Informe Trimestral México – 2T 2020

Las operaciones de M&A en México disminuyen un 22% en el segundo trimestre de 2020

  • En los seis primeros meses de 2020 se han registrado 121 transacciones por USD 3.802m
  • El sector Internet es el más destacado del semestre, con 19 operaciones
  • Capital movilizado en operaciones de Private Equity aumenta un 8% en el semestre
  • Transacción destacada: Abertis y GIC cierra adquisición del 72.3% de RCO

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El mercado transaccional mexicano ha registrado en los seis primeros meses del año un total de 121 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de USD 3.802m, según el informe trimestral de TTR –Transactional Track Record en colaboriación con Intralinks. Estas cifran suponen una disminución del 22,44% en el número de operaciones y un descenso del 52,67% en el importe de las mismas, con respecto al mismo periodo de 2019.

Por su parte, en el segundo trimestre de 2020 se han contabilizado un total de 43 operaciones con un importe agregado de USD 1.537,70m.

En términos sectoriales, Internet es el más activo del año, con un total de 19 transacciones, seguido por el sector Financiero y de Seguros, con 18, y el de Tecnología, con 10 operaciones. Sin embargo, en términos interanuales el sector Internet ha registrado una disminución del 24% y el sector de Tecnología ha reducido su actividad en un 58%, mientras que el sector Financiero ha aumentado un 6%.

Ámbito Cross-Border

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en lo que va de año las empresas mexicanas han apostado principalmente por invertir en Estados Unidos, con 11 transacciones, seguido por España, con 8 operaciones. Por importe, destaca España, con USD 1.025,85m.

Por otro lado, Estados Unidos y Canadá son los países que más han apostado por realizar adquisiciones en México, con 22 y 7 operaciones, respectivamente. Por importe, destaca Estados Unidos, con USD 222,32m.

Private Equity y Venture Capital

Hasta el segundo trimestre de 2020 se han producido un total de 5 transacciones de Private Equity valoradas en USD 73m, las cuales representan una disminución del 50% en el número de operaciones y un aumento del 7,98% en el capital movilizado con respecto al segundo trimestre de 2019.

Por su parte, en los tres primeros meses de 2020, México ha registrado 39 operaciones de Venture Capital valoradas en USD 344m, lo que representa una tendencia estable en el número de operaciones y una disminución del 23,47% en el capital movilizado con respecto al mismo periodo del año pasado.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han cerrado en el primer semestre del año 30 transacciones con un importe de USD 875m, lo cual implica un descenso del 25% en el número de operaciones y un descenso del 68,81% en su importe con respecto al mismo periodo de 2019.

Transacción Destacada

Para el segundo trimestre de 2020, Transactional Track Record ha seleccionado como operación destacada la adquisición del 72,3% de RCO por parte de Abertis and GIC, valorada en USD 2.387,17m.

La operación ha estado asesorada por la parte legal por Fried Frank Harris; Shriver & Jacobson; Greenberg Traurig México; Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez y por Galicia Abogados. Por la parte financiera, la operación ha sido asesorada por Santander Corporate Investment Banking (SCIB); Goldman Sachs; Morgan Stanley y J.P. Morgan.

Ranking de Asesores Legales y Financieros

En el ranking TTR de asesores financieros, por importe, lideran hasta el segundo trimestre de 2020 Banco Itaú BBA, con USD 54,50m. Por número de operaciones lidera Landmark Alantra, con 2 transacciones.

En cuanto al ranking de asesores jurídicos, por importe y por número de operaciones, lidera Creel, García-Cuéllar, Aiza y Enríquez, con 12 operaciones y un importe de USD 311m.

Relatório Trimestral Portugal – 2T 2020

Volume de Fusões e Aquisições sofre redução de 23% no primeiro semestre

  • Empresas estrangeiras reduzem em 41,5% as aquisições em Portugal
  • Sector imobiliário é o mais ativo e cresce 28%, apesar da crise
  • Investimentos de  Venture Capital sofrem redução de 23% no primeiro semestre

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O mercado transacional português registou no primeiro semestre 162 transações, entre anunciadas e concluídas com um valor total de EUR 7,58bi, segundo o informe mais recente do TTR – Transactional Track Record. Isto representa uma redução de 23% no volume de  transações, em relação ao mesmo período de 2019.

O segundo trimestre foi o responsável pela reversão da tendência de crescimento que o mercado apresentava no período de incerteza gerado pela pandemia do Covid-19, já que no primero trimestre houve um volume de transações maior do que o do primeiro trimestre de 2019.

Os setor mais ativo deste primeiro semestre é o Imobiliário com 51 transações, o que representa um aumento de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior. A maior parte das transações, 41, se concretizaram no primeiro trimestre.

Âmbito Cross-Border

Foram registradas 55 transações envolvendo empresas estrangeiras na aquisição de empresas portuguesas neste primeiro semestre, o que representa uma redução 41,5% em relação ao primerio semestre do ano passado. O volume de transações deste tipo, tem histórico de crescimento anual desde 2016.

Private Equity

No primeiro semestre, os fundos de Private Equity realizaram dez investimentos, o que representa uma redução de 60% em relação ao mesmo período de 2019.  Apenas três transações tiveram seus valores divulgados que somaram EUR 812m.

Venture Capital

No primeiro semestre, os fundos de Venture Capital realizaram 27 investimentos, o que representa uma redução de 23% em relação ao mesmo período de 2019. Destas transações, 25 tiveram valor divulgado que somaram EUR 122m.  


O Transactional Track Record (www.TTRecord.com) é uma plataforma tecnológico-financeira premium que oferece dados transacionais confiáveis e inteligência de mercado em tempo real, permitindo aos profissionais antecipar oportunidades e tomar as melhores decisões estratégicas. O TTR agrega dados transacionais de milhares de fontes, fornecendo um recurso imprescindível para o seguimento de transações anunciadas, concluídas e canceladas, abrangendo todos os setores.

Relatório Trimestral Brasil – 2T 2020

Volume de Fusões e Aquisições sofre redução de 25% no primeiro semestre

  • Fundos de Venture Capital aumentam seus investimentos em tecnologia em 31% 
  • Empresas estrangeiras diminuíram em 24% investimentos no setor de Tecnologia e Internet 
  • Investimentos no setor de cuidados da saúde e higiene aumentaram em 200%

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O mercado transacional brasileiro registrou até o fim de junho, 514 operações com um valor total de BRL 51,86bi, segundo dados do relatório mais recente do TTR – Transactional Track Record Isto representa uma redução de 25% no número de transações e uma diminuição de 61% do valor movimentado em relação ao mesmo período de 2019. 

Por sua vez, só no segundo trimestre do ano se registraram 230 transações de fusões e aquisições entre anunciadas e concluídas, por um valor total de BRL 13bi. O número de transações diminuiu em 19% em relação ao primeiro trimestre do ano, onde se registraram 284 transações. Já a redução do número de transações em relação ao 2T19 foi de 36% e em relação ao valor movimentado, a diminuição foi de 84%.

Desde o inicio do ano, apesar de continuar sendo o mais ativo, o setor tecnológico teve uma redução de 14%, com 139 transações. No segundo lugar, o setor financeiro e seguros diminuiu em 29% o número de transações, apresentando 66 operações. Já o setor de cuidados da saúde e higiene aumentou em 9% e apresentou 60 transações no período.

Âmbito Cross-Border 

Em 2020, as empresas que atuam no segmento de tecnologia são as que mais atraíram investimento estrangeiro. Apesar disso, desde o início do ano, empresas estrangeiras diminuíram em 24% seus investimentos no setor de tecnologia e internet no Brasil, na comparação anual. 

Da mesma forma, apesar de serem os principais adquirentes no Brasil, os Estados Unidos diminuíram seus investimentos em empresas brasileiras em 22%. Igualmente, os fundos de Private Equity e Venture Capital estrangeiros reduziram seus investimentos no Brasil em 45%, em relação ao mesmo período de 2019.

Em relação a atuação brasileira no exterior, Estados Unidos  é o destino favorito na hora de realizar investimentos com nove transações. Seguem a Colômbia e o México, com três e duas transações registradas respectivamente.

Private Equity

Desde o início do ano, os fundos de Private Equity registraram um valor movimentado de BRL 1,5bi, que representa uma diminuição de 87% na comparação anual. O número de transações foi 41, redução de 16%.

Venture Capital 

Em 2020, os fundos de Venture Capital tiveram um fluxo de transações maior e aumentaram o número de investimentos em 17% na comparação anual, com 131 operações até o fim de junho. O valor movimentado foi de BRL 3,4bi, diminuição de 2%. Desde o início de 2020, os investimentos deste tipo no setor tecnológico tiveram um salto de 31%. Da mesma forma, os investimentos no setor de cuidados da saúde e higiene aumentaram em 200%, em relação ao mesmo período de 2019.

Transação destacada 

A transação destacada pelo TTR no primeiro semestre foi a aquisição da Adtalem Brasil Holding, grupo de ensino superior privado brasileiro, por parte da Estácio Participações. A operação do setor de educação movimentou BRL 2,2bi.  A transação foi assessorada em lei brasileira pelos escritórios Lobo de Rizzo Advogados e BMA – Barbosa Müssnich Aragão. A assessoria financeira foi realizada pelo Itaú BBA e pelo Morgan Stanley.

Rankings de assessoria financeira e jurídica

Com referência aos assessores financeiros, o Banco Itaú BBA lidera o ranking em volume com 11  transações, enquanto o ranking por valor total é liderado pelo BR Partners com BRL 4,8bi.

Já na assessoria jurídica, no tocante ao valor total, o ranking é liderado pelo Cescon, Barrieu Flesch & Barreto Advogados com BRL 8,8bi. Já o ranking por volume é liderado pelo escritório Veirano Advogados com um total de 41 transações.


O Transactional Track Record (www.TTRecord.com) é uma plataforma tecnológico-financeira premium que oferece dados transacionais confiáveis e inteligência de mercado em tempo real, permitindo aos profissionais antecipar oportunidades e tomar as melhores decisões estratégicas. O TTR agrega dados transacionais de milhares de fontes, fornecendo um recurso imprescindível para o seguimento de transações anunciadas, concluídas e canceladas, abrangendo todos os setores.

Informe Trimestral España – 2T 2020

El número de operaciones de M&A en España disminuye un 30% en el primer semestre de 2020

En lo que va de año se han registrado 867 operaciones de M&A por un importe de EUR 44.852m

El sector inmobiliario ha registrado el mayor número de operaciones, con 200, pese a experimentar una caída del 36% con respecto al primer semestre de 2019

En el año se han registrado 58 operaciones de Private Equity y 195 de Venture Capital

En el segundo trimestre se han contabilizado 299 fusiones y adquisiciones por EUR 33.949m


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El mercado transaccional español ha registrado en los seis primeros meses del año un total de 867 fusiones y adquisiciones, entre anunciadas y cerradas, por un importe agregado de EUR 44.852m, según el informe trimestral de TTR en colaboración con Intralinks. Estas cifran suponen una disminución del 30,36% en el número de operaciones y un aumento del 9,18% en el importe de las mismas, con respecto al mismo periodo de 2019.

Por su parte, en el segundo trimestre de 2020 se han contabilizado un total de 299 operaciones con un importe agregado de EUR 33.949m.

En términos sectoriales, el Inmobiliario es el más activo del año, con un total de 200 transacciones, seguido por el sector Tecnológico, con 160, y el Financiero y de Seguros, con 64 operaciones. Sin embargo, en términos interanuales el sector Inmobiliario ha registrado una disminución del 36%, mientras que el sector de Tecnología ha reducido su actividad en un 9%, y el sector Financiero y de Seguros en un 18%.

Ámbito Cross-Border 

Por lo que respecta al mercado Cross-Border, en el primer semestre del año, las empresas españolas han elegido como principal destino de sus inversiones a Portugal con 20 operaciones. 

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Por otro lado, Estados Unidos (56), Reino Unido (51) y Francia (39) son los países que mayor número de inversiones han realizado en España. Por importe destaca Estados Unidos, con un importe agregado de EUR 3.941,13m.

Private Equity y Venture Capital

En los seis primeros meses de 2020 se han contabilizado un total de 58 operaciones de Private Equity, de las cuales 17 tienen un importe no confidencial agregado de EUR 5.986m. Esto supone una disminución del 55,04% en el número de operaciones y un descenso del 70,67% en el importe de las mismas, con respecto al mismo periodo del año anterior.

 Por su parte, en el mercado de Venture Capital se han llevado a cabo 195 transacciones, de las cuales 158 tienen un importe no confidencial agregado de EUR 477m. En este caso, ha existido un descenso con respecto al mismo periodo de 2019 del 14,47% en el número de las operaciones, y una reducción del 52,26% en el capital movilizado.

Asset Acquisitions

En el mercado de adquisición de activos, se han contabilizado 275 transacciones con un importe de EUR 4.771m, lo cual implica un descenso del 27,06% en el número de operaciones y una disminución del 24,17% en su importe con respecto al mismo periodo de 2019. 

Transacción del trimestre 

En el segundo trimestre de 2020, TTR ha seleccionado como transacción destacada la adquisición del 93,16% de Bolsas y Mercados Españoles (BME) por parte de SIX Group.

La operación, valorada en EUR 2.648,60m, ha estado asesorada por la parte legal por Linklaters Spain, Latham & Watkins España, Garrigues España y Clifford Chance. Por la parte financiera han participado Credit Suisse Group, Alantra y Santander Corporate Investment Banking (SCIB). La operación ha sido asesorada en la parte de Comunicación por Kreab España. 

Ranking de asesores financieros y jurídicos 

Transactional Impact Monitor: Andean Region – Vol. 2

Transactional Impact Monitor: Andean Region – Vol. 2

9 June 2020

TTR’s Transactional Impact Monitor (TIM) is a Special Report combining local knowledge and market visibility from top dealmakers developed to address extraordinary situations affecting the macroeconomic stability and M&A outlook in core markets

INDEX

CHILE
– M&A Outlook
– Handling the Crisis

COLOMBIA
– M&A Outlook
– Handling the Crisis

PERU
– M&A Outlook
– Handling the Crisis

– The View from Milan
– Dealmaker Profiles

CHILE

Nearly a month after Chile tightened the initial restrictions on movement and business activities imposed in mid-March in Santiago, the minister of health announced on 2 June revised figures for the number of active cases under treatment for SARS-CoV-2, resulting in a decrease from 59,100 to 21,325 and an increase in reported recoveries from some 46,000 to just under 86,000. At the same time, health officials announced the deadliest day with 75 deaths attributed to the virus, bringing the total official death toll to just over 1,200 and 114,000 confirmed cases.

The country avoided a total lockdown from the outset by isolating specific districts with tight quarantines based on an aggressive testing program. This strategy allowed much economic activity to carry on uninterrupted, noted DLA Piper Partner Paulo Larrain.

Notwithstanding, there are industries that have been severely affected, Larrain said. “It’s a very bloody process for many.”

The country was still reeling from the social disruption in October 2019, when protests took over the capital calling for a greater focus on programs geared towards reducing persistent income inequality. “These demands are still pending,” Larrain said, noting the plebiscite on social and constitutional reforms has been relegated to October. 

M&A Outlook
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COLOMBIA

As May came to a close, hope for a swift return to a normal life was dashed for Colombians as President Iván Duque extended the period of mandatory self-quarantine through the end of June, while extending the public health emergency through to the end of August. The official death toll in the country attributed to Covid-19 stands at just over 1,000 with some 33,000 confirmed cases.

Under Colombia’s new phase of restrictions imposed to face the SARS-CoV-2 threat, 43 exceptions were granted permitting the reopening of several non-essential businesses, including museums, libraries, malls and hair salons, while limiting those venues to 30% occupancy. Residents of Bogotá remain confined to their homes until 15 June.

The rosy prospects of 3.7% GDP growth projected at the beginning of 2020 have long since faded, replaced by apprehension over the health threat, and increasingly, an economic recession likely to persist for the next several years, Inverlink Managing Partner Mauricio Saldarriaga told TTR. 

“It’s a call to a simpler life,” said Saldarriaga. Inverlink presciently began implementing an internationalization in 2015, joining global boutique investment bank network IMAP and establishing its own footprint across the region. The move paid off, Saldarriaga said, noting the firm grew through several tough years, including 2018, when the presidential election featured a leftist candidate and many investments in the country were put on hold.

Despite Iván Duque’s victory, the following year was much slower than most thought it should be, Saldarriaga said. “People thought that within two months, things would be flying.” When the country finally turned the corner in early 2020 with a robust start to the year such as hadn’t been seen in a long time, with real estate and financial services deals booming, “the little meteor” of SARS-CoV-2 hit, he noted, and the situation changed entirely; many deals were put on hold, frozen. “Some will die, others are in the process of being reactivated, but everybody went into survival mode, to preserve cash.” In general, companies began to focus on reducing costs, “trimming the fat”, Saldarriaga said. 

“Many companies will face difficulties, even those with healthy balance sheets,” he said. Restaurants, hotels, retailers, all commerce has been hit hard, and there are few winners, Saldarriaga said, namely personal care products, household cleaning products and food retail. “That’s about 10% of companies. Then there’s the 60% that have been heavily affected, and the rest that will have difficulty surviving.” 

Colombia will now enter a period of repositioning and restructuring, Saldarriaga said. “We’re in discussions with a lot of providers of capital and getting started with the airlines, construction companies and industrial entities, which were already suffering. This was the final straw. We all know this is temporary, but with an undetermined duration, it’s very difficult to make plans.”

The crisis will cause great difficulty in Colombia and across Latin America over the next 24-to-36 months, he said, noting the region will face a slower recovery owing to the heavy dependence on commodities. “These economies are facing a huge setback, with an enormous impact on the middle class and on spending power. This will be a marathon, not a sprint. Resilience and survival is the name of the game.” 

Colombia’s ambitious 4G program designed to develop the country’s airports, seaports, highways and social infrastructure, was already enduring growing pains Saldarriaga attributed to trying to go “from crawling to running from one day to the next”. The government’s capacity to keep these projects on track and make them a countercyclical engine of growth following this crisis is challenging in the context of the country’s fiscal issues, he said. 

“Infrastructure has become a great lesson in all of this,” he said. The sector was seen as low risk, with low transaction costs, but the these assets are facing a grave impact as tolls evaporate along with traffic through airports, both previously considered predictably stable. It may be a hiccup, Saldarriaga said, and traffic will surely recover, but in the short term, the sector faces a liquidity crunch. “The materialization of risks in the sector will lead to much negotiation with the National Infrastructure Agency (ANI) and a lot of litigation, reclamations and negotiations between the government and concession holders as they hash out how to assign risks in the context force majeure, he said.

“This will be an opportunity for Canadian infrastructure funds, the Brookfields of the world, to recycle capital and keep companies afloat,” Saldarriaga said. Pension funds that have liquidity now can also benefit from the tight situation over the next six-to-12 months in which there will undoubtedly be a lot of distressed M&A and assets that change hands by necessity, he added. “Institutional investors are watching to see how this will play out.”

Colombia’s dependence on oil revenue, which represents nearly 50% of the federal budget, has led to a simultaneous shock that amplifies the economic shock brought about by restrictions imposed to contain the spread of SARS-CoV-2, Saldarriaga noted. The oil market is distorted and manipulated, and this dependence will make the recovery more difficult, Saldarriaga said. “It obligates us to seek ways to depend less on raw materials and more on value-added products,” he said. The falling value of the Colombian peso makes labor costs and many products more competitive, Saldarriaga added. “These are countries that don’t just need to bounce back, they need to reinvent themselves and bounce back, and we better do it, because oil is surely not a stable bet for the future.” 

Diversifying its revenues beyond oil is an important goal for Colombia, but it’s rightly a medium-term project, Saldarriaga said, given the country is still heavily dependent on extractive resources to improve the standard of living for its citizens. “If we have natural resource wealth, we need to develop it. In the end, it’s what can bring us all prosperity.” The important contribution of hydropower powering Colombia’s electric grid makes the country unique, Saldarriaga pointed out, and balances out to an extent the dependence on oil for fiscal revenue. While the country has indeed put a growing emphasis on renewable energy development in recent years, incentivizing wind and solar, the debate underway in the US and the EU in which proponents are calling for de-carbonization as an engine of growth out of recession is more a first world dilemma at present, he said.

M&A Outlook
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PERU

On 3 June, the government of Peru extended the country’s health emergency for another three months in the face of the highest death toll in the Andean Region attributed to SARS-CoV-2. The official toll stood at nearly 5,000 with more than 178,000 reported cases. The extension of the declared health emergency is in addition to the state of emergency in place until 30 June.

Peru was among the first countries in the region to implement strict health protocols, ground air travel and impose quarantines and curfews, noted APOYO Finanzas Corporativas Partner Eduardo Campos, “but we were already in a precarious situation”.

M&A Outlook
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The View from Milan

The Special Report has sections on M&A, Private Equity and Handling the Crisis, as well as a first-hand account from Italy in The View From Milan, featuring EY Italy Managing Partner Tax & Law and Mediterranean Region Accounts Leader Stefania Radoccia.

Transactional Impact Monitor: Andean Region – Vol. 2