Relatório anual sobre o mercado transacional português – 2025



Fusões e Aquisições movimentam EUR 17,5bi em 2025

  • Capital mobilizado regista aumento de 28% em comparação a 2024
  •  Setor de Real Estate foi o mais ativo no período, com 105 transações
  • Volume de transações em Assets Acquisitions regista crescimento em 5%

Em 2025, o mercado transacional português viu a concretização de 655 operações, totalizando EUR 17,5bi. Destas, 43% revelaram seus valores, conforme aponta o mais recente relatório do TTR Data.

Estes números representam uma queda de 0,4% no número de transações em comparação com o mesmo período de 2024, no entando, ocorreu um crescimento de 28% no capital mobilizado.

No quarto trimestre do ano, foram registadas 142 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, e um valor total de EUR 3,5bi.

Em termos setoriais, o setor de Real Estate foi o mais ativo em 2025, com 105 transações, seguido pelo setor de Internet, Software & IT Services com 79 operações.



Operações do mercado transacional de 4Q2023 a 4Q2025
Fonte: TTR Data.
 


Âmbito Cross-Border

No âmbito Cross-Border, quanto à número de transações, a Espanha e a França, foram os países que mais investiram em Portugal no período, contabilizando 59 e 35 transações, respectivamente. 

As empresas portuguesas escolheram a Espanha e Estados Unidos como principal destino de investimento, com 47 e 21 transações, respectivamente.

As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet caíram em 45% em comparação ao mesmo período de 2024. Empresas norte-americanas que adquirem negócios portugueses permaneceu estável, com crescimento nulo no período.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Em 2025, foram contabilizadas 107 transações de Private Equity e um capital mobilizado de EUR 8,5bi, representando um aumento de 33% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2024.

Em Venture Capital, foram realizadas 134 rodadas de investimentos e um total de EUR 830m, representando uma diminuição de 7% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 146 transações com um valor de EUR 4,3bi, representando um crescimento de 5% no número de operações.

Transação do trimestre

A transação destacada pelo TTR Data em 2025, foi a conclusão da venda de 10% pela Galp Energia em ativos de exploração e produção em Moçambique para a Abu Dhabi National Oil Company. O valor da transação é de USD 881m.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei portuguesa do escritório PLMJ. A PwC realizou a due diligence.

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica em 2025 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total. 

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações lidera ao longo de 2025 o escritório Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados com 42 operações. Em valor lidera o escritório Linklaters Portugal contabilizando um total de EUR 9,0bi.

No que se refere ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lidera o Oaklins Portugal com três operações. Em valor, lidera o Bank of America contabilizando EUR 6,4bi.

Relatório anual sobre o mercado transacional brasileiro – 4Q2025



Fusões e Aquisições movimentam BRL 313,5bi em 2025

  • Volume de transações registra crescimento de 7% no período
  • Setor de Internet, Software & IT Services é o mais ativo do ano, com 340 transações
  • Estados Unidos é o país que mais investiu no Brasil, com 162 aquisições

O cenário transacional brasileiro foi objeto de análise no relatório mensal do TTR Data, que revelou 1877 transações movimentando um total de BRL 313,5bi até em 2025.

Esses números representam um crescimento de 7% no número de transações em relação ao mesmo período de 2024, tal como um aumento no capital mobilizado em 15%. Do total das transações, 39% possuem os valores revelados e 85% das operações já estão concluídas.

No quaro trimestre, 487 fusões e aquisições foram registradas, entre anunciadas e concluídas, e um valor total de BRL 101,8bi.

O setor de Internet, Sofware & IT Services é o mais ativo com 340 transações, seguido pelo setor de Real Estate, com 200 transações.


Operações do mercado transacional de 4Q2023 a 4Q2025
Fonte: TTR Data.


Âmbito Cross-Border

Empresas brasileiras voltaram-se principalmente para os Estados Unidos, realizando 58 transações no valor de BRL 8,7bi em 2025, seguido pelo Chile com 15 operações. 

Por outro lado, os Estados Unidos e o Reino Unido lideraram os investimentos no Brasil, com 162 e 33 transações,respectivamente.                                                        


Empresas norte-americanas que adquirem negócios brasileiros registraram um aumento de 3%, as aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet diminuiram em 3%.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve 0um crescimento de 18% em 2025.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions


No segmento de Private Equity, houve 119 transações totalizando BRL 56,8bi, com um crescimento de 11% em volume.

Em Venture Capital, 367 rodadas de investimento movimentaram BRL 14,5bi, representando uma queda de 7% no volume de operações.

O segmento de Asset Acquisitions registrou 352 transações e BRL 73,2bi em 2025, refletindo um crescimento de 14% no volume em comparação ao mesmo período do ano passado.

Transação do mês

A transação destacada pelo TTR Data em 2025, foi a conclusão da aquisição da Basf Coatings pela Sherwin Williams. O valor da transação é de USD 1,1bi. 

A operação contou com a assessoria jurídica em lei brasileira dos escritórios Machado Meyer Advogados; Todorov, Giannini e Nisiyama Sociedade De Advogados; BMA Advogados; e Demarest Advogados. O Citigroup e Deutsche Bank realizaram a assessoria financeira.


Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica em 2025 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total. 

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações lidera em 2025 o Banco Itaú BBA com 46 operações. Em valor, lidera o BTG Pactual com um total de BRL 99,6bi.

Dealmaker Q&A


TTR Dealmaker Q&A con Pedro Costa,
Aon M&A and Transaction Solutions – LatAm Director


Pedro Costa

AON


TTR Data: Al cierre de 2025, ¿qué balance tiene Aon del mercado de M&A en Latinoamérica en términos de volumen, valuaciones y apetito de los inversores estratégicos y financieros?

El mercado Latinoamericano tuvo un año desafiante, con un menor número de transacciones, pero con un aumento significativo en el valor agregado de las operaciones, indicando que el mercado se mantuvo activo y selectivo. El 2025 fue un año con valoraciones más racionales, estructuras analíticas más disciplinadas, y el cierre de las transacciones dependió más de la calidad de los activos, la resiliencia de caja y, principalmente, de los mecanismos de protección.

En cuanto al apetito, vimos grandes compañías y inversores estratégicos buscando consolidación en el mercado y reposicionamiento de portafolio, y además, gestores de Private Equity más criteriosos, entrando con más convicción cuando hay una tesis clara.

TTR Data: ¿Cuáles fueron los principales drivers que impulsaron la actividad transaccional en 2025 —como condiciones financieras, ajustes regulatorios o estrategias de consolidación— y cuáles cree Aon que ganarán mayor relevancia en 2026?

En 2025, tres factores principales fueron determinantes. Primero, las condiciones financieras aún restrictivas durante parte del año, que forzaron una disciplina de precios y llevaron al mercado a migrar de “cantidad” a “calidad”. Segundo, los reordenamientos estratégicos, centrados en el core-business con un movimiento de consolidación sectorial. Tercero, las operaciones transfronterizas y las tesis relacionadas con energía e infraestructura enfocadas en la transición energética, que mantuvieron el pipeline en diferentes países.

Para 2026, esperamos que las estructuras de protección de riesgos sean cruciales para cerrar la brecha de valoración. Además, las políticas regulatorias seguirán influyendo en el apetito y, principalmente, en el timing de cierre en algunos mercados. Por lo tanto, el mercado continuará exigiendo más diligencia, mayor previsibilidad en la ejecución y más herramientas de transferencia de riesgos.

TTR Data: En Colombia, ¿cómo evaluar el desempeño del mercado de M&A en 2025 y qué factores serán clave para su evolución en 2026?

Colombia tuvo un 2025 con actividad constante, con una presencia relevante en acuerdos transfronterizos, pero con un inversor más sensible a los riesgos regulatorios y al ruido político. El mercado funcionó, pero con mayor exigencia de estructura y claridad sobre fundamentos. Para 2026, el punto central es que el país entra en un entorno donde el riesgo político y la agenda pueden afectar la confianza y los plazos de decisión, lo que significa más selectividad y enfoque en la ejecución. Los sectores con demanda estructural y caja resiliente tienden a mantenerse, pero el inversor insistirá en la gobernanza, el cumplimiento y la mitigación de riesgos fiscales y contingentes.

TTR Data: Argentina y Chile muestran perfiles muy distintos: ¿qué balance deja 2025 en ambos mercados y cómo se ven posicionados de cara a 2026 en términos de riesgo, oportunidades y cierre efectivo de transacciones?

Argentina y Chile tienen posiciones bastante distintas, en dos extremos de lectura de riesgo. En Argentina, 2025 mostró un mercado activo, pero aún con una prima de riesgo elevada. El apetito crece para tesis fuertes y consolidadas, siendo energía uno de los principales vectores, pero el inversor sigue exigiendo visibilidad sobre estabilidad regulatoria, tipo de cambio y capacidad de ejecución. Para 2026, el mercado puede ganar tracción si el proceso de normalización pro-mercado continúa, pero con la misma lógica de riesgos bien valorados. En Chile, 2025 estuvo marcado por un ambiente de transacciones más alineado a la previsibilidad institucional, y 2026 comienza con un cambio relevante de ciclo político. Esto puede abrir oportunidades, pero también puede generar recalibración de expectativas e impactar el ritmo del cierre, dependiendo de las señales regulatorias.

TTR Data: Brasil y México continúan liderando la región; ¿qué aprendizajes deja 2025 en estos mercados y qué tendencias estructurales anticipas que marcarán el ritmo del M&A en 2026?

Brasil y México siguen liderando la región, pero por razones distintas. En Brasil, 2025 destacó la profundidad del mercado y la resiliencia del mid-market, pero lo que define el éxito de una transacción son las diligencias bien ejecutadas, la clara asignación de riesgos en el SPA y las soluciones para reducir fricciones. Para 2026, esperamos la continuidad de las consolidaciones sectoriales y un mayor uso de herramientas para acelerar el cierre.

En México, 2025 evidenció el peso de las grandes transacciones y el papel de las tesis conectadas a cadenas productivas e integración con América del Norte. Para 2026, la tendencia estructural continúa, pero con atención a factores externos que puedan alterar el costo del capital, el comercio y la confianza. El inversionista sigue interesado, pero más atento al escenario macro y a las condiciones de financiamiento.

TTR Data: ¿Qué rol ha jugado Perú dentro del ecosistema regional de M&A en 2025 y qué expectativas tienes sobre su dinamismo y atractivo para los inversores en 2026?

2025 fue un año en el que Perú desempeñó un papel importante en la originación sectorial, conectando recursos naturales, energía e infraestructura, y siendo una pieza clave para las estrategias andinas y los portafolios regionales. Para 2026, se espera mantener la atracción sectorial, pero con componentes relacionados con las incertidumbres políticas que pueden influir más en el ritmo, afectando la toma de decisiones del inversor privado. Perú sigue siendo un mercado de tesis, donde el inversor tiende a pedir más comodidad y más estructura de mitigación de riesgos.

TTR Data: Para cerrar, de cara a 2026, ¿cómo está evolucionando el rol de Aon en el mercado de M&A en Latinoamérica a través de soluciones de transactional risk —como seguros de Representations & Warranties, riesgos fiscales y contingentes— y qué drivers, desafíos y oportunidades ves que definirán su adopción por parte de los dealmakers en la región?

En 2026, el papel de Aon en M&A en América Latina tiende a ser cada vez más instrumental para la viabilización de acuerdos. En un entorno de transacciones selectivas y mayores, soluciones de Transactional Risks, como Representations & Warranties, Tax Insurance, Title, Litigation y seguros de garantía, se utilizan con el objetivo claro de reducir o sustituir escrows, desbloquear impasses indemnizatorios, permitir salidas limpias y acelerar el cierre, aumentando la competitividad de los procesos. Factores como la volatilidad del riesgo, la necesidad de cerrar las brechas de valoración y la presión por la ejecución tienen un papel crucial en las transacciones y los desafíos son cada vez más claros: suscripción de riesgos versus cronograma del acuerdo y alineación contractual en diferentes jurisdicciones. La oportunidad es enorme y un acuerdo estructurado con herramientas adecuadas de mitigación de riesgos presenta una mejora evidente en su tasa de conversión, reduciendo la fricción y aumentando su previsibilidad.


Versão em Português


Pedro Costa


AON


TTR Data: Ao final de 2025, qual é o balanço da Aon sobre o mercado de M&A na América Latina em termos de volume, avaliações e apetite de investidores estratégicos e financeiros?

O mercado Latino Americano teve um ano desafiador, com menor número de deals, porém com relevante alta no valor agregado das transações., indicando que o mercado seguiu ativo e seletivo. 2025 foi um ano com precificações mais racionais, estruturas analíticas mais disciplinadas, e o closing das transações passou a depender mais de qualidade de ativos, resiliência de caixa e, principalmente, mecanismos de proteção.

Quanto ao apetite, vimos grandes companhias e investidores estratégico buscando consolidação no mercado e reposicionamento de portfolio, e ainda, gestores de Private Equity mais criteriosos, entrando com mais convicção quando há tese clara. 

TTR Data: Quais foram os principais drivers que impulsionaram a atividade transacional em 2025 — como condições financeiras, ajustes regulatórios ou estratégias de consolidação — e quais a Aon acredita que ganharão maior relevância em 2026?

Em 2025, três vetores pesaram mais. Primeiro, condições financeiras ainda restritivas em parte do ano, que forçaram disciplina de preço e fizeram o mercado migrar de “quantidade” para “qualidade”. Segundo, rearranjos estratégicos, focando no core-business com um movimento de consolidação setorial. Terceiro, cross-border e teses ligadas a energia e infraestrutura com foco em transição energética, que sustentaram o pipeline em diferentes países.

Para 2026, esperamos peso de estruturas de proteção de risco para fechar o valuation gap. Além disso, políticas regulatórias devem seguir influenciando o apetite e, principalmente, o timing de fechamento em alguns mercados. Portanto, o mercado continuará exigindo mais diligência, mais previsibilidade de execução e mais ferramentas de transferência de risco.

TTR Data: Na Colômbia, como avaliar o desempenho do mercado de M&A em 2025 e quais fatores serão fundamentais para sua evolução em 2026?

A Colômbia teve um 2025 com atividade consistente, com presença relevante em deals cross-border, mas com um investidor mais sensível aos riscos regulatórios e ruído político. O mercado funcionou, porém com maior exigência de estrutura e de clareza sobre fundamentos. 

Para 2026, o ponto central é que o país entra em um ambiente em que o risco político e a agenda podem afetar confiança e prazos de decisão, significando mais seletividade e foco em execução. Os setores com demanda estrutural e caixa resiliente tendem a se manter, mas o investidor vai insistir em governança, compliance e mitigação de riscos fiscais e contingentes.


TTR Data: Argentina e Chile apresentam perfis bem distintos: qual é o balanço de 2025 em ambos os mercados e como eles se posicionam para 2026 em termos de risco, oportunidades e fechamento efetivo das transações?

Argentina e Chile tem posições bastante distintas, em dois extremos de leitura de risco. Na Argentina, 2025 mostrou um mercado ativo, mas ainda com prêmio de risco elevado. O apetite cresce para teses fortes e consolidadas, sendo energia um dos principais vetores, mas o investidor continua exigindo visibilidade sobre estabilidade regulatória, câmbio e capacidade de execução. Para 2026, o mercado pode ganhar tração se o processo de normalização pro-mercado continuar, mas com a mesma lógica de riscos bem precificados.

No Chile, 2025 foi marcado por um ambiente de transações mais alinhado à previsibilidade institucional mais alinhado à previsibilidade institucional, e 2026 começa com uma mudança relevante de ciclo político. Isso pode abrir oportunidades, mas pode também gerar recalibração de expectativas e impactar o ritmo do closing, dependendo dos sinais regulatórios.

TTR Data: Brasil e México continuam liderando a região; quais aprendizados 2025 deixa nesses mercados e que tendências estruturais você antecipa que vão ditar o ritmo do M&A em 2026?

Brasil e México seguem como líderes regionais, mas por razões distintas. No Brasil, 2025 reforçou que a profundidade do mercado e o mid-market seguem resilientes, mas o que define o sucesso de uma transação são diligências bem executadas, alocação de risco clara no SPA e soluções para reduzir atritos. Para 2026, esperamos continuidade de consolidações setoriais e mais uso de ferramentas para acelerar o closing.

No México, 2025 evidenciou o peso das grandes transações e o papel de teses conectadas a cadeias produtivas e integração com a América de Norte. Para 2026, a tendência estrutural segue, mas com atenção a fatores externos que podem alterar o custo de capital, comércio e confiança. O investidor continua interessado, porém mais atento ao cenário macro e às condições de financiamento.

TTR Data: Qual foi o papel do Peru dentro do ecossistema regional de M&A em 2025 e quais são as expectativas quanto ao seu dinamismo e atratividade para os investidores em 2026?

2025 foi um ano onde o Peru teve um importante papel na originação setorial, conectando recursos naturais, energia e infraestrutura, sendo peça natural para estratégias andinas e portfólios regionais. Para 2026, a expectativa é de manutenção de atratividade setorial, mas com componentes ligados às incertezas políticas que podem influenciar mais o ritmo, impactando a tomada de decisão do investidor privado. O Peru segue como um mercado de tese, onde o investidor tende a pedir mais conforto e mais estrutura de mitigação de risco.

TTR Data: Para encerrar, olhando para 2026, como está evoluindo o papel da Aon no mercado de M&A na América Latina por meio de soluções de transactional risk — como seguros de Representations & Warranties, riscos fiscais e contingentes — e quais drivers, desafios e oportunidades você vê que definirão sua adoção pelos dealmakers na região?

Em 2026, o papel de Aon em M&A na América Latina tende a ser cada vez mais instrumental para viabilização de deals. Em um ambiente de transações seletivas e maiores, soluções de Transactional Risks, como Reps & Warrantis, Tax Insurance, Title, Litigation e seguros garantia, passam a ser usados com o objetivo claro de reduzir ou substituir escrows, destravar impasses indenizatórios, permitir saídas limpas e acelerar o closing, aumentando a competitividade dos processos.

Drivers como volatilidade de risco, necessidade de fechar os valuation gaps e pressão por execução tem um papel crucial nos deals e os desafios são cada vez mais claros: subscrição dos riscos versus cronograma do deal e alinhamento contratual em diferentes jurisdições. A oportunidade é enorme e um deal estrurado com ferramentas adequadas de mitigação de risco tem uma melhora evidente em sua taxa de conversão, reduzindo a fricção  e aumentando sua previsibilidade.

Informe mensual sobre el mercado transaccional mexicano – Noviembre 2025




Capital movilizado en el mercado M&A mexicano registra un aumento del 76% hasta noviembre de 2025, según informe de
TTR Data

  • Hasta noviembre, se han registrado 268 transacciones en el país por USD 28.108m
  • En noviembre, se han registrado 18 fusiones y adquisiciones por USD 1.129m
  • Valor de transacciones de adquisición de activos aumenta un 63% hasta noviembre de 2025
  • Deal del mes: aviva recibe financiamiento de venture debt de USD 50m

El mercado de M&A en México ha contabilizado hasta noviembre de 2025 un total de 268 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 28.108m, de acuerdo con el informe mensual de TTR Data.

Estas cifras implican un descenso del 21% en el número de transacciones y un aumento del 76% en su valor, con respecto al mismo período de 2024. 

En cuanto al mes de noviembre, se han registrado 18 transacciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 1.129m.

En términos sectoriales, el de Software Especializado por Industria, además del Inmobiliario, han sido los más activos del año, con 40 y 27 transacciones, respectivamente.


Ámbito Cross-Border

En lo que respecta al mercado cross-border, hasta el undécimo mes de 2025, las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en España, con 15 transacciones, seguido de Estados Unidos y Colombia, con 10 deals en cada país. Por valor, destacan Jamaica y República Dominicana, con USD 2.000m.

Por otro lado, Estados Unidos y España son los países que más han apostado por realizar adquisiciones en México, con 69 y 16 deals, respectivamente. Por valor, destaca Estados Unidos con USD 8.838m.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

Hasta noviembre de 2025, se han contabilizado un total de 23 transacciones de Private Equity por USD 433m, lo que implica un descenso del 52% en el número de transacciones y del 58% en su valor, en términos interanuales.

Por su parte, hasta noviembre de 2025, se han contabilizado un total de 72 transacciones de Venture Capital por USD 1.504m, lo que implica un descenso del 11% en el número de transacciones y del 7% en su valor, con respecto al mismo periodo del año anterior.

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta el mes de noviembre, se han registrado 55 transacciones por USD 3.221m, lo cual representa un descenso del 27% en el número de transacciones y un aumento del 63% en su valor, con respecto a noviembre de 2024.


Transacción Destacada

Para noviembre de 2025, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la relacionada con
aviva, entidad mexicana dedicada a operar una plataforma de préstamos para personas y micro-negocios, que ha recibido un financiamiento de venture debt de Community Investment Management (CIM) de USD 50m.

La transacción, valorada en USD 50m, ha contado con el asesoramiento jurídico de Pérez-Llorca México.La transacción, valorada en MXN 7.590m, ha contado con el asesoramiento jurídico de Galicia Abogados.


Ranking de asesores financieros y jurídicos 


El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico de 2025 en M&A, Private Equity, Venture Capital y Mercado de Capitales, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe. 

El ranking TTR Data de asesores jurídicos, por número de transacciones, lo lidera en el transcurso de 2024 Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con 30 deals, seguido de Galicia Abogados, con 7 transacciones. Por valor, lidera Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con USD 9.436m. 

En cuanto al ranking de asesores financieros, lidera por número de transacciones 414 Capital – RióN, con 8 deals, mientras que por valor lidera J.P. Morgan, con USD 6.211m. 

Informe mensual sobre el mercado transaccional latinoamericano – Noviembre 2025


Capital movilizado al mercado M&A de América Latina registra un aumento del 13% hasta noviembre de 2025, según informe de TTR Data

  • Hasta noviembre, se han registrado 2.656 transacciones y un valor de USD 95.976m
  • Valor de transacciones de Private Equity aumenta un 41% en 2025
  • Argentina y Brasil, países con resultados positivos en el número de deals en el mercado M&A 
  • Brasil, Colombia y México, países con resultados positivos en el capital movilizado en 2025
  • Deal del mes: Actis completa adquisición de tres activos concesionarios en Colombia a Sacyr

El mercado transaccional de América Latina ha registrado hasta noviembre un total de 2.656 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 95.976m, según el más reciente informe de TTR Data y Datasite. 

Estas cifras implican un descenso del 3% en el número de transacciones y un aumento del 13% en su valor, con respecto a noviembre de 2024.   

Ranking de Transacciones por Países

Según datos registrados hasta el mes de noviembre, por número de transacciones, Brasil lidera el ranking de países más activos de la región con 1.644 transacciones (un aumento del 6%) y con un aumento del 2% en el capital movilizado (USD 45.862m). Le sigue Chile en segunda posición del ranking, con 289 transacciones (un descenso del 17%) y un descenso del 55% de su valor (USD 6.010m), con respecto a noviembre de 2024.

Por su parte, México baja un puesto en el ranking en términos interanuales, con 268 transacciones (un descenso del 21%) y con un aumento del 76% en el capital movilizado (USD 28.108m). Colombia, por su parte, registra 240 deals (un descenso del 15%) y un aumento del 1% en el capital movilizado (USD 6.590m). Colombia, junto con México, son los dos únicos países con resultados positivos por capital movilizado en la región.  

Entretanto, Argentina se ubica en el penúltimo lugar del ranking, con un aumento del 3% en el número de transacciones (220) y un capital movilizado de US 5.423m (descenso del 37%). Brasil y Argentina son los únicos 2 países con aumento en el número de transacciones en el transcurso del año. En último lugar, Perú registra 129 transacciones (un descenso del 23%), así como un descenso del 61% en su capital movilizado (USD 1.879m). 

Ámbito Cross-Border

En el ámbito cross-border, se destaca en noviembre el apetito inversor de las compañías latinoamericanas en el exterior, especialmente en Europa y Norteamérica, donde se han llevado a cabo 82 y 75 transacciones, respectivamente. Por su parte, las compañías que más han realizado transacciones estratégicas en América Latina también proceden de Norteamérica y Europa, con 392 y 343 deals, respectivamente.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

En noviembre de 2025, se han contabilizado un total de 147 transacciones de Private Equity por
USD 8.849m, lo cual supone una tendencia a la baja en el número de transacciones (-22%) y un aumento del 41% en su capital movilizado, con respecto al mismo periodo del año anterior. 

Por su parte, el segmento de Venture Capital ha contabilizado hasta noviembre un total de 485 transacciones con un importe agregado de USD 4.432m, lo que implica una variación negativa del 18% en el número de transacciones y un descenso del 10% en su valor, en términos interanuales. 

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta noviembre se han registrado 509 transacciones, por un valor de USD 15.710m, lo cual representa un aumento del 2% en el número de transacciones y del 6% en su valor, con respecto al mismo periodo de 2024.

Transacción Destacada

Para noviembre de 2025, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la adquisición por parte de Actis Long Life Infrastructure 2, filial de la firma de private equity Actis, de tres activos concesionarios en Colombia a Sacyr por USD 402m, incluidos USD 70m de earn-outs.

La transacción ha contado con el asesoramiento jurídico de Philippi Prietocarrizosa Ferrero DU & Uría Colombia; Martínez Quintero Mendoza González Laguado & De La Rosa; y Brigard Urrutia. Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por Goldman Sachs; Santander Corporate & Investment Banking Colombia; y EY Colombia.

Adicionalmente, Brigard Urrutia ha sido el asesor jurídico de Acquisition Finance.

Ranking de Asesores Financieros y Jurídicos


El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico hasta noviembre de 2025 de transacciones de M&A, Private Equity, Venture Capital y Mercado de Capitales en América Latina, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por su importe.


Entrevista de TTR Data con Alzur

TTR Data ha conversado en exclusiva con Juan Guillermo Cuervo, Socio de Alzur, para conocer cómo la compañía se ha dedicado a convertir piezas tradicionales en símbolos estratégicos para el mercado M&A: “Cuando el mercado M&A está dinámico, los clientes no solo buscan más piezas; buscan piezas más sofisticadas. Hoy la banca de inversión quiere tombstones que reflejen la complejidad de una transacción, la cultura de la firma y la historia detrás del cierre. Eso nos exige estar siempre un paso adelante, innovando desde el diseño y la ingeniería”.

Ingrese a la entrevista completa aquí.