TTR Entrevista: Pablo Perezalonso, socio de Ritch Mueller

 

Entrevista con Pablo Perezalonso, miembro de Ritch Mueller desde 1994 y socio desde 2000. Fue nombrado socio administrador en el 2017. Perezalonso se especializa en operaciones bursátiles, operaciones internacionales bancarias y de financiamiento, temas regulatorios, derivados y mercados de capitales.

A grandes rasgos ¿Cuál es su valoración general respecto a la marcha del mercado de M&A mexicano durante los primeros meses del año?

Los primeros meses del año han sido bastante buenos considerando las expectativas por el año electoral, la renegociación de NAFTA y los efectos de las políticas de Trump en la economía mexicana. Es pronto para tener conocimiento de las operaciones registradas hasta mayo, pero según fuentes consultadas, en los primeros 3 meses del año, se registraron 72 fusiones y adquisiciones, contra 61 durante el mismo periodo en el año 2017. Es decir, un incremento del 18%.

 

Según nuestros registros, el sector financiero y de seguros ha ganado protagonismo en cuanto al volumen de sus operaciones de M&A en comparación con las cifras del mismo periodo en ejercicios anteriores. ¿A qué cree que se debe este incremento? ¿Opina que manifiesta una tendencia?

No consideramos que se deba a algo en particular. Si bien 2017 no fue un año particularmente con muchas transacciones en este sector, 2016 sí lo fue, fue la segunda mayor industria en número de operaciones.  Con la nueva Ley para Regular a las Instituciones de Tecnología Financiera (Ley Fintech),  consideramos que veremos más inversiones en empresas de tecnología en este sector.  Hemos visto algunas operaciones de venta de bancos extranjeros, pero entendemos que esto se debe a temas de organización interna y no a la situación política y económica.

 

Otro de los sectores más activos en el mercado mexicano es el inmobiliario ¿Podría brindarnos una breve previsión del funcionamiento de dicho sector en 2018?

En el sector inmobiliario empezamos a ver que ciertos clientes están tomando una posición más conservadora respecto de nuevos proyectos hasta que pasen las elecciones y se defina la negociación de NAFTA.  En cuanto a proyectos que ya están en marcha seguimos viendo un gran dinamismo en el sector de vivienda y en la parte de logística.  En cuando a la parte comercial sigue habiendo mucha actividad aunque en algunos mercados ya estamos viendo una desaceleración en la parte comercial.  Por lo que respecta a la parte de oficinas, sobre todo en la Ciudad de México, empezamos a observar un mercado un poco saturado y donde la absorción es más lenta.

 

En lo que llevamos de año, según nuestros datos, México parece reflejar un creciente interés por las operaciones de inversión en el extranjero. ¿Cuáles cree que pueden ser los motivos? ¿Cree que será una pauta que se mantendrá a lo largo del año?

No lo hemos notado particularmente, pero seguramente se debe a inversionistas buscando seguridad en tanto se define la situación política y la renegociación de NAFTA.

 

En último lugar, en cuanto a las operaciones de venture capital en el país, ¿cuál cree que es la situación actual de esta área de mercado en México? ¿Qué pronóstico le daría para este ejercicio?

Hemos participado en bastantes operaciones en estos primeros meses, pero también hemos visto como varios proyectos están a la espera de que se resuelva la situación política y económica.

DealMaker Q&A

TTR DealMaker Q&A with

 TozziniFreire Advogados Partner

Francisco Eumene Machado de Oliveira Neto

How would you describe the performance of the Brazilian M&A market so far in 2018?

We had a very positive outcome so far this year. After years observing transactions involving assets of companies in financial difficulty (distressed assets) we are moving forward into a more stable scenario, where solid companies are merging in order to grow in size and benefit from synergy. We can see that in some recently disclosed M&A transactions, such as Fibria-Suzano, M. Dias Branco-Piraquê, as well as the merger of Somos with Kroton.

 What can we expect from the M&A market for the remainder of a year that still promises political and economic instability?

A busier first semester was expected. There still are important ongoing M&A operations, which should increase the figures for the coming months. The market should seize this window of opportunity while it lasts.

As for the rest of the year, political and economic instability will set the pace for both M&A and capital markets operations. The market should be defined not only by local uncertainties, but also by external ones.   

There were high expectations around the Capital Market for the country in 2018, after what was considered a year of recovery in 2017. In your point of view, what evaluation can be made of the Brazilian Capital Market at that beginning of year? And what are the expectations now?

The capital markets have yielded good results when it comes to fixed-income instruments. After a slow start, last month we saw a few IPOs coming through, such as Notre Dame’s, HappyVida’s and Banco Inter’s, which could be a sign of improvement.

Considering an unstable international scenario and the Brazilian elections taking place in October, we do expect things to cool down in the second semester comparing to the first, as caution shall prevail.

TozziniFreire has advised several Venture Capital operations, including investments in fintechs. How do you see this market today in terms of challenges and what does the rest of the may look like?

Venture capital operations have gained strength and should become increasingly common. This consolidation process is a natural next step following the establishment of numerous fintechs over the past years, and it is inherent to the very own dynamics of the sector.

The Fibria/Suzano deal is certainly one of the most outstanding operations of the year. What were the biggest challenges in advising such a complex transaction that combined the operations of the two companies, thatresulted in the control of 49% of the world’s pulp market?

The transaction involving Fibria and Suzano was highly complex due to the nature of the companies. We were dealing with two major publicly-held competing companies from the pulp industry. Secrecy and expedition were critical to the operation’s success.


Entrevista com Francisco Eumene Machado de Oliveira Neto, sócio do TozziniFreire Advogados.

TTR – Fazendo um balanço dos quatro primeiros meses do ano, como avalia a performance do mercado brasileiro de M&A até o momento?

F.E.M. – O balanço deste início de ano é bastante positivo. Depois de termos visto nos últimos anos operações com ativos de grupos econômicos em situação financeira difícil (distressed assets), estamos passando para um movimento de mais normalidade com empresas sólidas se unindo para ganhar escala e aproveitar sinergias. Reflexo disso são as operações de M&A já divulgadas, como a da Fibria e Suzano, a da M. Dias Branco e Piraquê.

TTR – Quais as perspectivas para o mercado de M&A em 2018 em um contexto ainda de instabilidade política e econômica?

F.E.M. – Já se esperava um primeiro semestre mais movimentado que o segundo. Para os próximos meses, ainda devemos ter outras operações de M&A relevantes que estão em andamento e que devem fazer esses números aumentarem. O mercado deve aproveitar enquanto a janela ainda está aberta. Para o restante do ano, a instabilidade política e econômica deve ditar o ritmo das operações tanto de M&A como de mercado de capitais. Não só as instabilidades locais, mas as externas também deverão balizar o mercado.

TTR – Havia uma grande expectativa em torno da área de mercado de capitais para o país em 2018, após o que foi considerado um ano de retomada em 2017. Do seu ponto
de vista, qual a avaliação que pode ser feita do Mercado de Capitais brasileiro nesse início de ano? E quais as expectativas agora?

F.E.M. – O mercado de capitais também tem apresentado bons números no que se refere às captações com base em instrumentos de renda fixa. Após um início fraco, no último mês, vimos alguns IPOs saindo, como os da Notre Dame, HappyVida e Banco Inter, que podem trazer alguma indicação de melhora. Estamos vendo ainda um cenário externo um pouco instável e, no segundo semestre, teremos eleições no país; assim as expectativas, como me referi acima, são de um segundo semestre mais arrefecido em relação ao primeiro, em que a cautela deverá prevalecer.

TTR – TozziniFreire tem assessorado diversos clientes em operações de Venture Capital, incluindo investimentos realizados em fintechs. Como vê esse mercado hoje em termos de desafios e o que se pode
esperar para o restante do ano?

F.E.M. – As operações de venture capital têm se intensificado e devem ser cada vez mais frequentes. O processo de consolidação é natural depois do surgimento de várias fintechs ao longo dos anos e da própria dinâmica desse segmento.

TTR – A aquisição da Fibria pela Suzano é, certamente, uma das operações de maior destaque do ano. Considerando sua atuação e de TozziniFreire, quais foram os maiores
desafios ao atuar em uma transação tão complexa que combinou as operações das duas companhias, e que resultará no controle de 49% do mercado mundial de celulose.

F.E.M. – A operação da Fibria com a Suzano foi complexa pelas características das empresas. Estávamos lidando com duas grandes empresas do setor de celulose, competidoras entre si e ambas empresas abertas. O sigilo e a velocidade foram fundamentais para o sucesso da operação.

IT M&A Seminar: Sonda

IT M&A Seminar:  Depois de grandes aquisições, Sonda trabalha na unificação da empresa no Brasil

 

Com 13 aquisições desde 202, ano em que comprou a Imarés no Brasil, a Sonda se consolida como uma das maiores companhias de tecnologia da informação da América Latina. A provedora de soluções e serviços de tecnologia atua em dez países, tendo perto de 22 mil colaboradores e cinco mil clientes ativos. A empresa registrou faturamento, em 2017, de US$ 1,368 bilhão na América Latina.

Depois da compra da Imarés, a Sonda cresceu no Brasil com a aquisição, em junho de 2007, do Grupo Procwork com um investimento de US$ 118 milhões. Em 2008, comprou a Red Colombia por US$ 13,6 milhões. Já o ano de 2010 foi o de maior número de operações de M&A. No Brasil, a Sonda arrematou a Telsinc por US$ 38 milhões, a Soft Team por US$ 8,5 milhões e a Kaizen por US$ 6,7 milhões.

No mesmo ano, mas no México, comprou a NextiraOne por US$ 29 milhões e, na Argentina, a Ceitech por US$ 6,3 milhões. Em 2011, adquiriu a chilena Quintec por US$ 62 milhões e, em 2012, as brasileiras Pars por US$ 55 milhões e Elucid por US$ 74 milhões.

A maior transação ocorreu em 2014, quando a Sonda comprou a brasileira CTIS em um investimento de US$ 170 milhões, mas cujo valor poderá ser incrementado em até US$ 36 milhões, dependendo dos resultados que a CTIS tenha nos anos de 2014 a 2018. Também no Brasil, a aquisição de 60% da Ativas, empresa dos grupos Asamar e Cemig, teve um investimento de US$ 35 milhões.

Depois de tantas operações de M&A, a Sonda anunciou, no início de 2018, um plano estratégico de três anos para “repaginar” a companhia e sua atuação em território nacional, com maior integração comercial e operacional das quatro empresas do Grupo no Brasil: Sonda IT, CTIS, Sonda Ativas e PARS.

Com o ingresso do novo CEO do Grupo Sonda no Brasil, Affonso Nina, ocorrido em outubro de 2017, a empresa iniciou uma nova fase: está promovendo a sinergia de suas operações e integrando as suas ofertas, oriundas de todas as aquisições realizadas nos últimos anos. O foco, segundo a companhia, é potencializar o portfólio e atender às necessidades de negócios de seus clientes.

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Informe mensual TTR – México – Abril 2018

Fusiones y adquisiciones en México aumentan 22,62% hasta abril de 2018

  • En el mes se han registrado 17 transacciones en el país
  • 9 operaciones registradas en abril alcanzan un importe de USD 463m
  • A lo largo de 2018 se han registrado 103 transacciones y un importe de USD 5.170m
  • Sector Financiero y de Seguros, el más destacado del año, con 23 operaciones

 

El mercado de M&A mexicano ha contabilizado en abril de 2018 un total de 17 operaciones, de las cuales 9 suman un importe no confidencial de USD 463m, de acuerdo con el informe mensual de Transactional Track Record. Estos datos reflejan un descenso del 10,53% en el número de operaciones y una disminución del 45,34% en el importe de las mismas con respecto a abril de 2017.

Por su parte, en los cuatro primeros meses del año se han producido un total de 103 transacciones, de las cuales 41 registran un importe conjunto de USD 5.170m, lo que implica un aumento del 22,62% en el número de operaciones y del 9,15% en el importe de estas, con respecto al mismo período de 2017.

De las 41 operaciones contabilizadas en 2018 con importe revelado, 31 son de mercado bajo (importes inferiores a USD 100m), 8 de mercado medio (entre USD 100m y USD 500m) y 2 de mercado alto (mayores a USD 500m).

En términos sectoriales, el sector Financiero y de Seguros e Inmobiliario son los que más transacciones han contabilizado a lo largo del año, con un total de 23 y 12 operaciones respectivamente; seguidos por el sector de Vidrio, Cerámica, Papel, Plásticos y Madera; además del sector de Internet, con 9 registros en cada uno.

Ámbito Cross-Border

Por lo que respecta al mercado cross-border, a lo largo del año las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en Estados Unidos, Argentina y Brasil, con 8, 5 y 4 transacciones, respectivamente. Y por importe destaca Estados Unidos de nuevo, con USD 243,10m.

Por otro lado, Estados Unidos, es el país que más ha apostado por realizar adquisiciones en México, con 16 operaciones, seguido de España y Francia, con 25 y 4 transacciones, respectivamente. Por importe, se destaca en este periodo Estados Unidos, con USD 1.518,95m.

 

Private Equity y Venture Capital

En lo que va de año se han producido un total de 10 transacciones de Private Equity, con una tendencia estable con respecto al mismo periodo de 2017.

Por su parte, en 2018 se han contabilizado 24 operaciones de Venture Capital, con un aumento del 85%, y un capital movilizado de USD 192,68m en 11 transacciones divulgadas, lo cual representa un aumento del 4.399%.

Transacción Destacada

Para abril de 2018, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la venta de 72 torres de telecomunicación de Maxcom Telecomunicaciones. La operación, que ha registrado un importe de USD 10,75m, ha estado asesorada por la parte legal por Jones Day México.

 

Ranking de Asesores Legales y Financieros

En el ranking TTR de asesores financieros, por número de operaciones, lidera en los cuatro primeros meses de 2018 Evercore Partners, con 3 operaciones. Por importe, se destaca hasta el mes de abril Goldman Sachs, con USD 300m.

En cuanto al ranking de asesores jurídicos, por importe, lidera la firma Nader Hayaux & Goebel Abogados con USD 1.500m; seguido por Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con USD 598,68m. Por número de transacciones, el ranking es liderado por Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez con 11 operaciones asesoradas, y le sigue en el listado Mijares, Angoitia, Cortés y Fuentes, con 4 transacciones.

Para acceder al Ranking completo haz click aquí.

Relatório Mensal Portugal – Abril 2018

Portugal em queda nas operações de fusões e aquisições em abril

  • Mercado português em queda de 87,22%
  • Investimentos de venture capital em alta de 105% no ano

Portugal em queda nas operações de fusões e aquisições em abril

O volume de fusões e aquisições no mercado transacional português somou 78 milhões de euros em abril, uma queda acentuada de mais de 87% comparada ao mesmo período de 2017. Esse mapeamento está disponível no Relatório Transacional Mensal do Transactional Track Record (TTR), que registou 17 operações em Portugal no mês.

Desde o início do ano, o país já soma 90 negócios realizados, que alcançaram valor total superior a 1,8 mil milhões de euros, importância que também reflete uma queda face ao período homólogo do ano anterior, com redução de 70,65% no volume financeiro aportado.

O setor Imobiliário segue tendência iniciada em 2015 e mantêm a posição de o mais ativo no mercado português. Em abril, foram seis operações, que, somadas às realizadas nos primeiros três meses do ano, contabilizam 21 operações, queda de 32% quando comparado ao mesmo intervalo do ano anterior. O destaque positivo dos quatro primeiros meses é o crescimento de 17% do setor de Tecnologia, com 14 operações desde janeiro.

Já o segmento Saúde, Higiene e Estética fechou o mês de abril com cinco novos deals, dentre eles a venda da gestora do Hospital de Caiscais pela Teixeira Duarte. A consultora vendeu 90% de sua participação no capital social da sua subsidiária TDHOSP, responsável pela gestão do edifício do hospital, por 19,4 milhões de euros.

 

Cross-Border

Em número de operações cross-border, o mercado português somou, no ano, 38 operações inbound, em que empresas portuguesas foram adquiridas por companhias estrangeiras.  Destas, 12 foram investimentos de empresas com sede em Espanha, somando € 234,3 milhões investidos pelos vizinhos ibéricos em território português. Cinco destas operações tiveram como alvo o mercado imobiliário, que continua como o alvo principal das empresas estrangeiras.  O subsector Tecnologia, junto com Internet, também esteve na mira do investimento internacional. O número de aquisições estrangeiras nos dois subsetores assinalou crescimento de 80%.

Entretanto, em volume financeiro tanto os Países Baixos, que ultrapassou a marca dos 450 milhões de euros aportados, como França, com 305 milhões de euros, superaram os investimentos espanhóis no país.

No âmbito outbound, cinco empresas portuguesas realizaram aquisições no mercado externo. Estas operações concentraram-se em Espanha, Suécia, Israel, e no Peru.

 

Private Equity e Venture Capital

No cenário de venture capital, 2018 segue em alta. Foram 14 operações registadas pelo TTR desde janeiro, cujos valores somaram 44,5 milhões de euros. Os fundos de venture capital tiveram como alvos preferidos no ano os segmentos de Tecnologia, oito operações, e Internet, quatro.

Em abril, das cinco operações anunciadas, três divulgaram informações financeiras que revelaram mais de 4,4 milhões em rodadas de investimentos dessa modalidade. Destaque para a injeção de capital recebida pela startup portuguesa da área da saúde Sword Health de 3,7 milhões de euros. No apanhado do ano, os 44,5 milhões de euros investidos, representam crescimento de 105% em comparação aos valores do mesmo período de 2017.

Os investimentos de private equity, entretanto, viram redução de 71% no número de operações e de 44% no total investido, 19,4 milhões de euros, em abril. Em 2018, o total investido não passou dos 470 milhões de euros.

 

Transação do Mês

A transação destacada pelo TTR no mês de fevereiro foi a concretização da venda pelo Banco BPI da BPI Gestão de Activos e da BPI Fundos à CaixaBank Asset Management, do grupo espanhol CaixaBank. A venda das duas sociedades por 83 milhões de euros havia sido anunciada em novembro de 2017.

O Banco BPI recebeu assessoria financeira na transação da KPMG España. Por sua vez, o grupo CaixaBank foi assessorado pelo Cuatrecasas Portugal.

Veja todos os detalhes da transação aqui.

Rankings – Assessoria Financeira e Jurídica

O pódio do ranking TTR de assessores jurídicos de abril de 2018 é liderado pelo PLMJ, com 617 milhões de euros, seguido de Abreu Advogados, com 450 milhões de euros,  com Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados na terceira colocação, com € 343,3 milhões de euros.

Na liderança do Ranking de assessores financeiros, CaixaBank Corporate Finance, com 233 milhões, seguido por Caixa BI, com 19,4 milhões de euros.

Ranking completo.