Informe mensual sobre el mercado transaccional latinoamericano – Febrero 2024

Mercado M&A de América Latina registra un descenso del 14% en febrero de 2024

  • En febrero, se han registrado 194 transacciones y un importe de USD 3.386m
  • En el transcurso del año se han registrado 26 deals de Private Equity y 97 de Venture Capital
  • Transacciones de Venture Capital disminuyen un 27% en el transcurso de 2024
  • Colombia y Perú, países que registran resultados positivos en el mercado M&A de LatAm

El mercado transaccional de América Latina ha registrado hasta febrero un total de 387 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 5.996m, según el más reciente informe de TTR Data y Datasite.

Estas cifras implican un descenso del 14% en el número de transacciones y un aumento del 16% en su importe, con respecto a febrero de 2023.   

En cuanto a febrero, se ha registrado en el mes un total de 194 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 3.386m

Ranking de Transacciones por Países

Según datos registrados hasta el mes de febrero, por número de transacciones, Brasil lidera el ranking de países más activos de la región con 245 transacciones (con un descenso del 16%) y con un aumento del 23% en el capital movilizado (USD 5.005m). Le sigue en el listado Colombia, que por primera vez llega al segundo lugar del ranking con 41 transacciones (con un aumento del 3%) y un aumento del 686% de su importe (USD 688m), con respecto a febrero de 2023.

Por su parte, México desciende en el ranking, con 41 transacciones (una disminución del 11%) y con un aumento del 45% en el capital movilizado (USD 477m). Chile, por su parte, desciende una posición en el ranking y registra 36 transacciones (un descenso del 42%) y un descenso del 50% en el capital movilizado (USD 177m), en términos interanuales.

Entretanto, Perú sube un lugar en el ranking y presenta 20 transacciones (un aumento del 67%) y registra una caída del 83% en su capital movilizado (USD 28m). En último lugar, Argentina disminuye su actividad y registra 17 transacciones (un descenso del 15%), con un descenso del 57% en su importe (USD 120m). 

Ámbito Cross-Border

En el ámbito cross-border, se destaca en febrero el apetito inversor de las compañías latinoamericanas en el exterior, especialmente en Norteamérica y Europa, donde se han llevado a cabo 11 y 10 transacciones, respectivamente. Por su parte, las compañías que más han realizado transacciones estratégicas en América Latina proceden de Norteamérica y Europa, con 55 y 40 deals, respectivamente.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions

En febrero de 2024, se han contabilizado un total de 26 transacciones de Private Equity por
USD 910m, lo cual supone una tendencia a la baja en el número de transacciones (-7%) y un aumento del 58% en su capital movilizado, con respecto al mismo periodo del año anterior. 

Por su parte, el segmento de Venture Capital ha contabilizado en los dos primeros meses del año un total de 97 transacciones con un importe agregado de USD 515m, lo que implica una variación negativa del 27% en el número de transacciones y un descenso del 17% en su importe, en términos interanuales.

En el segmento de Asset Acquisitions, hasta febrero se han registrado 84 transacciones, por un valor de USD 1.401m, lo cual representa un aumento del 83% en el número de transacciones y un alza del 94% en su importe, con respecto al mismo periodo de 2023.

Transacción Destacada

Para febrero de 2024, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la relacionada con
Mexico Infrastructure Partners, entidad dedicada a invertir en infraestructura y energía con sede en Ciudad de México, que ha cerrado la adquisición de 8,5 GW de plantas de ciclo combinados de gas a Iberdrola México, filial de Iberdrola, por USD 6.200m.

La transacción ha contado con el asesoramiento jurídico de Baker McKenzie; Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez; y Ritch Mueller. Por la parte del financiamiento, la transacción ha sido asesorada por Galicia Abogados; Milbank; White & Case; Ritch Mueller; Cleary Gottlieb Steen & Hamilton; y Holland & Knight.

Por la parte financiera, la transacción ha sido asesorada por J.P. Morgan; BBVA; Citigroup; Santander Corporate & Investment Banking (SCIB) y Barclays Bank. 

TTR Dealmaker Q&A con Brigard Urrutia

Jaime Robledo, socio de Brigard Urrutia, fue entrevistado por TTR Data con el objetivo de conocer las tendencias y el mercado M&A en Colombia y en América Latina: “El mercado de M&A en Colombia, al igual que globalmente, sufrió una reducción importante. Las razones detrás de la reducción, adicionales a las ya conocidas globalmente (ej. tensiones geopolíticas, recesión post-pandémica, altas tasas de interés y alta inflación), se derivan de la incertidumbre política que ha generado el gobierno colombiano en sectores tales como el de salud, servicios públicos, petróleo y gas, entre otros. Por ejemplo, el presidente Petro ha estado tramitando una reforma a la salud en el Congreso que tendría un efecto de eliminar el aseguramiento privado de los afiliados al sistema y ello puede afectar los pagos a las clínicas y hospitales. También ha promovido la no exploración en petróleos y ha coqueteado con la intervención de tarifas en servicios públicos. Todas las anteriores iniciativas generan nerviosismo en los mercados y no permite que los inversionistas se decidan a asumir un riesgo Colombia”. 

Para conocer la entrevista completa, ingrese aquí

Relatório mensal sobre o mercado transacional português – Fevereiro 2024

Fusões e Aquisições movimentam EUR 1,1bi no primeiro bimestre de 2024

  • O número de transações se mantém estável em comparação com 2023
  • Setor de Real Estate foi o mais ativo no período, com 20 transações
  • Houve um crescimento de 52% no volume de transações em Venture Capital

No primeiro bimestre o mercado transacional português viu a concretização de 107 operações, totalizando EUR 1,1bi. Destas, 35% revelaram seus valores, conforme aponta o mais recente relatório do TTR Data.

Estes números representam um crescimento de 1% no número de transações em comparação com o mesmo período de 2023, assim como um aumento de 6% no capital mobilizado.

Em fevereiro, foram registadas 39 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, e um valor total de EUR 881,49m.


Operações do mercado transacional de fevreiro de 2023 a fevereiro de 2024
Fonte: TTR Data.

Em termos setoriais, o setor de Real Estate foi o mais ativo em 2024, com 20 transações, seguido pelo setor de Internet, Software & IT Services com 15 operações, o qual registou um crescimento de 36% comparado a 2023.

Âmbito Cross-Border

No âmbito Cross-Border, quanto à número de transações, a Espanha e Singapura, foram os países que mais investiram em Portugal no período, contabilizando 14 e 10 transações, respectivamente. 

As empresas portuguesas escolheram a Espanha e Estados Unidos como principal destino de investimento, com oito e três transações, respectivamente.

As aquisições estrangeiras no setor de Tecnologia e Internet aumentaram em 137% em comparação ao mesmo período de 2023. 

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até fevereiro de 2024, foram contabilizadas oito transações de Private Equity, representando um crescimento de 100% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2022.

Em Venture Capital, foram realizadas 29 rodadas de investimentos e um total de EUR 85m, representando um crescimento de 52% no número de transações.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 29 transações com um valor de EUR 842m, representando uma queda de 14% no número de operações.

Transação do mês

A transação destacada pelo TTR Data em fevereiro de 2024, é a aquisição pela Rainergy de quatro mini-hídricas no norte de Portugal, detidas pela Mirova. O valor da transação é de EUR 39,45m.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei portuguesa dos escritórios Costa Pinto & Associados – Sociedade de Advogados; e Linklaters Portugal.

Ranking de consultores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até fevereiro de 2024 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total. 

Quanto ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações lidera ao longo de 2024, o escritório CCA Law Firm,com seis transações. Em valor, lidera o escritório Linklaters Portugal contabilizando um total de EUR 359,45m.

No que se refere ao ranking de assessores financeiros, por número de transações e valor lidera o Houlihan Lokey com uma operação e contabilizando EUR 320m.

Relatório mensal sobre o mercado transacional brasileiro – Fevereiro 2024

Fusões e Aquisições movimentam BRL 24,7bi no primeiro bimestre de 2024

  • Setor de Internet, Software & IT Services é o mais ativo do ano, com 65 transações
  • Estados Unidos é o país que mais investiu no Brasil, com 23 aquisições
  • Capital mobilizado registra crescimento de 17% no período

O cenário transacional brasileiro foi objeto de análise no relatório mensal do TTR Data, que revelou 245 transações movimentando um total de BRL 24,7bi no primeiro bimestre.

Esses números representam uma diminuição de 15% no número de transações em relação ao mesmo período de 2023, no entanto o capital mobilizado registrou um crescimento de 17%. Do total das transações, 46% possuem os valores revelados e 72% das operações já estão concluídas.

Em fevereiro, 113 fusões e aquisições foram registradas, entre anunciadas e concluídas, e um valor total de BRL 14,4bi.

Operações do mercado transacional de fevereiro de 2023 a fevereiro de 2024
Fonte: TTR Data.

O setor de Internet, Software & IT Services é o mais ativo com 65 transações, apresentando um crescimento de 10% em relação a 2023, seguido pelo setor de Business & Professional Support Services, com 50 transações.

Âmbito Cross-Border

Empresas brasileiras voltaram-se principalmente para os Estados Unidos, realizando quatro transações no valor de BRL 59m até fevreiro de 2024, seguidas pela Colômbia com três operações. 

Por outro lado, os Estados Unidos e Singapura lideraram os investimentos no Brasil, com 23 e 10 transações, respectivamente.

Empresas norte-americanas que adquirem negócios brasileiros registraram uma queda de 14%, enquanto as aquisições estrangeiras nos setores de Tecnologia e Internet cresceram em 50%.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas brasileiras, houve um crescimento de 6% em 2024.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

No segmento de Private Equity, houve 15 transações totalizando BRL 3,7bi, com uma queda de 11% no número de operações, porém registrou um aumento de 25% no capital mobilizado. 

Em Venture Capital, 69 rodadas de investimento movimentaram BRL 1,5bi, representando uma redução de 19% no número de transações.

O segmento de Asset Acquisitions registrou 56 transações e BRL 5,6bi até fevereiro, refletindo um crescimento de 107% nas operações em comparação ao mesmo período do ano passado.

Transação do mês

A transação destacada pelo TTR Data em fevreiro de 2024, foi a conclusão da venda pela EDP Brasil, subsidiária da EDP – Energias de Portugal, da EDP Transmissão SP- MG e Mata Grande Transmissora de Energia para a Edify Empreendimentos e Participações. O valor da transação é de BRL 2,6bi.

A operação contou com a assessoria jurídica em lei brasileira dos escritórios Madrona Fialho Advogados;  e Mattos Filho. Do lado financeiro, foi assessorada pelo  Banco Bradesco BBI; e Citi Brasil.

Ranking de assessores financeiros e jurídicos

O relatório publica os rankings de assessoria financeira e jurídica até fevereiro de 2024 em M&A, Private Equity, Venture Capital e Mercados de Capitais, onde a atividade dos assessores é refletida pelo número de transações e pelo valor total. 

Quanto ao ranking de assessores financeiros, por número de transações e em valor lidera em 2024 a XP, com seis operações e contabilizando um total de BRL 7,7bi.

No que se refere ao ranking de assessores jurídicos, por número de transações em 2024 lidera o escritório Bronstein Zilberberg Chueiri & Potenza Advogados,com 10 operações. Em valor, lidera o  Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados contabilizando um total de BRL 7,8bi.

Informe mensual sobre el mercado transaccional español – Febrero 2024

El número de inversiones de fondos extranjeros de Private Equity y Venture Capital en empresas españolas crece un 63% en febrero de 2024

  • La actividad en el mercado de M&A se ha mantenido en una tendencia estable respecto al año pasado
  • Hasta febrero se ha registrado un alza del 22% en las transacciones de Private Equity  
  • Las transacciones de Venture Capital han registrado un aumento del 12%
  • El sector Inmobiliario es el más activo del mercado transaccional, con 78 deals en el año

El mercado transaccional español ha registrado hasta el mes de febrero un total de 447 deals con un importe agregado de EUR 6.656 millones, según el informe mensual de TTR Data.

Estas cifras suponen una tendencia estable en el número de transacciones, así como un descenso del 16% en el capital movilizado, con respecto al mismo periodo de 2023.

En términos sectoriales, el sector Inmobiliario ha sido el más activo del año, con un total de 78 transacciones, seguido por el sector de Internet, Software y Servicios IT, con 71.

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en febrero de 2024 las empresas españolas han elegido como principales destinos de inversión a Portugal y Estados Unidos, con 14 y 11 transacciones, respectivamente.

Por otro lado, Estados Unidos y Francia, con 25 y 18 transacciones, respectivamente, son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con EUR 1.619m.

Private Equity, Venture Capital y Asset Acquisitions 

En el mes de febrero se han contabilizado un total de 55 transacciones de Private Equity por
EUR 2.231m, lo cual supone un aumento de aproximadamente el 22% en el número de transacciones, y un alza del 459% en el importe de las mismas, respecto al mismo periodo del año anterior.

Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 109 transacciones con un importe agregado de EUR 643m, lo que implica un aumento del 12% en el número de transacciones y un alza del 13% en el importe de las mismas, en términos interanuales. 

En el segmento de Asset Acquisitions se han registrado 109 transacciones por un importe de
EUR 1.946m, lo cual representa un descenso del 22% en el número de transacciones, y un aumento del 50% en el importe de éstas, en términos interanuales.

Transacción del mes 

En febrero de 2024, TTR Data ha seleccionado como transacción destacada la adquisición de una participación mayoritaria en Windar Renovables por parte de Bridgepoint Capital, firma británica de Private Equity. La transacción está valorada en aproximadamente EUR 700m.

La transacción ha estado asesorada por la parte financiera por Boston Consulting Group (BCG); Citigroup: KPMG España y Rothschild. 

Por la parte legal, la transacción ha sido asesorada por Garrigues España; Gómez-Acebo & Pombo España; KPMG Abogados; Latham & Watkins España; Linklaters Spain y Uría Menéndez España. Por la parte de Due Diligence, el deal ha sido asesorado por EY Abogados España; EY España (Ernst & Young) y KPMG España. y, por la parte de Asesoría Jurídica en Acquisition Finance, la transacción ha sido asesorada por Linklaters Spain. 

Perspectivas de 2024 con Clifford Chance 

Javier Amantegui socio de Corporate / M&A de Clifford Chance, ha conversado con TTR Data para esta edición y ha analizado las perspectivas del mercado transaccional ibérico en medio de la coyuntura económica actual: “Con un crecimiento de PIB en España del 2,5% en 2023 y una estimación de crecimiento del 1,5% en 2024, frente al crecimiento real y estimado de la zona Euro del 0,7% y 0,6%, respectivamente para los mismos períodos, España continuará resultando un destino atractivo para la inversión. No obstante, las tasas de tipos de interés e inflación retrasarán probablemente hasta la segunda mitad del año el despegue de las fusiones y adquisiciones en volumen y número de operaciones hacia mejores niveles que en 2023. El intervencionismo en numerosos sectores y en operaciones con compañías cotizadas, así como la impredecibilidad del marco normativo laboral, pueden lastrar igualmente la recuperación”.

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Ranking de asesores financieros y jurídicos 

El informe publica los rankings de asesoramiento financiero y jurídico de 2024 en M&A, Private Equity, Venture Capital y Mercado de Capitales, donde se informa de la actividad de las firmas destacadas por número de transacciones y por importe de las mismas. 

El ranking TTR Data de asesores legales, por número de transacciones, lidera en el transcurso de 2024 Cuatrecasas España, con 27 deals, seguido de Garrigues España, con 9 transacciones. Por importe, lidera en el transcurso del año Linklaters Spain y Clifford Chance con EUR 2.238m y EUR 877m, respectivamente. 

Dealmaker Q&A

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TTR Data Dealmaker Q&A with Clifford Chance Partner Javier Amantegui

Clifford Chance

Javier Amantegui

Javier Amantegui is a Partner in the Corporate / M&A department and Co-Head of the Financial Investors practice for Clifford Chance in Europe. 
He specialises in cross-border M&A for international investors, including private equity, financial sector and infrastructure transactions. 
Javier is ranked as a leading lawyer by the most reputable legal publications such as Chambers & Partners, Legal 500 and IFLR1000.


TTR Data: What are the most relevant drivers to consolidate the M%A market in Spain for 2024?

With Spain’s GDP growth of 2.5% in 2023 and estimated growth of 1.5% in 2024, compared to real and estimated growth in the Euro area of 0.7% and 0.6%, respectively, for the same periods, Spain will continue to be an attractive destination for investment. However, the take-off of mergers and acquisitions to higher levels than in 2023, in terms of volume and number of transactions, is likely to be delayed until the second half of the year due to interest rates and inflation. Interventionism in many sectors and in operations with listed companies, as well as the unpredictability of the regulatory framework for labour, can also hamper recovery. We are seeing better dynamics than at the end of 2023, with significantly more transactions planned and in progress, although processes will remain lengthy, thorough in terms of due diligence and somewhat volatile, and in what is a novelty, perhaps more balanced and less pro-seller in contractual terms.       

TTR Data: As one of the leading M&A legal advisors in the renewable energy sector in Spain, how has Clifford Chance handled the current situation in terms of advice in this sector and what opportunities have you found in Spain in recent months?

The energy transition is the greatest challenge facing humanity in the 21st century and renewables will remain active in 2024. The firm offers the sector a 360º format service. That is, in the development, financing and construction phase of projects, as well as in their consolidation, contribution to platforms or sale. Our administrative law and project finance teams are indispensable companions in this regard, enabling the M&A practice to be a leader. We are also credible due to our wealth of experience in key areas of activity such as tariff framework, terms of construction and supply contracts, management team incentives, governance of joint-venture platforms, first-offer rights on completed projects and execution of multi-jurisdictional processes for the sale or purchase of brownfield portfolios. The international coverage of our network of offices rounds it all off and makes us the first choice for both strategic and financial incumbents. As an example, it is worth mentioning the advice given by the firm to Norges Bank Investment Management on the purchase of 49% of a 2 GW solar and wind project portfolio from Iberdrola; Ardian on the sale of ASR Wind to Naturgy; Mirova on the sale of 51% of the Goya wind project to Engie; Solarpack on the restructuring of the renewable asset portfolio held with Ardian; Grenergy on the sale of 450 MW of wind farms in Spain; Cinven on the acquisition of a majority stake in Amara NZero.

TTR Data:  In which other sectors might international investors find the biggest opportunities in Spain in 2024? Why? 

In addition to renewable energy, the international focus is on technology, health and digital infrastructure. Other sectors with potential are education and agribusiness, particularly their bio and sustainability facets. These are concepts that must be understood in a broad sense and can also be extended to related activities. Fundamental concession infrastructure will continue to arouse interest. We know that there are Spanish assets in these areas in capital raising or sale processes.

TTR Data: Continuing with the Private Equity and Venture Capital segment, we see that, after the boom of 2021, the emergence of unicorns is slowing down and some are disappearing. What is your evaluation for this industry in Spain in 2023? What can we foresee for 2024?

2023 has been a year of transition for financial investors in which fewer transactions have been put together due to differences in valuation expectations and rising debt prices. The widespread rise in production costs due to supply delays and inflation has also dampened business plans. We have witnessed the suspension or postponement of several sales auctions in late 2022 and early 2023, fewer and smaller bilateral transactions, thorough due diligence procedures and a general slowdown of negotiations and documentation on transactions that have been closed. The past year also presented greater difficulties in raising funds for national and international managers.

However, the industry is still there with an enormous amount of capital available for investment, the same technical ability to select the best companies, support their growth and propose a new phase of development through their sale, and a sophisticated investment base that continues to rely on their management. Therefore, in 2024 we expect a gradual return, with a greater volume and number of operations and transactions, which will be brave and imaginative, and among which growth projects, creation of platforms and exclusive negotiations on traditional auction buy-outs will predominate, increasingly involving listed companies.

TTR Data: What will Clifford Chance’s main challenges be in Spain during 2024?

In Spain there are very good offices and lawyers specialising in M&A. In the latest global edition of the leading international publishing house ranking law firms, 25 law firms and 92 lawyers have obtained the highest rankings for the M&A practice, representing more law firms and lawyers than in any other practice area ranked and gives an idea of the level of supply in this country. Our efforts continue to bear fruit and the publisher’s rankings still have us as the leading international firm. 

We must continue to grow and, in order to do so, differentiate ourselves from competitors by sector intelligence, experience, access to the regulator, knowledge of cutting-edge solutions and international network coverage and rigour.

Likewise, we have to continue to attract and retain young talent, offering training, a good working environment, a career and, above all, motivating through our involvement in the most sophisticated and exciting operations. The commitment required to be part of an elite firm is not compensated by remuneration alone, which of course must be in line with market terms, but by training and the satisfaction of participating in the best projects. It is about showing a set of charms to be able to compete with the exorbitant chequebook offered in recent years by the fashionable American firms.

Finally, we have to ensure the continuity of our firm’s project in Spain. We were the first international firm to offer a top-of-the-line service in local law and we gained a reputation for solidity and long-term that must be preserved. Our prestige, extraordinary service and passion for what we do are non-negotiable and the appointment of new partners to assist in the generational transition must be consistent with this goal.


Spanish version


Clifford Chance Spain

Javier Amantegui

Javier Amantegui es socio del departamento Corporate / M&A y co-responsable de la práctica de Financial Investors de Clifford Chance en Europa.
Está especializado en fusiones y adquisiciones transfronterizas asesorando a inversores internacionales, incluyendo operaciones en el ámbito de private equity, financiero e infraestructuras. 
Javier está reconocido por las publicaciones jurídicas más prestigiosas como Chambers & Partners, Legal 500 e IFLR1000.


TTR Data: ¿Cuáles son los drivers más relevantes para consolidar el mercado de M&A en España en 2024?

Con un crecimiento de PIB en España del 2,5% en 2023 y una estimación de crecimiento del 1,5% en 2024, frente al crecimiento real y estimado de la zona Euro del 0,7% y 0,6%, respectivamente para los mismos períodos, España continuará resultando un destino atractivo para la inversión. No obstante, las tasas de tipos de interés e inflación retrasarán probablemente hasta la segunda mitad del año el despegue de las fusiones y adquisiciones en volumen y número de operaciones hacia mejores niveles que en 2023. El intervencionismo en numerosos sectores y en operaciones con compañías cotizadas, así como la impredecibilidad del marco normativo laboral, pueden lastrar igualmente la recuperación. Observamos mejores dinámicas que a finales de 2023, con bastantes más transacciones en proyecto y curso, si bien los procesos seguirán siendo largos, profundos en due diligence y algo volátiles, así como, novedosamente, tal vez más equilibrados y menos pro-vendedor en términos contractuales.   

   

TTR Data: Clifford Chance, al ser uno de los líderes en asesoría legal de M&A en el sector de energías renovables: ¿Cómo ha manejado la coyuntura actual en términos de asesoramiento en este sector y qué oportunidades ha encontrado en España en los últimos meses?

  La transición energética constituye el mayor reto del siglo XXI para la humanidad y renovables continuará activo en 2024. El despacho sirve al sector con formato 360º. Es decir, tanto en la fase de desarrollo, financiación y construcción de los proyectos, como en su consolidación, aportación a plataformas o venta. Nuestros equipos de derecho administrativo y financiación de proyectos resultan un complemento indispensable a este fin para que la práctica de M&A resulte líder. Asimismo, somos creíbles por la riqueza de nuestra experiencia en ámbitos clave de la actividad tales como marco tarifario, términos de contratos de construcción y suministro, incentivos de equipos gestores, gobierno de plataformas con formato de joint-venture, derechos de primera oferta sobre proyectos terminados y ejecución de procesos multi-jurisdiccionales de compra o venta de carteras brownfield. La cobertura internacional de nuestra red de oficinas cierra el círculo y nos convierte en primera opción para incumbentes estratégicos y financieros a partes iguales. Como ejemplo, cabe mencionar el asesoramiento prestado por el despacho a Norges Bank Investment Management en la compra a Iberdrola del 49% en una cartera de proyectos solares y eólicos de 2 GW; Ardian en la venta de ASR Wind a Naturgy; Mirova en la venta a Engie del 51% del proyecto Eólico Goya; Solarpack en la reestructuración de la cartera de activos renovables ostentada junto a Ardian; Grenergy en la venta de parques fotovoltaicos con 450 MW en España; Cinven en la adquisición de una participación mayoritaria en Amara NZero.

TTR Data: ¿Cuáles serían otro de los sectores que podrían ofrecer las mayores oportunidades en España a los inversores internacionales en 2024 y por qué?

Además de energía renovable, el foco internacional se centra en tecnología, salud e infraestructura digital. Otros sectores con potencial son educación y agronegocio, particularmente en su faceta bio y de sostenibilidad. Son conceptos que deben entenderse en sentido amplio y pueden extenderse también a actividades relacionadas. Infraestructura fundamental concesional continuará despertando interés. Nos consta que existen activos españoles en estos ámbitos en procesos de búsqueda de capital o venta.

TTR Data: Continuando con el segmento de Private Equity y Venture Capital vemos que, después del ‘boom’ de 2021, el surgimiento de unicornios está disminuyendo y algunos están desapareciendo. ¿Cuál es la evaluación de estas industrias en 2023 y qué podemos esperar en 2024? 

2023 ha sido un año de transición para los inversores financieros en el que se han casado menos operaciones por diferencias en expectativas de valoración y el incremento del precio de la deuda. La subida generalizada de costes de producción por retrasos en suministros e inflación ha sembrado también dudas sobre los planes de negocio. Hemos sido testigos de la suspensión o postposición de varias subastas de venta a finales de 2022 y comienzos del 2023, menos y más pequeñas operaciones bilaterales, minuciosos procedimientos de diligencia debida y ralentización general de las negociaciones y documentación en las transacciones que se han cerrado. El pasado ejercicio presentó igualmente mayores dificultades en el levantamiento de fondos por los gestores nacionales e internacionales.

No obstante, la industria sigue ahí con una enorme cantidad de capital disponible para invertir, la misma capacidad técnica para seleccionar las mejores compañías, apoyar su crecimiento y proponer una nueva fase de desarrollo mediante su venta, y una base inversora sofisticada que sigue confiando en su gestión. Por ello, en 2024 esperamos su vuelta paulatina, con mayor volumen y número de operaciones y transacciones, que serán valientes e imaginativas, y entre las que predominarán los proyectos de crecimiento, creación de plataformas y negociaciones en exclusiva sobre los tradicionales buy-outs de subasta, e involucrarán compañías cotizadas de forma creciente.

TTR Data: ¿Cuáles serán los principales retos de Clifford Chance en España durante 2024?

En España hay muy buenos despachos y abogados especializados en M&A. En la última edición global de la editorial internacional líder en valorar firmas legales, 25 despachos y 92 abogados han obtenido los más altos rankings para la práctica de M&A, lo que representa más despachos y abogados que en ninguna otra práctica revisada y proporciona una idea del nivel de la oferta en nuestro país. Nuestro esfuerzo sigue dando frutos y los rankings de la editorial nos sostienen como el despacho internacional líder. 

Debemos continuar creciendo y, para ello, diferenciarnos de los competidores por inteligencia sectorial, experiencia, acceso al regulador, conocimiento de soluciones de vanguardia y cobertura y rigor de red internacional.

Asimismo, seguir atrayendo y reteniendo talento joven, ofreciendo formación, buen ambiente de trabajo, carrera profesional y, sobre todo, motivando mediante nuestra involucración en las operaciones más sofisticadas y excitantes. El compromiso que requiere formar parte de una firma de élite no se compensa solo con retribución, que por descontado debe satisfacerse en términos de mercado, sino con el entrenamiento y satisfacción de participar en los mejores proyectos. Se trata  de mostrar un conjunto de encantos para poder competir con la exorbitada chequera ofrecida en los últimos años por las firmas americanas de moda.

Por último, tenemos que asegurar la continuidad del proyecto de nuestra firma en España. Fuimos el primer despacho internacional en ofrecer un servicio de primera línea en derecho local y ganamos una reputación de solidez y largo plazo que debe preservarse. Nuestro prestigio, extraordinario servicio y pasión por lo que hacemos no son negociables y el nombramiento de nuevos socios que ayuden en la transición generacional debe ser coherente con este objetivo.