 bilhões de reais.

Do início de 2018 até o final do mês de agosto, foram realizados 656 anúncios de operações de compra e venda de participação envolvendo empresas nacionais, número 7,08% inferior às 706 registradas no mesmo intervalo de 2017. Das transações de 2018, 267 tiveram seus valores revelados, somando 123,1 bilhões de reais, crescimento de 5,42% sobre o mesmo período do ano anterior.

O segmento Tecnologia foi o que mais atraiu investimentos no mês, foram 14 transações, que somadas às registradas no decorrer de 2018, acumulam o total de 137 operações. Em 2018, um salto de 20% nos movimentos no setor em relação ao mesmo intervalo do ano anterior. O crescimento dos investimentos no setor acompanha a alta de 19,35% das aquisições estrangeiras nos segmentos de Tecnologia e Internet.

No apanhado do ano, Financeiro e Seguros aparece na segunda colocação, com 83 operações, com leve alta de 6%,  seguido por Saúde, Higiene e Estética, com as mesmas 66 transações registradas no ano anterior, e Distribuição e Retail, 51, em queda de 25%.

 

Operações cross-border

No âmbito inbound, em que empresas estrangeiras investiram em empresas baseadas no Brasil, foram contabilizadas 128 operações de aquisição de empresas brasileiras desde janeiro. Os Estados Unidos seguem como o principal investidor estrangeiro no mercado nacional. Desde o início de 2018, as empresas norte-americanas já realizaram 46 aquisições, acumulando o total de 4,5 bilhões de reais investidos no país.  Em termos de valores aportados, o Japão aparece na sequência, totalizando mais de 3,7 bilhões de reais, seguido pela Suíça, com total investido de 3,3 bilhões de reais, e Canadá, com 2,5 bilhões de reais.

As aquisições estrangeiras nos subsetores de Tecnologia e Internet permanecem como as mais atrativas para os investidores internacionais, com crescimento de 19,3%, num total de 37 operações.

Já as empresas brasileiras realizaram 23 aquisições transações no mercado externo, tendo como alvo prioritário a América Latina, onde foram realizadas 14 dessas aquisições, que juntas somam 1,5 bilhões de reais aportados, e os EUA, com 6 aquisições.

 

Private Equity e Venture Capital

Em 2018, foram contabilizadas 50 operações envolvendo fundos de investimentos de Private Equity e Venture Capital estrangeiros investindo em empresas nacionais, crescimento de 28,2% em comparação ao mesmo período de 2017.

Esses aportes estrangeiros tiveram forte influência no volume financeiro das operações de venture capital registradas pelo TTR desde janeiro. Nessa modalidade de investimentos, foram registradas 129 operações desde o início do ano, 2% acima do reportado no mesmo intervalo do ano anterior. As 79 transações que tiveram seus valores revelados somaram 2,4 bilhões de reais. Os fundos de venture capital tiveram como alvos preferidos os segmentos Tecnologia, 73 operações no ano, Financeiro e Seguros, 24, Internet, 19, e Saúde, Higiene e Estética, com 10.

Crescimento de 28,2% dos investimentos de fundos de Private Equity e Venture Capital estrangeiros em empresas nacionais

Em agosto, o total aportado teve crescimento de 186%, alcançando 125,7 milhões de reais, enquanto o mês fechou com 10 transações, queda de 41%.

Já no panorama dos investimentos de private equity, 2018 continua em baixa. No decorrer do ano, queda de 22% no total de transações registradas, 51, encerrando os primeiros oito meses do ano com 10,1 bilhões de reais investidos, 30% de retração na comparação com o ano anterior.

Em agosto, porém, os resultados foram positivos, apesar da queda de 65% no número de operações, apenas sete registradas. Destas, três revelaram valores que somados ultrapassaram a casa dos 3,2 bilhões de reais, fechando o mês com alta de 139% sobre os valores de agosto de 2017, quando foi investido 1,3 bilhão de reais.

 

Transação TTR do Mês

A conclusão da aquisição da empresa de assistência odontológica Odonto System pela OdontoPrev por 201,6 milhões de reais foi eleita pelo TTR como a operação de destaque do mês de agosto. A Odonto System presta serviçoes de operação de planos privados de assistência odontológica para cerca de 622 mil beneficiários. Com a transação, a OdontoPrev irá reforçar a sua participação na região Nordeste.

A OdontoPrev foi assessorada na transação pelo Banco Bradesco BBI e pelo escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados.

 

Rankings Financeiros e Jurídicos

O pódio do ranking TTR de assessores financeiros por número e valores das transações é liderado em agosto pelo Banco Itaú BBA, com acumulado de 54,3 bilhões de reais, resultantes da participação em 17 operações. Seguido por Bradesco BBI, com 49,2 bilhões de reais, e Riza Capital, com 42,7 bilhões de reais.

O ranking de assessores jurídicos por valores é liderado pelo escritório Barbosa, Müssnich, Aragão, com 55,1 bilhões de reais, seguido por Cescon, Barrieu Flesch & Barreto Advogados, com 49,4 bilhões, e Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, com 47, 4 bilhões, na terceira colocação.

 

DealMaker Q&A

Entrevista con Silvia Martínez Losas, socia fundadora de Lexcrea

Silvia Martínez Losas, de Lexcrea

TTR – ¿Cómo describiría la situación del mercado transaccional español en los primeros ocho meses del año? ¿Diría usted que está siendo un buen año en términos de M&A? 

 El mercado de fusiones y adquisiciones atraviesa un buen momento, con una clara tendencia alcista con la que se acabo cerrando el 2017. Este buen momento actual viene impulsado en gran medida por un periodo extraordinario de liquidez, consolidación del crecimiento económico, interés inversor y deseo de las empresas por seguir creciendo. En los meses que llevamos de año se han cerrado operaciones de mayor tamaño, en línea con lo que ha sucedido en Europa, así que todo hace pensar que el 2018 será un buen año para la actividad transaccional. 

 

TTR – Su despacho está altamente especializado en asesoramiento a players que operan en el segmento Venture Capital, y está ubicado en Cataluña, una de las comunidades con más movimiento en este segmento de mercado. ¿Diría usted que la situación política ha podido influir negativamente en el mercado de Venture Capital catalán? ¿Se ha notado algún descenso en el flujo de inversiones en startups catalanas desde inversores domésticos y/o internacionales, o las sensaciones no han variado? 

 Sin duda que una estabilidad política es fundamental para la economía en general y Cataluña no es una excepción a ello. Sin embargo y teniendo en cuenta la actividad inversora de los clientes a los que LEXCREA presta su asesoramiento, la actividad inversora no se ha visto afectada en Cataluña por los acontecimientos políticos de los últimos meses y el ritmo inversor se ha mantenido en línea con los ejercicios anteriores. 

 Quizás podríamos decir que hubo unas semanas en octubre de 2017 que la incertidumbre fue predominante pero rápidamente el mercado continuó actuando con la misma normalidad a la que estábamos habituados. 

 

TTR – Continuando con este segmento de mercado, Lexcrea asesora recurrentemente a la firma de Venture Capital española Inveready Capital en sus operaciones corporativas. ¿Cuáles diría usted que son los elementos clave, en materia legal, a tener en cuenta en operaciones de inversión de Venture Capital? 

 Toda operación de inversión requiere de un análisis legal (due diligence) inicial que permita al inversor conocer en detalle la situación de la compañía objetivo. De las conclusiones que del análisis se desprendan se acabará estructurando la operación de una u otra forma o incluso podrá llegarse a abortar la operación si los resultados son de una transcendencia tan relevante que haga inviable la misma. Asimismo, tan importante como la realización de la due diligence es la suscripción de un acuerdo de inversión. En dicho acuerdo se recogen, habitualmente, cláusulas políticas (que permitan una presencia y unos derechos concretos en los órganos de gobierno), cláusulas económicas (con el objetivo de buscar una rentabilidad económica al inversor) o manifestaciones de los emprendedores cuyo incumplimiento lleva asociado un régimen de responsabilidades. Estos elementos son de absoluta importancia para el inversor pues le permiten proteger su inversión. 

 Cada operación de inversión tiene sus particularidades concretas y con ellas la estructuración de la operación es diferente en cada ocasión. A su vez, la estructuración de una operación de inversión en capital (equity) o en deuda (debt) es absolutamente distinta y tienen particularidades que no comparten, por la sencilla razón que mientras en la primera el inversor se convierte en accionista de la sociedad, en la segunda el inversor tendrá la condición de acreedor de la misma. 

 

TTR – Existen múltiples instrumentos para articular inversiones en startups, si bien de una forma general podríamos clasificarlos en dos grandes grupos: equity y deuda. A la hora de decidir qué tipo de instrumento utilizar, o si se utiliza una combinación de los mismos, ¿cómo es la toma de decisiones? ¿compete exclusivamente a la firma inversora o requiere una evaluación de los asesores? 

Atendiendo a los resultados obtenidos de la due diligence la operación de inversión se estructura de una u otra manera. En dichos supuestos LEXCREA, como asesor legal, aporta su experiencia para diseñar el instrumento legal más conveniente; con cláusulas específicas dentro del acuerdo de inversión, en el caso de tratarse de inversiones en capital o bien mediante la constitución de garantías concretas en el caso de inversiones en deuda. 

Sin embargo, en el mercado del capital riesgo hay instrumentos de inversión especializados en inversión en capital y otros en deuda. En función de la clase de fondo ante el que nos encontremos y cuales sean las tesis de inversión de cada uno de ellos, la inversión se realizará en capital o deuda y serán dichas tesis las que predominarán para que los asesores legales acabemos después diseñando la operación en función de sus particularidades. 

La combinación de ambos tipos de inversiones es también muy frecuente. En ocasiones esta combinación responde a la tesis de inversión del fondo inversor y en otras supone el procedimiento que los asesores y la firma inversora diseñamos para permitir una operación en la que han surgido circunstancias sobrevenidas durante el proceso de análisis que requieren de unos ajustes en la inversión previamente diseñada. Una figura a camino entre ambos tipos de inversión son las notas convertibles o préstamos convertibles en capital. 

 

TTR – Su despacho se especializa también en derecho bancario y financiero. ¿Cómo describiría la situación actual de acceso a la financiación para los diferentes players españoles? 

En función del ciclo de vida de la compañía, los instrumentos de financiación a los que las mismas tienen acceso varían. En este sentido, y con excepciones, el acceso a la financiación bancaria está limitada a aquellas compañías con un recorrido y unas métricas financieras más consolidadas. El acceso a la financiación bancaria pasa por un buen momento pero como indicamos se trata de una financiación reservada a un perfil concreto de compañías entre las que las startups no estarían incluidas. 

 Antes de la financiación bancaria, las startups necesitan acudir a fuentes alternativas de financiación como son las “3f” (family, friends and fools) o la financiación pública (en forma de préstamo -participativos o no- y subvención). La financiación de capital riesgo (incluido business angels), sociedades de garantía recíproca o plataformas de financiación participativa (crowdfundig o crowdlending), entre otras, son fuentes a las que las startups también pueden tener acceso.  

 El abanico de posibilidades de financiación es amplia, de manera que una buena información sobre las distintas opciones es fundamental para que la compañía en cuestión analice las alternativas posibles y escoja aquellas que más les convenga. 

Informe Mensual España – Julio 2018

By SkareMedia

El importe de operaciones de M&A en España se incrementa en un 52,26% en julio de 2018 

 

En el mes se han contabilizado 203 transacciones valoradas en EUR 7.694m 

El sector Inmobiliario es el más activo de julio, con 67 transacciones 

El periodo registra 20 operaciones de Private Equity y 29 de Venture Capital 

 By SkareMedia

El mercado transaccional español ha registrado en julio un total de 203 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 7.694m, según el informe mensual de TTR en colaboración con Intralinks. Estas cifras suponen un aumento del 52,26% en el capital movilizado y una disminución del 21,92% en el número de operaciones con respecto al mismo periodo de 2017.  

Por su parte, en términos anuales se han contabilizado un total de 1.308 transacciones, de las cuales 532 registran un importe conjunto de EUR 59.666m, lo que implica una disminución del 8,02% en el número de operaciones y un aumento del 14,29% en el importe de éstas, con respecto al mismo periodo del año pasado.   

En términos sectoriales, el Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 397 transacciones, seguido por el de Tecnología, con 148, y el de Internet, con 85. 

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en los siete primeros meses del año las empresas españolas han elegido como principales destinos de inversión a Estados Unidos, con 20 operaciones, a Portugal, con 19 transacciones, y a Reino Unido, con 17.  

Por otro lado, Estados Unidos (57), Reino Unido (45), Francia (40), y Alemania (26) son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 7.814,62m. 

 

Private Equity y Venture Capital 

En julio de 2018 se han contabilizado un total de 20 operaciones de Private Equity por EUR 1.093,70m, lo cual supone un descenso del 38% en el número de operaciones y una disminución del 69% en el importe de éstas, con respecto al mismo periodo del año anterior.  

Por su parte, en el segmento de Venture Capital se ha contabilizado en julio un total de 29 operaciones con un importe agregado de EUR 153,21m, lo que implica una tendencia estable en el número de operaciones y un aumento del 276% en el importe de las mismas en términos interanuales. 

 

Mercado de capitales 

En el mercado de capitales español se han cerrado a lo largo del año 16 salidas a Bolsa y 27 ampliaciones de capital. 

Transacción del mes 

En julio de 2018, TTR ha seleccionado como transacción destacada la adquisición de un 74,02% adicional en Hispania Activos Inmobiliarios por parte de Blackstone, a través de una Oferta Pública de Adquisición (OPA). 

La operación, que ha registrado un importe aproximado de EUR 1.474,81m, ha estado asesorada por la parte legal por Garrigues España, Kirkland & Ellis UK, Simpson Thacher & Bartlett UK, Allen & Overy Spain, Freshfields Bruckhaus Deringer España, DLA Piper España y Linklaters Spain. Y por la parte financiera, han sido asesorados por Morgan Stanley, Goldman Sachs , UBS UK y J.P. Morgan Securities. 

Ranking de Asesores Legales y Financieros 

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico en julio de 2018. En el ranking TTR de asesores financieros, por número de operaciones, lidera en el transcurso de 2018 Evercore Partners, con 3 operaciones. Por importe, se destaca hasta el mes de julio Goldman Sachs, con USD 300m. 

En cuanto al ranking de asesores jurídicos, por importe, lidera la firma Nader Hayaux & Goebel Abogados con USD 1.500m; seguido por Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con USD 629,68m. Por número de transacciones, el ranking es liderado por Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez con 16 operaciones asesoradas, y le sigue en el listado Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes, con 8 transacciones. 

Relatório Mensal Portugal – Julho 2018

Fusões e aquisições em queda de 45% em julho

15 transações registadas no mês

Investimentos de venture capital em alta de 77,7% no ano

Venda do Almada Forum escolhida como transação de destaque do mês

O volume de fusões e aquisições no mercado transacional português somou 952 milhões de euros em julho, uma queda acentuada de 45% comparada ao mesmo período de 2017. Esse mapeamento está disponível no Relatório Transacional Mensal do Transactional Track Record (TTR), que registou 15 operações em Portugal no mês.

Desde o início do ano, foram 173 negócios registados no país, redução de 16,8% no total de operação em comparação ao mesmo intervalo de 2017. Desta, 71 transações tiveram suas informações financeiras divulgadas, revelando um valor total aportado superior a 14,9 mil milhões de euros, importância que reflete um crescimento de 77,7% face ao período homólogo do ano anterior, e que foi fortemente influenciada pela oferta pública de aquisição (OPA) lançada pela China Three Gorges sobre a EDP – Energias de Portugal em maio, avaliada em 9,1 mil milhões de euros.

O setor Imobiliário permanece como o mais ativo do mercado português. Em julho, foram sete operações, que, somadas às realizadas nos primeiros seis meses do ano, contabilizam 43 deals, leve queda de 4% sobre os números de 2017.

Destaque, porém, para o crescimento dos setores de Tecnologia, 29%, Financeiro e Seguros, 25%, e Turismo, Hotelaria, Restaurantes, 20%.

 

Cross-Border

Em número de operações cross-border, o mercado português soma, no ano, 68 operações inbound, em que empresas portuguesas foram adquiridas por companhias estrangeiras.  Destas, 19 foram investimentos de empresas com sede em Espanha, somando 1,9 mil milhões de euros aportados pelos vizinhos ibéricos em território português. Nove destas operações tiveram como alvo o mercado imobiliário, que continua como o alvo principal das empresas estrangeiras.  O subsector Tecnologia e Internet também esteve na mira do investimento internacional. O número de aquisições estrangeiras no segmento, 16 no ano, assinalou crescimento de 100%.

Em seguida, destacam-se os investimentos de empresas sediadas nos Estados Unidos, que já realizaram 11 operações em território português no ano, crescimentos de 37,5% em comparação ao ano anterior, e que acumularam um total de 834 milhões de euros.

No âmbito outbound, foram 10 aquisições de empresas portuguesas no mercado externo.

 

Private Equity e Venture Capital

21 operações de Venture Capital em 2018

No cenário de venture capital, 2018 segue em alta. Foram 21 operações registadas pelo TTR desde janeiro, cujos valores somaram 436,3 milhões de euros. No ano, os fundos de venture capital tiveram como alvos preferidos os segmentos de Tecnologia, 13 operações, e Internet, seis.

Os investimentos de private equity, fecharam os primeiros sete meses de 2018 mantendo a tendência de queda, tanto em número de operações, queda de 39% para 20 transações, quanto em valores, redução de 67% no total aportado, 1,9 mil milhões de euros.

Transação do Mês

A transação destacada pelo TTR no mês de julho foi a aquisição pela espanhola Merlin Properties, do centro comercial Almada Fórum à norte-americana Blackstone por 406,7 milhões de euros. A Merlin Properties recebeu a assessoria jurídica do escritório Garrigues Portugal.

 

 

 

Rankings – Assessoria Financeira e Jurídica

O Ranking TTR de assessores jurídicos de julho de 2018 é liderado pelo PLMJ, com 10,5 mil milhões de euros, seguido de Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, com 10 mil milhões de euros, e com SRS Advogados na terceira colocação, com 9,2 mil milhões de euros.

Na liderança do Ranking de assessores financeiros, Millennium BCP, com 9,5 mil milhões, seguido por Bank of America e Citigroup, empatados com 9,1 mil milhões de euros.

Os rankings completos estão disponíveis aqui.