Informe Trimestral España – 1T 2021

El número de transacciones de M&A en España disminuye un 13% en el primer trimestre de 2021

En 2021 se han registrado 540 operaciones de M&A por un importe de EUR 33.575m

El sector inmobiliario ha registrado el mayor número de transacciones, con 114, pese a experimentar una caída del 25% con respecto al mismo periodo de 2020

Adquisiciones extranjeras en el sector de Tecnología e Internet disminuyen un 10% en 2021


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El mercado transaccional español cierra los tres primeros meses del año con un total de 540 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 33.575m, según el informe trimestral de TTR en colaboración con Intralinks. Estas cifran suponen una disminución del 13,46% en el número de operaciones y un aumento del 214,16% en el importe de las mismas, con respecto al mismo periodo de 2020.

En términos sectoriales, el Inmobiliario es el más activo del año, con un total de 114 transacciones, pese a que registra una disminución del 25% con respecto al primer trimestre de 2020; seguido por el sector Tecnológico, con 100 operaciones y un descenso interanual del 11%, y el Financiero y de Seguros, que registra una disminución del 19% al registrar 38 operaciones.

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en el primer trimestre del año, las empresas españolas han elegido como principales destinos de sus inversiones a Estados Unidos y Portugal, con 18 y 11 operaciones, respectivamente. En términos de importe, Francia es el país en el que España ha realizado un mayor desembolso, con un importe agregado de EUR 5.326,91m.

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Por otro lado, Estados Unidos (33), Reino Unido (33) y Francia (21) son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con un importe agregado de EUR 10.243,40m.

Private Equity y Venture Capital

En los tres primeros meses de 2021 se han contabilizado un total de 43 operaciones de Private Equity, de las cuales 12 tienen un importe no confidencial agregado de EUR 3.932m. Esto supone un aumento del 2,38% en el número de operaciones y un aumento del 68,18% en el importe de las mismas con respecto al mismo periodo del año anterior.

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 122 transacciones, de las cuales 90 tienen un importe no confidencial agregado de EUR 1.170m. En este caso, ha existido un aumento con respecto al primer trimestre de 2020 del 1,67% en el número de las operaciones, y del 233,97% en el capital movilizado.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado en el primer trimestre del año 160 transacciones con un importe de EUR 4.454m, lo cual implica un descenso del 18,37% en el número de operaciones y un aumento del 63,79% en su importe con respecto al mismo periodo de 2020.

Transacción del trimestre

En el primer trimestre de 2021, TTR ha seleccionado como transacción destacada la fusión por absorción de Bankia por parte de CaixaBank.

La operación, valorada en EUR 4.300m, ha estado asesorada por la parte legal por Garrigues España; Freshfields Bruckhaus Deringer España; Gómez-Acebo & Pombo España; Uría Menéndez España; Linklaters Spain y Cuatrecasas España. 

Por la parte financiera han participado Morgan Stanley; Deloitte España; Citigroup y Rothschild.

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

Informe Trimestral Portugal – 1T 2021

Fusões e Aquisições movimentam EUR 4,7bi no primeiro trimestre

Estados Unidos aumentaram suas aquisições em Portugal em 33%

Fundos de Venture Capital movimentaram EUR 759m no período


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No mercado transacional português foram mapeadas 86 fusões e aquisições e um valor total de EUR 4,7bi, tendo em conta as transações com valor revelado, segundo o relatório mais recente do TTR, em parceira com a Intralinks. Isto representa um aumento de 41% do valor movimentado e uma diminuição de 22% no número de transações em relação ao mesmo período de 2020.

Desde o início do ano, o setor Imobiliário é o mais ativo com 19 transações. No segundo lugar, os setores de Tecnologia e Financeiro e Seguros apresentaram 10 operações cada.

Âmbito Cross-Border 

No primeiro trimestre, os Estados Unidos aumentaram suas aquisições em Portugal em 33%. Já em relação aos Fundos de Private Equity e Venture Capital estrangeiros em Portugal, estes investiram 20% menos do que no ano passado. Na Tecnologia, empresas estrangeiras mantiveram o mesmo nível de atividade na comparação anual, com seis aquisições realizadas.

As empresas espanholas continuam sendo o principal investidor em Portugal e estiveram envolvidas em 11 operações até o fim de março. O segundo país que mais investiu em Portugal no trimestre foi França com 10 transações, e o terceiro mais ativo foram os Estados Unidos com oito operações em Portugal.

Em relação à atuação portuguesa no exterior, Espanha foi o destino favorito do trimestre, com quatro transações registadas até o fim de março. O segundo lugar onde Portugal investiu mais esse trimestre foi os Estados Unidos e o Brasil com duas transações em cada país.

Venture Capital

Os fundos de Venture Capital movimentaram um total de EUR 759m até o fim de março. Foram 14 transações representando um crescimento de 8%. O setor que mais atraiu investimentos foi o de Tecnologia com nove rodadas de investimentos.

Transação do trimestre 

A transação destacada pelo TTR no 1T21 foi a aquisição da Aquapor, por parte da francesa Saur. A operação do setor de Água e Saneamento movimentou EUR 200m.

A transação contou com a assessoria legal em lei portuguesa dos escritórios VdA – Vieira de Almeida, PLMJ e Uría Menéndez – Proença de Carvalho. A assessoria financeira ficou por conta da KPMG Portugal.

League Tables 

O informe publica os rankings de assessores financeiros e jurídicos até março de 2021 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercado de Capitais, onde se informa a atividade das firmas destacadas pelo número de transações e pelo valor total das mesmas.

Informe Mensal Portugal – Fevereiro 2021

Fusões e Aquisições em Portugal com redução de 23% no primeiro bimestre 

O setor Imobiliário é o mais ativo com 16 transações 

Fundos de Venture Capital movimentam EUR 577m no primeiro bimestre 


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O mercado transacional português registou nos dois primeiros meses do ano 65 operações e um valor total de EUR 4,3bi, segundo o informe mensal do TTR. Este valor representa um aumento de 41% no valor movimentado e uma redução de 23% no número de transações, em relação ao mesmo período de 2020.  

Por sua vez, no mês de fevereiro se registraram 37 transações de fusões e aquisições entre anunciadas e concluídas, e um valor total de EUR 1,8bi. Neste caso, houve uma redução de 16% no número de transações e um aumento de 142% no valor movimentado em relação ao mês de fevereiro de 2020. 

O setor mais ativo até fevereiro foi o Imobiliário com 16 transações, redução de 50% na comparação anual. Seguem o setor de Financeiro e de Seguros, com nove transações e o setor de Tecnologia com oito operações. 

Âmbito Cross-Border 

Até o fim de fevereiro, os Estados Unidos aumentaram suas aquisições em Portugal em 75%. Da mesma forma, em relação à Tecnologia, empresas estrangeiras aumentaram seus investimentos em Portugal em 150%. Já em relação aos Fundos de Private Equity e Venture Capital estrangeiros, estes reduziram seus investimentos em Portugal em 50%.   

Até fevereiro Estados Unidos foi o país que mais investiu em Portugal, com sete transações. A  França e a Espanha estão na segunda colocação com seis operações cada. Já em relação aos investimentos portugueses no exterior, Espanha ficou no primeiro lugar com três transações até o fim de fevereiro.  

Venture Capital

Os fundos de Venture Capital movimentaram um total de EUR 577m até o fim de fevereiro, aumento de  2.036% em relação a 2020. Já as transações foram 10, representando um aumento anual de 11%. O setor mais ativo foi o de Tecnologia com sete transações, sem variação anual. 

Transação do mês 

A transação destacada pelo TTR no mês de fevereiro foi a aquisição da Aquapor empresa que opera vários sistemas de água e esgotos de Norte a Sul de Portugal, por parte da francesa Saur. A operação do setor de serviços movimentou EUR 200m. 

A assessoria jurídica ficou por parte das firmas VdA – Vieira de Almeida, PLMJ e Uría Menéndez – Proença de Carvalho. A assessoria financeira foi realizada pela KPMG Portugal. 

League Tables 

O informe publica os rankings de assessores financeiros e jurídicos até dezembro de 2020 en M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercado de Capitais, onde se informa a atividade das firmas destacadas pelo valor total das mesmas. 

Informe Mensual España – Febrero 2021

El mercado transaccional español registra 313 operaciones hasta febrero de 2021

En febrero se han registrado 156 deals y un capital movilizado de EUR 9.553m 

El sector Inmobiliario es el más activo del año, con 63 transacciones  

En el año se registran 18 operaciones de Private Equity y 73 de Venture Capital


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El mercado transaccional español ha registrado hasta el mes de febrero un total de 313 transacciones con un importe agregado de EUR 26.172m, según el informe mensual de TTR en colaboración con Datasite

Estas cifras suponen una disminución del 29,66% en el número de transacciones con respecto al mismo periodo de 2020, así como un aumento del 225% en el capital movilizado. 

En términos sectoriales, el sector Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 63 transacciones, seguido por el de Tecnología, con 55. 

Por su parte, en el mes de febrero se han registrado 156 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 9.553,01m.

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, hasta febrero de 2020 las empresas españolas han elegido como principal destino de inversión a Estados Unidos, con 9 transacciones. 

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Por otro lado, Reino Unido y Estados Unidos, con 20 y 19 operaciones, respectivamente, son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 8.038,33m. 

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

Hasta febrero se ha contabilizado un total de 18 transacciones de Private Equity por EUR 782m, lo cual supone un descenso del 48,57% en el número de operaciones y del 38,88% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo del año anterior.  

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 73 transacciones con un importe agregado de EUR 470m, lo que implica un descenso del 3,95% en el número de operaciones y un aumento del 226,57% en el importe de las mismas, en términos interanuales.  

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta febrero se han registrado 93 transacciones por un valor de EUR 3.051m, lo cual representa una disminución del 31,11% en el número de operaciones, y un aumento del 53,13% en el importe de éstas, en términos interanuales. 

Transacción del mes

En febrero de 2021, TTR ha seleccionado como transacción destacada la adquisición de un 17% de Idealista por parte de Apax Partners

La operación, que ha registrado un importe de aproximadamente EUR 250m, ha estado asesorada por la parte legal por Allen & Overy Spain y por Uría Menéndez España. 

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

Dealmaker Q&A

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TTR DealMaker Q&A with Auriga Global Investors Partner Diego Garcia de la Peña


Diego Garcia de la PeñaAuriga Global Investors

Responsable de Consultoría de Coberturas a fondos de Private Equity, infraestructuras, inmobiliarios, family offices y empresas, así como responsable de Inversiones Alternativas en Deuda para corporates en Auriga. En ambas actividades, el objetivo es proveer soluciones para la estructura de capital de las empresas y ayudar a las mismas, así como a los sponsors a desarrollar sus planes de negocio. 

Anteriormente, trabajó como Structured Solutions Sales para Sponsors Financieros a nivel europeo, así como para corporates españoles en Unicredit Bank, London (2007-2011). Previamente, fue director del departamento de Ventas de coberturas de tipos de interés para la Red y Empresas en Cajamadrid y Corporate Treasury Sales en Banesto.


TTR: Estamos viviendo una de las mayores crisis sanitarias y económicas ocurridas en la historia a nivel mundial por el COVID 19, justo cuando nos encontrábamos en un buen momento para el sector de M&A y Private Equity. ¿Cómo ha afectado al sector estos meses? Y, ¿cómo va a afectar al mercado a medio plazo? 

D. G. P.: En cuanto a actividad nueva, lo que estamos viendo es una concentración en análisis de operaciones en sectores como el agroalimentario, productos básicos de limpieza, higiene y en el sector salud en general. Creemos que existe un gran volumen de dinero disponible para invertir y que los inversores están enfocando sus esfuerzos de análisis en sectores refugio o de utilidad básica. También ha una gran actividad en el sector IT y en Internet. Posiblemente haya una huida de operaciones en sector retail en general, como consecuencia de la pandemia. 

Asimismo, hay un gran número de refinanciaciones de operaciones tanto por operaciones de add-on como para aprovechar las condiciones de financiación para extensiones de plazos. En el medio plazo vemos una recuperación gradual del volumen de transacciones debido a la cantidad de capital disponible listo para invertir, pero pensamos que va a seguir la concentración en sectores básicos. 

TTR: En coberturas de tipos de interés para financiaciones de Private Equity ¿qué tendencias destacáis después de estos meses de incertidumbre? 

D. G. P.: Debido a la situación actual de tipos bajos y las perspectivas de mantenimiento de estos tipos bajos durante un prolongado período de tiempo sigue teniendo sentido empezar las coberturas forward start, tiene sentido aprovechar la coyuntura para cubrir a largo plazo y por supuesto, emplear caps como instrumento de cobertura. 

TTR: Habéis asesorado recientemente a players relevantes como EOLIA y Ergon. ¿Qué transacciones destacarías? 

D. G. P.: Eolia Renovables ha realizado la refinanciación de dos grandes portfolios fotovoltaico y eólico, en una transacción de referencia en el mercado, tanto por el tamaño de la misma y los instrumentos de financiación empleados, como por los bancos involucrados y la complejidad de toda la operación. En concreto, ha refinanciado un portfolio de parques eólicos en los que tenía la financiación bancaria con distintos bancos en cada una de las SPVs en un préstamo sindicado en una compañía holding que agrupa dicho portfolio. Y, en la parte fotovoltaica, ha refinanciado la deuda bancaria independiente que tenía en cada una de las SPVs con distintos bancos en un bono de proyecto a largo plazo por todo el portfolio con inversores de referencia institucionales y a un coste de financiación tremendamente atractivo. Auriga asesoró en la cobertura tipos de interés en la refinanciación y en la cancelación de los swaps existentes. 

Podemos destacar también el asesoramiento realizado a Ergon en dos operaciones diferentes. Por un lado, en la cobertura de tipos de interés de la financiación de la compra de Palex, la cual se estructuró mediante una compra de cap por ser el producto más adecuado. Por otro lado, el asesoramiento al fondo en la estructuración y cobertura del riesgo de divisa en la compra de la empresa italiana Millbo y la subsecuente americana Bionaturals. Una transacción muy atractiva y compleja por las denominaciones en divisa distinta del precio de compra, así como la deuda de adquisición y la necesidad de cubrir el riesgo de fluctuación de divisa entre la firma de la operación, la aprobación y el cierre definitivo de la misma. 

TTR: El sector de las energías renovables está siendo uno de los más activos en los últimos meses en el mercado de M&A y capital riesgo. ¿Se mantendrá esta tendencia en 2021? 

D. G. P.: Nosotros pensamos que este sector va a seguir estando muy activo por dos razones fundamentales. En cuanto a los activos en operación, se siguen produciendo agrupamientos de carteras y proyectos, así como refinanciaciones, como consecuencia del yield compression existente en el sector por la madurez y estabilidad del mismo. A esto tenemos que añadir que en 2021 esperamos que empiecen a financiarse muchos de los nuevos proyectos en desarrollo para su construcción y entrada en operación comercial. 

TTR: La financiación alternativa se ha afianzado en España y hemos afrontado el cambio de tendencia ¿qué nos espera en los próximos años? 

D. G. P.: Efectivamente, la financiación alternativa se ve como algo normal en España en la actualidad, tanto por el sector empresarial como por el sector bancario. Esta normalización era muy importante. Las empresas ya no ven a los fondos de deuda como financiadores oportunistas exclusivamente y los bancos los incorporan como cofinanciadores en multitud de operaciones. 

En los próximos años, esperamos un incremento de las transacciones sponsorless, ya que hasta ahora la mayoría de las operaciones de deuda alternativa han sido sponsor-driven. Con el incremento de fondos de financiación alternativa presentes en España y con la bajada de tamaño de compañía, así como con los importes de financiación mínimos para realizar las operaciones, creemos que va a haber un desplazamiento hacia operaciones sin sponsor

Asimismo, creemos que va a haber una mayor segmentación de las operaciones de financiación alternativa entre financiación senior bullet de crecimiento puro en compañías performing, deuda híbrida para compañías que necesiten una solución mixta de deuda-capital o financiación de situaciones especiales. 

Por último, la corriente de concentración bancaria que estamos sufriendo en España hace que la oferta se reduzca, así como que la concentración de riesgo se incremente por los dos lados. Esto va a hacer que se incrementen las necesidades de soluciones alternativas de financiación. 

Tendremos que estar atentos a la evolución de la crisis y la situación de liquidez con la que salen las empresas de la misma, con el fin de poder apoyarlas ante situaciones puntuales de estrés.


Versión en inglés


TTR: We are living through one of the biggest health and economic crises in global history because of COVID 19, just when we were in a good moment for the M&A and private equity sector. How has it affected the sector these months? And how will it affect the market in the medium term? 

D. G. P.: In terms of new activity, what we are seeing is a concentration on transaction analysis in sectors such as agri-food, basic cleaning products, hygiene and the health sector in general. We believe that there is a lot of money available to invest and that investors are focusing their research efforts on safe haven or core utility sectors. There is also a lot of activity in the IT and Internet sectors. There is likely to be a flight to safety away from the retail sector in general, as a consequence of the pandemic. 

There are also a large number of refinancing transactions both for add-on transactions and to take advantage of financing conditions for term extensions. In the medium term we see a gradual recovery in deal volume due to the amount of available capital ready to invest, but we think the concentration in core sectors will continue. 

TTR: In interest rate hedges for private equity financing, what trends do you see after these months of uncertainty? 

D. G. P.: Due to the current low rate situation and the prospects of continued low rates for a prolonged period of time it still makes sense to structure forward starting hedges, it makes sense to take advantage of the situation to hedge longer terms and of course it also makes sense to use caps as a hedging instrument. 

TTR: You have recently advised relevant players such as EOLIA and Ergon. Which transactions would you highlight? 

D. G. P.: Eolia Renovables has refinanced two large photovoltaic and wind portfolios, in a benchmark transaction in the market, both for the size of the transaction and the financing instruments utilised, as well as for the banks involved and the complexity of the entire deal. Specifically, it refinanced a portfolio of wind farms in which it had bank financing with different banks in each of the SPVs into a syndicated loan in a holding company that groups this portfolio. 

On the PV side, it refinanced the independent bank debt it had in each of the SPVs with different banks into a long-term project bond for the entire portfolio with institutional benchmark investors and at a tremendously attractive financing cost. Auriga advised on the interest rate hedging in the refinancing and on the cancellation of the existing swaps. 

We can also highlight the advisory provided to Ergon in two different deals. On the one hand, in the interest rate hedging of the Facilities for the purchase of Palex, which was structured through a cap purchase as the most appropriate product. On the other hand, advising the fund on the structuring and hedging of the currency risk in the purchase of the Italian company Millbo and the subsequent American company Bionaturals. A very attractive and complex transaction due to the different currency denominations of the purchase price, as well as the acquisition debt and the need to hedge the currency fluctuation risk between the signing, approval and final closing of the transaction. 

TTR: The renewable energy sector has been one of the most active in recent months in the M&A and private equity market. Will this trend continue in 2021? 

D. G. P.: We believe that this sector will continue to be very active for two main reasons. In terms of operating assets, there will continue to be concentration of portfolios and projects as well as refinancings, as a result of the yield compression that exists in the sector thanks to its maturity and stability. Additionally, in 2021 we expect that many of the new projects under development will start financial execution for their construction and entry into commercial operation. 

TTR: Alternative financing has consolidated in Spain and we have undergone a change of trend, what do the next few years hold for us? 

D. G. P.: Indeed, alternative financing is seen as normal in Spain today, both by the business sector and the banking sector. This normalisation was very important. Companies no longer see debt funds as exclusively opportunistic financiers and banks incorporate them as co-financiers in plenty of deals. 

In the coming years, we expect to see an increase in sponsorless transactions, as up to now most alternative debt transactions have been sponsor-driven. With the increase of alternative finance funds present in Spain and the decrease in company size, as well as the minimum financing amounts for transactions, we believe that there will be a shift towards sponsorless transactions. 

We also believe that there will be a greater segmentation of alternative financing deals between senior bullet financing for pure growth in performing companies, hybrid debt for companies that need a mixed debt-equity solution or financing for special situations. 

Lastly, the current banking concentration we are experiencing in Spain is reducing supply, as well as increasing risk concentration on both sides. This will increase the need for alternative financing solutions. 

We will have to pay special attention to the evolution of the crisis and the liquidity situation in which companies come out of it, in order to be able to support them in specific stress moments.