Reporte trimestral de fusiones y adquisiciones- Argentina

Actividad en el mercado M&A de Argentina aumenta un 50% en el tercer trimestre de 2017

  • En los tres meses se han registrado 54 transacciones en el país
  • 28 operaciones registradas en el trimestre alcanzan un importe de USD 1.321m
  • Sector Financiero y de Seguros es el más destacado del periodo, con 8 operaciones

MERCADO TRANSACCIONAL ARGENTINO

El mercado cierra el tercer trimestre de 2017 con un total de 54 operaciones, de las cuales 28 tienen un importe no confidencial que suman aproximadamente USD 1.321m, según el más reciente informe deTransactional Track Record. Estas cifran suponen incrementos del 50% en el número de operaciones y del 66,06% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo de 2016.

Por su parte, de enero a septiembre de 2017 se han producido un total de 164 transacciones, de las cuales 74 registran un importe conjunto de USD 4.404m, lo que implica un aumento del 10,07% en el número de operaciones y un descenso del 25,50% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo del año pasado.

De las operaciones contabilizadas a lo largo del año, 64 son de mercado bajo (importes inferiores a USD 100m), 8 de mercado medio (entre USD 100m y USD 500m) y 2 de mercado alto (superior a USD 500m).

En términos sectoriales:

  • El sector Inmobiliario es el que más transacciones ha contabilizado en el transcurso de 2017, con           un total de 29 operaciones,
  • Sector Financiero y de Seguros, cierran el trimestre con 25 transacciones,
  • Petróleo y Gas, con 18,
  • Internet, con 15 operaciones.

Ámbito Cross-Border

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en lo que va de año las empresas argentinas han apostado principalmente por invertir en Chile y Uruguay, con 5 y 4 transacciones,                                    respectivamente. Por importe, destaca Uruguay de nuevo, con USD 443,04m.

Por otro lado, Estados Unidos (11 operaciones) y Brasil (6) son también los países que más han apostado por realizar adquisiciones en Argentina. Por importe destaca China, con USD 960m.

Private Equity y Venture Capital

En el transcurso de 2017 se han producido 3 transacciones de Private Equity, lo cual representa un descenso del 50% con respecto al periodo enero-septiembre de 2016.

Por su parte, en los nueve primeros meses de 2017, Argentina ha registrado 20 operaciones de Venture Capital, con un importe revelado de USD 121,05m, lo cual representa un aumento del 54% en el número de operaciones y un descenso del 2% en el importe, respecto al mismo periodo del año pasado.

RANKING DE ASESORES

Asesores Financieros

Por número de transacciones:

Por importe total:

 

Asesores Jurídicos

Por número de transacciones:

Por importe total:

 

Transacción Destacada

Para el tercer trimestre de 2017, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la salida a Bolsa de Despegar.com.ar, la cual ha comenzado a cotizar en la NYSE.

La operación, valorada en USD 332m, ha estado asesorada en la parte legal por Simpson Thacher & Bartlett US; TozziniFreire Advogados; Estudio Beccar Varela; y Gunderson Dettmer.

Dealmaker Q&A

Entrevista com Reinaldo Grasson de Oliveira

Reinaldo Grasson de Oliveira é sócio-líder da área de Corporate Finance Advisory da Deloitte no Brasil, que engloa M&A e Captação de Recursos (Debt Advisory). Possui mais de 20 anos de experiência profissional em Finanças Corporativas e M&A. Durante este período, esteve envolvido em diversos processos de fusão, aquisição, venda, joint-venture, captação de recursos, preparação de empresas para abertura de capital, estudos de viabilidade  e avaliação econômico-financeira para clientes nacionais e internacionais, tais como Hertz, Baxter, Bupa, Tredegar, Sabó, Bacardi, Omron, Robert Bosch, Cargill, Biomin, Allplas, São Paulo Feiras Comerciais, entre outros.

Reinaldo Grasson de Oliveira
Português:
TTR: Como descreveria a performance do mercado brasileiro de M&A do início de 2017 até agora? Acredita que os números possam melhorar no último trimestre?

Reinaldo Grasson de Oliveira: O ano começou com nível de transações abaixo do esperado, refletindo o cenário político e econômico, porém nos últimos meses já existem claros sinais de retomada nas operações de M&A, que tende a se intensificar no final de 2017 e início de 2018. Contribuem para esse cenário a expectativa de melhoria contínua nos indicadores da economia, o aumento dos processos de IPO’s, que em muitas situações reforçam o caixa das empresas para aquisições, e o apetite dos investidores estrangeiros e fundos de private equity.

TTR: O senhor possui vasta experiência em transações de M&A e Captação de Recursos, do seu ponto de vista, as empresas brasileiras tem tido sucesso ao buscar investidores fora do Brasil? Quais são as estratégias que estão sendo favorecidas pelas empresas para atrair investimentos?

RGO: No relacionamento com investidores estrangeiros é importante que a empresa demonstre transparência nas suas informações financeiras e operacionais, governança e reputação sólidas, e um plano de negócios consistente, partindo de seu posicionamento atual de mercado e vantagens competitivas, de modo a destacar as oportunidades que a empresa pode gerar para o investidor estrangeiro caso este decida investir no seu capital. Muitas vezes, superamos percepções de risco ao elencarmos as sinergias e o valor agregado que ambas empresas podem gerar ao combinar suas operações, e apresentando também o potencial de crescimento e consolidação do mercado brasileiro, que pode ser bem superior ao do mercado onde o investidor atualmente concentra seus negócios – em grande parte das economias desenvolvidas ou maduras o potencial de crescimento ou desenvolvimento de novos negócios é pequeno, o que favorece países emergentes como o Brasil, ainda mais considerando o momento atual de alta liquidez na economia global.

TTR: Quais modalidades de financiamento são mais utilizadas no Brasil na hora de executar operações de M&A?

RGO: A modalidade do financiamento pode variar de acordo com o tamanho da transação – importante ressaltar que o custo do capital e ausência de linhas de crédito de longo prazo a custos competitivos influenciam na decisão de como financiar uma aquisição no Brasil. Em operações de pequeno e médio porte, os compradores tendem a utilizar recursos próprios, ao passo que em operações de grande porte, além de recursos próprios, existe também a opção de complementar o funding através de troca de ações com o vendedor e emissão de títulos de dívida de médio/longo prazo. Naturalmente, opções que envolvam ações ou emissão de dívida estão disponíveis para empresas de maior porte ou listadas, e serão sempre avaliadas à luz do impacto no balanço e na estrutura de capital e societária da empresa compradora.

TTR: Qual a tendência que o senhor destacaria como a que trouxe os melhores resultados em termos estratégicos para as empresas brasileiras? Há políticas de gestão de contratos e de risco, governança, que podem ser fatores de influência para estimular os investimentos?

RGO: Das empresas que tem se destacado tem tido um foco muito grande em (i) inovação, não apenas no sentido tecnológico, mas também em termos de customização a oferta ao cliente (ii) otimização de custos e racionalização da produção, visando aumento de produtividade, o que envolve muitas vezes repensar a forma de fazer negócios (iii) realinhamento de portfolio, desfazendo-se de ativos ou linhas que não agregam valor ou não fazem parte do core business da empresa, e assim liberando recursos e capital para a empresa focar nas suas atividades principais, aumentando o retorno sobre capital investido pelo acionista (iv) instrumentos de governança que permitam aos acionistas ter transparência dos negócios e criar mecanismos de controle e mitigação de riscos, sejam riscos advindos do próprio negócio ou do mercado (nesse caso, desenvolver ferramentas de inteligência de mercado é fundamental, para acompanhar tendências e movimentos do mercado local e global, clientes e concorrentes).

TTR: Em 2017, setores como Saúde, Estética e Cosméticos, Imobiliário e Tecnologia tem se destacado nos cenários de M&A. Quais são as condições de mercado que podem favorecer ou explicar essas movimentações? Há outros setores que o senhor acredita que possam se tornar alvos de investidores nos próximos meses?

RGO: Setores ligados a demanda no mercado doméstico em geral tem se destacado, em função da retomada da confiança das famílias, com reflexo direto no consumo, que tem sido o principal motor do crescimento da economia esse ano, ao contrário do investimento. Empresas que demandam muito capital e financiamento tem enfrentado um cenário ainda difícil. Para o próximo ano, as empresas ligadas a consumo e mercado doméstico devem continuar atraindo atenção dos investidores, incluindo setores como o de saúde, educação, TI, serviços financeiros, vestuário e outros que sejam mais diretamente impactados pelo aumento de renda da população. Adicionalmente, com a melhora nos indicadores macroeconômicos, como a redução nas taxas de juros e crescimento do PIB, podemos voltar a observar maior investimento em infraestrutura e em programas de concessões e privatizações.         

Confira aqui as transações de fusões e aquisições da Deloitte no Brasil.


English: 

Reinaldo Grasson de Oliveira is the lead partner of Deloitte’s Corporate Finance Advisory function in Brazil, which comprises M&A and Debt Advisory. He has more than 20 years of professional experience in Corporate Finance and M&A. During this period, he was involved in several merger, acquisition, sale, joint venture, fundraising processes, preparing companies to go public, feasibility studies, and business valuations for national and international clients, such as Hertz, Baxter, Bupa, Tredegar, Sabó, Bacardi, Omron, Robert Bosch, Cargill, Biomin, Allplas, São Paulo Feiras Comerciais, etc.

TTR: How would you describe the performance of the Brazilian M&A market since early 2017 until now? Do you believe that the figures can improve in the last quarter?

Reinaldo Grasson de Oliveira: The year started with a level of transactions below expectations, which reflects the political and economic scenario; however, in recent months there have been clear signs that M&A transactions are being resumed and there is a trend for their strengthening in late 2017, early 2018. This scenario is being driven by the expected continual improvement of economic indicators, the increase in the number of IPOs, which often boost companies’ cash to be used in new acquisitions, and the appetite of foreign investors and private equity funds.

TTR: You have a vast experience in M&A and Debt Advisory transactions. From your standpoint, have Brazilian companies been successful in attracting investors outside Brazil? Which are these companies’ preferred strategies to attract investments?

RGO: In the relationship with foreign investors it is important for a company to show transparency in its financial and operational reporting, sound governance and reputation, and a consistent business plan, based on its current market position and competitive edge, in order to highlight the opportunities that such company could offer a foreign investor if such investor decides to invest in its capital. We often overcome risk perceptions by highlighting the synergies and added value that both companies can create by combining their operations, and also by outlining the Brazilian market’s growth and consolidation potential, which can be way higher than the potential in the market where the investor currently focuses its business—in most of the developed or mature economies, the growth or development potential for new businesses is small, which is a plus for emerging countries such as Brazil, especially in light of the current high liquidity in the global economy.

TTR: Which types of financing are the most common in Brazil when undertaking M&A transactions?

RGO: The type of financing can vary depending on the size of the transaction—it is worth noting that the cost of capital and the lack of long-term lending facilities at competitive costs influence decision making on how to fund an acquisition in Brazil. In small or medium-sized transactions, buyers usually use their own funds, while in large transactions, in addition to own funds, buyers have the option of exchanging shares with the seller and issuing medium- or long-term debt securities to supplement funding. Naturally, options that involve shares or the debt issuance are available to large or listed corporations, and are always assessed in light of the impact on the balance sheet and the capital and corporate structure of the buyer.

TTR: What is the trend that you would highlight as the trend that brought the best results in strategic terms for Brazilian companies? Are there contract management and risk and governance policies that could be investment drivers?

RGO: Companies that have stand out are greatly focused on (i) innovation, not only in terms of technology but also in terms customizing offerings to customers; (ii) cost optimization and production streamlining, aiming at increasing productivity, which often involves rethinking the way of doing business; (iii) realigning a portfolio by disposing of assets or lines that do not add value to the business or are not part of a company’s core business, thus releasing resources and capital that would allow the company to focus on its core business and increase return on capital invested by the shareholder; and (iv) governance instruments that allow shareholders to have business transparency and create control and risk mitigation mechanisms, whether business- or market-related risks—in which case, developing market intelligence tools is key to keep up with local and global market trends and movements, customers, and competitors.

TTR: In 2017, industries such as Health, Personal Care and Cosmetics, Real Estate, and Technology have been the M&A market highlights. What are the market conditions that could favor or explain these trends? Are there other industries that you believe could become the target of investors in the coming months?

RGO: Industries driven by domestic market demand in general because of the renewal of household confidence, with direct impact on consumption, which has been the main driver of economic growth this year, contrary to investment. Capital-intensive companies have been facing an even harder scenario. Next year, consumer goods and domestic market companies should continue to attract investors, including industries such as health, education, IT, financial services, apparel, and other industries that are more directly impacted by the increase of the population’s income. Additionally, with the improvement in the macroeconomic indicators, such as a decrease in interest and GDP growth rates, we could see a return of greater infrastructure investments and investments in concession and privatization programs.         

Read about Deloitte and its transactions here. 

Entrevista con Jorge López Zafra

Entrevista con Jorge López Zafra de la consultoría Llorente & Cuenca

Jorge López Zafra

TTR: Desde la óptica de una consultoría de comunicación, ¿cómo definiría la actividad de M&A en lo que va de año en España?

Jorge López Zafra: Para nuestro sector es importante que, a pesar de un ligero descenso en el número de operaciones de M&A, se haya producido un importante incremento en cuanto al volumen de inversión de esas operaciones en nuestro país. A mayor volumen de las operaciones, las compañías involucradas en un proyecto de fusión o adquisición detectan una mayor necesidad de asesoramiento en materia de comunicación. Esto es debido a que, normalmente, las operaciones de M&A de mayor tamaño desencadenan desde los primeros rumores una cascada de expectativas, pero también de temores entre los distintos grupos de interés (empleados, accionistas, inversores, reguladores, proveedores, etc…) y muchas veces provocan una considerable demanda informativa por parte de los medios de comunicación que es importante gestionar eficazmente. Valgan como ejemplo la OPA amistosa de Atlantia sobre Abertis, aún en proceso, o la fusión ya acabada de Gamesa con Siemens WP. Desde su anuncio ambas operaciones han generado un gran interés y han exigido una eficaz gestión de la comunicación.

Esperamos que en lo queda de año sigan produciéndose importantes operaciones de M&A en España debido a la mejor coyuntura económica, a la reducción de la incertidumbre, y al aumento de la inversión extranjera,  a pesar de potenciales riesgos geopolíticos.

TTR: ¿Cree que en los últimos años se ha incrementado la demanda de servicios de consultoría de reputación y/o comunicación? ¿Por qué cree que ha sido así?

Jorge López Zafra: Cada vez más las compañías entienden que una comunicación eficaz es un elemento estratégico para fusiones y adquisiciones. Las preocupaciones lógicas de los empleados por posibles ajustes, de los proveedores que ven peligrar sus contratos, la necesidad de explicar correctamente las claves de cada operación a los inversores o accionistas, de conocer las exigencias y limitaciones impuestas por los reguladores, exigen a las compañías un nivel de especialización en la comunicación muy importante. Por ello, es habitual que las compañías acudan a profesionales con experiencia en operaciones corporativas. Una de las tentaciones más habituales es intentar restringir la comunicación exclusivamente al día del anuncio o de la firma de la operación. Algo que siempre sale mal porque la atención por una operación de M&A no se centra exclusivamente en esos hitos. Gestionar la comunicación durante todo el proceso requiere especialización, experiencia y esfuerzo.

TTR: ¿Influye la estrategia de comunicación de las empresas en la efectiva realización de operaciones de M&A? ¿De qué manera?

JLZ: La comunicación influye en el proceso, gestionando las expectativas de todos los grupos de interés respecto a la operación. De esta manera, a través de la comunicación se puede crear un contexto favorable a la operación, si se gestiona bien. El mercado es cada vez más competitivo y la opinión pública cada vez más exigente, lo que obliga a las compañías a adoptar estrategias de comunicación proactivas para posicionar bien a la compañía, en lugar de simplemente reaccionar ante posibles amenazas. Las especulaciones en torno a la operación, ya sea una fusión o una adquisición, la difusión de mensajes negativos o el protagonismo de fuentes de información desconocidas juegan en contra. Una comunicación coherente, homogénea y coordinada es básica en cualquier proceso de fusión o adquisición de empresas. Es preciso para ello integrar lo antes posible a los responsables de comunicación, con los asesores financieros y legales, y de esta forma desarrollar la estrategia de comunicación más adecuada.                                                                                                                                                                                                                                                                                         TTR: Con la entrada de MBO Partenaires en el accionariado de Llorente & Cuenca en 2015 la empresa logró apoyo financiero para crecer a través de adquisiciones. Dos años después, ¿cómo han contribuido estas compañías al crecimiento de Llorente & Cuenca? ¿Diría que fue una estrategia acertada apostar por llevar a cabo un crecimiento inorgánico?

 

JLZ: Desde nuestro punto de vista, la estrategia ha resultado muy acertada: No hemos apostado por un crecimiento inorgánico, sino por intensificar el crecimiento orgánico en mercados clave para nosotros, cómo pueden ser México y Brasil, y en aquellos con mucho potencial, como Colombia. En España también nos hemos reforzado significativamente, y además hemos culminado adquisiciones exitosas en Estados Unidos, Brasil, Chile y España. El mix de ambas estrategias es lo que nos ha permitido consolidar un crecimiento de dos dígitos. Paralelamente, trabajamos muy duro para profundizar nuestras áreas e intensificar nuestra oferta multipaís en cada región, en especial nuestra oferta diferenciada en proyectos de coordinación con grandes multinacionales y multilatinas.

TTR: Llorente & Cuenca tiene una presencia notable en el mercado latinoamericano, región que cuenta con un gran potencial en materia de M&A. ¿Cómo definiría la situación actual del mercado latinoamericano? ¿Se ha notado también un incremento de la demanda de servicios de consultoría de comunicación en la región?

JLZ: Respecto la primera cuestión, América Latina sigue siendo una región muy dinámica, y es que tenemos una región a dos velocidades muy claramente marcadas en los mercados de la Alianza del Pacífico y los del Mercosur. El bloque formado por México, Panamá, Colombia, Perú y Chile sigue teniendo un gran desempeño económico y social y marca la velocidad de crecimiento del continente. Dentro del Mercosur, Argentina se está despertando y todos esperamos que Brasil salga de su crisis política para que pueda repuntar la mayor economía de la región. Esto genera muchas oportunidades para el mercado de M&A, en dónde estamos viendo cómo muchas compañías siguen entrandoen la región vía adquisiciones. Pero el fenómeno más destacable es cómo las multilatinas no solo están de compras en América Latina, sino que por primera vez en años en USA y Europa.

Sobre la segunda pregunta, claramente sí. En la sociedad latinoamericana la hipertransparencia y el poder del consumidor se han desarrollado mucho, así que comunicar más y mejor se ha vuelto clave. La reputación de las empresas en América Latina se ha vuelto más trascendente que nunca, sobre todo porque ya no basta con aparentar que eres una buena empresa, sino que además tienes que serlo, y demostrarlo. Estamos en la época de la ética y no de la estética. Por eso, cada vez más firmas cómo LLORENTE & CUENCA tenemos más trabajo.

Informe TTR: México-Agosto, 2017

Informe mensual sobre el mercado transaccional de México 

Capital movilizado en el mercado M&A aumenta 124,84%

• Hasta agosto se han registrado 189 transacciones en el país
77 operaciones registradas en el año alcanzan un importe de USD 11.797m
• Sector Financiero y de Seguros e Inmobiliario, los más destacados de 2017, con 28 operaciones cada uno.


El escenario transaccional

El mercado de M&A en México ha contabilizado en agosto un total de 29 operaciones, de las cuales 15 suman un importe no confidencial de USD 3.872m, de acuerdo con el informe mensual de Transactional Track Record. Estos datos reflejan un aumento del 16% en el número de operaciones y un crecimiento del 124,84% en el importe de las mismas respecto a agosto de 2016. Por su parte, a lo largo del año se han producido un total de 189 transacciones, de las cuales 77 registran un importe conjunto de USD 11.797m, lo que implica un descenso del 2,07% en el número de operaciones y una disminución del 11,21% en el importe de las mismas, respecto a agosto de 2016.

De las operaciones contabilizadas en el transcurso del año, 56 son pequeñas transacciones (importes inferiores a USD 100m), 15 transacciones medianas (entre USD 100m y USD 500m) y 6 son grandes transacciones (superior a USD 500m). En términos sectoriales, el Financiero y de Seguros y el sector Inmobiliario, son los que más transacciones han contabilizado a lo largo de 2017.

  • Financiero y de Seguros, 28 operaciones;
  • Sector Inmobiliario, 28 operaciones;
  • Industria Alimentaria, con 16 registros; e
  • Internet, con 15 negocios.

Ámbito cross-border

Por lo que respecta al mercado cross-border, en 2017 las empresas mexicanas han apostado por invertir principalmente en:

  • Estados Unidos con 14 transacciones
  • Colombia con 6 transacciones

Y por importe movilizado en este segmento, se destaca Estados Unidos, con USD 2.653m. Por otro lado, Estados Unidos, España y Reino Unido, son también los países que más han apostado por realizar adquisiciones en México.

  • Estados Unidos con 23 operaciones
  • España con 15
  • Reino Unido con 7

Por importe destaca en este periodo España, con USD 768,36m, y Australia, con USD 737,53m.

Private equity y venture capital

Hasta el mes de agosto se han producido un total de 27 transacciones de Private Equity, de las cuales 8 suman un importe no confidencial de USD 1.963,38m. Esta actividad representa un aumento del 29% en el número de operaciones y un descenso del 33% en el capital movilizado, con respecto al mismo periodo de 2016. Por su parte, en 2017 se han contabilizado 33 operaciones de Venture Capital, de las cuales 13 suman un importe no confidencial de USD 329,22m. Estos datos representan un aumento del 65% en el número de transacciones, y un significativo ascenso del 428% en el capital movilizado en términos interanuales.

Mercado de capitales

En el mercado de capitales mexicano se han cerrado en los ocho primeros meses del año 4 salidas a Bolsa y una ampliación de capital, con importes agregados de USD 1.781,59m y USD 250,87m, respectivamente.


Transacción destacada

Para agosto de 2017, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la adquisición de Grupo Medios por parte de GINmedia Business. La operación, que ha registrado un importe de MXN 80m, ha estado asesorada por la parte legal por Creel Abogados y por GINmedia Business. Por la parte financiera, ha estado asesorada por Dila Capital.

 

Panorama transacional do Brasil no mês de Agosto

Investimentos de Private Equity crescem 40% no Brasil em agosto

  • Subsetores Saúde, Higiene e Estética e Imobiliário são os que mais atraíram investimento de private Equity em Agosto
  • Agosto fecha com 79 transações e crescimento de 22,87% em comparação ao mesmo período de 2016
  • Investimento em empresas de Tecnologia seguem em destaque

Private Equity e Venture Capital

Agosto foi um mês de crescimento nos investimentos de private equity no Brasil. Segundo com o Relatório Mensal do Transactional Track Record, em parceria com a LexisNexis e TozziniFreire Advogados, foi registrado um aumento de 40% no número de transações em comparação ao período homólogo do ano, em operações que movimentaram R$ 546,1 milhões. Os subsetores favoritos dos fundos registraram crescimento de:

  • Saúde, Higiene e Estética: 60%
  • Imobiliário: 67%

No cenário de venture capital, 2017 segue com aumento nos valores aportados nessa modalidade de investimento. Das 117 transações registradas no TTR no ano, 59 revelaram valores que somam R$ 2,2 bilhões, alta de 43% em comparação ao período homólogo de 2016.

  • Distribuição e Retail foi o setor de maior crescimento no acumulado do ano (40%)
  • Tecnologia foi o que apresentou mais transações (59)

Na totalidade das transações de M&A, o mercado brasileiro fechou o mês de agosto com 79 operações, das quais 33 tiveram seus valores revelados, totalizando R$ 14,2 bilhões. Números que representam um crescimento de 22,87% face ao mesmo período de 2016.

O subsetor mais ativo, acompanhando a tendência dos últimos três anos, continua a ser o de Tecnologia, mas que em 2017 registrou retração de 14% nas operações face ao ao ano anterior. O setor Financeiro e Seguros foi o destaque positivo, com crescimento de 12% nos números de transações no ano.

América Latina

No cenário da América Latina, o Brasil se destaca tanto pelas transações domésticas, 429, como pelo números de aquisições cross-border inbound, 138, mais do que o dobro das transações dessa modalidade realizadas no México (60). Entretanto, o mercado mexicano fechou o período com 45 aquisições cross-border outbound, enquanto o mercado brasileiro encerrou com 31.

Brasil e México também protagonizaram uma das maiores operações anunciadas no mês de agosto no continente: a venda da Vigor Alimentos pela JBS para a Lala Derivados Lácteos pelo valor de R$ 5,7 bilhões.

Operações cross-border
  • Tecnologia foi aquele que mais recebeu aporte de empresas estrangeiras, contabilizando 17 operações ao longo de 2017.
  • Consultoria, Auditoria e Engenharia com 12 transações
  • Internet 10 transações
  • Tecnologia ainda foi o foco dos investimentos do Brasil no mercado estrangeiro, totalizando, ao longo do ano, 8 operações.
Transação TTR do mês

A transação de destaque do mês de agosto foi a conclusão da incorporação da Elektro Holding pela Neoenergia, ambas empresas brasileiras do setor de energia detidas pela espanhola Iberdrola. O valor da transação foi de R$ 4,26 bilhões.

Conheça os detalhes da transação

Ranking Assessores Financeiros e Jurídicos

O pódio do ranking TTR de assessores financeiros por valores das transações:

  1. Banco Bradesco BBI, que acumulou em 2017 o valor de R$ 18,3 bilhões,
  2. Banco Itaú BBA – que lidera por número de operações (16) – e alcançou R$ 14,9 bilhões,
  3. Banco BTG Pactual, com R$ 12,3 bilhões.

O ranking de assessores jurídicos por valor:

  1.  Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados (R$ 30,5 bilhões), que também lidera por número de operações (36),
  2. Escritório Pinheiro Neto Advogados (R$ 16,3 bilhões),
  3. Vieira Rezende Advogados (R$ 16 bilhões).

Confira o ranking TTR de assessores Financeiros e Jurídicos (year to date)

Entrevista com Elysangela Rabelo

“Contudo, os tempos mudaram e as grandes industrias estão se vendo pressionadas a mudar seus modelos de negócios e estratégias de crescimento para investir em áreas, produtos e serviços que sejam mais focados no paciente, na prevenção, diagnóstico precoce de doencas e cura”.

Veja a entrevista completa

Acesse o relatório transacional do Brasil no mês de agosto de 2017 completo